Arquivo da categoria: As minhas vizinhas

Sábado 5 de maio desde as 13:00′ e até que o corpo aguante “I Cantos de Taberna no Barrio de San Pedro”

I CANTOS DE TABERNA NO BARRIO DE SAN PEDRO

Programación:

13:00 – Saída do Cruceiro de San Pedro e percorrido polos bares

15:30 – Xuntanza para xantar, barra e festa rachada na Praza 8 de Marzo

20:00 – Saída de novo de ruta polos bares até que nos aguante o corpo.

PRAZO DE INSCRICIÓN: Até o Luns 23 de Abril
Máximo integrantes por grupo: 10 persoas
Prezo de inscrición: 10€/Grupo (INCLÚE XANTAR E UNHA CONSUMICIÓN POR BAR)
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“O INFERNO DA AMOREXIA” x Israel Sánchez

Recolho (traduzo) e dou pulo a este artigo assinado por Israel no seu blogue “Contra el Amor”, no que nos fala da Amorexia que está trunfando nalguns seitores, esse bo rolhismo infantiliçoide de dar-se coidados e mimos e nom suportar que ninguém lhes mire, nem lhes fale, nem lhe roça sem seu permiso ou o da sua “pandi” (e nom estou a falar de adolescentes); um mal que nos atenaza em todas partes, como di Israel:
Talvez tenhas detectado no teu entorno algumas dessas pessoas com uma especial proclividade a reivindicar mais amor no mundo, ou a solicitar e provocar, especialmente para com elas, expressons repetitivas de afecto, às vezes vazias ou até inadequadas.

É possível, inclusive, que te tenhas topado com alguém que, apesar de viver envolta neste mar de amor, pareça estar a sofrer um déficit crónico de afecto.

Com frequência julgamos a estas pessoas benévolamente, atribuindo-lhes alta sensibilidade ou empatia, e respondemos de maneira favorável a sua conduta.

Quiçá, no entanto, estemos ante algo que deve ser tomado muito mais a sério: uma nova síndroma aditiva, às vezes devastadora, que recebe o nome de “amorexia”.

Em 2015 a equipa da doutora em psicologia social I. Martheleur, da Universidade de Hasselt, detectou rasgos similares aos de uma síndroma de dependência em algumas estudantes.
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“Onte fixo catro meses” x Elena Buch – Palavras sobre a vaga de lumes do outono passado

Recolho, com o permiso da autora, do seu muro duma rede social, este magnífico texto assim coma as imagens que o acompanham. Um texto que fala de sentimentos de tristura e de amor á nossa terra; de nojo para o fascismo e o capitalismo que estám a transforma-la e destrui-la; e no que se fai um convite a luitar para recuperar este país das fauces do mostro depredador. Colo (mantendo sua grafia original) e convido a sua leitura pausada:

Onte fixo catro meses.
Catro meses dende o 15 de Outubro, dende a masacre que calcinou unha Galicia xa sentenciada.
Eu xa non estou deprimida; custou, non ía custar…
Saimos camiñar, coma tantos días… a ser conscientes, a documentar, a brutalidade dos tempos que nos tocaron vivir.
Miramos cadáveres, esqueletes de árbores ó noso redor. Unha carballeira centenaria calcinada; encolle o corazón pensar en quen a plantou, doe de verdade; estarase a revolver na súa tumba, de seguro, doe.
Sempre penso, imaxino estes camiños, carreiros, quiringostas, devesas… e o movemento que nelas houbo; persoas co seu leghón ó lombo, traballando. Traballando e desfrutando, moendo e cantando; asubiando, berrando… falando. Podese chegar a escoitar os pasos, e os bramidos dos animais. Escoitar a auga, a Vida. Agora non se escoita nin o píar do ferreiriño, nin se miran as pegadas da corza… Continuar lendo

Operativos de feche de fronteiras no inverno. Assassinos da Vida.

A Comissom Europeia, os seus Estados membros, a Agência de Control Migratório, FRONTEX, a indústria dos Direitos Humanos e mais os corpos policiais, venhem usando de maneira sistemática e calculada a Natureza como arma para dar morte á povoaçom migrante desde há mais de 30 anos. Daniela Ortiz

Ontem os falsimédios tudos justificavam o feche da fronteira de Ceuta na tristemente famosa praia do Tarajal por um suposto intento de salto de 300 migrantes, o dia anterior davam conta da morte de 2 pessoas “porteadoras” numa avalancha nesse mesmo passo fronteiriço. Além desde a chegada do inverno é já costume destes mentideiros botar a culpa das mortes das pessoas migrantes nos seus intentos de chegar as costas europeias da climatologia adversa no Mediterráneo; mesmo alguns tiram imagens da neve e do intenso frio nos campos de refugiadas que seguem á espera de que os governos europeios cumpram seus acordos de acolhida que nunca cumprem (*) nem tenhem visos de que vaiam mudar de atitude.

Diante disto publico acá o seguinte escrito , autoria de Daniela Ortiz, a quem já tenho dado voz noutras entrada desta minha bitácora (a colagem das imagens que acompanham este texto tamém foram recopiladas por ela):
A relaçom de Ocidente, da Europa, da Brancura, coa Natureza é de exploraçom, é uma relaçom colonial de uso e desfeita, desde há 500 anos a Natureza é vista unicamente como um recurso de onde extrair.
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ORGULHO DE POVO, VERGONHA DE GOVERNO!

Quando ontem baixava polas ruas caminho da praça compostelá do Toural dirigindo meus passos á convocatória do protesto pola nefasta politica forestal do governinho galego e a vaga de incêndios que assolam Galiza ano tras ano; veu-me a mente a imensa quantidade de imagens nas que se vê a gente do povo luitando contra enormes lapas em situaçom de grave risco; lembrou-me a atitude da gente do mar quando chegaram as primeiras ondanadas de chapapote do Prestige ás nossas rias; quando chorando de ráiba e á desesperada quitavam do mar, valéndo-se so das suas mãos enguantadas, grandes quantidades do mortal veleno entanto que nossos governantes tentavam manipular a realidade fazendo declaraçons escándalosas:

“Probablemente el fuel no toque la costa gallega (Arsenio Fernández de Mesa, na altura Delegado do Governo espanhol na Galiza baixo mandato de Aznar. Depois seria premiado co cargo de diretor geral da Garda Civil quando assassinaram 15 pessoas na praia ceutí de Tarajal e agasalhado deste ano com umha porta giratória coma conselheiro de Red Eléctrica​)
“Ya ha pasado el peligro más grave” (Manuel Fraga. Presidente do governinho galego)
“Las playas están limpias y esplendorosas y el marisco está allí extraordinário” (Federico Trillo-Figueroa y Martínez-Conde, quem depois berraria Viva Honduras estando em El Salvador, seria responsável do acidente do Yakolev e remataria sua “tourné” sendo embaixador em London sem ter nem papa de inglês )

E dentre todas recordava como especial aquelas declaraçons de Mariano Rajoy, daquelas vicepresidente e portavoz do Ejecutivo espanhol e ministro da Presidência que foi o encarregado de assumir a cordinaçom da gestom da crise: “Salen unos pequeños hilitos, los que se han visto, hay en concreto cuatro regueros que se han solidificado con aspectos de plastilina en estiramiento vertical”

E assim caminhando rua abaixo e á medida que ia sumándo-me a um regueiro de gentes veu-me á mente, nom sei se por inspiraçom ou porque já o tinha escuitado nalgum outro momento da minha vida, a cantinela, a consigna, que colguei como cabeçalho desta entrada e que crio que refleja moi bem o sentimento da gente galega diante deste nova catástrofe ecológica que nos assola e que nos enraiva como povo contra das nossas patéticas governantes:  ORGULHO DE POVO, VERGONHA DE GOVERNO!
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Animais ou mascotas?

De sempre nom tivem moi clara qual é foi razom primitiva que levou a estes animais a fiar-se dos homes (e das mulheres) e converter-se no que muitas gostam de chamar aos cans “o seu milhor amigo” ou “a sua milhor amiga” ás cadelas.

Quando hoje vim este fantástico desenho de Mincinho na rede, solicitei-lhe permiso para dar-lhe pulo no meu blogue porque considero que é do milhorinho que tenho vista na minha vida ao respeito dessas, para mim, estranhas relaçons entre humanos e animais.
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