Arquivo da categoria: humor

Porque as hipotecas fijas som tam convintes ou porque movem tanto os dentes?

Se queredes botar umas risas, vos aconselho dar-lhe ao “play” deste vídeo de “Periodista Digital” publicado há 2 dias:
AVISO: Continuar lendo

Anúncios

Ana Botella estragou dinheiros públicos para nada. Se nos roubam que seja para algo!!

Ontem dou-se nos mass média a nova de que a trama da Púnica tamém afeta a Ana Botella, a ex-alcaidesa de Madrid que ninguém escolheu (foi eleita dentre as conselheiras da capital das españas depois de ser nomeado seu titular, Gallardón, Ministro de Justiça).
Seica Ana e seu home, Jose María, a sazom e na altura expresidente das Españas todas, preocupadíssimas pola má imagem de Ana que se estava a refletir, dia sim dia tamém, nas redes sociais com muitas risas e chanças a quantas iniciativas tomava como alcaidesa, reuniram-se em agosto de 2013 em Marbella com o empresário Alejandro de Pedro Llorca (*), um dos principais imputados do caso Púnica, para tratar de ver como milhorar sua penosa imagem na Internet mediante a difusom de notícias favoráveis á alcaidesa a través da sua rede de médios digitais (ou seja manipulando, tergiversando e mentindo). E isso segundo conta a Garda Civil, que nom me estou eu a inventar nada, pois foi a Unidade Central Operativa (UCO) deste corpo armado quem entregou em 2 de novembre ao juiz da A.N. Manuel García-Castellón um seu informe sobre os trabalhos realizados entre 2013 e 2014 polas empresas de Alejandro de Pedro para milhorar a deteriorada imagem política de Ana Botella.
Continuar lendo

Cospedal, Soraya e os fakes (atualizaçom das mentiras da ministra da guerra espanhola)

Destacavam ontem alguns falsimédios a Soraya Sáenz de Santamaría como a gram protagonista da “Jornada Anual de la Unión de Televisiones Comerciales en Abierto (UTECA)” na que entre aplausos da confluência ditou sentência ao respeito dos fakes (notícias falsas e inventadas que se dam como boas nos falsimédios e mesmo nalguns dos chamados “médias alternativos”, quanto menos naqueles que nom tenhem coidado com o que publicam e/ou defundem). Estas foram suas palavras dirigidas ao que ela chamou “médios tradicionais” (estas retrógadas muito gostam de pôr epítetos a suas afins decimonónicas) dos quais dijo (sic):“son los que tienen la obligación, opoturnidad y responsabilidad de filtrar, contrastar y verificar todas las informaciones”.
Continuar lendo

#HumorAmenazado – Humoristas Gráficos pola Derogaçom da Lei Mordaça e a prol da liberdade de expressom

Recolho (e traduzido) da web “El Mundo de Gila” este Manifesto que já foi assinado por mais de 120 artistas e subindo; um documento em pdf com muitos desenhos (eu para acompanhar este texto escolhim só 3 de-les) de várias das artistas assinantes ao que tendes acesso em castelám nesta ligaçom,

Humoristas Gráficos e as abaixo assinantes pomos de manifesto que nestes momentos o Humor está ameaçado em Espanha.

Como já indicava o ator Juan Diego Botto no seu artigo “Delito de ficción”, publicado no digital eldiario.es: “Uma ficção só deve ser julgada desde um ponto de vista estético, cultural, moral, ideológico ou inclusive político mas nunca penal.”

Recém assistimos ao inesperado despedimento dos vinhetistas Ferran Martín e Eneko Las Heras que se somam aos que têm ido sofrendo outros desenhistas como Romeu, Ventura, Farruqo, JR Mora, Altuna, Alfons López, Orué, Atxe ou P8ladas, entre outros. O desenhista Cels Piñol sofreu a censura de uma de suas conferências em Bulgária. A tudo isto se unem as denúncias contra as revistas El Jueves e Mongolia. Outros colegas do grémio reconhecem receber impropérios de carácter pessoal por seu trabalho.
Continuar lendo

Éxito rotundo da companhia teatral “VivaEspañaUna” em Calella e Pineda de Mar na sua turnê catalã.

Quem fam esta crítica teatral som umha mulher que mora em Canet de Mar, umha vila que está moi perto de Calella e amizades suas de Pinedade Mar. Eu agora limito-me a dar-lhe pulo:

Tanto Calella primeiro como depois Pineda de Mar depois foram o cenário noturno das atuaçons da companhia espanhola “VivaEspañaUna”. Umha posta em cena que irradiava expontaneidade e grandes doses de querer atuar. Pese a que um dos dias da sua turnê coincidira com umha jornada de greve geral na Catalunya, seu amor ao público estoupou demandando a berros “que nos dejen actuar” (ver vídeo ajunto), quando nessa noite nom poideram levar a cena sua obra. Este detalhe amossa á perfeiçom seu fervor polo arte dramático e seu compromiso para com suas espetadoras e siareiras que ávidas de espectáculo acodiram aos hoteis onde se alojava a companhia a berrar-lhes consignas “arremecaghonas” do estilo: espanha da-me canha!!. Continuar lendo

Resposta a “Que drogas lhes derom?? Ao respeito da violência policial no 1-O em Catalunya

Tal pergunta figem-me nesta minha bitácora ao dia seguinte do 1-O e tras visionar a bárbarie cometida por maderos da nacional e picolos contra o povo catalám.

Essas imagens de polícias saltando enriba de corpos tirados ao chão, disparando balas de borracha em horizontal e apontando ao corpo, baboseando umha entanto é arrastrada polas escaleiras,… essas cargas indiscriminadas contra gente de todas as idades em atitude “Ghandi florida”, … e toda essa violência inusitada e inusitada. E escrevo a palavra “inusitada” por duas vezes porque qualifico como tal essa violência nas duas acepçons do seu sinificado: “esquisita” e “nom usual”, por aquilo de que essas hóstias e esses disparos de balas de borracha som faenas policiais do calibre que soem dirigir contra o que os “médios sistémicos” qualificam-nos de “antisistema” e neste caso foram dirigidos contra “gente do comum” (dessas que mercam produtos tecnológicos de rápida obsolescência em grandes centros comerciais e tenhem conta corrente de mais de 6 cifras em bancos moi solventes) apostada nos lugares de votaçom; mesmo em sítios onde presumia-se que ia haver mais gente e onde dáva-se por descontado que ia haver presência das televisons e outros médios, como no centro Sant Juliá de Ramis de Girona, que era onde ía votar Puigdemont (seria interesante averiguar porque esse interés em que se viram em todas as televisons do mundo tais imagens violentas).

Pois bem, depois de fazer um inquerito por amostragem ( totalmente fiável com um 0’00000032 % de marge de erro), tirei as seguintes conclusons:
Continuar lendo

“O trabalho da realeza” – Monólogo de Quim Monzó na TV3 em 1994

Colo de youtube de Toklaw, junto ao texto explicativo que acompanha: Monólogo do escritor Quim Monzó no programa “Persones humanes” que apresentava Miquel Calzada, «Mikimoto», e que, no seu momento, tivera enormes consequências.

Casa Real expressou sua protesta oficial polas “opinions ofensivas” vertidas contra a coroa no programa; deu-se por feito que a protesta referia-se em particular ao monólogo de Monzó, além da imagem da infanta Elena no fundo do decorado, que era habitual no programa.
Continuar lendo