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Comochoconto – 27set1975 – Lembrança de Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz e Baena Alonso

Lá polo ano 2011 nas datas do aniversário deste assessinato de estado emitira polas ondas livres da rádio Kalimera (de Compostela e da orbe enteira) este programa de Comochoconto na sua homenagem. Agora co galho de lembrar tam trágicos acontecementos, vos colo acá nesta minha bitácora, o áudio do mesmo e a entrada que escrevera para dar-lhe pulo na rede:


27-septA alba do 27 de setembro de 1975 eram fusilados Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz e Baena Alonso, os dois primeiros militantes da ETA e os outros tres da FRAP. Foram assassinados polo franquismo depois de diversos juízos sumarísimos sem garantes nenhuma de respeito dos direitos humanos. Foram os últimos fusilados estando ainda Franco vivo. As numerosas petiçons internacionais de clemência e as mobilizaçons cidadás nom serviram de nada ante um Dictador que se figera em 1936 assassinando ao seu povo, e que seguira matando para arrogar-se o “direito” de poder seguir matando.

Realizado em base aos textos de:
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25 de abril; Sempre?? – O papel da rádio na revolta dos cravos portuguesa

Co galho desta data histórica do pais vizinho, figera lá polo ano 2006 este meu programa na Rádio Kalimera (a rádio livre de Compostela). Nele tratei de abordar umha vissom particular do papel jogado pola rádio como médio de apoio à revolta do nosso pais irmão. Umha revolta que, de início, tras o derrocamento do Ditador, prometia muitíssimo, mas que ao final ficaria em caseque nada coa volta ao poder dos representantes mais recalcitrantes do Capitalismo excluinte e com seus impulsores mais aguerridos e rupturistas no cárcere.

25-de-abril-de-1974-12-728 Hoje, treze anos depois da sua primeira emissom no meu programa Comochoconto, volto a colgar neste meu blogue o aúdio para quem queira escuta-lo:

Tamém podedes descarrega-lo em dois formatos, clicando em Continuar lendo

Programa Comochoconto -A ablaçom ou mutilaçom genital feminina (MGF)

Hoje 6 de fevereiro é um desses dias nos que, organismos internacionais, decidem adicar-lho a algum tema polémico mundial do que falar só nesse concreto dia nos falsimédios para depois volver garda-lo no baul dos maus recordos até o seguinte ano na mesma data. Eu nom acostumo fazer seguimento de tais comemoraçons por entender que, estes lavados de cara, som um gesto mais da hipocrisia geralizada no mundo do Capital e do Consumismo dos paises que se autodenominam “civilizados” ou “desenvolvidos”. Assim hoje nos informativos matinais da TVE davam conta desta “efemeride”, cuja denúncia, por estes lares, tem certo pouso “xenófobo” ao assinalar esta bárbarie contra o corpo das meninhas como próprio de certas religions e culturas alheias a estes lares e coa mesma negam que no estado espanhol se poidam estar realizando estas brutais práticas sob o rotundo argumento de que é delito!! Como se isso bastara!… Tamém é delito roubar e nom há político com alto cárrego que nom enchira seus petos durante seu mandato co dinheiro de todas. Além indicam que nestes lares a preocupaçom é impedir que as meninhas sejam levadas aos paises de origem de seus progenitores para que se lhes practique lá tal “barbárie” e denunciam que é dificil de evitar porque há familias que deixam lá suas filhas uma vez que lhes praticam a mutilaçom… É dizer culpabilizam as famílias e seus paises de origem e assim seguem criminalizando as emigrantes e permíte-lhes, uma vez cumprido o trámite de falar um dia sobre elo e depois seguir olhando de esguelha esta problemática até o vindouro ano.

ablacion

Quando publiquei uma entrada nesta bitácora na que expressava a minha confussom e surpresa diante dalgumas das aportaçons que estava a receber a campanha #PrimAcoso, recebim um comentário no que se me respostava com estas palavras: “Tamén nalgunhas culturas cortan o clítoris por tradición e estética. O problema é cando a persoa chora de dolor e non quere”. Nom sei que lhe motivou a esta pessoa a enviar-me esse comentário; mas retrotraeu-me a quando no ano 2007 emitira um programa na Kalimera sobre este tema da MGF (depois remitido em outras ocasions) e mantivera um debate com um home que pretendia que a MGF era comparável e basicamente igual que a circuncisom masculina, á que este home tildava de mutilaçom.

Colo acá agora este programa para quem queira ouvir a minha opiniom ao respeito:


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Voltei por acá…

….para enchir ocos de opiniom entanto sego argalhando minha volta a minha faceta preferida de charlatam de feira no meu programa de rádio Comochoconto; do que darei conta em quanto comece e colarei na rede os postcast (as gravaçons misturadas e listas para escutar) para que cada quem as escuite quando lhe pete e lhe venha em ganha (se lhe vêm, claro).

[A Corunha] 22 dezembro ás 19:30′ Jornada Pirata no CSO “A Insumisa” em solidariedade coa rádio livre “A Kalimera”

As compas insubmissas de A Corunha disponibilizam seu espaço para esta Jornada solidária para com a rádio livre de Compostela “A Kalimera” co galho de recaudar quartos para que esta rádio livre -com mais de 25 anos de história- volte estar presente de jeito permanente e pirata nas ondas eletromagnéticas de frequência modulada da cidade compostelá, além de se emitir via streaming pola internet desde sua página web akalimera.org, tal como está na atualidade.
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A todas as Horteras que pese á vaga de calor do sábado estivestedes dándo-lo tudo no pátio do CSO do Sar: Obrigadas!!

Recolho e dou pulo a esta informaçom publicada hoje na web de “A Kalimera”:

Nom fumos muitas as assistentes mas sim as suficintes como para que, um ano mais, a nossa Festa Hortera fosse um grande hit da nossa história presente.

Começamos com um moi interesante roteiro para guiris pola cidade amuralhada dirigido com grande maestria polo ceremonioso Demetrio Pélaez (assim foi como se apresentou nosso cicerone); experiência que haverá que repetir mais vezes dada a repercussom causada do nosso vagar entre viandantes picheleiros. Cabe sinalar que ao início do mesmo coincidimos co passo da festiva manifa do Orgulho coa faixa da cabeceira assinada por “Transmaribolleras Compostela” e ás que queremos agradecer de maneira explícita o feito de ter retrasado o começo da sua particular Festa (no pub Curruncho) para nom colidir coa nossa e poder estar em ambas (além de ter o magnífico detalhe de dar pulo á nossa festa no seu muro de feisbuk); detalhes assim fam unir e estreitar amigáveis laços entre coletivos; esperamos e desejamos que se espalhe o ejemplo.
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Sábado 17 FESTA HORTERA no CSA do Sar – Cartaz e Programa

Tras o despejo do CSOA Escárnio, lugar onde tinhamos prevista realizar nossa Festa Hortera deste ano, nom iamos arredar-nos e como nom estamos quedas, falamos coa gente do CS do Sar (“Nós tamém somo do CS do Sar”, dado que lá temos nosso estúdio) e dito e feito nossa XXII FESTA HORTERA mantém a data anunciada, Sábado 17 de junho e o tema da problemática do turismo invasivo que padecemos as residentes nesta cidade como leitmotiv da festa.
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A Festa Hortera será no CSA do Sar (Casa do Peixe). Mantem-se a data do sábado 17

Cópio e colo da página web de A Kalimera:

Os sucessos imprevistos acaecidos encol do despejo do CSOA Escárnio e Maldizer, lugar no que de início iamos fazer este ano nossa particupar e peculiar Festa Hortera, fam-nos mudar de espaço para o CSA do Sar, onde temos ubicado nosso estúdio de emissom.

Queremos agradecer acá ás nossas compas do Sar por facilitar-nos umha vez mais as tarefas; sem imposiçons nem condiçonamentos e sempre com um sorriso. Em breves publicaremos o cartaz e muita mais informaçom ao respeito da festa. Haverá novidades suculentas…

Permanecede atentas as vossas pantalhas!!

Ide preparando vosso playback!!

Câmbio Horário – programa da rádio Kalimera

Entanto meios que se diziam nacionalistas analissam a oportunidade ou nom da muda de horário oficial das espanhas, sem fazer distingos entre Baleares (a mais oriental) e a Galiza (a mais ocidental) tirando de supostos espertos expertos na matéria; eu recupero acá o programa que emitira anos há na rádio Kalimera ao respeito deste tema e depois de sofrer, umha vez mais, a estúpida normativa de modificar umha hora os relojos cada 6 meses. Segundo os governos que manejam nossos horários isto fai-se para aforrar costes energéticos; mas eu hoje acordei a obscuras e tivem que ir acendendo todas as luzes da minha casa para nom tropeçar e cair de bruços, algo que já havia tempo que nom tinha que acometer pois denantes de hoje já case era de día quando soava meu despertador para ir trabalhar.

Volto pois colar este programa de Comochoconto, nesta minha bitácora, que emitira por primeira vez em 2007, co galho da mudança horária do vrâo, e que acho segue em plena atualidade, por mais que me pese. Ne-le fago além umha mençom ao absurdo de que na Galiza tenhamos o mesmo fuso horário que no resto do estado espanhol (agás Canárias) e o mesmo que o que tenhem na Galitzia polaca (!!!) por umha decissom tomada no franquismo polo seu germanismo e a sua fília com o nazismo hitleriano:

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