Arquivo da categoria: liberdade expressom

Que fique claro em que Bando está cada quem!! Compostela Aberta fecha fias contra a liberdade de expressom

Já há tempo denunciei neste meu blogue a nula vontade da equipa de governo de Compostela Aberta (CA) de mudar nada essencial na vida cotiá das residentes nesta cidade por parte desta equipa de governo municipal e falava de que nom via visos de que cumprimentaram e/ou repararam as agressons aos direitos civis cometidos pelos anteriores vereadores e suas equipas com as cámaras de vigilância nas ruas, onde há até 10 lugares controlados só no casco velho que se instalaram sob a escusa de “assegurar a proteçom dos edifícios e instalaçons públicas e dos seus acessos, constatar as infraçons da seguridade cidadá e previr a causaçom de danos em bens e pessoas” .

Agora, tal como denúnciam em Causa Galiza: Com um bando de 29 de junho, o Concelho que preside o anovita Martinho Noriega ‘recorda’ em plena campanha para o Dia da Pátria que em aplicaçom da normativa vigente som aplicáveis sançons desde 1.501 a 3.000 euros às pessoas que colem cartazes ou colantes “publicitários”. A advertência julga-se por si própria. Como nos tempos de Conde Roa: apagom mediático, inexistência de espaços públicos de comunicaçom, proibiçom, de facto, da atividade propagandística e repressom policial.

E ainda mais, seguro que siareiras e siareiros fanáticos do Alcaide confluente estarám a defender que nom te é o mesmo Noriega que Conde Roa sob argumentos do tipo: Antes o PP multava por fastidiar ao associacionismo militante e o ativismo antisistema; agora é o associacionismo militante e o ativismo antisistema quem fai pintadas e colga faixas só por amolar ao nosso benamado e caro Alcaide: Hai-te diferências evidentes.
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Homenagem a Iosu Expósito – Eskorbuto – no seu 25 cabodano. Amor fraterno

Um dos meus irmãos, Jesús, é o autor deste magnífica e magna homenagem a Iosu, guitarra e segundo cantante do grupo punk vasco Eskorbuto. “Ya No Quedan Mas Cojones Eskorbuto A las Elecciones”. “El rock no tiene patria, ni siquiera la vasca”

Assim apresenta na rede seu trabalho recolhido num surpreendente vídeo-criaçom, autoria de Violet Vox (que é quem sae no vídeo de quando em vez): “Em 31 de Maio cumpriu-se o 25 aniversário do passamento de Iosu Eskorbuto. Nunca saberemos o ke nos poderia ter deixado se nom se tivera ido tam pronto. Só sabemos o ke nos deixou: o punk mais lúcido, honesto e raivoso de todos os currunchos deste puto planeta. Agora e sempre Eskorbuto presente! Com todo o amor e respeito para sua família, em especial Unai e Jose”.
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Abordaxe! o blogue de comunicaçom anarquista galego fai umha pausa estival

Recolho (mantendo sua normativa) e dou pulo á notícia que publicarom este domingo passado minhas compas de Abordaxe!:

DEICA OUTRA! UNHA NOTA SOBRE O PARÓN EN ABORDAXE!

Ola a todes, querides compañeires de travesía!

Tras varias xuntanzas e despois de meditar e debater seriamente sobre a situación actual do noso colectivo, pensamos que tras case 9 anos de actividade ininterrompida chegou o momento de facer un parón temporal. Isto non é un adeus, non desaparecemos, simplemente sentimos a necesidade de reformular este proxecto e pensamos que levamos demasiado tempo sen pararnos a facer unha reflexión en profundidade sobre os seus horizontes e sobre as pretensións e traxectorias individuais que nos levaron a confluír dentro do mesmo. Por iso, para continuar coñecéndonos, compartir momentos alén do ámbito estrictamente militante e para pensar ben cara onde queremos dirixir o noso barco, facemos unha pausa estival coa intención de regresar con máis forzas e aires renovados dentro duns meses, para seguir conspirando contra o monopolio ideolóxico da autoridade.
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Ana Rosa e sua “Guerra Okupa”

Hoje no programa de A3 de Ana Rosa emitirom umhas gravaçons onde umha equipa deste programa consiguiu (segundo eles) falar com cinco dos responsáveis da manifa okupa que denunciam agresons e detençons ilegais por parte da Polícia e acusam aos médios de manipula-la informaçom.

Diante disto queixam-se com razom desde Galiza ContraInfo do roubo das suas imagens para manipular e tirar conclusons falsas ao respeito do que, as pessoas entrevistadas, contam ao jornalisto infiltrado (veja-se com quanta intensidade pretende criminalizar até o uso do galego).

Para quem somos de Compos e sabemos o que se passa nesta cidade esta gravaçom é umha demonstraçom palpável da estupidez que se transmite polas televisons espanholas (e galegas). Aqui tendes o vídeo que vem de subir a rede “tantallejo” co singular cabeçalho de “Burla, maldición, okupas, comandos portugueses, proetarras e moita psicodelia” (a nom perder!!; para botar umhas risas!!;…)
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A Corunha Libertária – Roteiro “A livre-geografia”

Falo desta jornada ubicada dentro das exitosas Jornadas de Recuperaçom da Memória Anarquista da Corunha -e digo exitosas polos múltiples comentários que escuitei no dia do Roteiro- porque foi a única á que puidem acodir por celebrar-se na jornada do sábado. E foi um desses dias que, sem dúvida, ficará gravado num lugar especial da minha memória.

As fermosas e, ás vezes moi tristes, palavras do seu condutor Manuel Rivas, em lembrança dos feitos repressivos acaecidos nas diferentes paragens nas que fumos fazendo etapa; a música do meu gaiteiro favorito e seu escudeiro tamboril acompanhando os trajetos entre umha e outra paragem; as colagens de cartazes lembrando ditos sucessos; a cordialidade e bo clima de toda quanta gente de idades moi diversas nos juntamos; a palestra final de Pastora nas portas do velho cárcere e mesmo a paelha do Bugui, constituirom umha moi grata jornada de reivindicaçom e luita rodeada de moi boa companhia. Tamém destacar a boa fazeta do compa de Galiza ContraInfo á hora de cobrir tal evento e publicar este seu resultado:

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Adicado com enorme carinho para aquelas que “se deixaram a pel” no Peleteiro. Em especial para todas as mancadas, retidas e detidas

“Eu nom estivem ai, assim que nom podo dizer se foi ajeitada ou nom. Crio que nom houvo pessoas feridas e que tudo rematou ao dia seguinte, com total normalidade”. Luis Villares, juiz espanhol e portavoz da Marea galega, ao respeito da atuaçom policial.

As declaraçons dalguns vividores da política som de traca; as de Villares já tenhem suas boíssimas replicas na rede, autoria da genialidade pirata de “Benito Soto Troleada Galega” e sua peculiar grafia que já criou escola: Mecsan por nos, pero komo lho no miré em ese preziso hinstante te voi dicir ke yueve”, “El 23F-1981 nom ouvo feridos, assim ke como eu nom estava allí nom tenho opiniom fundada do Golpe” ou “Eu, como nom fum enterrado em cal viva polo PSOE, nom tenho opiniom fundada dos GAL” e outras do tipo.

As palavras de Agustín Hernández, (ver foto) quem fora o 2º de Feijoó no parlamentinho e que tivera que renunciar as suas aspiraçons de ascenso no mando de praça para tentar, sem éxito, lava-la cara do PP na alcaldia compostelã depois dos affaires coa justiça dos seus antecesores, Gerardo Conde Roa (porfa Gerard, volta da Alemanha!!) e Ángel Currás, já tenhem sua resposta nos olhos e ouvidos de quem lá estivo e sobretudo nos seus corpos mancados; replicada mesmo por quem, coma mim nom estivemos, mas quisemos saber que se passou e para elo bastou-nos com olhar as imagens captadas por numerosas pessoas que amosam a esquisita violência policial e em particular o vídeo de Galiza ContraInfo que já colei na minha anteiror entrada. Galeano de certo que incluiria as palavras de Aigostirriním na sua listagem de palavros substitutos utilizados polos mass merdas e diria tal que assim: Agora á violência policial contra pacíficas manifestantes chamam-lhe delicadeza extrema

Mas, ao fio da crónica publicada em “A Irmandade da Costa”, semelha que tamém houvo, entre convocantes e participantes, quem manifestou seu entusiasmo polos desenvolvimento dos sucessos do Peleteiro; a todas elas, colo acá este vídeo dos Les Luthiers que me veu de jeito inevitável á minha memória quando soubem destes entusiasmos, porque como bem remata sua crónica meu compa da Irmandade: Ademais, que hostias! había que intentalo!… e a próxima vez vanse cagar!
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Criminaliza que algo fica!! Reflexom sobre a manipulaçom mediática do despeje do CSOA Escárnio

Terça feria, martes, 29 de junho, 8 menos 10 da manhã.- Caminho do meu curro passam-me, ao ritmo de luzes e sons, duas furgonas da polícia nacional, por momentos lembro que hoje estava previsto um protesto de taxistas e continuo meu rutinário caminhar. Ao chegar á altura da Algália de riba observo na distância qual era o destino das furgonas policiais; a minha primeira reaçom foi de estranheça diante da evidência, mesmo pensei, iluso de mim, que os polícias que estavam despregándo-se polo tramo da rua onde está ubicado o CSOA Escárnio e Maldizer estavam a umha outra coisa; havia um motivo que me levara a crêr isso, eu escuitara mais de umha vez que havia um pacto verbal coa imobiliária no que as okupas comprometerám-se a facilitar o acesso para ser vissitado por possíveis compradores (feito que chegou acontecer, se bem nom sei em quantas ocasons) e em troques a imobiliária comprometia-se a avissar de antemão quando iam a despejar. Um acordo bem raro e para mim insólito e que saiba inédito na história da okupaçom pero que, sem dúvida, resultava cómodo; mas que agora, á vista dos acontecementos, só pode qualificar-se como um burdo engano por parte da imobiliária que deixa ás terroríficas okupas da kaleborroka mediática mas bem como ingênuas ovelhas caminho do matadoiro (e nom me estou a referir ao Centro Social de Compostela Aberta)

Entanto rematava de percorrer a Algália, mirando pa’trás vim que já estavam formados dois cordons policiais para trancar o trânsito peonil e no meio um fotografo coa sua objetiva apontando ao objetivo jurídico-policial. Marchei apurando o passo porque já ia com retrasso e quando cheguei ao curro mirei na rede que já estavam concorrendo gentes solidárias a protestar por tal abuso de autoridade e menosprezo ás formas de convivência. Por certo, nem rastro da polícia local, o feito de que a alcaldia nom fosse avissada impediu sua presência para facilitar a tarefa de cortar o trânsito como seria sua obriga legal.
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