Arquivo da categoria: anti-militarismo

[Vídeo] Caso Altsasu: A prova definitória da montagem da Garda Civil

Por se alguém ainda nom tinha claro como se orquestrou a montagem contra os moços e a moça judicializados como terroristas por uma simples lea de bar; vos colo acá este vídeo correspondente á 6ª jornada deste juízo onde um agente da Garda Civil afirma que quando foram a deter a Adur, um dos acusados nada menos que de terrorismo, nom poideram faze-lo porque “no se dejó detener” pese a estar na casa!!.

É dizer, como aponta um tertuliano: NOM É CRÍVEL!! eu estou com ele mas que cada quem tome suas próprias conclusons:

Eu sego a têr moi clara a intervençom de quem, na altura, era o máximo responsável político da Garda Civil e pioneiro no de falsificar seu curriculum: Continuar lendo

Anúncios

[Caso Altsasu] Vídeo que desminte a versom da Garda Civil e da fiscalia

Colo acá este vídeo que foi admitido coma prova depois de começado o juízo, dado que o tribunal se opusera a elo até agora, um vídeo que ETB difundiu ontem mesmo:

No vídeo gravado polo procesado Iñaki Abad com seu telemóvel na madrugada do 15 de outubro de 2016 no exterior do bar Koxka fica demonstrado sem dúvida alguma que a Garda Civil planificou uma montagem para que uma simple lea de bar passara a ter consideraçom de ataque terrorista. Co vissionado deste vídeo -julgade vos mesmas- fica patente que houvo um claro interés por parte de quem na altura era Director deste corpo, Cuco Fdez de Mesa, em convencer aos gardas implicados na lea entre borrachos para que mentiram e construir uma montagem nas que se figeram passar por vítimas do entorno da ETA (??).

O sargento da Garda Civil declarou que foi malhado “brutalmente” no chão por numerosas pessoas. Com tudo, nas imagens gravadas o sargento aparece com uma camisa branca impóluta, sem rabunhadas nem manchas de sangue; e mesmo ve-se como este indivíduo pega um lapote ao moço Iñaki Abad quando este está a gravar entanto ele, o “macho garda”, sérve-se de estar protegido polas forças da polícia foral par atacar a traiçom. De feito som as presuntas agressoras as que nesse momento acusam de violência ao sargento: “A ese que ha hecho de todo, a ese sí le dejáis”.

Doutra banda, na sessom de ontem tamém declararom duas médicas citadas pola defessa. Ambas coincidirom em sinalar que as testemunhos oferecidos polos gardas civis e as suas parelhas nom se correspondem coas lesons recolhidas nos diferentes partes médicos. Os quatro declararam durante o juízo que na agressom participaram “entre 20 e 25 pessoas”, que foram golpeados “brutalmente”, ocasionándo-lhes feridas de gravidade e a ruptura dum nozelho ao tenente.
Continuar lendo

De Mestras e Gardas, de Humilhaçom e Adoutrinamento

Eu como filho dum militar profissional nunca ocultei minha filiaçom, um dado que nunca ocultei á gente que fum conhecendo ao longo da minha vida, assim como o feito de que meu pai era um bom home, um militar atípico de quem sempre estivem orgulhoso. Quando crio era algo que sabiam todas minhas companheiras de aulas e nenhuma, que eu lembre, valorou-me por este feito que me veu implícito por razom de berço. Suponho que, na mesma medida, as alunas filiadas de gardas civis do instituto El Palau de Sant Andreu tampouco ocultaram sua filiaçom nem denantes nem depois dos feitos da jornada do 1-O em Catalunya. Dito isto, fágo-me esta pergunta:

Se desde os meios que estám a provomer a judicializaçom das profissoras pedindo castigo exemplar para elas, sempre se defendeu como boa e necessária a “intensa laboura” das gardas civis durante essa jornada do referendum catalám pola independência, como é que consideram uma “humilhaçom” que ao dia seguinte se lhe perguntara ao alunado por quem era filiada do “corpo”?
Continuar lendo

A sentência do juíço a “La Manada” conhecera-se esta 5ª feira, 26 de abril.

Hoje soubem que um enquerito realizado polo organismo “FACUA-Consumidores en Acción” entre suas filiadas vêm de outorgar seu PRÉMIO ao PIOR (e MAIS MACHISTA) anúncio publicitário do ano 2017 ao cartaz do Ministerio de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad que figura ao carom.

Este galardom que FACUA-Consumidores en Acción organiza desde 2010 foi ganhado por este Ministério -que, atendendo a sua razom de existência, deveria velar por tudo o contrário- por méritos próprios e por uma gram diferência de votos com o 2º classificado, dado que acaparou o 50% dos mais de 6.000 consumidores que participaram. A razom para tal vitória contundente salta á vista em quanto olhas o polémico cartaz que o próprio  Ministério de Igualdade (?) acabara retirando polas fortes críticas recebidas por usuárias das redes sociais e a postérior pressom mediática e fontes desse minsitério hipócrita asseguraram que o publicaram por “error”. Desculpa vana e incrível que só evidência o  mal que se trabalha e se gasta num ministério com os quartos de todas, dado que o cartaz foi editado, publicado e colado dentro duma campanha.
Continuar lendo

Que é terrorismo? E tu mo perguntas? x Borroka garaia da!

Recolho e traduzo de Borroka garaia da! este seu artigo publicado ontem mesmo, co galho do “Caso Altsasu”:

A palavra terrorismo inventou-se em 1794 durante a revoluçom burguesa na França. Terrorista (terroriste em francês) era um termo que designava a certas facçons dos jacobinos em control do Estado. Terrorismo por tanto foi considerado a açom repressiva do Estado que começou a medrar na persecuçom incluindo o uso da guilhotina em execuçons maciças.

A origem do termo terrorismo por tanto corresponde á legalidade da repressom dum Estado burguês. Choveu muito desde entom. Tanto que hoje em dia som precisamente os Estados burgueses, tamém desde a sua legalidade, os que empregam esse termo, pero nom para identificar-se.

Quando se começou a distorsionar a origem e sinificado de terrorismo? Pois precisamente quando esses Estados burgueses, a propósito da terrível cárrega emocional que ainda perdurava associada ao termo, começaram a emprega-lo contra dos seus adversários. E um dos pontos de inflexom nessa distorçom foi a açom contra o Tsar Nicolas II da Rússia co galho de associar terrorismo com anarquismo e um outro foram as açons da Irmandade Republicana Irlandesa para assim associar terrorismo com o independentismo anti-imperialista.
Continuar lendo

“Cuco” Fdez de Mesa, ideólogo instigador do Caso Altsasu??

“Arsenio Fernández de Mesa es un tipo que lee un versículo de la biblia y, cuando la cierra, dice que es teólogo”. Palavras dum seu contrincante no PP

Segundo publicava ontem Naiz o tenente da Guarda Civil que, tras a lea entre borrachos durante as festas de Altsasu na noite do 15 de outubro de 2016, sofrera a mais grave lesom -uma fratura de nocelo da que foi operado e dado de alta apenas umas horas depois, segundo a agência Europa Press, que tamém sinala que as outras tres pessonas afetadas sofreram policontusons e maçaduras de caráter leve- nom lembrou no juízo porque nom declarara diante da Polícia Foral a pesar de que fora requerido para elo. «Estava aturdido» sinalou; mas tampouco souvo dizer porque só compareceu diante dos seus companheiros do instituto armado, nem porque quatro dias depois dos feitos, realizara uma declaraçom complementária. O que sim lembrava com claridade é que ao dia seguinte domingo, estando recuperándo-se da operaçom no hospital, recebera a vissita de quem, na altura, era Diretor “General” da Guarda Civil, (e escrevo “General” porque pese a que nom se conhecera ainda seu espetacular retrato cheinho de medalhas, sempre gostou de presumir do que nom era) Arsenio Fernández de Mesa, “Cuco”, quem, segundo Comunicado publicado nessas datas pola delegaçom do Governo espanhol em Nafarroa, nom era a primeira vez que se reunia com os guardas civis do posto de Altsasu.

Andava eu nestes dias, co galho do escándalo do Master de Cifuentes, lembrándo-me desta personagem polo feito de ser dos primeiros maquilhadores do seu próprio curriculum vitae que fora descoberto polos medias, pois já em 29 de dezembro de 2011 prévio a ser nomeado máximo responsável político da Guarda Civil, no blogue “La caja debajo de la cama” faziam dele um “bo exemplo do que é um curriculo adornado”. Anos depois, em fevereiro de 2014, quando os disparos da Guarda Civil na praia do Tarajal contra migrantes, sendo Cuco já seu diretor geral, Ignacio Escolar publicava seu artigo “Del Prestige a la Guardia Civil” e dizia que Fernández Mesa mentira durante a Maré Negra do Prestige e volvia fáze-lo agora, com a tragédia de Ceuta.

Mas tamém “Cuco” Fdez de Mesa figera méritos abondo para que eu mesmo lhe adicara vários artigos nos anteriores blogues de Abordaxe, e agora, tras ter conhecemento desta circunstância de Altsasu, da sua vissita ao picolo no hospital que poidera ser a razom pola que o guarda realizara depois uma declaraçom complementária que bem montada poidera ser a razom fundamental pola que, uma simples liorta dum bar, está a ser julgada na Audiência Nacional como um ato de terrorismo quando, tal como aponta Isabel Pouzeta, nai dum dos acusados, durante 2016 o ministério de Interior espanhol contabiliçou 9571 casos de altercados de vizinhos contra membros das polícias e guardas civis e só esta liorta está a ter esta categorizaçom. Mais de 26 liortas diárias e só 1 é julgada como terrorismo, dá para pensar.

Recupero da hemeroteca de Abordaxe, o seguinte artigo que escrevera ao respeito desta figura, artista da mentira descarada e das montagens mediáticas, a quem tivem o desgosto de conhecer e sofrer na minha mocidade em Ferrol:
Continuar lendo

[Curdistám Sírio] Internacionalistas de Rojava denunciam os bombardeamentos da NATO contra o território sírio

Recolho do IndymediaPortugal a traduçom de “Face oculta” do artigo publicado em origem na web das Internacionalistas de Rojava assinada em 14 de abril, e no que, além de denunciar este brutal ataque sob a escusa da utilizaçom de armas químicas por parte do exército de Bachar el Asad (feito nom demonstrado e moi questionado com várias denúncias de montagem por parte dos chamados “Cascos Brancos” (*), especialistas na matéria), denunciam o feito de que, em contrapartida, o uso demonstrado e constastado de armas químicas em Efrîn, tais como o cloro gasoso usado polos bandos jihadistas que luitavam ao lado do exército turco, nom provocaram qualquer resposta dessa autodenominada comunidade internacional:

A partir da Comuna Internacionalista de Rojava, na Federaçom Democrática do Norte da Síria, denunciamos os bombardeamentos das forças da NATO contra o território sírio esta madrugada. Estes ataques imperialistas liderados polos EUA, com a colaboraçom da França e do Reino Unido, som um novo exemplo da brutalidade e da sede imperialista das forças da NATO no Médio Oriente.
Continuar lendo