Arquivo da categoria: a kalimera

Sábado 18 ás 19 hs.- MAGOSTO e FOLIADA KALIMER@ no CS do Sar

Já sabedes que podedes trazer vosso instrumento. As castanhas serám debalde. Continuar lendo

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A todas as Horteras que pese á vaga de calor do sábado estivestedes dándo-lo tudo no pátio do CSO do Sar: Obrigadas!!

Recolho e dou pulo a esta informaçom publicada hoje na web de “A Kalimera”:

Nom fumos muitas as assistentes mas sim as suficintes como para que, um ano mais, a nossa Festa Hortera fosse um grande hit da nossa história presente.

Começamos com um moi interesante roteiro para guiris pola cidade amuralhada dirigido com grande maestria polo ceremonioso Demetrio Pélaez (assim foi como se apresentou nosso cicerone); experiência que haverá que repetir mais vezes dada a repercussom causada do nosso vagar entre viandantes picheleiros. Cabe sinalar que ao início do mesmo coincidimos co passo da festiva manifa do Orgulho coa faixa da cabeceira assinada por “Transmaribolleras Compostela” e ás que queremos agradecer de maneira explícita o feito de ter retrasado o começo da sua particular Festa (no pub Curruncho) para nom colidir coa nossa e poder estar em ambas (além de ter o magnífico detalhe de dar pulo á nossa festa no seu muro de feisbuk); detalhes assim fam unir e estreitar amigáveis laços entre coletivos; esperamos e desejamos que se espalhe o ejemplo.
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Sábado 17 FESTA HORTERA no CSA do Sar – Cartaz e Programa

Tras o despejo do CSOA Escárnio, lugar onde tinhamos prevista realizar nossa Festa Hortera deste ano, nom iamos arredar-nos e como nom estamos quedas, falamos coa gente do CS do Sar (“Nós tamém somo do CS do Sar”, dado que lá temos nosso estúdio) e dito e feito nossa XXII FESTA HORTERA mantém a data anunciada, Sábado 17 de junho e o tema da problemática do turismo invasivo que padecemos as residentes nesta cidade como leitmotiv da festa.
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A Festa Hortera será no CSA do Sar (Casa do Peixe). Mantem-se a data do sábado 17

Cópio e colo da página web de A Kalimera:

Os sucessos imprevistos acaecidos encol do despejo do CSOA Escárnio e Maldizer, lugar no que de início iamos fazer este ano nossa particupar e peculiar Festa Hortera, fam-nos mudar de espaço para o CSA do Sar, onde temos ubicado nosso estúdio de emissom.

Queremos agradecer acá ás nossas compas do Sar por facilitar-nos umha vez mais as tarefas; sem imposiçons nem condiçonamentos e sempre com um sorriso. Em breves publicaremos o cartaz e muita mais informaçom ao respeito da festa. Haverá novidades suculentas…

Permanecede atentas as vossas pantalhas!!

Ide preparando vosso playback!!

25 de abril; Sempre?? – O papel da rádio na revolta dos cravos portuguesa

Co galho desta data histórica do pais vizinho, figera lá polo ano 2006 este meu programa na Rádio Kalimera (a rádio livre de Compostela). Nele tratei de abordar umha vissom particular do papel jogado pola rádio como médio de apoio à revolta do nosso pais irmão. Umha revolta que, de início, tras o derrocamento do Ditador, prometia muitíssimo, mas que ao final ficaria em caseque nada coa volta ao poder dos representantes mais recalcitrantes do Capitalismo excluinte e com seus impulsores mais aguerridos e rupturistas no cárcere.

25-de-abril-de-1974-12-728 Hoje, onze anos depois da sua primeira emissom no meu programa Comochoconto, volto a colgar neste meu blogue o aúdio para quem queira escuta-lo:

e/ou descarrega-lo (em dois formatos, clica aqui em Continuar lendo

Câmbio Horário – programa da rádio Kalimera

Entanto meios que se diziam nacionalistas analissam a oportunidade ou nom da muda de horário oficial das espanhas, sem fazer distingos entre Baleares (a mais oriental) e a Galiza (a mais ocidental) tirando de supostos espertos expertos na matéria; eu recupero acá o programa que emitira anos há na rádio Kalimera ao respeito deste tema e depois de sofrer, umha vez mais, a estúpida normativa de modificar umha hora os relojos cada 6 meses. Segundo os governos que manejam nossos horários isto fai-se para aforrar costes energéticos; mas eu hoje acordei a obscuras e tivem que ir acendendo todas as luzes da minha casa para nom tropeçar e cair de bruços, algo que já havia tempo que nom tinha que acometer pois denantes de hoje já case era de día quando soava meu despertador para ir trabalhar.

Volto pois colar este programa de Comochoconto, nesta minha bitácora, que emitira por primeira vez em 2007, co galho da mudança horária do vrâo, e que acho segue em plena atualidade, por mais que me pese. Ne-le fago além umha mençom ao absurdo de que na Galiza tenhamos o mesmo fuso horário que no resto do estado espanhol (agás Canárias) e o mesmo que o que tenhem na Galitzia polaca (!!!) por umha decissom tomada no franquismo polo seu germanismo e a sua fília com o nazismo hitleriano:

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Entrevista Kalimera aos compas Joseba Merino e Carlos Hinojosa sobre os sucessos da “Bahia de Pasaia”

Em 22 de março de 1984 (ontem cumprirom-se 23 anos do fatal sucesso) acaecia um dos episódios mais obscuros da história recém de Euskal Herria. As 22 horas, perto do porto da Bahía de Pasaia, a pequena embarcaçom coa que pretendem atracar 5 membros dos Comandos Autónomos Anticapitalistas é recebeda a tiros por umha premeditada emboscada da Polícia espanhola (sob governo de Felipe González, o Sr. X dos GAL) que, sem aviso prévio e com noturnidade e aleivosia metranhavam a sangue fria aos moços que iam na lancha pneumática sem dar-lhes pê a se render, com o resultado da morte de 4 deles: José Mari Izura, Rafael Delas, Pedro Mari Isart e Dionisio Aizpuru. Açom que ficou marcada a lume para sempre na memória coletiva e da que nom foi encausado ninguém ao disfarçar-se dita massacre de ato de confrontaçom legítima e assim nenhum dos polícias que participaram na massacre, nem por suposto nenhum dos seus superiores policiais ou políticos que a orquestraram nem sequer foram investigados.

Em 27 de marzo de 2009 tivemos a sorte de contar no nosso estudio (na altura ubicado no CS O Pichel) com a presença de Joseba Merino, único supervivinte da emboscada policial de “Bahia de Pasaia” e de Carlos Hinojosa, autor-editor do livro “Emboscada en Pasaia, un crimen de Estado”. Durante algo mais de umha hora estivemos falando desse sucesso acontecido que ainda segue impune, mas também se falou do que eram os Comandos Autónomos Anticapitalistas, dos GAL, do plano ZEN, do livro,…
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