Arquivo da categoria: anti-militarismo

A Guardia Civil e a organizaçom criminosa e jerarquizada de alunos do insti de A Estrada

As forças de ordem espanholas andiveram estes dias pola Galiza de caça de terroristas ás que aplicar as suas mais “dura lex” . Mas depois de duas detençons frustradas de okupas e de indepes (umhas e outras só estiveram umhas horas retidas) semelha que ficaram fastidiados de nom atopar nada que poidera server para encirrar, sem ser julgadas, okupas e indepes num talego e aplicar-lhes de imediato a lei antiterrorista. Para elo mesmo servírom-se dos falsimédios e utilizarom técnicas göbbelianas (umha mentira repetida mil vezes convírte-se em verdade) e nom duvidarom em enlaçar as notícias destas detençons coas de supostos jihadistas para criar similitudes nessas mentes passivas que seguem olhando para o televisor como se seguira a ser umha fonte de informaçom viável e crível (meu avô materno mandava calar quando nos estertores do franquismo iam ponher o “parte” na tve e meu pai durante anos tirou do típico bordom assertivo para revocar opinions contrárias ás suas: “que saberás tu, se até o digerom na tele”). Pero por muito que o tentaram nenhuma das detidas nesses dias vissitou mais cela que as das comissarias e enquartelamentos e, índa que ficam pendentes de ser julgadas, todas ficarom em liberdade.

Semelha que a nenhuma das detidas nestas operaçons repressivas poderom aplicar-lhe as leis antiterroristas pese que insistem em vincula-las a supostos grupos criminais organizados. Poida que fosse por isso, ou por algumha outra razom que escapa aos meus entendimentos, que deviam estar ávidos de obter algumha vitória ás suas ânsias prisioneiras.

E por fim se atoparom com o que desejavam: Numha escola de A Estrada (“La Carretera” para aqueles falsimédios que seguem gostando de castelanizar nossos topónimos) levavam meses investigando umha trama que estava a pôr em perigo a toda a humanidade conhecida e por conhecer e nos aquertelamentos da Guarda Civil andavam á espera de que se lhes permitira umha rápida e eficaz intervençom que poidera solucionar os graves problemas aos que se veria abocado o mundo de nom faze-la com toda precauçom e seguridade.

E o momento esperado chegou ontem.
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“Batalha Campal” ou “Criminalizaçom da luita”

“Estamos informados de todo, pero nom nos enteramos de nada” Ezequiel Fernández-Moores, jornalista argentino

Dizia meu tocaio Galeano ao respeito da linguagem nos médios que “agora o Capitalismo luze o nome artístico de Economia de Mercado, o Imperialismo chamam-lhem Globalizaçom; o direito do patrom a despedir umha operária sem indemnizaçom nem explicaçom chama-se-lhe flexibilizaçom do mercado laboral; Os militares mortos nas batalhas som baixas, e as civis que a ligam sem come-la nem bebe-la, som danos colaterais. Em 1995, quando as provas nucleares da França no Pacífico sur, o embaixador francês em Nova Zelanda declarara: “Nom gosto dessa palavra “bomba”, nom som “bombas”, som artefatos que explodem. De seguir hoje vivo meu homónimo e ao fio do publicitado em todos os falsimédios dos sucessos vividos nas ruas de Compostela na noite do sábado 10, tras a manifa contra o despejo do CSOA Escárnio; de certo que Galeano teria incluido algumha outra variaçom da linguagem nos mass merdas e assim bem poderia escrever hoje: á “receber hóstias como pans da polícia antidistúrbios” chamam-lhe “violentos originam outra batalha campal”.
Quem vira qualquer imagem gravada dos feitos, tanto fosse nas televissons geralistas como nos inúmeros vídeos colgados na rede, vai-lhe ser impossível atopar umha só cena na que se veja umha atitude violenta das manifestantes e pola contra atopará múltiples cenas dos centos de polícias despregados pola cidade, tanto uniformados como á paisana, arrastrando polo cham gente submissa, impartindo porraços a mãos-cheias, disparando perigosas balas de borracha e asfixiantes botes de fume ou levándo-se gente detida ou retida a empurrons.
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Criminaliza que algo fica!! Reflexom sobre a manipulaçom mediática do despeje do CSOA Escárnio

Terça feria, martes, 29 de junho, 8 menos 10 da manhã.- Caminho do meu curro passam-me, ao ritmo de luzes e sons, duas furgonas da polícia nacional, por momentos lembro que hoje estava previsto um protesto de taxistas e continuo meu rutinário caminhar. Ao chegar á altura da Algália de riba observo na distância qual era o destino das furgonas policiais; a minha primeira reaçom foi de estranheça diante da evidência, mesmo pensei, iluso de mim, que os polícias que estavam despregándo-se polo tramo da rua onde está ubicado o CSOA Escárnio e Maldizer estavam a umha outra coisa; havia um motivo que me levara a crêr isso, eu escuitara mais de umha vez que havia um pacto verbal coa imobiliária no que as okupas comprometerám-se a facilitar o acesso para ser vissitado por possíveis compradores (feito que chegou acontecer, se bem nom sei em quantas ocasons) e em troques a imobiliária comprometia-se a avissar de antemão quando iam a despejar. Um acordo bem raro e para mim insólito e que saiba inédito na história da okupaçom pero que, sem dúvida, resultava cómodo; mas que agora, á vista dos acontecementos, só pode qualificar-se como um burdo engano por parte da imobiliária que deixa ás terroríficas okupas da kaleborroka mediática mas bem como ingênuas ovelhas caminho do matadoiro (e nom me estou a referir ao Centro Social de Compostela Aberta)

Entanto rematava de percorrer a Algália, mirando pa’trás vim que já estavam formados dois cordons policiais para trancar o trânsito peonil e no meio um fotografo coa sua objetiva apontando ao objetivo jurídico-policial. Marchei apurando o passo porque já ia com retrasso e quando cheguei ao curro mirei na rede que já estavam concorrendo gentes solidárias a protestar por tal abuso de autoridade e menosprezo ás formas de convivência. Por certo, nem rastro da polícia local, o feito de que a alcaldia nom fosse avissada impediu sua presência para facilitar a tarefa de cortar o trânsito como seria sua obriga legal.
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Erre que erra: O milhor alcaide do BNG insiste em parabenizar e confraternizar coa BRILAT do ejército espanhol

Miguel Anxo Fernández Lores -médico e politólogo a semelhança do autor da obra canónica do galeguismo ativista e militante, do egrégio do nacionalismo galego: D. Alfonso Daniel Rodríguez Castelao e que ao igual que este é conhecido polo apelido materno- ponherá, o vindeiro 27 de maio “Día de las Fuerzas Armadas Españolas”, a Alameda pontevedresa a plena disposiçom da Brigada de Infantería Ligera (Brilat), para que esta exponha os seus veículos, armamento e equipas de telecomunicaçom.

De tal jeito vem de faze-lo público nesta semana a través dos falsimédios galegos o novo General ao mando desta brigada aerotransportável, Antonio Romero, quem explicou que a cidadania “tiene derecho a conocer en qué se gastan sus impuestos, qué es lo que hacen las Fuerzas Armadas”, e é por isso que o alcaide bloqueiro cedeu a Alameda para tam grande empenho guerreiro.
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Sábado 22 ás 20:30′ no CSOA Escárnio: Apresentaçom documentário “Desaparecidos” sobre os sucessos de Ayotzinapa (México)


Carla Novi, sua diretora, estará conosco para contar-nos em primeira pessoa sua experiência persoal e o porquê deste documentário que aborda a história sucedida despois de que 43 pessoas, estudantes da Escola Normal Rural de Ayotzinapa, México, desapareceram em 26 de setiembre de 2014.
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Pedem 3 anos de cárcere a umha das convocantes da XIII Marcha á prisom de Teixeiro!!!

As compas envolvidas no novo projeto informativo anarquista “A Irmandade da Costa”, do que vos falei antontem, publicarom ontem este seu artigo ao respeito da petiçom fiscal de pena de algo menos de 2 anos contra dois manifestantes, contra umha por tirar foguetes diante da prisom co galho de fazer-se ouvir polas presas e contra a outra por supostas lesons a um picolo como produto dumha pequena liorta quando este quigera deter a fogueteira e mais a petiçom de 3 anos de cárcere para a pessoa convocante a quem se lhe acusa de organizar manifestaçons nas que se promove o levar armas ou explosivos co galho de organizar altercados (???!!!)

Mas denantes de colar acá o seu artigo (para colabourar a dar-lhe pulo), dizer que eu (multado em 2 anos seguidos por só assistir a tais manifestaçons)  lembro bem essa convocatória do ano 2013  (4 anos depois chegam as petiçons fiscais!!) e tamém que, durante todo o percorrido dessa manifa e na posteiror concentraçom diante do cárcere, (onde supostamente sucederom os feitos que denúncia o fiscal a expensas da versom dos picolos) lá estivo umha equipa de observaçom de Esculca (Observatório para a Defensa dos Direitos e Liberdades) co galho de comprovar se se observava, por parte das forças de in-seguridade, o escrupuloso respeito ao direito constitucional a manifestar-se (acordo que tomaram as gentes de Esculca diante das numerosas restriçons observadas ao respeito na Galiza, entre elas as contínuas e numerosas multas polo feito de manifestar-se contra os cárceres) e a tal respeito escreveram no seu relatório (*) (sic): “A trinta minutos das duas da tarde, um dos agentes lánça-se contra as manifestantes, sem que se tenha constância do motivo, e prodúze-se umha alteraçom. Acode outro agente. Os dous com apoio doutra agente tentam deter uns dos participantes da marcha de jeito aleatório e indiscriminado. Finalmente nom levam a cabo as detençons”. E engadem ato seguido em referência á pessoa que figurava como convocante e a quem se lhe pedem 3 anos de cárcere: “Devido a estes acontecementos a responsável do evento desconvoca a manifestaçom, e esta disólve-se sem mais incidências.
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A hipocrisia ante a morte de Carme Chacón: Nem era feminista nem pacifista e foi impulsora dos desafiuzamentos expresso

Iam bem, ao meu entender, no BNG no seu caminho de recuperar votantes, pugeram a umha mulher combativa como líder da plataforma eleitoraleira e assim sonhavam com ganhar representaçom a costa de podemitas e mareantes que já deram conta da sua real impotência a raiz das suas leas internas; mas num instante abre a boca e desmonta tam fornida estrutura pontonada:
Nom sei que igualdade buscam no BNG, poida que ajude a entender por onde vam os tiros a sua teima em levar serviços de ordem nas manifas conjuntas ou sua participaçom em plataformas que criminalizam os atos de desobediência ao régime capitalista como se passou na manifa das mulheres em 5 de março quando desde o cenário final criminalizaram a atuaçom dum grupo de mulheres valentes que atuaram no transcurso da manifa contra as cristaleiras de entidades bancárias e das grandes cadeas de exploraçom laboral.
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