Arquivo da categoria: anti-tecnologia

O panfleto dum encapuchado

Texto publicado em Atenas Indymedia, que se bem fala da situaçom cotidiá na Grécia, pode ser totalmente extrapolável a qualquer país baixo dominaçom capitalista:

Nom tenho nada de que confesar-me ou defender-me. Vós, os outros, os institucionais, tedes que defender-vos duma cheia de cousas. Dim: “A Democracia nom leva carapucha”!. Dim-no com altissonância e nom se fam vermelhos. Todo o sistema político leva uma carapucha que lhe chega aos nozelhos. Que se quitem eles as carapuchas e logo falamos da minha.

Minto? Vou-chos contar todos, um por um, para que vejas com quantos encapuchados crúzas-te cada dia sem cair na conta de-lo:

Vas ao banco tranquilo para pagar uma conta ou para sacar dinheiro do caixeiro automático. Bom, eu nom conto. Digamos que eu me levo o caixeiro automático enteiro. Nada mais entrar, uma cámara vigia-te sem que te decates. Ao ponher-te diante da pantalha do caixeiro, outra cámara de vigia. Nom sabes quem te vigia, quem registra teus movementos, pero di-me, que mais que encapuchados podem ser os tipos que estám agochados no panel de control da videovigilância e os que o pagam? A primeira carapucha, pois, é o banco.
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[Roma] Célula “Santiago Maldonado”da FAI-FRI assume autoria de ataque a delegacia de Carabineri

Recebo um correio de turbanegra, na que se me informa desta açom e se me facilita a traduçom ao castelám do Comunicado reivindicativo que está a rular pola rede pola “Célula Santiago Maldonado – Federaçom Anarquista Informal”. Além a A.N.A. (Agência de Notícias Anarquistas) aponta a que esta reivindicaçom em nome do anarquista argentino que recém foi assassinado polas forças repressivas daquele pais, foi feita pública algumas horas depois de que a família deste jovem anarquista fosse recebida polo papa Francisco nesta quinta-feira passada (07/12). Tamém aponta a A.N.A. que, de acordo com a imprensa local, o explosivo apenas danificou o portom de entrada do destacamento policial e alcançou com fragmentos dois carros estacionados nas proximidades do local. Colo acá seu Comunicado (traduzido):

Roma, Italia – Ataque explosivo contra delegacia de Carabinieri

Em tempos de paz social e imobilismo, nom há milhor resposta que a açom. Um estímulo, uma continuidade e uma sacudida para espertar ás que dormen. Atuar por própria iniciativa rompe o imobilismo e a inaçom e acende a aquelas cujo sangue ferve.

A praxe de ataque anárquica deve ser o estímulo básico da anarquia; de nom ser tal, será só uma morta vivente. A açom é necessária para fazer-nos viver da maneira que consideramos apropriada á margem de programas, estruturas jerárquicas e verticais. Uma das tantas práticas revolucionárias que formam parte da esência do anarquismo.
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Moira Millán: O povo mapuche nom luita pola propriedade da terra, senom por um jeito de vida na terra

Colo (traduzido) este artigo de Alvaro Hilario de colaboraçom para Borroka garaia da!:

Moira Millán, referente da comunidade Pillán Mahuiza, de Chubut (Puelmapu) é sem dúvida um dos rostos mais conhecidos a nível internacional da comunidade mapuche. Fugindo das ameaças em sua contra (têm torturado, sacrificado e pendurado da porta de sua casa uma raposa, assinalando que o seguinte cadáver ia ser o seu) no mês passado percorreu Europa para informar sobre o povo mapuche e sua resistência. Aproveitamos sua presença em Bilbo, em Ekoetxea, para conversar com ela.

Poderias explicar em poucas palavras qual é a situaçom atual da naçom mapuche?

—O território mapuche denomina-se Wallmapu. O lado oeste, baixo administraçom chilena, é o Gulumapu; e o que se encontra baixo administraçom argentina, o leste, é o Puelmapu. Em conjunto, serám pouco mais de 4 milhons de mapuches as que povoam estes territórios. Quiçá sejam mais, mas falamos de gente que se autodefine como mapuche: na província de Chubut, de onde eu venho, o último censo arrojou um 60% de autoafirmaçom identitária mapuche.
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“Happiness” a nova cortametragem animada de Steve Cutts que fai furor na rede

Em maio passado dava pulo nesta minha bitácora á genialidade de Steve Cutts, ilustrador e animador inglês e sua obra “Man”, entrada que intitulei “Escravos da Tecnologia” e que adicava em especial a aquelas pessoas que, abducidas pola tecnologia, nom vêm mais lá dos dois palmos de distância que separa seu olhos do seu telemóvil.

Agora colo acá sua nova obra “Happiness” que, publicado nos canais de vídeo na rede há 5 dias, já supera com creces mais de 1 milhom de vissualizaçons:


Um filme que, em algo mais de 4 minutos, sumariza habilmente os males da nossa sociedade de consumo e do trabalho assalariado: Uma cortametragem encarnada na história da busca implacável dum roedor (humanizado) da sua suposta felicidade e plenitude. Um filme que deveria dar para pensar.
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15 anos do Prestige!! .- Vídeo para nom esquecer

Recupero de novo este vídeo, autoria duma boa amiga com várias colabouraçons, para que nunca chegue a cumprir-se essa máxima que di que: “O povo que olvida o seu passado está obrigado a repeti-lo”
Este vídeo fora realizado um ano despois dos feitos causados pola inoperância dos “irresponsaveis” políticos na altura, sem que nenhum deles fosse procesado por elo.
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De cantantes, futbolistas e tertuliás. De honores e desprezos.

Desde que começou este assunto da Independência da Catalunya a ser um “tremendo (u)tópico” agromaram, nos médias generalistas, um feixe de opinadoras que estám a botar a língua ao orvalho largando polas suas bocanchas disparates e estupideces em quantos platôs de tv vissitam ou moram.

Muitas delas já denantes formavam parte desta caterva televisiva que vive de opinar de tudo sem saber de nada com assento fijo nas mesas de debate; mas outras novas vinherom sumar-se agora a esta festa da inhorância e do atrevemento. Mesmo neste seu Olimpo dos deuses e deusas pretendem sentar cátedra sobre quem pode opinar e quem nom sobre este transcendental tema.

A primeira reaçom desta Caterva, digna de mentar para mim, fora sua exacerbada defensa de Joan Manuel Serrat quando, estando em Chile de jeira, largara aquilo de que o referendum pola independência de Catalunya nom era “transparente” e outras joias.
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[Vigo] Moça agredida por 2 matons de “Porto Cabral” que recolhiam sinaturas.

Recolho (tal qual) do seu muro dumha página virtual estes feitos reais como a vida mesma, que lhe aconteceram o passado martes 2 de outubro quando, tras advertir um vizinho de que se informara bem denantes de plasmar sua sinatura nessas folhas, foi agredida por estes energúmenos contratados por nom se sabe quem ou que máfia construtora que tem grandes intereses especulativos neste projeto de Centro Comercial a construir nos montes vigueses de Cabral. Um mega projeto especulativo que pretende destrozar uma zona verde numa cidade que já tem mais Centros Comerciais dos que precisa -índa que para mim zero é o número ideal destes megaprojetos, dado que acabam com o comércio local e coa mesma desaparecem tras uns poucos anos de éxitos, evidência palpável téde-la no Area Central compostelá- e que, sob a falsa escusa de criar emprego, andam á caça de sinaturas de gentes inhorantes e desinformadas para apresentar umha Proposiçom nom de Lei de Iniciativa Popular e que se debata no Parlamentinho galego para assim salvar o escolho da situaçom atual de suspensom do PGOM viguês e poida ser aprovada tal monstrosidade pola via supramunicipal.

Dizer que, índa que nos falsimédios estejam a falar de que a recolhida destas sinaturas é coisa da Comunidade de Montes de Cabral (proprietárias dos montes onde pretende instalar-se o megacentro), o certo é que tal Comunidade de Montes rejeitara em assembeleia celebrada em 2013 este megaprojeto por 344 votos para o nom e 297 para o si; e que, segundo denúncia dalgum vizinho de Cabral, isto é obra do cacique presidente dos montes, Luis Rodríguez, quem tem chegado a reconhecer em assembleia que muitas vezes ejecuta obras “sem nenhum tipo de permiso”.

Dizer tamém, denantes de dar paso á denuncia da moça, que isto nom é um caso ilhado e circunstâncial e que, tal como aportam diferentes pessoas nos comentários, estes recolhedores de sinaturas increpam a quem nom lhes bota um garabato ou te botam um olhar assassino; além pom-se nas filas dos Inem assegurando que vai dar 4.000 postos de trabalho e por suposto nada contam de que vam destruir o monte. Mesmo há quem aporta que cobram 0’60 € por sinatura, o que poidera motivar tais comportamentos mafiosos.
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