Arquivo da categoria: matemáticas anticapitalistas

Atençom ao dado: “El 38,47% no es el pueblo de Catalunya” Miquel Iceta

Gosto de fazer números e quando escuitei as declaraçons do primeiro secrétario do PSC quitando valor ao que a gente de Catalunya foi votar num referendum (e algumhas receberom a câmbio carinhos dos servidores da ordem constitucional espanhola), o primeiro que me veu a minha cabecinha tola foi que esse dado vinha a pôr em questom a quantidade de gente que se precisa para dar validez a um resultado eleitoral. É tem razom, um 38,47% do eleitorado nom deveria dar validez a nada.

Pero como além de tola, minha cabecinha tamém é retorcida, recabei estes surpreendetes outros dados (bom para ser sinceiro eu já os esperava) que espero fagam reflexionar:

França: Presidente Emmanuel Macron foi eleito tras acadar só o 18,19% do censo na 1ª volta, como nom foi suficinte foram a 2ª volta (só os 2 candidatos máis votados) e tivo um honroso 42,61% na 2ª volta
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Matemáticas anticapitalistas: “Maioria Silenciosa”.- um termo ao serviço da manipulaçom dos “mass merdas”

Á vista da alta participaçom nos protestos que se estam vivendo nestes dias nas ruas de toda Catalunya a prol do referendum que lhe permita decidir sobre seu futuro; estám a sair a cotio nos falsimédios um feixe de opinadores que às toas repitem como papagaios a insistente litaina de que a maioria silenciosa é a que nom está nas ruas, querendo dar a entender com elo que quem se manifesta som umha minoria pouco menos que recalcitrante quando nom antidemócrata ou mesmo, se me apuras, filoterrorista.

Ou seja que, se em Barcelona na Diada nom houvo nem 1 milhom de manifestantes, é porque o resto das catalás, umhas 6 milhons e meio, a maioria silenciosa, está em contra. Assim de simples é o analise feito estes dias nos mass merdas e por opinadores vários sem se cortar nada á hora de dize-lo.
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Do cancro, do altruismo da família Ortega (Inditex) e das suas suculentas consequências

Falsimédios de toda pasta e condiçom acostumam, cada certo tempo, a encher seus espaços com fantásticas notícias ao respeito da generosidade de D. Amancio Ortega e da sua família, a través da Fundaçom que leva seu nome, para com as pessoas doentes de câncer: e assim os jornais saem as ruas repletos de colunas panegíricas por doquier e as televisons e rádios fam reportagens sobre tam excelência bondade e um sem-fim de louvanças emergem espontáneas nos corrilhos das barras de bar entre compas de curro, estúdios ou mesmo na cola do paro, e com especial admiraçom, mesmo devoçom, nas salas de espera das consultas médicas.

Já tenho tratado o tema desta peculiar filantropia da fundaçom orteguiana, mas hoje quiger focaliçar o assunto aportando um dado que saiu nalgum falsimédio (num pequeno espaço do apartado adicado á economia, que caseque ninguém olha) e do que acho que ninguém fijo umha ilaçom com a tam cacarejada donaçom dos noseiquantos milhons á sanidade pública para a luta contra o câncer. É refíro-me ao feito de que a filha primogénita de Amancio, Sandra -hoje em dia a mulher mais rica de Espanha graças a morte da sua nai e de quem, a imprensa de papel couchê, destaca “seus escasos aires de grandeza”– é a 2ª maior acionista da farmaceútica “Pharma Mar”, que como se fosse coisa da casualidade, adica-se a fazer negócio coas doenças provocadas polo câncro. Oh casualidade causal!!
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A abstençom ganha as eleiçons na França – Matemáticas para anticapitalistas (3)

Pese a que mesmo algum falsimédio espanhol num artigo que leva por cabeçalho “Cuatro datos para entender las elecciones francesas” sinala como 3º dado: “La abstención es el tercer partido”; isto nom resulta ser mais que MENTIRA.

Nom sei quem ensinaria matemáticas aos redatores das notícias eleitorais ou igual deveria perguntar-me quem lhes ensina a manipular os dados da participaçom e a abstençom, porque o que está claro é que fam do seu um pandeiro em quanto ao mal uso e/ou abuso dos tanto por cento. Se é por falha de conhecementos, grave, mas se é para manipular e desvirtuar a importância da abstençom como opçom, muito pior.

O assinante de tam fantástico artigo, Jaime Rubio Hancock, recolhe a imagem da agência francesa AFP segundo fonte do ministério do intérior francês e que poidera ter-lhe incitado ao erro ou engano e poida que de ai jurdíra-lhe o encabeçamento escrito sem pensar ou adrede.
Mas
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Do suposto altruismo de Amancio Ortega

Do sinificado de altruismo podemos tirar duas conclusons que ajudem a entender porque a donaçom de Amancio Ortega de 320 milhons á sanidade pública para a luta contra o câncer nom tem nada que ver com o altruismo: 1º Se Amancio considerara “a dedicaçom aos outros como norma suprema de moralidade” nom teria agardado tantíssimo tempo (desde que se converteu em multimilhonário) em fazer algum donativo que lhe figera merecedor dessa moralidade da que, sem dúvidas, caresce. Á contra sua única preocupaçom -além de seguir copando o mercado textil a base de subcontratas onde se pratica sem pudor a escravitude infantil e a exploraçom das mulheres em condiçons paupérrimas e abusivas (situaçom denunciada multiples vezes na Campanha “Ropa Limpia”)- é seguir recebendo coba dos medios, atender sua hípica para seu próprio deleite e outros praceres mundanos.

2º Se Ortega tivera um mínimo de “abnegaçom e complacência no bem do próximo” nom daria as costas ás continuas denúncias de escravitude das crianças e mulheres exploradas por firmas subsidiárias de Inditex e já teria rematado com elas e com a mesma pagaria um jornal mais que justo ás suas empregadas. Mas se tal figera nom seria multimilhonário graças ao sudor de outras.
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Resultados eleitorais USA: A abstençom arrasa.

14980778_10154005654456179_171732286570441751_n A verdade é que sempre é ganhadora desde que para poder votar tês que registrar-te como votante e cumprir umha série de requerimentos, o qual já deixe fóra da democracia representativa a um feixe de moradoras nos USA, que venhem a ser um 30% (aprox) de todas quantas pessoas residem lá com papeis legais de nacionalidade e ás que, por suposto, haveria que sumar todas as indocumentadas sem direito a nada. Mas nom só, porque de todas as pessoas que se registraram e cumprimentaram os requerimentos para poder votar, houvo um 46’9 % de abstencionistas!!
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CONFIRMADO: O PPdeGa governa com maioria absolutista com o apoio de só 1 de cada 4 galegas com direito a voto

O DOG do martes 11 de outubro publica os dados definitivos dos resultados eleitorais que eu recolhim na imagem adjunta; onde fica demonstrado que este sistema representativo chamado democracia é totalmente injusto e os governos saidos das consultas eleitorais nom tenhem nem remotamente o apoio da povoaçom a quem dim representar. Deste jeito 3/4 partes das pessoas com direito a voto para escolher o parlamentinho galego vam-se ver governadas durante outros quatro anos dum jeito absolutista por um partido político que nom representa para nada seus intereses

dibujo Mas nom só; porque a realidade numérica amossa que mais dum 50% desse eleitorado (um 51’72%) nom vai ter representaçom algumha na cámara de representantes galega; como resultado de sumar as abstencionistas (46’37%) mais votos nulos (0’54%), votos em branco (0’52%) e votos a partidos que nom obtiverom representaçom algumha (3’29%) .
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