Arquivo da categoria: anti-tecnologia

Que fique claro em que Bando está cada quem!! Compostela Aberta fecha fias contra a liberdade de expressom

Já há tempo denunciei neste meu blogue a nula vontade da equipa de governo de Compostela Aberta (CA) de mudar nada essencial na vida cotiá das residentes nesta cidade por parte desta equipa de governo municipal e falava de que nom via visos de que cumprimentaram e/ou repararam as agressons aos direitos civis cometidos pelos anteriores vereadores e suas equipas com as cámaras de vigilância nas ruas, onde há até 10 lugares controlados só no casco velho que se instalaram sob a escusa de “assegurar a proteçom dos edifícios e instalaçons públicas e dos seus acessos, constatar as infraçons da seguridade cidadá e previr a causaçom de danos em bens e pessoas” .

Agora, tal como denúnciam em Causa Galiza: Com um bando de 29 de junho, o Concelho que preside o anovita Martinho Noriega ‘recorda’ em plena campanha para o Dia da Pátria que em aplicaçom da normativa vigente som aplicáveis sançons desde 1.501 a 3.000 euros às pessoas que colem cartazes ou colantes “publicitários”. A advertência julga-se por si própria. Como nos tempos de Conde Roa: apagom mediático, inexistência de espaços públicos de comunicaçom, proibiçom, de facto, da atividade propagandística e repressom policial.

E ainda mais, seguro que siareiras e siareiros fanáticos do Alcaide confluente estarám a defender que nom te é o mesmo Noriega que Conde Roa sob argumentos do tipo: Antes o PP multava por fastidiar ao associacionismo militante e o ativismo antisistema; agora é o associacionismo militante e o ativismo antisistema quem fai pintadas e colga faixas só por amolar ao nosso benamado e caro Alcaide: Hai-te diferências evidentes.
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Nom som Bosques que som Cultivos. As plantaçons de Eucaliptos e Pinheiros som um perigoso combustível

Nestes dias, abrumado pola seca que padecemos por toda Galiza, seguim lendo tudo quanto caia nas minhas mãos ao respeito das causas que originam os grandes lumes que em cada época estival (e nom só pois até o mês de abril já arderam neste ano 2017 case 3.000 hectáreas na Galiza) arrasam nossa terra. Dos porquês esta Terra tam húmida é vítima ano tras ano destas desfeitas que som, na sua imensa maioria e sem dúvida algumha, autoria da mão humana quando nom da sua egoista mente planificadora.

O gram incêndio de Pedrogrão no nosso pais vizinho está a ser considerado como ínedito, nom quanto às dimensons senom em quanto ao comportamento de fogo e o tipo de propagaçom, denominada polos expertos como “convectiva dominante”.

Isso está a dar pê a que saiam á luz certos aspeitos deste lume que venhem ponhendo o olho do furacám na política forestal (Portugal ao igual que Galiza som vítimas de políticas forestais pensadas só em termos de rendimento económico para empresas madereiras e pasteiras).

Emanuel Oliveira, bombeiro português, autor do blogue ‘Fogos Florestais’ aclara que a classificaçom dos incêndios de acordo com o fator que domina a propagaçom do fogo, divide-se em três grandes tipos: os do tipo ‘vento’, quando é o vento que conduz e domina a propagaçom; do tipo ‘topográfico’, quando a propagaçom é dominada pelas características físicas do terreno; e por último os incêndios do tipo ‘convectivo’ ou também denominados de incêndios de combustível, quando o fator dominante da propagaçom som os combustíveis, pela sua carga e disponibilidade, pelo tipo/modelo de combustível (herbáceas, matos, povoamentos e resíduos florestais), pela sua distribuiçom espacial e pelo seu estado fenológico (o estado das fase de vida da planta).
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A Guardia Civil e a organizaçom criminosa e jerarquizada de alunos do insti de A Estrada

As forças de ordem espanholas andiveram estes dias pola Galiza de caça de terroristas ás que aplicar as suas mais “dura lex” . Mas depois de duas detençons frustradas de okupas e de indepes (umhas e outras só estiveram umhas horas retidas) semelha que ficaram fastidiados de nom atopar nada que poidera server para encirrar, sem ser julgadas, okupas e indepes num talego e aplicar-lhes de imediato a lei antiterrorista. Para elo mesmo servírom-se dos falsimédios e utilizarom técnicas göbbelianas (umha mentira repetida mil vezes convírte-se em verdade) e nom duvidarom em enlaçar as notícias destas detençons coas de supostos jihadistas para criar similitudes nessas mentes passivas que seguem olhando para o televisor como se seguira a ser umha fonte de informaçom viável e crível (meu avô materno mandava calar quando nos estertores do franquismo iam ponher o “parte” na tve e meu pai durante anos tirou do típico bordom assertivo para revocar opinions contrárias ás suas: “que saberás tu, se até o digerom na tele”). Pero por muito que o tentaram nenhuma das detidas nesses dias vissitou mais cela que as das comissarias e enquartelamentos e, índa que ficam pendentes de ser julgadas, todas ficarom em liberdade.

Semelha que a nenhuma das detidas nestas operaçons repressivas poderom aplicar-lhe as leis antiterroristas pese que insistem em vincula-las a supostos grupos criminais organizados. Poida que fosse por isso, ou por algumha outra razom que escapa aos meus entendimentos, que deviam estar ávidos de obter algumha vitória ás suas ânsias prisioneiras.

E por fim se atoparom com o que desejavam: Numha escola de A Estrada (“La Carretera” para aqueles falsimédios que seguem gostando de castelanizar nossos topónimos) levavam meses investigando umha trama que estava a pôr em perigo a toda a humanidade conhecida e por conhecer e nos aquertelamentos da Guarda Civil andavam á espera de que se lhes permitira umha rápida e eficaz intervençom que poidera solucionar os graves problemas aos que se veria abocado o mundo de nom faze-la com toda precauçom e seguridade.

E o momento esperado chegou ontem.
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“Eucalyptus globulus” ou “Gasoline Tree” causa do “ecocídio” galego-português

Seguem os média pretendendo criar um debate sobre como se originou esse fogo. Levam com essa teima desde o início da tragédia como se isso fosse de vital importância quando a cifra de pessoas mortas já atingiu as 64 e há mais de 200 feridas.

Começaram assegurando que nom houvera intervençom humana, que tudo fora causado por umha trovoada seca e que já atoparam o foco inicial numha árvore fendida por um raio como o “Olmo Seco” de Antonio Machado, mas depois, dada a vorágine destruitiva e a amplitude da extensom afeitada, já se falava de mais raios e mais árvores fendidas para explicar a existência de vários focos diferentes; entretanto tirarom de razons atmosféricas e do câmbio climático, das terríveis secas e de ventos extranhos que, numha coincidência espácio-temporal case paranormal, deu pê a enormes “bolas de lume” que avançavam a grande velocidade e mudavam de rumo sorpresivamente e que dariam para vários programas de Iker Jiménez; agora o presidente da Liga dos Bombeiros portugueses lembra que o fogo estava ativo duas horas denantes da trovoada e que tudo aponta a que “o incêndio teve origem em mão criminosa”. Seria fantástico para os governantes que tudo fosse por obra de um grupo de terroristas do lume que permitiram desviar a atençom das verdadeiras causas da tragédia.

Assim deste jeito quanto mais falam da fonte originária da calor (raios, espectros ou mãos criminosas) e das ótimas condiçons do comburente (oxígeno, vento, …) menos se falará sobre o combustível necessário para que se criara um incêndio deste calibre. E a razom para desviar o debate do combustível é a todas luzes evidente: se ficara demostrado que a razom principal e case única desse lume e dessas mortes fosse o combustível, os olhares buscando criminosos focalizariam sua busca nas responsáveis de que os montes de Portugal (e da Galiza) estejam inçados destas espécies alóctones pirófitas para benefício exclusivo de madedeiras e pasteiras (por certo com moi altos niveis de contaminaçom atmosférica que incide na mudança climática).
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Ana Rosa e sua “Guerra Okupa”

Hoje no programa de A3 de Ana Rosa emitirom umhas gravaçons onde umha equipa deste programa consiguiu (segundo eles) falar com cinco dos responsáveis da manifa okupa que denunciam agresons e detençons ilegais por parte da Polícia e acusam aos médios de manipula-la informaçom.

Diante disto queixam-se com razom desde Galiza ContraInfo do roubo das suas imagens para manipular e tirar conclusons falsas ao respeito do que, as pessoas entrevistadas, contam ao jornalisto infiltrado (veja-se com quanta intensidade pretende criminalizar até o uso do galego).

Para quem somos de Compos e sabemos o que se passa nesta cidade esta gravaçom é umha demonstraçom palpável da estupidez que se transmite polas televisons espanholas (e galegas). Aqui tendes o vídeo que vem de subir a rede “tantallejo” co singular cabeçalho de “Burla, maldición, okupas, comandos portugueses, proetarras e moita psicodelia” (a nom perder!!; para botar umhas risas!!;…)
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O Capitalismo é o Terrorismo: Confirmado.- O lume da “Torre Grenfell” de London foi por causa do aforro de costes em material

“Eligirom esse material para que luzira mais bonita para os ricos, e agora esse material matou aos pobres. Nom lhes importavam os centos de pessoas que viviam lá”

Administradores do edifício aforraram 6.000 € para nom utilizar um revestimiento anti-inflamável; essa foi a causa principal das 79 pessoas mortas ou desaparecidas confirmadas até agora (apenas saem a 75 € por morte). As obras nom buscavam subsanar as deficências detetadas e denunciadas pola vizinhança (incluido o risco de incêndio) senom que só pretendiam embelecer seu exterior para que nom desluzira em Kensington, o bairro mais rico da Grã-Bretanha e paraíso de oligarcas rusos, jeques do Golfo e milhonários de todas partes do mundo.

mesmo os grandes falsimédios que nom gostam de fazer-lhe ás beiras á direitona (pois prefirem fazer-lhas á pola direitosa da socialdemocracia) falam sem pudor e rubor de que foram causas económicas ás que levaram a esta tragédia que afeitou a esta torre de vivendas sociais ubicadas no médio do bairro. De pensar mal poidera ser um plano diabólico de gerintrificaçom que daria para o argumento dum filme de nom-fiçom.
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O Capitalismo é o Terrorismo!! 62 pessoas mortas num incêndio por causas económicas

Todos os falsimédios ao uníssono culpam a umha árvora enchida por um raio de causar essas mortes e fam-se eco, sem questonar nadinha, da teoria avançada pola Polícia Judiciária portuguesa segundo a qual tudo aponta a “trovoadas secas como as causas do incêndio, tendo encontrado umha árvore que foi atingida por um raio” e mesmo alguns adiantam que “caso se confirme que o incêndio foi provocado por trovoadas secas, o Ministério Público procederá ao arquivamento do processo” e “umha coisa é umha coisa, outra coisa é outra coisa”: 62 pessoas mortas (entre elas 4 crianças) nom merecem umha investigaçom a fundo que analise como é que “umha só árvore” (nom especificam que árvore é, mas tudo aponta que se trata dum pinheiro bravo (importado de França, quando o que existia era pinheiro-manso) ou dum eucalipto, que ao igual que na Galiza é já em Portugal sinónimo de fogos. Umha realidade que remonta à década de 70, quando a indústria da pasta do papel começa a expandir-se com a plantaçom em larga escala de eucaliptos (soa-vos de algo?) e quando o Estado incentiva os pequenos proprietários a plantarem eucalipto para venda à industria (haverá algum paralelismo com o que se passa por acá?).

Nom é por acaso que as primeiras lutas ecológicas em Portugal se fazem contra o eucalipto (e na Galiza, que índa continuam, entroutras a Plataforma “Stop eucalipto, avante carvalho!”) e de feito o atual Governo portugués anunciara umha reforma forestal com um pacote de 12 normas que incluem umha moratória na expansom do eucalipto até 2030.

Se bem a Associaçom de Promoçom ao Investimento Florestal, Acréscimo, organizaçom cívica, sem fins lucrativas que tem por objeto a promoçom de negócios associados às atividades florestais que se enquadrem nos princípios da Economia Verde, num contexto de Desenvolvimento Sustentável, vem de fazer público um seu post no seu blogue onde fala de que era de esperar umha tragédia como esta dado que parte significativa do território português está convertido numha armadilha e outra parte está a caminho do deserto e denúncia que Governo anunciou dispor de centenas de milhons de euros para apoio às florestas mas todavia, a disponibilização de apoios ou está por fazer, ou vai saindo a conta gotas e (quiçá, estrategicamente) longe das áreas de maior risco de incêndio! e remata perguntando: Até quantas mais vítimas humanas? Até quanto mais património e território destruídos? Vai-se continuar a medir as florestas apenas polo peso nas exportaçons, a que preço?
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