Arquivo da categoria: anti-militarismo

[Curdistám] Chamado a pôr fim ao Silêncio sobre Efrîn e o Terrorismo do Estado Turco e outras novidades

Seguindo na minha linha de ajudar a expandir as últimas novidades recebidas sobre os sucessos em Efrîn, vos colo nesta entrada as seguintes ligaçons e mais este vídeo:

Entrevista com Şoreş Ronahî da Uniom de Jovens de Rojava (YCR): “Agora estamos numa guerra de guerrinhas” (23 de março)

Carta aberta da Comuna Internacionalista de Rojava tras do #WorldAfrinDay: “A Resistência Nom Rematou” (25 de março)
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Sobre o 155: “Tudo parecido coa coincidência é pura realidade”

Sob esta lenda girou muitas vezes o meu programa na rádio Kalimera “Comochoconto”. Uma transmutaçom do conhecido dito usado nos filmes de ficçom para evitar que certas cenas -ou bem tudo o filme- fossem tomadas como reais ou que nomes inventados poideram coincidir com nomes reais e alguém se vira reflectida.

Dito isto, nestes dias de folgança estivem voltando olhar as tiras cómicas de Mafalda, publicadas originalmente entre 1964 e 1973 e autoria do genial artista argentino, Quino. Dito autor de banda desenhada, como outras muitas, têm por costume numerar as tiras segundo foram saindo publicadas nos médios; ele chanta um nº pequeninho no primeiro quadrinho da tira para tal seguimento; e para minha surpresa, quando cheguei ao nº 155 atopei-me com esta: Continuar lendo

Morreu Efraín Ríos Montt e eu alegrei-me imenso!!

Coa tranquilidade que me dá saber que o general Ríos Montt nom tinha ascendência espanhola alguma de nobre linhagem (inda que foi embaixador em Madrid de 1974 até 1977), e que nem sequer tinham-lhe apego os fascistas desta beira do Atlântico; lanço acá meu berro sem ataduras nem temores a ser levado a juízo por manifestar o que penso diante da morte deste militar que encabeçara a brutal ditadura em Guatemala tras o Golpe de Estado dado em 1982 e, como tal, máximo responsável do genocídio ―os militares ao seu mando durante sua Ditadura assassinaram 1771 ixiles, violaram sistemáticamente ás mulheres e raparigas e muitas delas foram obrigadas a ser suas escravas sexuais- contra do povo ixil:

VIVA A MORTE QUE NOS IGUALA!!
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A manipulaçom interesada dos “mass merdas” da invasom de Turquia em Efrîn

Desde há dias tenho a impressom de que, todo quanto chega ao meus olhos e ouvidos ao respeito da situaçom bélica na Síria procedente dessa maquinária de desinformaçom que se concreta nos mass merdas (tanto meios escritos como audiovisuais) esta-se manipulando interesadamente. Crio que misturam batalhas e conflitos ao chou, pero a conciência, para que a informaçom chegue ao seu público passivo e receptivo uma visom moi distorsionada do que por essas terras está a acontecer.

Hoje liguei a tele pública espanhola para escuitar as notícias entanto almorçava e um subtitular chámou-me poderosamente minha atençom por duas coisas: primeiro porque era o mesminho que mirara o dia anterior nas mesmas circunstâncias e já ficara raiado desde entom e segunda e primordial polo seu contido a todas luzes falsário e interesado que rezava assim:

Do que uma mente abducida polo poder dos falsimédios ficará coa ideia de que a milícia curda é quem está a rachar a trégua de paz á que, em verdade nunca foi convidada.

Porque o 1º que teriam que fazer é aclarar que no amplo território do que se conhece hoje dia como Síria há, quanto menos, tres conflitos bélicos bem diferentes: Continuar lendo

Solidariedade com Efrîn – “Só as montanhas som nossas amigas” x Algumas Poetas

Entanto falsimédios inhoram esta guerra invasiva do governo turco (possuidor do 2º exército mais numeroso do mundo, membro da OTAN e, como tal, colega do governo espanhol) em território de Síria, em concreto na zona de Rojava, no cantom de Efrîn e agora só falam dela para dar conta -desde a hipocrasia que os caracteriza- da morte em combate de 3 guerrilheiros europeios (1) insertos nas filas curdas da YPG (esquecendo ao mesmo tempo a perseguiçom mediática, política e judicial, á que foram submetidas no estado espanhol outras solidárias com o povo curdo, só alguns meses atrás) e silenciando todas as outras mortes tanto de civis (mesmo crianças) como de guerrilheiras (coisas do seu eurocentrismo branco) (2), eu vos cópio e colo esta interesante denúuncia da ofensiva do governo do estado terrorista, fascista e racista que é a Turquia. Reflexom assinada por “algumas poetas” hoje mesmo e feita pública no Indymédia Portugal:

“Só as montanhas som nossas amigas” (dito curdo)

No norte da Síria, numa regiom autónoma chamada Rojava, existem três cantons (Kobane, Jazira e Efrîn) onde, desde 2012, a sociedade está organizada segundo princípios revolucionários, estabelecidos com base num projeto de sociedade sem estado, numa confederaçom democrática inspirada no municipalismo libertário, na democracia directa, na ecologia e na libertaçom das mulheres. Perante a iminente ameaçada do exército do Estado Islâmico (EI), a populaçom organizou-se em unidades de autodefesa, entre elas as famosas e mediatizadas polo ocidente Unidades de Proteçom das Mulheres (YPJ). Esta luita motivou muitas pessoas do mundo inteiro a irem para Rojava luitar contra o EI e agora contra a Turquia, a sua milícia fascista – Os Lobos Cinzentos – e os seus aliados jihadistas (a frente Al Nusra, o “Exército Livre Sirio” e o EI). O envolvimento internacional na regiom levou Rojava a tecer laços com outros países, instituiçons, associaçons e coletivos, no sentido de dar a conhecer a revoluçom em construçom. Alianças mais comprometedoras foram estabelecidas, mas o povo da regiom já sabe que só as montanhas som suas amigas.
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Estrasburgo confirma o maltrato a Portu e Sarasola e condena ao Reino de Espanha.- Reflexom sobre o tratamento mediático da notícia

Segundo dita a sentência do Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) assinada em 13 de fevereiro passado, Espanha vulnerou o artigo 3 da Convençom Europeia de Direitos Humanos, que indica que “ninguém poderá ser sometido a tortura nem a penas ou tratos inumanos ou degradantes” -tanto no seu aspecto material (o maltrato per se) coma no processal (por nom ter investigado as denúnicas de Portu e Sarasola ao respeito)- ainda que a sentência -acordada por maioria de 4 dos 7 juízes que compunham este TEDH- estabelece que forom maus tratos e nom tortura, porque as lesons nom tiveram consequências a longo prazo e pola ausência de provas concluintes sobre o objetivo do trato infrigido; se bem determina que está “suficientemente estabelecido” que as lesons descritas por Portu e Sarasola aconteceram quando estavam em mans da Garda Civil e engade que as autoridades espanholas nom apresentarom argumentos “convincentes ou críveis” para justificar os danos sofridos polos detidos.
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[Curdistám] Efrîn segue em Luita!! Utopia Interrompida e Listagem de Sites com as últimas novidades

Onde está o movimento contra a guerra?

Protesto solidário no Portugal

Denantes de nada e prévio a colar (traduzido) o artigo Utopia Interrompida, autoria da ativista do movimento de mulheres curdas, Dilar Dirik (*), para New Internationalist , recomendo a todas aquelas pessoas interesadas num seguimento case imediato do que lá está acontecer (analisado desde uma perspectiva anticapitalista) recomendo o seguimento dos seguintes sites em línguas latinas:
Rojava no está sola (site Anarquista em castelám)
Rojava Azadí (site do coletivo solidário de carater assembleário, plural e aberto, em castelám)
KurdisCat (site do Comitè Català de Solidaritat amb el Kurdistan, em catalám)
IndymediaPortugal ( onde recolhem o publicado por Guilhotina.Info no seu muro duma rede social, em português padrom)

Neles podedes fazer um seguimento desta Operaçom Terrorista turca sobre os territórios do Curdistám Sírio. Destaco além, o feito de que todos os veículos e as armas de guerra usadas polo exército turco na sua invasiom som de fabricaçom alemana, o que confirma a necessária colabouraçom da OTAN (organizaçom militar á que pertencem Alemanha, Turquia e mais Espanha) nesta massacre dum povo que segue a loitar pola sua dignidade e seu direito inaleniável a autodeterminaçom.

Utopia interrompida: assalto de Turquia ao cantom curdo de Efrîn
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[Curdistám sírio] Comunicado de DAF (Açom Revolucionária Anarquista) e outras novidades sobre o ataque da Turquia sobre Efrîn.

DAF: Os Estados em guerra contra o povo perderám

Efrîn pertence aos povos de Efrîn. Os povos que têm vivido em Efrîn nasceram nestas terras e morreram nestas terras. Viver ali nom está relacionado com nenhum plano ou programa. Nom estám em Efrîn como parte duma estratégia. Efrîn, para elas é água, pan, comida, jogo, história, amizades, compas, amantes, rua, lar, bairro. Mas para o Estado, é só uma estratégia. Uma estratégia na que nom importa Efrîn nem seus povos.

O ataque a Efrîn, é uma estratégia da Guerra da Energia que desembocou no colapso de Síria e que destruirá muitos Estados da regiom. Os Estados criam a ilusom de que estám a fazer estas guerras “para suas cidadás”. Fazem propaganda conservadora e nacionalista para convencer a suas cidadás deste conceito erróneo. É uma necessidade inevitável tanto para dentro como para fora. Conquanto requer-se para as eleiçons internas, tamém é válido nas mesas externas. Faz parte dum processo eminentemente comercial dos governantes, como som a extraçom, transporte e venda de recursos energéticos. Utilizam todos seus recursos para aumentar seus benefícios. Nestas discussons, onde o número de rifles, tanques e avions é importante, a quantidade de soldados é o número mais importante. Um soldado nom é diferente dum material. Esta é a razom pola qual cria-se a falácia conservadora nacionalista.
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Novas sobre ataque Turco a Efrîn: Civis mortas e outras barbaridades do aliado de Espanha

Recorro a página de Kurdiscat de solidariedade do povo catalám com o Curdistám para tratar de atualizar e recopilar nesta entrada as novas que vam chegando sobre os ataques das tropas turcas do governo de Erdogan (membro da OTAN) co apoio do governo russo de Putin, dos novos tanques ‘Leopard’ feitos na Alemanha da Merkel e dos caças de última geraçom e de feitura no pais de Trump (3ª frota em nº de avions da OTAN) e co silêncio cúmplice do resto dos governos dos paises do mundo rico (que algumas ingênuas chamam “desenvolvido” ou, pior ainda, “civilizado”) e mesmo do suposto governo sírio de Assad, quem desde que começou “o ataque terrorista turco” limitou-se a fazer uma condena pública do mesmo entanto sua povoaçom da que gosta de dizer que é súbdita sua é assasinada impunemente:

Em 22 de janeiro as Forças Democráticas Sírias (SDF) têm publicado o balanço de três dias da operaçom de invasom. Segundo o mesmo 40 membros do exército turco e de mercenários a soldo foram abatidos e perto de 300 feridos assim como 2 tanques e 1 veículo blindado foram destruídos e um veículo blindado e mais um outro veículo que transportava soldados turcos foi danificado.
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Assim funciona a Justiça à Espanhola: O 1º juízo pola morte de “Iñigo Cabacas” será pola honra do responsável que ordenou a carga policial

Recolho a informaçom do Gara-Naiz:

Nesta vindoura 4ª feira terá lugar o primeiro julgamento relacionado com a morte de Iñigo Cabacas, mas nom procurará esclarecer a morte do siareiro do Athletic -a causa dum pelotaço na cabeça disparado durante um operativo policial da Ertzaintza em 5 de abril de 2012, entanto Iñigo festejava a vitória da sua equipa contra o Schalke 04 e o seu passo á semifinal da UEFA Europa League- senom que dilucidará a demanda do jefe responsável de dito operativo, «Ugarteko», quem pede 250.000 euros à advogada da família do Iñigo, a GARA e a NAIZ e aos seus jornalistas, por «danos e prejuízos» ao publicar a gravaçom das suas ordens e sua identidade (acá o vídeo publicado que recolhe as conversas á íntegra).

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