Arquivo da categoria: liberdade expressom

Um curioso “zasca” que me remitirom co galho do Dia das Letras

No ano passado publiquei por estas datas uma crítica ao Depor pola sua peculiar jornada na que, na data festiva do Dia da Letras Galegas, junta equipas de futebol de crianças de toda Galiza e fai do castelám o idioma único da mesma. A minha intençom nom ia tanto em criticar só a nefasta política lingüistica das equipas desportivas senom a perda de falantes entre as crianças e a hipocrasia desta jornada.

Neste ano nom estivem ao tanto do que se passou mais que nada por estar longe da Galiza e das ondas da RTVG; pero ve-se que alguma resentida polo meu escrito tivo a bem enviar-me um comentário á notícia antes mentada (e que venho de publicar ao retomar esta minha bitácora) com um curioso cabeçalho em perfeito castelám: ZAS!!! Entoda la boca!!! e a ligaçom a este vídeo que colo:

Por curiosidade fum mirar á página do clube por se era uma mudança na sua política lingüistica e coa mesma assumir o “zasca” recebido como correspondia. A verdade é que tinha esperanças de que assim fosse e mesmo estava ilusionado por tal envio e por publicar uma rectificaçom e meu apaluso a tal câmbio. Mas para meu desgosto todo meu gozo num poço:

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“ANTIPERSONA” 1º LP de “Tempo Norte” já disponível para sua descarrega na rede

Dou pulo ao correio do meu bo amigo Adri, um dos componentes de Tempo Norte, que venhem de apresentar na Sala Moon de Compostela este seu primeiro disco de longa duraçom (LP), espectáculo que este gajeiro perdeu-se por nom ter o dom da ubiquidade e estar nessa data a algo mais de 1000 kms de distância física; se bem moi perto no meu coraçom.

Tempo Norte, para quem ainda nom saiba delas, é uma formaçom recém afincada em Compostela pero, com tudo, seus componentes som músicos experimentados e referentes do underground galego desde tempo atrás. O projeto nasceu na primavera de 2017, e desde entom a banda já publicara um Maxi/Single que tivo moi boa acolhida; e agora já temos o privilégio de contar com seu LP Antipersona.

Black Dahlia, Kazike y Lil Naipe nas líricas. Óscar Selektah e DJ Tips na produçom e DJ Larock nos scratchs e cuts, apresentam ANTIPERSONAEste trabalho que tamém conta com as colaboraçons de Crespo, Broder Chegar e Salem Blair, é a primeira referência de longa duraçom de Tempo Norte.

Descarrega ANTIPERSONA aqui

Escuita ANTIPERSONA acá
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Novo videoclip de Tempo Norte

Tempo Norte é uma formaçom recéme afincada em Compostela pero, com tudo, os seus componhentes som músicos experimentados e referentes do underground galego desde tempo atrás. Este projeto nasceu na primavera de 2017, e desde entom esta banda já tem publicado um Maxi/Single que tivo moi boa acolhida.

Monkey Business é a cançom do primeiro videoclip de Tempo Norte, que sae como adianto do seu primeiro disco de longa duraçom (LP) Antipersona que, tal como já contei co galho da entrada que publiquei para dar-lhe promoçom á VI ediçom do Subsolo Rap, teremos o privilégio de contar coa sua atuaçom na que apresentarám tal LP, que além anunciam que estará disponível para descarrega na rede em dias vindouros.
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[Brasil] “A Inimiga da Rainha” nova revista anarco-feminista. Livros Clandestinos: Anarquismo nom é Terrorismo

Recolho do seu blogue “ainimiga.noblogs.org” e dou pulo a esta iniciativa editorial brasileira baseada em Salvador (apesar de ter contribuidores e contribuidoras em outras partes do mundo) e da que, há coisa dum mês, saia seu primeiro número do prelo.

A Inimiga da Rainha é uma nova revista  anarco-feminista interseccional, autogerida. O nome é um tributo ao [jornal] Inimigo do Rei, e uma ênfase na presença feminina no anarquismo, porque não só homens são revolucionários da mesma forma que não só homens são reacionários.

Valorizamos a irmandade entre mulheres, e acreditamos no apoio entre feministas. Mas também achamos importante apontar a nossa oposição a um certo feminismo reacionário, que é uma apropriação neo-liberal do termo, exemplificado pela Rainha. Preferimos abolir hierarquias e cultivar a Rainha dentro de cada uma de nós.

Visamos um feminismo que apoia e incorpora a luta da comunidade trans, pobre, e negra. Lutamos contra o ‘feminismo’ cooptado pelo Capitalismo e pelo Estado. Não basta lutar contra o Estado, lutamos também contra o patriarcado, a supremacia branca, Capitalismo e o neo-colonialismo.

Livros Clandestinos: Anarquismo não é Terrorismo

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SUBSOLO RAP FEST VI EDICIÓN- Venres 18 de maio ás 22:00h no Moon Music Club

Recebo e dou pulo a esta info do Subsolo Rap Festival:

Este ano o festival Subsolo Rap chega cunha proposta variada na que tentaremos dar continuidade á liña que nos define, achegando artistas doutros lugares a Compostela e contando tamén con bandas expoñentes da cidade. O prezo de entrada ao evento é de 5 € e terá lugar o vindeiro venres 18 de maio ás 22:00h no Moon Music Club (rúa República Argentina nº35 – Compostela). Adxuntamos cartaz para súa difusión:
Estes son os artistas que forman o cartel da VI edición: Continuar lendo

Sobresseído o caso do insubmisso a Audiência Nazional, o jornalista alternativo Rubén Ollo “Olazti”

Em 13 de março publicava nesta minha bitácora a detençom deste moço indundarra “Olatzi”, colaborador dos médios alternativos La Haine Ahotsa.info, , tras declarar-se insubmisso a Audiência Nacional que pretendia julgar-lhe polos presuntos delitos de “enaltecemento do terrorismo” e “humilhaçom ás vítimas” por comentários nas redes sociais. Algo mais de um mês antes tamém dera conta da sua decissom de declarar-se insubmisso a justiça espanhola ao considerar com moi bo critério que “a Audiência Nazi-onal é um tribunal franquista e de excepçom para com meu povo e nom tem legitimidade para atuar como órgano jurídico nem comigo nem com nenhum pessoa de Euskal Herria, nem tampouco com nenhuma das pessoas dos diferentes povos aos que o reino de Espanha oprime.

A Fiscalia da Audiência Nacional vêm de estimar que as mensagens que Rubén Ollo publicara numa rede social entre 2012 e 2016 nom som constitutivos de delito de enaltecimento do terrorismo porque “nom propiciam ou alentam, inda que seja de maneira indireita, uma situaçom de risco para as pessoas ou direitos de terceiros ou para o próprio sistema de liberdades”.
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De Mestras e Gardas, de Humilhaçom e Adoutrinamento

Eu como filho dum militar profissional nunca ocultei minha filiaçom, um dado que nunca ocultei á gente que fum conhecendo ao longo da minha vida, assim como o feito de que meu pai era um bom home, um militar atípico de quem sempre estivem orgulhoso. Quando crio era algo que sabiam todas minhas companheiras de aulas e nenhuma, que eu lembre, valorou-me por este feito que me veu implícito por razom de berço. Suponho que, na mesma medida, as alunas filiadas de gardas civis do instituto El Palau de Sant Andreu tampouco ocultaram sua filiaçom nem denantes nem depois dos feitos da jornada do 1-O em Catalunya. Dito isto, fágo-me esta pergunta:

Se desde os meios que estám a provomer a judicializaçom das profissoras pedindo castigo exemplar para elas, sempre se defendeu como boa e necessária a “intensa laboura” das gardas civis durante essa jornada do referendum catalám pola independência, como é que consideram uma “humilhaçom” que ao dia seguinte se lhe perguntara ao alunado por quem era filiada do “corpo”?
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