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Comochoconto – 27set1975 – Lembrança de Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz e Baena Alonso

Lá polo ano 2011 nas datas do aniversário deste assessinato de estado emitira polas ondas livres da rádio Kalimera (de Compostela e da orbe enteira) este programa de Comochoconto na sua homenagem. Agora, 10 anos apôs desta gravaçom e co galho de lembrar tam trágicos acontecementos, vos colo acá nesta minha bitácora, o áudio do mesmo e a entrada que escrevera para dar-lhe pulo na rede:

A alba do 27 de setembro de 1975 eram fusilados Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz e Baena Alonso, os dois primeiros militantes da ETA e os outros tres da FRAP. Foram assassinados polo franquismo depois de diversos juízos sumarísimos sem garantes nenhuma de respeito dos direitos humanos. Foram os últimos fusilados estando ainda Franco vivo. As numerosas petiçons internacionais de clemência e as mobilizaçons cidadás nom serviram de nada ante um Dictador que se figera em 1936 assassinando ao seu povo, e que seguira matando para arrogar-se o “direito” de poder seguir matando.

27-septRealizado em base aos textos de:

Recordando a Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz y Baena Alonso Paco Azanza Telletxiki 2010

27 de septiembre de 1975: luchadores por la libertad y la justicia social Sara Antifaxista

36º aniversario de los fusilamientos del 27 de septiembre Manuel Blanco Chivite

Los fusilaron al alba Mercedes Arancibia

27 de Septiembre, homenaje a los cinco últimos antifranquistas fusilados

Pequeño diario de clandestinidad Tomás Pellicer

Poemas de los 5 penados a muerte

Qué duro es esto – Los últimos 324 días de la vida de Francisco Franco Juan de Juan

Soarom neste programa:

José Mercé –Al Alba

Promiscuals – Baena

Dangiliske – Eusko Gudariak

Pedro Faura (Bernardo Fuster suburbano) – De madrugada clandestinidade

Contracanto – Yo te nombro

Lluís Llach – Campanades a morts

Programa Comochoconto Islamofobia.- O Burkini e o Véu

Esta entrada têm já 5 anos, foi publicada acá no 1º ano da andaina desta minha bitácora no 1º dia do mês de setembro de 2016 a raiz da polémica que jurdira na França quando proibiram o uso do burka. Recolhe, tal qual explico ao final, um meu programa sobre a Islamofobia emitido há 10 anos, em abril de 2011, pola Rádio Kalimera tras a polémica jurdida numa escola de Arteixo, onde uma meninha muçulmana fora repremida por acodir à escola com um seu véu. Hoje dou-lhe, de novo, vissibilidade a esta eterna problemática na capa principal desta bitácora co galho de continuar dando voz às mulheres muçulmanas, tal qual figera ao preparar este meu programa:

Burkini Vs Neopreno

Vaia por diante que aplaudo aquelas mulheres que contravindo costumes, normas, leis e tradiçons culturais com marcado caráter de imposiçons patriarcais, som quem de viver como quiger e em consequência vestir, calçar e coidar seu corpo e maquea-lo como mais gostam e desejam.

Dito isto e ao respeito da polémica surgida na França tras o intento de proibiçom do uso do Burkini, dizer que vivemos numhas sociedades onde a maiora da suas gentes assumem com suma facilidade qualquer normativa ou lei que sinifique proibir algo que até entom nom estava regulado e se essa proibiçom nom lhes afeta de jeito direito e vai encaminhada a por-lhe mais dificil a existência a gentes que nom assumem a cultura uniformada do capitalismo do primeiro mundo, melhor que melhor. Se nom gostam de pôr-se neoprenos, banhadores, bikinis e/ou toplees, que se volvam aos seus paises!!

Além, no caso que me ocupa e preocupa hoje, sumárom-se a felicitar tal proibiçom muitas mulheres que se autodefinem feministas sob a argumentaçom de que essa roupagem, que algumhas mulheres adotaram como ideal para poder tomar banhos nas praias, rios, lagoas e piscinas, é umha outra prenda de opressom patriarcal islámica e mesmo há quem di que, as mulheres que vivendo no chamado ocidente, usam este burkini, ou mesmo qualquer véu na sua quotidianidade, além de estar oprimidas polo patriarcado, som estúpidas, numha dualidade novidosa do feminismo malentendido que criminaliza por igual a opressor e oprimida.

Estase a focalizar interesadamente a problemática no ámbeto religioso islámista para imprimirlhe carater de terrorista a toda mulher que use ditas prendas no nosso ocidente, e evíta-se falar de que o uso e imposiçom de véus forma parte dumha prática patriarcal moi extendida desde muito antes de que viveram cristos e mahomets sobre a faz da Terra, e que assevera que toda mulher deve estar tapada como medida de proteçom para agocha-la das miradas de outros homes que nom sejam seu marido, pai, irmãos ou filhos.

Dito tudo isto, eu pergúnto-me se é que tam despejada de atitudes e normativas patriarcais estám as sociedades ocidentais; se é paranoia minha ou há umha intencionalidade nos agentes do capitalismo internacional tanto á hora de incidir nas suas propagandas mediáticas no jeito de vestir como no de calçar, assim como usar a maquilhagem e os perfumes e mesmo no referente ao coidado ou eliminaçom das células mortas tanto capilares como queratinosas (pelos e unhas). Ou nom é certo que a onda que marcam as grandes empresas da cosmética e da moda (dirigidas e participadas maciçamente por homes) nom vam na medida da uniformidade na estética e da perda da identidade cultural dos povos.

Há quem di que o uso dos véus e mesmo dos burkas e do burkini está a medrar em ocidente e que esse medre é devido a que as mulheres que professam o islám estám a levar essas prendas como auto-identificaçom da sua cultura e tradiçom e como contraposiçom a essa uniformidade manifesta. Eu nom podo menos que entender suas razons pois, de evitar a perda das nossas costumes longe da nossa terra, sabemos muito as galegas e galegos espalhadas polo mundo. E nosos trajes tradiçonais tamém tiram de panos na cabeça!!

Anos há, lá por abril de 2011, adicara um programa na rádio kalimera a falar sobre a islamofobia a raiz do caso dumha rapariga de Arteixo que fora expulsada da sua escola por negar-se a quitar o seu hiyab. Umha decisom tomada caseque por unanimidade polo Conselho escolar (do que formam parte membros do concelho, pais, mestres e alunado) e que contara com o firme apoio da Junta. No programa dou leitura a vários textos recolhidos da rede com opinions de mulheres árabes e panárabes ao respeito das polémicas na Europa na altura sobre o uso do véu e do burka, e de como os governos utilizam a excusa da sua preocupaçom pola situaçom da mulher muçulmana em ocidente para impôr nesta hipócrita sociedade a islamofobia. E tudo isso antes da apariçom na cena do terrorismo internacional do ISIS e dos atentados nas cidades europeias.

Aquí tendes o programa para escuta-lo, mas se preferides descarrega-lo clicade acá:

Entrevista Kalimera aos compas Joseba Merino e Carlos Hinojosa sobre os sucessos da “Bahia de Pasaia”

Em 22 de março de 1984 (ontem cumprirom-se 37 anos do fatal sucesso) acaecia um dos episódios mais obscuros da história recém de Euskal Herria. As 22 horas, perto do porto da Bahía de Pasaia, a pequena embarcaçom coa que pretendem atracar 5 membros dos Comandos Autónomos Anticapitalistas é recebeda a tiros por umha premeditada emboscada da Polícia espanhola (sob governo de Felipe González, o Sr. X dos GAL) que, sem aviso prévio e com noturnidade e aleivosia metranhavam a sangue fria aos moços que iam na lancha pneumática sem dar-lhes pê a se render, com o resultado da morte de 4 deles: José Mari Izura, Rafael Delas, Pedro Mari Isart e Dionisio Aizpuru. Açom que ficou marcada a lume para sempre na memória coletiva e da que nom foi encausado ninguém ao disfarçar-se dita massacre de ato de confrontaçom legítima e assim nenhum dos polícias que participaram na massacre, nem por suposto nenhum dos seus superiores policiais ou políticos que a orquestraram nem sequer foram investigados.

Em 27 de marzo de 2009 tivemos a sorte de contar no  estudio da rádio Kalimera (na altura ubicado no CS O Pichel) com a presença de Joseba Merino, único supervivinte da emboscada policial de “Bahia de Pasaia” e de Carlos Hinojosa, autor-editor do livro “Emboscada en Pasaia, un crimen de Estado”. Durante algo mais de umha hora estivemos falando desse sucesso acontecido que ainda segue impune, mas também se falou do que eram os Comandos Autónomos Anticapitalistas, dos GAL, do plano ZEN, do livro,…
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18 anos do Prestige!! .- Vídeo para nom esquecer

Recupero de novo este vídeo, autoria duma boa amiga, com várias colabouraçons, co galho de que nunca chegue a cumprir-se essa máxima que di que: “O povo que olvida o seu passado, está obrigado a repeti-lo”

Este vídeo fora realizado e montado um ano despois dos feitos causados pola inoperância dos “irresponsaveis” políticos na altura, sem que nenhum deles fosse procesado por elo.


Entre os mais destacados próceres implicados em tal desfeita figura o anterior presi das espanhas e suas colónias, M ponto Rajoy, quem na altura era vicepresidente do Governo e cordinador do Gabinete de Crise e soltara aquilo tam simpático dos “hilillos de plastilina en estiramiento vertical”, Francisco Álvarez Cascos, entom titular de Fomento e responsável da deriva do petroleiro, Federico Trillo jefe do ministério de Defensa que chegara a dizer que “las playas están esplendorosas”, Miguel Arias Cañete que daquelas estava à fronte do ministério de Agricultura, Pesca e Alimentaçom e até há uum ano era Comissário europeio de Açom polo Clima e Energía, Jaume Matas, ministro de Meio Ambiente nesses momentos, ou o engominado ex-direitor general da Gardia Civil, Arsenio Fernández de Mesa, quem era o delegado do Governo na Galiza e se encarregara de difundir o discurso do Ejecutivo popular de Josemari Aznar conforme que acá nom se passava nada.

25 de abril; Sempre?? – O papel da rádio na revolta dos cravos portuguesa

Co galho desta data histórica do pais vizinho, figera lá polo ano 2006 este meu programa na Rádio Kalimera (a rádio livre de Compostela). Nele tratei de abordar umha vissom particular do papel jogado pola rádio como médio de apoio à revolta do nosso pais irmão. Umha revolta que, de início, tras o derrocamento do Ditador, prometia muitíssimo, mas que ao final ficaria em caseque nada coa volta ao poder dos representantes mais recalcitrantes do Capitalismo excluinte e com seus impulsores mais aguerridos e rupturistas no cárcere.

25-de-abril-de-1974-12-728 Hoje, treze anos depois da sua primeira emissom no meu programa Comochoconto, volto a colgar neste meu blogue o aúdio para quem queira escuta-lo:

Tamém podedes descarrega-lo em dois formatos, clicando em Continuar lendo

Programa Comochoconto -A ablaçom ou mutilaçom genital feminina (MGF)

Hoje 6 de fevereiro é um desses dias nos que, organismos internacionais, decidem adicar-lho a algum tema polémico mundial do que falar só nesse concreto dia nos falsimédios para depois volver garda-lo no baul dos maus recordos até o seguinte ano na mesma data. Eu nom acostumo fazer seguimento de tais comemoraçons por entender que, estes lavados de cara, som um gesto mais da hipocrisia geralizada no mundo do Capital e do Consumismo dos paises que se autodenominam “civilizados” ou “desenvolvidos”. Assim hoje nos informativos matinais da TVE davam conta desta “efemeride”, cuja denúncia, por estes lares, tem certo pouso “xenófobo” ao assinalar esta bárbarie contra o corpo das meninhas como próprio de certas religions e culturas alheias a estes lares e coa mesma negam que no estado espanhol se poidam estar realizando estas brutais práticas sob o rotundo argumento de que é delito!! Como se isso bastara!… Tamém é delito roubar e nom há político com alto cárrego que nom enchira seus petos durante seu mandato co dinheiro de todas. Além indicam que nestes lares a preocupaçom é impedir que as meninhas sejam levadas aos paises de origem de seus progenitores para que se lhes practique lá tal “barbárie” e denunciam que é dificil de evitar porque há familias que deixam lá suas filhas uma vez que lhes praticam a mutilaçom… É dizer culpabilizam as famílias e seus paises de origem e assim seguem criminalizando as emigrantes e permíte-lhes, uma vez cumprido o trámite de falar um dia sobre elo e depois seguir olhando de esguelha esta problemática até o vindouro ano.

ablacion

Quando publiquei uma entrada nesta bitácora na que expressava a minha confussom e surpresa diante dalgumas das aportaçons que estava a receber a campanha #PrimAcoso, recebim um comentário no que se me respostava com estas palavras: “Tamén nalgunhas culturas cortan o clítoris por tradición e estética. O problema é cando a persoa chora de dolor e non quere”. Nom sei que lhe motivou a esta pessoa a enviar-me esse comentário; mas retrotraeu-me a quando no ano 2007 emitira um programa na Kalimera sobre este tema da MGF (depois remitido em outras ocasions) e mantivera um debate com um home que pretendia que a MGF era comparável e basicamente igual que a circuncisom masculina, á que este home tildava de mutilaçom.

Colo acá agora este programa para quem queira ouvir a minha opiniom ao respeito:


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[Tarajal, Ceuta] 5º cabodano do assassinato impune de 15 migrantes a mãos da Garda Civil (vídeos)

Republico este artigo que vira a luz há um ano no 4º aniversário deste assassinato e que, por suposto, segue impune.

Dizer que tudo isto acontecera baixo o governo de Rajoy e o PP mas nada mudou coa chegada de Schez e a suposta esquerda ao governo espanhol com respeito á chegada de gentes vindas doutros lugares em busca duma vida milhor que a que suportavam nos seus lugares de saida e fuga. Miles de homes, mulheres e crianças provintes de paises empobrecidos durante séculos polas máfias de escravas, polas guerras de interés das colónias imperialistas europeias e norteamericanas e polo expólio orquestrado mesmo desde organismos internacionais para repartir-se de jeito descarado as riquezas naturais desses lugares. Só lembrar que quando Schez chegara ao governo soltara um seu oportuno discurso ao respeito do direito irrenunciável a salvar vidas no Mediterráneo por riba de tudo e recebera, em contra da opiniom do resto de governantes europeus, ao navio ‘Aquarius’ com honores e concedera aos migrantes que viajavam nele os papeis necessários. Mas só fora um gesto cara a galeria… Pura hipocrasia!! Pouco tempo depois, o mesminho governo de Schz, proibia atracar ao ‘Nuestra Señora del Loreto’, um barco espanhol que levava mais duma semana á deriva em pleno inverno e com temporal com doze migrantes recolhidos do Mediterráneo porque nenhum governo europeu se dignava a dar-lhe permiso de atraque. Em janeiro deste ano já se esquecera Schz daquilo do direito irrenunciável a salvar vidas e a ONG Proactiva denunciava que as autoridades espanholas impediam ao barco ‘Open Arms’ zarpar cara ao Mediterráneo central tras proibir-lhe sair do porto de Barcelona, onde está atracado e retido em consonância coa política migratória do resto de Europa.

“Nom entendo como uma história tam importante como esta, uma história que nos afeta tanto, pode ser tam desprezada” Hervé, sobrevivente do Tarajal

Tal dia coma ontem há 5 anos acontecera um dos momentos mais sinificativos da política migratória espanhola (e europeia) quando eram assassinados a tiros de balas de borracha, cartuchos de fogueo, botes de fume e paus, 15 das pessoas que tentaram cruzar a nado desde Marrocos até a colónia espanhola de Ceuta pola praia do Tarajal. Um tema que ja tratei no seu dia nos blogues de Abordaxe fazendo referência a quem na altura dos assassinatos era o diretor e responsável político da Guardia Civil, e como tal negara com rotundidade os feitos, o “camisa azul ferrolá” Cuco Fdez de Mesa aquele que se figera pintar um quadro onde luze uniforme militar cheio de medalhas para figurar no Panteom de assassinos com lustres da Benemérita e mais ao ministro hipócrita do ramo, o “opusino” Jorge Fdez Díaz, a quem vistas as evidências nom lhe ficou outra que admitir dias depois o uso de armas contra as migrantes pero só co galho de “disuadir-lhes” (1, 2, 3, e 4).

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Um curioso “zasca” que me remitirom co galho do Dia das Letras

No ano passado publiquei por estas datas uma crítica ao Depor pola sua peculiar jornada na que, na data festiva do Dia da Letras Galegas, junta equipas de futebol de crianças de toda Galiza e fai do castelám o idioma único da mesma. A minha intençom nom ia tanto em criticar só a nefasta política lingüistica das equipas desportivas senom a perda de falantes entre as crianças e a hipocrasia desta jornada.

Neste ano nom estivem ao tanto do que se passou mais que nada por estar longe da Galiza e das ondas da RTVG; pero ve-se que alguma resentida polo meu escrito tivo a bem enviar-me um comentário á notícia antes mentada (e que venho de publicar ao retomar esta minha bitácora) com um curioso cabeçalho em perfeito castelám: ZAS!!! Entoda la boca!!! e a ligaçom a este vídeo que colo:

Por curiosidade fum mirar á página do clube por se era uma mudança na sua política lingüistica e coa mesma assumir o “zasca” recebido como correspondia. A verdade é que tinha esperanças de que assim fosse e mesmo estava ilusionado por tal envio e por publicar uma rectificaçom e meu apaluso a tal câmbio. Mas para meu desgosto todo meu gozo num poço:

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Sentência do Caso “La Manada”: Nom é uma aberraçom jurídica; assim é a Justiça democrática que temos

Quem segue mantendo este Sistema com seus votos, que saiba bem o que está permitindo e mantendo: Juízes, Militares e Forças Policiais nom vivirom nenhuma “transçom” á “memocracia”; nem sequer figeram um paripê de limpeza e os mesmos que estavam na elite de ambas estruturas do Poder sob o franquismo seguirom estándo-lo com a “merdocracia” (como mínimo 10 dos 16 juízes que tiveram praça titular no Tribunal de Orden Público franquista, o temível TOP, foram ascendidos e se passarom a ser magistrados do Tribunal Supremo ou da Audiencia Nacional; e os que nom o forom foi porque lhes chegou sua hora de jubilaçom ou de criar malvas nom porque fossem repressaliados por protofascistas, dado que todos o eram posto que juraram obediência ás leis franquistas, tal como tamém figera Juan Carlos I rei emérito); depois e agora som suas milhores alunas e alunos as que agora ditam estas sentências tam favoráveis para os intereses da doma e castraçom do povo e de anulaçom das suas faculdades para pensar e analisar a realidade circundante por se mesmas.

A sentência do caso de “La Manada” NOM É ALGO ÚNICO NEM INSÓLITO
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Loquillo: “Me importa un pepino lo que haga un rapero”

Nom lhe bastou a esta personagem passar á história da música espanhola polo seu gram ego, quando junto ao Sabino Méndez protagonizaram uma das pelejas mais sonadas da década dos oitenta que rematava em 1989 quando o cantante prescindia do seu compositor, letrista, guitarrista e amigo, ou seja da alma mater do éxito de quem só punha a sua voz. Se bem anos depois voltaram juntar-se e reconheceram ambos que: «Todo fue un choque de egos»

Agora vem de sair a palestra mediática tras a entrevista publicada o domingo passado no jornal El Periódico sob o cabeçalho LOQUILLO: “ME IMPORTA UN PEPINO QUE UN RAPERO ENTRE EN LA CÁRCEL”

Tras o escándalo que provocou dita sentência e outras perlas ególatras do tipo “Nos han censurado a todos veinte veces. ¿Qué? Hombre es que si tú te arriesgas te parten la cara. Esto va así. Y siempre ha sido así. Nos lo han hecho a nosotros,..” ou outras saindo pola tangente Tabarnia C’s: “Me preocupa mucho más que amenacen a Coixet y Serrat. ¿Me entiendes? Eso me preocupa muchísimo más” agora vem de tirar um seu Comunicado feito público nas redes sociais na que tanto o cantante como sua oficina de imprensa manifestam entroutras coisas  que o titular publicado por El Periódico é capcioso e falso e nom se corresponde com as suas manifestaçons, nem na sua forma nem no seu sinificado, como demonstra uma gravaçom que Loquillo aporta (justo a sua trascripçom literal) para exiger do jornal uma rectificaçom e resservam-se o direito a tomar quantas açons fossem necessárias para reparar o evidente perjuízo causado a sua imagem (e nom se refirem a sair junto a Butanito numa foto).
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