Arquivo da categoria: liberdade expressom

Já está disponível na rede o Disco debute de NORTEMPO

Tal como anunciaram há dias -ver acá nesta entrada desta minha bitácora a notícia que colaborei a espalhar- desde o passado venres 24 de novembro já está disponível o trabalho debute de NORTEMPO (equipa formada por Jandro Pérez “Black Dahlia”, Adrián Barros “Naipe” e Kike Porto “Kazike” a cargo das Líricas e Oscar “Selektah” nas Instrumentais).
Vos colo acá este vídeo com a 1ª das 3 cançons produzidas por Vúmetro Récords que venham ser a Carta de Apresentaçom deste Grupo de artistas da contorna de Compostela que todos juntos sumam um feixe de anos no mundo do Hip Hop e da criaçom e atuaçom musical com o Rap como bandeira, e que adianta parte do que será o seu primeiro LP, previsto para o próximo ano 2018. Mentras aguardamos expetantes, desde Nortempo convídam-nos a escutar este trabalho que fica disponível á venda em distintas plataformas ás que teredes acesso a través desta ligaçom: https://lnk.to/nortempoEM Continuar lendo

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Rir da morte dum pessoeiro: Um direito inalienável do povo que lhe tivo que sofrer

Já quando o exministro franquista e presi da Galiza, Manuel Fraga a espichara e dera pê a fazer brindes por quantas galegas e mesmo seres de outras galáxias desejavamos sua morte; tivéramos que aturar uma panda de fascistas alienados que desde seus falsimédios pretendiam negar nosso direito a desfrutar desse pracentero clímax tanto tempo esperado. Depois se passou o mesminho quando foram caindo outras destacadas figuras do franquismo e o tardofranquismo, mesmo com figuras desdenhadas polos seus camaradas da camisa azul, cara ao sol e braço em alto, como no caso da despeitada Rita Barberá.

Agora se está a passar o mesminho com a morte do fiscal geral do estado espanhol, José Manuel Maza, morte da que muitíssima gente pode ter variadas e diversas razons para aledar-se.
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1º trabalho de “Nortempo”.- Música para quinquis sibaritas desde Galiza

Meu bo amigo Adri, “Naipe”, falou-me nesta finde passada deste novo projeto colectivo do que forma parte e coa mesma mandou-me esta boa nova para ajudar a dar-lhe difusom. Acedo gostoso, desde esta minha humilde bitácora, e vos convido a escuitar e deleitar vossos sentidos como a quem lhe dam um novo doce para provar. Colo acá sua mensagem respeitando sua grafia:

“A Eternidade está namorada das obras do tempo” William Blake

Poderiamos falar sobre a velocidade á que se executa unha peza musical, sobre o clima do norte ibérico e a súa atmosfera “rururbana”, sobre a supervivencia e a mala vida nos baixos fondos, ou mesmo sobre a música quinqui na sociedade postindustrial…

O vindeiro venres 24 de novembro sae á luz o primeiro traballo de Nortempo, dispoñible á venda en varias plataformas dixitais. De momento, xa podes visualizar este Teaser/Making Off como adianto:
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Os TONTOS do CARALHO x Faktoria Lila

Colo (traduzido) da sua web este estupendo artigo adicado a todos os homes que se pensam que as mulheres som inferiores a eles e sujeito das suas bravatas machistas:

Som os que desfrutam sabendo que te dam medo. Som os que nom entendem porque te dam medo. Som os que se burlam de teu medo. Som os que te têm medo.

Som os que acham que, por falar mais alto, te vam fazer mudar de opiniom.

Som os que te berram polas ruas o que opinam sobre teu corpo, e o que fariam com ele, se se atrevessem.
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#HumorAmenazado – Humoristas Gráficos pola Derogaçom da Lei Mordaça e a prol da liberdade de expressom

Recolho (e traduzido) da web “El Mundo de Gila” este Manifesto que já foi assinado por mais de 120 artistas e subindo; um documento em pdf com muitos desenhos (eu para acompanhar este texto escolhim só 3 de-les) de várias das artistas assinantes ao que tendes acesso em castelám nesta ligaçom,

Humoristas Gráficos e as abaixo assinantes pomos de manifesto que nestes momentos o Humor está ameaçado em Espanha.

Como já indicava o ator Juan Diego Botto no seu artigo “Delito de ficción”, publicado no digital eldiario.es: “Uma ficção só deve ser julgada desde um ponto de vista estético, cultural, moral, ideológico ou inclusive político mas nunca penal.”

Recém assistimos ao inesperado despedimento dos vinhetistas Ferran Martín e Eneko Las Heras que se somam aos que têm ido sofrendo outros desenhistas como Romeu, Ventura, Farruqo, JR Mora, Altuna, Alfons López, Orué, Atxe ou P8ladas, entre outros. O desenhista Cels Piñol sofreu a censura de uma de suas conferências em Bulgária. A tudo isto se unem as denúncias contra as revistas El Jueves e Mongolia. Outros colegas do grémio reconhecem receber impropérios de carácter pessoal por seu trabalho.
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Quando a anarquia incomoda!! Comunicado da Biblioteca Kaos frente à perseguiçom a anarquistas na regiom do Rio Grande do Sul [Brasil]

Há dias dava cobertura nesta minha bitácora ao escrito das compas brasileiras envolvidas no Núcleo de Sociabilidade Libertária de São Paulo na que denunciam a repressiva “Operaçom Érebo” contra anarquistas na madrugada do dia 26 de outubro, com mandatos de busca e apreensom para 30 pessoas e coa invasom de locais e vivendas e roubos das suas possessons como livros ao considerar que eram “material perigoso”. Agora dou voz ás compas da Biblioteca Anárquica Kaos, ás que a polícia e falsimedios indicam como editora duns livros nos que se recolhem reivindicaçons de atos subversivos. Extraio algumas das suas palavras ao respeito desta operaçom repressiva, ao tempo que convido a sua leitura íntegra no site da Agência de Notícias Anarquistas A.N.A; na minha colheita extraio aqueles párrafos nos que as compas reflexionam sobre nossas publicaçons e nossos livros e como desde o Poder tratam mesmo de “espalhar o medo até de ler”.

O 25 de outubro começou uma perseguiçom anti-anarquista. Se nom toda, provavelmente uma boa parte da diversidade anarquista foi atingida e várias se pronunciaram com firmeza diante da repressom. E isso é vento fresco que fortalece a todo aquele que se sinta em sediçom. Fica evidente que a mira dos agentes da repressom também aponta contra nós, contra as publicaçons que fizemos ou nas quais participamos. E é sobre isso que vamos a nos pronunciar:
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De cantantes, futbolistas e tertuliás. De honores e desprezos.

Desde que começou este assunto da Independência da Catalunya a ser um “tremendo (u)tópico” agromaram, nos médias generalistas, um feixe de opinadoras que estám a botar a língua ao orvalho largando polas suas bocanchas disparates e estupideces em quantos platôs de tv vissitam ou moram.

Muitas delas já denantes formavam parte desta caterva televisiva que vive de opinar de tudo sem saber de nada com assento fijo nas mesas de debate; mas outras novas vinherom sumar-se agora a esta festa da inhorância e do atrevemento. Mesmo neste seu Olimpo dos deuses e deusas pretendem sentar cátedra sobre quem pode opinar e quem nom sobre este transcendental tema.

A primeira reaçom desta Caterva, digna de mentar para mim, fora sua exacerbada defensa de Joan Manuel Serrat quando, estando em Chile de jeira, largara aquilo de que o referendum pola independência de Catalunya nom era “transparente” e outras joias.
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