Arquivo da categoria: anti-tecnologia

MediaMarkt nom é tonta! Instála-se em Compostela tras mudar a tempo parcial todos seus contratos

MEDIAMARKT ABRE O DIA 21 E CRIA 70 POSTOS DE TRABALHO!!!

Com este espectacular cabeçalho ou similares, os médios locais e outros falsários dam-lhe a calorosa bem-vinda a este empório do consumo de aparatos inecessários que estám feitos com material de rápida obsolência e de imposível reparaçom (ou que tem um coste maior que se compras um novo) e que soem ser mercados por gente com poucos recursos e menos conhecemento dessas trampas técnicas que acodem como moscas á merda atraidos pola exitosa campanha mediática da cantilena “Yo no soy Tonto”

E nom só!! Pois já nom é que seus fanáticos compradores compulsivos nom saibam nada da péssima qualidade de ditos produtos senom que, já é casualidade!!, tamém desconhecerám que justo em pleno vrão e tal como contam as compas de Verba-Volant, a empresa MediaMarkt anunciou aos seus escravos assalariados as novas medidas laborais que consistem em mudar seus contratos de trabalho individuais a tempo completo por contratos a tempo parcial; de tal jeito que quem trabalhavam oito horas por dia, cinco dias por semana (e mais alguns sem cobrar…) agora trabalharám seis horas por dia, cinco dias por semana, com horário seguido, ou oito horas por dia, três dias por semana, com uma agenda dividida e coa consequente reduçom dos salários ainda mais. Em outras palavras, se até agora cobravam as migalhas do salário mínimo, a partir de agora aqueles que assinam o novo contrato vam dar umha prorroga à sua breve aniquilaçom como pessoa, esperando pateticamente por sua morte lenta; e se alguém nom concorda em assinar o novo contrato, será demitido. A maioria deles continuarám subjugados aos patrons, com cabeças arqueadas e dignidade no chão, seguirám a dizer: “bom é que temos trabalho” e continuarám a lutar, nom por seus direitos laborais ou para derrubar o regime de escravitude salarial, senom para alcançar o título de “empregado do mês”.
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Compostela Aberta colocará cámaras de vigilância no entorno de S. Francisco

Segundo a informaçom recolhida do mentideiro compostelá: A decisom de fazer peonil o tramo da avenida Joam XXIII na sua parte próxima a S. Francisco e co galho de evitar o caos circulatório produzido tras a volta ao cole (lembramos que a escola pública “López Ferreiro”, além da biblioteca tamém pública “Anxel Casal” e as Faculdades de Educaçom e Enfermaria, ficam nesse entorno), nossos regidores podemitas, confluentes, mareantes e supostos anovadores, só se lhes ocorreu optar pola velha via da repressom recaudativa e coa mesma colocar cámaras de vigilância para controlar quanto tempo se passam os veículos em dita avenida e mesmo saber se fam algumha parada e coa mesma… Zasca!! tirar do talonário e multa ao canto!!

Nada novo aporta Anova e confluentes á hora de buscar outras alternativas para ofertar-lhe ás usuárias desses centros públicos, e assim atuando “mutatis mutanti” ás agachadas e aproveitando o periodo estival de inatividade ou de baixa assistência a esses centros públicos, figerom peonil esse tramo para favorecer assim o tránsito de pelegrins e turistas que se achegam a Compostela em autobuses privativos com aparcadoiros reservados na Dársena de Joam XXIII. Como já digera noutra entrada falando disto, é claro que o único que lhes preocupa a Compostela Aberta som a gente que vêm de afora e a quem vivemos aqui todo o ano que nos segam dando…
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“Anarquismo de bairro. Umha tese que supera” x Ruymán Rodríguez

O anarquismo de bairro nom pactua com partidos nem quer saber nada das instituiçons. Som o inimigo e estám aí para ser fiscalizados e combatidos, para arrebatar-lhes quanto possamos. Nom para lhes presentear sorrisos, fotos e titulares.

Recolho e traduço de AlasBarricadas esta proposta anarquista que pranteja o canário Ruymán Rodríguez e que, segundo ele, poderia acabar com a falsa disjuntiva entre anarquistas sociais e insurretas (e de ambas com as autónomas); além de criticar a quem claudicou do anarquismo e agora pede rebaixar a crítica cara determinadas instituiçons ocupadas por determinados partidos; soa-vos de algo?:

Já tenho comentado em alguma ocasiom que para mim a polaridade entre anarquismo social e insurreccionalismo é artificial. Tenho concluído que só há anarquismo contemplativo (exclusivamente teórico) e combativo (principalmente prático). No entanto, reconheço que há a quem isto lhe possa resultar insuficiente.
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ALGO MAIS QUE TIRAR TUDO POLA BORDA x Pedro García Olivo

Recolho do seu muro dumha rede da internet e traduzo este relato breve, esta genialidade reflexiva de Pedro García Olivo (a quem o conto entre meus maestros) falando de quem subtitula como:

Deixar o dado sem se deixar a um: Antonio, o insubmisso estranho dum lugar chamado “Libros”.

Deixá-lo todo tem-se feito. Tirar pola borda propriedades, empregos, poupanças, famílias inteiras, pátrias, ideologias… tem-se feito. Tirar-se um pola borda de si mesmo, podendo eleger entre as diversas vias da autodestruiçom, tem-se feito. Todo isso já se tem feito, fai-sez e seguirá a fazer-se. Apenas interessa.

Mas Antonio, esse home com o que me cruzava polos arredores de Ademuz, fez algo mais, que tem ficado em meu cérebro e no meu coraçom.

Como Gauguin, deixou sua opulenta vida burguesa, sua instalaçom capitalista, “esse sujo desfrute, esse lamentável bem-estar” a que se referia Nietzsche. Desembaraçou-se da casa, a esposa, os filhos, sua cátedra na Universidade, suas viagens por todo mundo, seus jantares em restaurantes, suas compras… Desembaraçou-se, afinal de contas, da “venda” de sua vida, da venda do seu ser.
Mas todo isso já se tem feito…

E foi-se á aldeia na que seus pais tinham umha casa boa e grande. Mas foi-se para nom usa-la, para nom viver nela.
E isto já nom se fez tanto.

Decidiu nom ter nenhuma moradia, viver à intempérie como os animais, procurando abrigos de circunstâncias, segundo as estaçons e segundo o rumo de seus passos.
Isto apenas fai-se…
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As estúpidas na defessa de quem manipula pese ás evidências.

“As únicas pessoas que se enfurecem ao ouvir a verdade, som aquelas que vivem a mentira.”

Nestes dias passados visionei o vídeo que vos colei acá arriba, onde umha reporteira da TVE pública -que pagamos entre todas ainda que nunca a miremos- é colhida num renúncio ao denunciar um ato de agressom de “catalanistas” contra um seu companheiro reporteiro; quando a realidade é que o agressor é o próprio reporteiro segundo pode-se ver no vídeo que gravou alguém desse mesmo momento e desde outra perspectiva que permite visionar o que se passava entanto a mentideira reporteira pretendia fazer-nos crer que a vítima era o agressor.

Um lance de fortuna oportuno que permitiu colher num renúncio á dita reporteira como membro da campanha orquestrada na TVE contra o direito a decidir em referendum o futuro governo de Catalunya e mesmo a gerir e seguir a fomentar, no resto do território do estado espanhol, um ódio contra Catalunya.
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Que fique claro em que Bando está cada quem!! Compostela Aberta fecha fias contra a liberdade de expressom

Já há tempo denunciei neste meu blogue a nula vontade da equipa de governo de Compostela Aberta (CA) de mudar nada essencial na vida cotiá das residentes nesta cidade por parte desta equipa de governo municipal e falava de que nom via visos de que cumprimentaram e/ou repararam as agressons aos direitos civis cometidos pelos anteriores vereadores e suas equipas com as cámaras de vigilância nas ruas, onde há até 10 lugares controlados só no casco velho que se instalaram sob a escusa de “assegurar a proteçom dos edifícios e instalaçons públicas e dos seus acessos, constatar as infraçons da seguridade cidadá e previr a causaçom de danos em bens e pessoas” .

Agora, tal como denúnciam em Causa Galiza: Com um bando de 29 de junho, o Concelho que preside o anovita Martinho Noriega ‘recorda’ em plena campanha para o Dia da Pátria que em aplicaçom da normativa vigente som aplicáveis sançons desde 1.501 a 3.000 euros às pessoas que colem cartazes ou colantes “publicitários”. A advertência julga-se por si própria. Como nos tempos de Conde Roa: apagom mediático, inexistência de espaços públicos de comunicaçom, proibiçom, de facto, da atividade propagandística e repressom policial.

E ainda mais, seguro que siareiras e siareiros fanáticos do Alcaide confluente estarám a defender que nom te é o mesmo Noriega que Conde Roa sob argumentos do tipo: Antes o PP multava por fastidiar ao associacionismo militante e o ativismo antisistema; agora é o associacionismo militante e o ativismo antisistema quem fai pintadas e colga faixas só por amolar ao nosso benamado e caro Alcaide: Hai-te diferências evidentes.
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Nom som Bosques que som Cultivos. As plantaçons de Eucaliptos e Pinheiros som um perigoso combustível

Nestes dias, abrumado pola seca que padecemos por toda Galiza, seguim lendo tudo quanto caia nas minhas mãos ao respeito das causas que originam os grandes lumes que em cada época estival (e nom só pois até o mês de abril já arderam neste ano 2017 case 3.000 hectáreas na Galiza) arrasam nossa terra. Dos porquês esta Terra tam húmida é vítima ano tras ano destas desfeitas que som, na sua imensa maioria e sem dúvida algumha, autoria da mão humana quando nom da sua egoista mente planificadora.

O gram incêndio de Pedrogrão no nosso pais vizinho está a ser considerado como ínedito, nom quanto às dimensons senom em quanto ao comportamento de fogo e o tipo de propagaçom, denominada polos expertos como “convectiva dominante”.

Isso está a dar pê a que saiam á luz certos aspeitos deste lume que venhem ponhendo o olho do furacám na política forestal (Portugal ao igual que Galiza som vítimas de políticas forestais pensadas só em termos de rendimento económico para empresas madereiras e pasteiras).

Emanuel Oliveira, bombeiro português, autor do blogue ‘Fogos Florestais’ aclara que a classificaçom dos incêndios de acordo com o fator que domina a propagaçom do fogo, divide-se em três grandes tipos: os do tipo ‘vento’, quando é o vento que conduz e domina a propagaçom; do tipo ‘topográfico’, quando a propagaçom é dominada pelas características físicas do terreno; e por último os incêndios do tipo ‘convectivo’ ou também denominados de incêndios de combustível, quando o fator dominante da propagaçom som os combustíveis, pela sua carga e disponibilidade, pelo tipo/modelo de combustível (herbáceas, matos, povoamentos e resíduos florestais), pela sua distribuiçom espacial e pelo seu estado fenológico (o estado das fase de vida da planta).
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