Arquivo da categoria: anarquismo

O panfleto dum encapuchado

Texto publicado em Atenas Indymedia, que se bem fala da situaçom cotidiá na Grécia, pode ser totalmente extrapolável a qualquer país baixo dominaçom capitalista:

Nom tenho nada de que confesar-me ou defender-me. Vós, os outros, os institucionais, tedes que defender-vos duma cheia de cousas. Dim: “A Democracia nom leva carapucha”!. Dim-no com altissonância e nom se fam vermelhos. Todo o sistema político leva uma carapucha que lhe chega aos nozelhos. Que se quitem eles as carapuchas e logo falamos da minha.

Minto? Vou-chos contar todos, um por um, para que vejas com quantos encapuchados crúzas-te cada dia sem cair na conta de-lo:

Vas ao banco tranquilo para pagar uma conta ou para sacar dinheiro do caixeiro automático. Bom, eu nom conto. Digamos que eu me levo o caixeiro automático enteiro. Nada mais entrar, uma cámara vigia-te sem que te decates. Ao ponher-te diante da pantalha do caixeiro, outra cámara de vigia. Nom sabes quem te vigia, quem registra teus movementos, pero di-me, que mais que encapuchados podem ser os tipos que estám agochados no panel de control da videovigilância e os que o pagam? A primeira carapucha, pois, é o banco.
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Grupo anarquista ataca embaixada da Arábia Saudita em Atenas

Recolho da A.N.A.:

O grupo anarquista Rouvikonas atacou com “bombas de tinta” a embaixada da Arábia Saudita em Atenas no início da madrugada deste 14 de dezembro em protesto contra os bombardeios no Iêmen.

O seguinte vídeo do ataque, bem como um comunicado do grupo, foram publicados no Athens Indymedia.
De acordo com o vídeo, no ataque participaram polo menos seis pessoas que chegaram em motocicletas.

No comunicado do Rouvikonas, observa-se que o grupo protestava contra as leis federais estabelecidas na Arábia Saudita pola ditadura familiar que governa o país, bem como contra as tentativas de estendê-las em todo o Oriente Médio e além.
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Trailer do documentário da COPEL e recordatório dos passes de HOJE em COMPOS e AMANHÃ em LUGO

Uma vez apresentado, com bo sucesso, o documentário da COPEL no Ateneo Libertario Xosé Tarrío de A Corunha, chegou-me via correio o “trailer” ou “teaser” (*) do mesmo, ao que lhe dou pulo imediato ao tempo que lembro as vindouras convocatória dos passes programados até agora na Galiza, nas cidades de Compostela nesta vindoura 5ª feira (joves) dia 14 ás 20:00′ no CS do Sar e mais Lugo ao dia seguinte, (6ª feira) venres 15 ás 20:30′ no Ateneo Libertario A Engranaxe
A NOM PERDER!!! Continuar lendo

Finlândia: 100 anos som o suficiente! Pola aboliçom de todos os estados. Pola anarquia

Em 6 de Dezembro de 2017, além de cumprir-se o 39º aniversário da imaculada constituiçom espanhola , tamém marcou o aniversário dos 100 anos do estado finlandês. Co galho de tal acontecemento, compas finesas editarom e publicarom este vídeo recopilatório da atividade de rua anarquista e antifascista na Finlândia entre 2013 e 2017, que recolhim de ContraInfo(pt):

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“A prostituiçom nom é delito. As prostitutas nom somos delinquentes”. Manifesto das prostitutas de Sevilla

Eu som da opiniom de que todo trabalho é fiel á sua essência definitória, á sua etimologia: “Trabalho” vem do latim “Tripalium”, instrumento de tortura constituído de três estacas de madeira bastante afiadas. Desse modo “trabalhar” significa “ser torturado”.

Dito isto, valio que sempre tomei e tomarei posiçom do lado das minhas compas torturadas; e é por isso que pautei comigo mesmo dar pulo nesta minha bitácora a este Manifesto das prostitutas sevilhanas em resposta á campanha de criminalizaçom lançada desde o governo municipal desta cidade, por muitas e variadas razons: A 1ª por solidariedade com toda pessoa repremida pola autoridade; a 2ª por solidariedade operária, se bem minha situaçom é muito mais liviana da que elas; a 3ª porque sendo elas trabalhadoras, tenhem na sua contra toda uma hipocrasia sócial organizada; a 4ª porque mesmo algumas supostas defesoras de direitos das mulheres vê-las como traidoras á sua causa e participa entusiasta da sua criminalizaçom e advogam pola violência abolicionista para seu extermínio; a 5ª porque me peta e gostei muito de quanto lá contam, pola sua claridade e rotundidade e a 6ª, 7ª, 8ª,… , e assim poderia seguir até cair na conta da infinitude de razons.

A prostituiçom nom é delito. As prostitutas nom somos delinquentes.
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[Roma] Célula “Santiago Maldonado”da FAI-FRI assume autoria de ataque a delegacia de Carabineri

Recebo um correio de turbanegra, na que se me informa desta açom e se me facilita a traduçom ao castelám do Comunicado reivindicativo que está a rular pola rede pola “Célula Santiago Maldonado – Federaçom Anarquista Informal”. Além a A.N.A. (Agência de Notícias Anarquistas) aponta a que esta reivindicaçom em nome do anarquista argentino que recém foi assassinado polas forças repressivas daquele pais, foi feita pública algumas horas depois de que a família deste jovem anarquista fosse recebida polo papa Francisco nesta quinta-feira passada (07/12). Tamém aponta a A.N.A. que, de acordo com a imprensa local, o explosivo apenas danificou o portom de entrada do destacamento policial e alcançou com fragmentos dois carros estacionados nas proximidades do local. Colo acá seu Comunicado (traduzido):

Roma, Italia – Ataque explosivo contra delegacia de Carabinieri

Em tempos de paz social e imobilismo, nom há milhor resposta que a açom. Um estímulo, uma continuidade e uma sacudida para espertar ás que dormen. Atuar por própria iniciativa rompe o imobilismo e a inaçom e acende a aquelas cujo sangue ferve.

A praxe de ataque anárquica deve ser o estímulo básico da anarquia; de nom ser tal, será só uma morta vivente. A açom é necessária para fazer-nos viver da maneira que consideramos apropriada á margem de programas, estruturas jerárquicas e verticais. Uma das tantas práticas revolucionárias que formam parte da esência do anarquismo.
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Chamamento anárquico desde Chile: “Por um Dezembro Negro!!

Recolho e colo da Agência de Notícias Anarquistas-ANA:

Com o anárquico Sebastián Oversluij na memória, a quatro anos de sua morte em combate no Chile em meio de uma tentativa de expropriaçom bancária em dezembro de 2013.

Com o coraçom inchado recordando o companheiro anarquista Alexandros Grigoropoulos, a sete anos de ser assassinado em Exarchia, Grécia, polas balas da polícia em 2008.

Por um Dezembro Negro!

Enquanto o totalitarismo democrático e civilizado avança expandindo seus mecanismos de controle e vigilância, devastando territórios naturais, atacando espaços liberados e implementando a caça de insurgentes em todo o mundo, impondo castigos, prisom e longas condenas contra as inimigas da dominaçom.
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