Arquivo da categoria: humor

Éxito rotundo da companhia teatral “VivaEspañaUna” em Calella e Pineda de Mar na sua turnê catalã.

Quem fam esta crítica teatral som umha mulher que mora em Canet de Mar, umha vila que está moi perto de Calella e amizades suas de Pinedade Mar. Eu agora limito-me a dar-lhe pulo:

Tanto Calella primeiro como depois Pineda de Mar depois foram o cenário noturno das atuaçons da companhia espanhola “VivaEspañaUna”. Umha posta em cena que irradiava expontaneidade e grandes doses de querer atuar. Pese a que um dos dias da sua turnê coincidira com umha jornada de greve geral na Catalunya, seu amor ao público estoupou demandando a berros “que nos dejen actuar” (ver vídeo ajunto), quando nessa noite nom poideram levar a cena sua obra. Este detalhe amossa á perfeiçom seu fervor polo arte dramático e seu compromiso para com suas espetadoras e siareiras que ávidas de espectáculo acodiram aos hoteis onde se alojava a companhia a berrar-lhes consignas “arremecaghonas” do estilo: espanha da-me canha!!. Continuar lendo

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Resposta a “Que drogas lhes derom?? Ao respeito da violência policial no 1-O em Catalunya

Tal pergunta figem-me nesta minha bitácora ao dia seguinte do 1-O e tras visionar a bárbarie cometida por maderos da nacional e picolos contra o povo catalám.

Essas imagens de polícias saltando enriba de corpos tirados ao chão, disparando balas de borracha em horizontal e apontando ao corpo, baboseando umha entanto é arrastrada polas escaleiras,… essas cargas indiscriminadas contra gente de todas as idades em atitude “Ghandi florida”, … e toda essa violência inusitada e inusitada. E escrevo a palavra “inusitada” por duas vezes porque qualifico como tal essa violência nas duas acepçons do seu sinificado: “esquisita” e “nom usual”, por aquilo de que essas hóstias e esses disparos de balas de borracha som faenas policiais do calibre que soem dirigir contra o que os “médios sistémicos” qualificam-nos de “antisistema” e neste caso foram dirigidos contra “gente do comum” (dessas que mercam produtos tecnológicos de rápida obsolescência em grandes centros comerciais e tenhem conta corrente de mais de 6 cifras em bancos moi solventes) apostada nos lugares de votaçom; mesmo em sítios onde presumia-se que ia haver mais gente e onde dáva-se por descontado que ia haver presência das televisons e outros médios, como no centro Sant Juliá de Ramis de Girona, que era onde ía votar Puigdemont (seria interesante averiguar porque esse interés em que se viram em todas as televisons do mundo tais imagens violentas).

Pois bem, depois de fazer um inquerito por amostragem ( totalmente fiável com um 0’00000032 % de marge de erro), tirei as seguintes conclusons:
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“O trabalho da realeza” – Monólogo de Quim Monzó na TV3 em 1994

Colo de youtube de Toklaw, junto ao texto explicativo que acompanha: Monólogo do escritor Quim Monzó no programa “Persones humanes” que apresentava Miquel Calzada, «Mikimoto», e que, no seu momento, tivera enormes consequências.

Casa Real expressou sua protesta oficial polas “opinions ofensivas” vertidas contra a coroa no programa; deu-se por feito que a protesta referia-se em particular ao monólogo de Monzó, além da imagem da infanta Elena no fundo do decorado, que era habitual no programa.
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Que drogas lhes derom?? Ao respeito da violência policial ontem em Catalunya

É sabido por qualquer pessoa com algo de curiosidade histórica que a palavra “assassino” provèm do vocábulo árabe ḥaššāšīn que sinifica “fumadores de haxixe”. Um termo despectivo que empregavam seus inimigos para se referir aos guerreiros (uns poucos, mas moi fiéis e bem adestrados) do exército de Hasan I Sabbah, alcumado Alauddin ou O Velho da Montanha, jefe militar e religioso dumha seita minoritária do chiismo ubicada no norte do Irám quem, lá por finais do século XI e primeiros do XII, enviava seus homes em missons suícidas a destronar quantos se opuseram a ele, tanto fossem emires, governantes de cidades, comandantes de fortalezas ou religiosos notórios que, quando se negavam a seguir suas indicaçons, recebiam umha ameaça de morte.

Contam as lendas (trazidas a Europa por Marco Polo) que seus soldados estavam baixo os efeitos do haxixe quando cometiam estes seus esquisitos assassinatos. Quando O Velho da Montanha ordenava umha ejecuçom a um seu ḥaššāšīn, este partia tam só com um seu punhal e mais umha saca de haxixe para a viagem. Eram guerreiros sigilosos, minuciosos e pacientes de tal magnitude que nom era raro que se passaram vários anos até que cumpriam sua missom. Como os milhores depredadores animais achegavam-se a modinho sua vítima, estudiavam seu comportamento e até convertiam-se em seus servos para poder sacar-lhes informaçom vital denantes mata-los.
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A Por Ellos, Oe !!

Espanha toda em alerta 4 antiterrorista!! Tras o terrível atentado nas Ramblas de Barcelona todas as precauçons para que nom volte ocorrer som poucas. Todas as administraçons, locais, provincias, autonómicas e estatais pedem e demandam mais presência policial na ruas das suas competências para tentar intimidar a possíveis terroristas de cometer outra barbárie.

Mas essa urgência por exiger mais forças de seguridade nas ruas de todaespaña e mesmo esse dispôr de obstáculos em ruas, praças e avenidas para evitar a proliferaçom de terroristas kamikazes ao manejo de camions e furgonas, desapeceu como fume de palhas quando apareceu á vista um problema de muitíssima maior quantia para a seguridade nazional que veu motivar a deslocaçom da maioria das forças especiais de antidistúrbios até só umha parte da pel de touro e deixando nos mínimos ao resto.

As intençons separatistas por mor dum perigoso referendum das avessas catalanas merecem toda a atençom de nossa forças do bem e coa mesma é preciso deslocalizar lá quantas poidam ir, mesmo que seja preciso deixar baleiras de seguridade ao resto dasespañastodas. A olhos de qualquer pessoa com dous dedos de frente esta atitude decidida e valente dos nossos governantes merece nosso aplauso índa que sinifique deixar-nos em bolas ao resto das subditas da real realeza española em quanto a como enfrontar um perigo jihadista.
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Matemáticas anticapitalistas: “Maioria Silenciosa”.- um termo ao serviço da manipulaçom dos “mass merdas”

Á vista da alta participaçom nos protestos que se estam vivendo nestes dias nas ruas de toda Catalunya a prol do referendum que lhe permita decidir sobre seu futuro; estám a sair a cotio nos falsimédios um feixe de opinadores que às toas repitem como papagaios a insistente litaina de que a maioria silenciosa é a que nom está nas ruas, querendo dar a entender com elo que quem se manifesta som umha minoria pouco menos que recalcitrante quando nom antidemócrata ou mesmo, se me apuras, filoterrorista.

Ou seja que, se em Barcelona na Diada nom houvo nem 1 milhom de manifestantes, é porque o resto das catalás, umhas 6 milhons e meio, a maioria silenciosa, está em contra. Assim de simples é o analise feito estes dias nos mass merdas e por opinadores vários sem se cortar nada á hora de dize-lo.
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C’s, os falsimédios e a ridícula pintada no negócio familiar de Rivera.

De tudo quanto se está passando na Catalunya, os falsimédios espanhois seguem na sua coerência goebbeliana de querer converter o negro em branco ou vice-versa. Sem dúvida, e quiçás motivados pola evidente falha de credibilidade da gente do PP (ontem mesmo caiam duas peças mais do taboleiro da corrupçom: a tesoureira do PP espanhol, Carmen Navarro, e Alfonso Grau, quem fora a mão direita de Rita Barberá, imputadas por financiaçom irregular do PP valenciá), semelha que estám focalizando a campanha orquestrada contra o direito universal de autodeterminaçom dos povos, nas figuras mediáticas de C’s.

De tal jeito ontem escuitei abraiado como o secretário de comunicaçom de C’s, um tal De Páramo tolamente alterado invocava, aos deuses da sua democracia, parar tal desaguisado de demostraçom popular nas ruas a favor do referendum sob a argumentaçom de que (sic): Es el mundo al revés: los que se saltan las leyes dan lecciones de democracia, los que señalan por ideas políticas dan lecciones de libertad” e de seguido denunciava o gravíssimo feito de que o negócio familiar de Albert Rivera aparecera com pintadas No puede ser normalidad que te señalen con el dedo por pensar distinto o que te hagan pintadas en tu casa llamándote fascista.
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