Arquivo da categoria: História

Os médios colaboracionistas dos nazis Vs. A memôria que nom esquece…

«Si no hubiera otro medio que la violencia, ¿qué importa? Todo sistema se ha implantado violentamente, incluso el blando liberalismo». José Antonio Primo de Rivera, 2 de abril de 1933.

Dim que Rodrigo matou um home porque levava uns tirantes coa bandeira española. Choram sua morte hipócritas representantes da sua democracia e mesmo alguns gardam um minuto de silêncio na sua homenagem e depois aplaudem a quem era conhecido em Zaragoza por sair, junto seu grupo de moteros, á caça de migrantes, homosexuais ou “rojos”. Ele, Víctor Laínez, contava com antecedentes por agressons de carater racial e ideológico. Nom era, como nos querem fazer crêr os médios de (in)comunicaçom, um senhor maior que gostava de beber gintonics acovadado nas barras dos bares; um demócrata a quem lhe gostava luzir sua bandeira pátria nas suas roupas e complementos, um motero amante dos seus animais, e pese a que tivera um passado ligado á Falange Española y de las JONS e a Legión, só foram pecadinhos sem importância duma aloucada joventude já deixada atrás. O mau para estes mentideiros colabouracionistas é que, pese á rapidez que se tomaram para tratar de borrar todo seu historial da rede de redes, nom poideram evitar que sairam á luz imagens onde Laínez possa abraçado um seu amigo que luze um Hail Hitler na sua camisola, e nom é uma foto da sua joventude, como tampouco é daquelas a foto no que se lhe vê desfilando com uniforme falangista.
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Trailer do documentário da COPEL e recordatório dos passes de HOJE em COMPOS e AMANHÃ em LUGO

Uma vez apresentado, com bo sucesso, o documentário da COPEL no Ateneo Libertario Xosé Tarrío de A Corunha, chegou-me via correio o “trailer” ou “teaser” (*) do mesmo, ao que lhe dou pulo imediato ao tempo que lembro as vindouras convocatória dos passes programados até agora na Galiza, nas cidades de Compostela nesta vindoura 5ª feira (joves) dia 14 ás 20:00′ no CS do Sar e mais Lugo ao dia seguinte, (6ª feira) venres 15 ás 20:30′ no Ateneo Libertario A Engranaxe
A NOM PERDER!!! Continuar lendo

A conquista do deserto no Século XXI. Balanço repressivo do governo argentino ao povo mapuche

Colo (e traduzo) de AlasBarricadas esta analise realizada polo Departamento de Agitación Libertaria de Argentina que resume as repressons para o povo Mapuche e suas consequências políticas durante o 2017: Nele as compas argentinas falam da manipulaçom mediática progovernamental, do seu invento dum grupo terrorista mapuche (RAM) para desprestigia-lo povo para poder assassinar impunemente as suas membros; além de disfarçar a verdade fazendo passar por terras legítimas de famílias indefessas o que som intereses moi capitalistas das multinacionais que roubaram ditas terras ao povo mapuche.

Sem dúvida, um dos temas centrais relativo ao autoritarismo, repressom e avanço do neo-liberalismo em Argentina é o sofrido polo povo Mapuche durante a segunda metade do ano 2017. O desaparecimento de Santiago Maldonado foi, talvez, o que abriu as portas para exibir de forma publica a situaçom das comunidades originárias no sul, ao mesmo tempo que deu cancha ao imaginário oficialista para gerar uma nova mitologia sobre o terrorismo. Sendo que estamos adentrándo-nos no último mês do ano, vemos apropriado fazer uma síntese do acontecido em 12 meses.

A princípios de Janeiro, e no marco diferentes situaçons de violência armada contra o povo Mapuche em território argentino, o nome de Facundo Jones Huala (Lonko/Líder da comunidade Cushamen – Chubut, Argentina) começa a ressoar nos principais diários (de tiragem oficialista) do país, vinculando a este com a RAM (Resistência Ancestral Mapuche) -cuja existência até o dia de hoje segue estando em dúvida- e, a sua vez, com organizaçons “terroristas”, postulando o discurso oficial que esta pessoa e sua suposta organizaçom estariam a ser financiados polas FARC, ao mesmo tempo que se propom que seria respaldado polo ex governo nacional. Sendo que a disputa dos povos Mapuches no território argentino tem como um de seus principais antagonistas à empresa Bennetton, também se começa a vislumbrar uma manipulaçom na linguagem em vários meios de corte oficialista, ao começar a se referir a dita empresa como “a família Bennetton”, tentando gerar uma visom no leitor que nom relacione o nome Bennetton com uma multinacional. É também durante este mês quando a (comunidade) Pu Lof em Resistência – Cushamen (Chubut-Argentina), território, antes em mãos de Bennetton e que em 2015 fora recuperado polo povo originario Mapuche, sofre sua primeira repressom do ano, ao ser invadidos pola Gendarmeria Nacional e Infanteria por ordem do Juiz Federal Guido Otranto, deixando várias pessoas feridas e detidas como saldo da mesma. Cabe realçar que dita comunidade pertence ao Movimento Autónomo do Puelmapu (MAP), que nucleia diversos lof (comunidades) em Chubut, Rio Negro, Neuquén, Buenos Aires e La Pampa e nom à suposta RAM, como tamém plasmam os meios oficiais em outra tentativa por manipular a opiniom publica.
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Pablete “o equidistante” na busca de a quem cargar o suposto resurgir do Fascismo

Pablete nom se entera; segue na sua burbulha que nem sube nem baixa mentras Podemos e “suas confundências” seguem perdendo votantes a passos agigantados cada vez que seu líder e/ou outra membro do seu grupo de intelectuais universitários abrem a boca e sacam a reluzir suas maneiras de elite equidistante.

Pero como bem di o dito: “Mais vale uma imagem que mil palavras” (*), colgo acá este magnífico desenho de “@SenyoraRamoneta” em resposta a suas estúpidas bravatas: Continuar lendo

[Atualizaçom] Estrea na Galiza do Documentário “COPEL: Uma História de Rebeldia e Dignidade” – Dias 9 na Corunha, 14 em Compostela e 15 em Lugo


O Ateneo Libertario “Xosé Tarrío” de A Corunha (dia 9 ás 19 hs), o CSA de Sar de Compostela (dia 14 ás 20 hs) e mais o Ateneo Libertario “A Engranaxe” de Lugo (dia 15 ás 20:30′ hs) serám os cenários escolhidos para a estrea e apresentaçom deste moi interesante documentário na Galiza. Nas apresentaçons estará presente algum dos participantes que colabouraram na elaboraçom deste filme que, por fim e depois de 13 anos de árduos trabalhos, está rematado e já se está a projetar em diferentes espaços alternativos do território do estado espanhol.

No filme cónta-se a história da COPEL (COrdinadora de Presos Em Luita), desse coletivo dos presos comuns que, durante a “Transaçom á Democracia”, decidiram luitar pola sua liberdade em demanda da ampliaçom da amnistia para todas as presas -e nom só para as consideradas presas políticas-  dado que estas presas, denominadas sociais, consideravam-se tamém presas políticas do Franquismo e de ai jurdeu o emprendemento duma luita coletiva para fazer pressom sobre o governo do Estado recém saido da Ditadura. Uma história de auto-organizaçom na que as pessoas presas mantiveram suas práticas mais eficientes para acadar seu fim mais desejado, a sua liberdade.
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Rajoy e os militares deslocalizados no Golfo da Guiné – Que fam lá, além de louvar franquistas assassinos?

Oportunistas falsimédios, desses que buscam vender mais dissimulando sua adesom inquebrantável ao Regime Capitalista com disfarces de esquerdistas, ponhem o tilde da notícia da vissita de M. Rajoy ás tropas imperialistas espanholas deslocalizadas em augas do Golfo da Guiné, nas esperpénticas declaraçons do atual Presidente “de las españas todas” a bordo do navio de guerra espanhol “Infanta Cristina”, nas que di -dirigíndo-se aos militares do barco com um sorriso irónico nos seus beiços- nom saber porquê quitarom-lhe o nome a rua de Ponte Vedra, donde ele viviu durante muitos anos, e que ubicada ao carom da Escola Naval de Marim, levava o nome do almirante franquista Salvador Moreno Fernández (ao que M. Rajoy de seguido aponta que “ahora no sé por qué le han quitado el nombre a la calle, yo le sigo llamando así“).
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De taxis, farmácias, estancos, lotarias e outras remoras do franquismo

In illo tempore da transaçom da ditadura franquista á “monarquia parlamentária a la española” houvo uns quantos detalhes nada nímios que permitirom que se prolongaram sine qua nom, certos privilégios concedidos durante o Franquismo a pessoas fieis aos mandados dos golpistas; quando nom a viuvas de guerra e outras familiares desses golpistas. Falo das concessons personais hereditárias de licências para exercer baixo monópolio certas atividades como as farmácias, estancos, loterias e tamém taxis.

Estes monopólios privativos protegidos polo Estado som invento antigo: os grémios medievais ou mesmo a “Compañía de Indias Orientales” som bos exemplos, mesmo os ferrocarris de case toda Europa foram construidos a base de concesions ao milhor postor. Mas no caso que nos ocupa nom primarom as subastas senom simples concessons digitais (a dedo) para pessoas fieis ao Ditador e com uma duraçom ilimitada pois é prolongada á sua descendência in omnem vitam (para toda a vida).
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