Arquivo da categoria: História

As mentiras de Rajoy e os 60.600.000.000 € do erário público regalados á Banca que nunca voltarám.

Mariano Rajoy é home de fe cristiã e por isso agora deve sentir-se como S Pedro quando, segundo contam nos seus livros, negou por 3 vezes ser fiel ao seu Deus. Mas crio que Mariano ainda tem mais mérito porque, segundo contam as malditas hemerotecas, negou muitas mais de 3 vezes ser-lhe fiel ao seu verdadeiro Deus: O Dinheiro e aos seus templos de oraçom: A Banca Privada com muito Ánimo de Lucro.

Quando ontem foram detidas 9 pessoas acusadas, entroutras coisas, de rachar luas de caixeiros automáticos e vidrieiras de entidades bancárias privativas, entendim que Mariano e seu capitam com praça em Compostela, Agustín Hernández Fernández de Rojas, estavam por fim dando a cara polos seus e voltando ao rego da sua fe no Gram Capital depois das suas múltiples declaraçons nas que negara que o resgate europeu á Banca espanhola nom teria impacto sobre as contribuintes.

Hei eiqui um repasso da hemeroteca que atopei sem grandes dificultades:
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As diferências entre o kamikaze de Paris contra polícias e o de London contra muçulmanas; segundo os média

Eu, que moro na cidade que tem como guia espiritual a “Santiago Matamouros”, atopei estas diferências no trato mediático de ambos supostos “atentados”:

O de Paris foi cometido contra forças da ordem; é por tanto um ato de “Terrorismo”

O de London foi cometido contra pessoas desarmadas; é por tanto obra dum “Extremista” de direitas.

No de Paris nom resultou ferido nenhuma pessoa além do parisino que manejava o turismo que se empotrou contra umha furgona policial. O parisino morreu no incidente tras ser retirado aturdido do seu veículo pola mesma polícia.

No de London morreu 1 pessoa e outras 10 resultaram feridas (2 delas de extrema gravidade), todas elas muçulmanas que saiam de orar, atropeladas por um galés condutor dumha carrinha que ia berrando que queria assassinar a todos os muçulmanos. O galés foi retido polas próprias muçulmanas e entregado vivo e coleando ás forças de ordem.
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A Corunha Libertária – Roteiro “A livre-geografia”

Falo desta jornada ubicada dentro das exitosas Jornadas de Recuperaçom da Memória Anarquista da Corunha -e digo exitosas polos múltiples comentários que escuitei no dia do Roteiro- porque foi a única á que puidem acodir por celebrar-se na jornada do sábado. E foi um desses dias que, sem dúvida, ficará gravado num lugar especial da minha memória.

As fermosas e, ás vezes moi tristes, palavras do seu condutor Manuel Rivas, em lembrança dos feitos repressivos acaecidos nas diferentes paragens nas que fumos fazendo etapa; a música do meu gaiteiro favorito e seu escudeiro tamboril acompanhando os trajetos entre umha e outra paragem; as colagens de cartazes lembrando ditos sucessos; a cordialidade e bo clima de toda quanta gente de idades moi diversas nos juntamos; a palestra final de Pastora nas portas do velho cárcere e mesmo a paelha do Bugui, constituirom umha moi grata jornada de reivindicaçom e luita rodeada de moi boa companhia. Tamém destacar a boa fazeta do compa de Galiza ContraInfo á hora de cobrir tal evento e publicar este seu resultado:

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Criminaliza que algo fica!! Reflexom sobre a manipulaçom mediática do despeje do CSOA Escárnio

Terça feria, martes, 29 de junho, 8 menos 10 da manhã.- Caminho do meu curro passam-me, ao ritmo de luzes e sons, duas furgonas da polícia nacional, por momentos lembro que hoje estava previsto um protesto de taxistas e continuo meu rutinário caminhar. Ao chegar á altura da Algália de riba observo na distância qual era o destino das furgonas policiais; a minha primeira reaçom foi de estranheça diante da evidência, mesmo pensei, iluso de mim, que os polícias que estavam despregándo-se polo tramo da rua onde está ubicado o CSOA Escárnio e Maldizer estavam a umha outra coisa; havia um motivo que me levara a crêr isso, eu escuitara mais de umha vez que havia um pacto verbal coa imobiliária no que as okupas comprometerám-se a facilitar o acesso para ser vissitado por possíveis compradores (feito que chegou acontecer, se bem nom sei em quantas ocasons) e em troques a imobiliária comprometia-se a avissar de antemão quando iam a despejar. Um acordo bem raro e para mim insólito e que saiba inédito na história da okupaçom pero que, sem dúvida, resultava cómodo; mas que agora, á vista dos acontecementos, só pode qualificar-se como um burdo engano por parte da imobiliária que deixa ás terroríficas okupas da kaleborroka mediática mas bem como ingênuas ovelhas caminho do matadoiro (e nom me estou a referir ao Centro Social de Compostela Aberta)

Entanto rematava de percorrer a Algália, mirando pa’trás vim que já estavam formados dois cordons policiais para trancar o trânsito peonil e no meio um fotografo coa sua objetiva apontando ao objetivo jurídico-policial. Marchei apurando o passo porque já ia com retrasso e quando cheguei ao curro mirei na rede que já estavam concorrendo gentes solidárias a protestar por tal abuso de autoridade e menosprezo ás formas de convivência. Por certo, nem rastro da polícia local, o feito de que a alcaldia nom fosse avissada impediu sua presência para facilitar a tarefa de cortar o trânsito como seria sua obriga legal.
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O estranho caso da organizaçom terrorista anarquista sem terroristas nem organizaçom x Alejandro Torrúsn

Ás vezes nos média comerciais atopas informaçons que tu mesmo assinarias fazendo apenas algumas modificaçons pontoais. Este é o caso deste artigo, autoria de Alejandro Torrús, colgado no jornal digital Público e que colo traduzido:

O recém arquivo do caso Pandora I pom em questonamento as macro-operaçons dos Mossos, Garda Civil e Polícia Nacional para desativar umha presunta organizaçom terrorista anarquista que estava em condiçons de atentar no estado espanhol.

Madrugada do 16 de dezembro de 2014. Exatamente as 5:30 a.m. Centos de agentes dos Mossos d’Esquadra (ao redor de 500) desprégam-se em 14 locais e casas de Barcelona, Manresa e Sabadell. Os registros tamém chegam a um domicílio de Madrid. A operaçom está dirigida pola Divisom de Informaçom dos Mossos e está cordinada pola Audiência Nacional. É a Operaçom Pandora I. Onze pessoas som detidas e sete delas entram rapidamente em prisom incondicional. Os cargos som duríssimos.

O magistrado da Audiência Nacional Gómez Bérmudez atribúe-lhes a comissom de delitos de constituiçom, promoçom, direçom e pertença a organizaçom terrorista em ilaçom com delitos de tenência e depósito de substâncias ou aparelhos explosivos e danos e estragos com finalidade terrorista. A nota de imprensa que os Mossos d’Esquadra remitem aos médios falam da desarticulaçom de “umha organizaçom terrorista de cariz anarquista á que se lhe atribuem vários atentados com artefatos explosivos”. Continuar lendo

As Liberdades e o Estado de Direito; a prol ou a contra??

“Ou se está coas liberdades e co estado de dereito o se está en contra das liberdades e do estado de direito” Alberto Núñez Feijóo

O presi do nosso parlamentinho, quem foi eleito co apoio do só o 25’7% da povoaçom com direito a voto e que pese a isso governa com maioria absolutista sobre o 100% da povoaçom, nom vai ser o mais indicado para falar de estar a prol do Estado de Direito, nom sendo que se trabucara e quiger dizer co Estado de Direitas. Só com olhar a página web “Los Genoveses” saberás porque tiro tal sentência, dado que as suas coidadoras levam anos na procura dos casos de corrupçom política na que estám implicadas um feixe inagotável de pessoas correligionárias do nosso presi e que no seu dia se saltaram moi á ligeira as suas competências nos seus cargos eleitos e tirarom proveito próprio e ganharam dinheiro sujo ejercendo como defessores do Estado de Direito; e lá só figuram as que foram pilhadas em franca comissom de delitos, que ao meu parescer só som a ponta do iceberge (um 90% seguem ocultas nas profundidades). Umha tarefa encomiável a da penha que leva esta página pois de feito nom fum quem de atopar na rede umha listagem atualizada dos casos de corrupçom política dada sua complexidade e que nom acabam de sair novos casos a cotio, já nom só em quanto a vividoras da política baixo as siglas do PP, senom de qualquer outro partido que participara numhas eleiçons (nom se conhecem excepçons a sinalar: “o que faz o ladrom é a ocasiom”). Suponho que quem mirava de pôr ao dia as páginas da wikipédia relativas aos casos de corrupçom e imputaçom de persoeiras cansou de tanta atividade e em todas elas figuram avissos de petiçom de ajuda para atualiza-los pero nenhum o está; assim na página do “Anexo: Políticos de España implicados en casos judiciales” só oferecem dados de 2014, quando os casos judiciais relacionados com a corrupçom política no estado espanhol tiveram seu reflexo numhas 1700 causas e mais de 500 imputadas!! E seguerom medrando de jeito imparável!!. Suponho que esse é o estado de direito que defende Feijóo, naquele onde suas correligionárias e suas competidoras nas poltronas roubam a mãos cheias do dinheiro de todas. É lógico que se ponha como umha fera ferida quando alguém o pom em questom.
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Sábado 10 ás 18:30′ – Jornada Antiautoritária pola Guerra Social no CSA do Sar

Recebo e dou pulo:
O vindeiro sábado 10 de junho no CSA do Sar teremos umha Jornada Antiautoritária que começará ás 18:30h e na que contaremos cumha apressentaçom do fanzine “Réquiem por unha viaxe sen retorno” (a cargo do editor) que contém um texto do companheiro Nikos Romanós (anarquista grego preso por participar na expropriaçom de bancos). De seguido, ás 20:00h passaremos á palestra “O anarquismo fronte ao contexto repressivo peninsular e internacional”, a cargo das compas Gabriel Pombo e Elisa di Bernardo, ambas anarquistas que sofrerom a repressom mais dura nas suas carnes, a companheira Elisa na Italia e o companheiro Gabriel no Estado espanhol e na Alemanha (e, no caso de Gabriel, durante várias décadas). As compas farám achegas sobre a repressom e o seu contexto duns anos a esta parte tanto a nível peninsular como a nível internacional, e sobre a nossa postura como anarquistas perante essa questom.
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