Arquivo da categoria: política partidista

Xavier Domènech, líder de “Catalunya en Comú Podem”, retrata á perfeiçom a velha hipocrisia da nova política

Já tenhem amossado em infinidade de ocasions, podemitas e suas confluências na equidistância, suas particulares maneiras de fazer política partidista tentando ir de guais e de ser consequentes com o que largam polas suas bocanchas quando prometem o milhor dos mundos possíveis se elas governaram; já tenhem demonstrado com creces que tudo é uma falácia, pois nada mudaram em quanto á repressom de ativistas e de gentes sem recursos naqueles pontos nos que governam e mesmo segue havendo desafiuzamentos nos concelhos nos que tenhem a alcaldia; pero o que se passou esta quarta feira passada, dia 17 de janeiro de 2018, com as declaraçons do Domènech em rolda de imprensa é como para botar-lhes de comer à parte: HIPOCRISIA MACHISTA 100%. Uma atitude que a mim me lembra a esses homes que, quando nom estám em presença de mulheres, largam babosadas de grande calibre e depois vãm de feministas pola vida dando liçons e tenhem o morraço de assinar um manifesto público contra essas mesmas atitudes.

Xavier Domènech assegura que a fotografia da composiçom da Mesa do Parlament “doe” porque “só há uma mulher” ao que um jornalista espavilado fai-lhe ver que “Catalunya en Comú Podem” reclamava um sítio em dita Mesa e propunha Joan Josep Nuet, e nom uma mulher. Mas convido a vê-lo vídeo e que cada quem tire suas conclusons:

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A Marea Atlántica de A Corunha continua sua campanha de recaudaçom fiscal: 15 novas multas a “manteiros” e 2 a “ativistas” do CS Gomes Gaioso “

Já dera conta nesta minha bitácora no ano passado da multa de 1500 € que o governo local da Marea Atlántica impugera a um “manteiro” por vender para-águas e sombreiros sem licência municipal. Agora, ao igual que naquela entrada, fágo-me eco do publicado polas minhas compas de “A Irmandade da Costa” ao respeito das novas 15 multas a esta gente que se está a busca-lo pam e a vida nas ruas da capital herculina (Lêr acá a notícia da “Irmandade”). Como dim as compas: Isto é indignante! 

Pero a repressom destas herois e heroínas salva-pátrias da pseudodemocracia nom têm miramentos só para coa gente mais débil da cadeia económica capitalista europeia e branquinha de pel,  tamém nom perde detalhe na continuaçom da perseguiçom de toda aquela que nom se mova á direita da sua beira (um espaço por descontado cada dia mais pequeno).
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Podemos e sua hipócrita máscara de “as de abaixo”.

Quando sairam a caverna mediática, as e os podemitas mais vissíveis foram conhecidas pola sua relaçom académica coa Universidade Autónoma de Madrid (curiosa coincidência com os chamados “7 pais da constituiçom espanhola” dado que 3 deles, Pérez Llorca, Peces Barba e Fraga, tamém tiveram fortes laços com esta universidade). Suas primeiras declaraçons nos falsimédios na busca dum eleitorado, foi a de que eram uma equipa de gente que nom se definiam nem de esquerdas nem de direitas (seguindo a mesma teima que José Antonio Primo de Rivera) senom de abaixo para luitar cos de arriba, sob aquela patética consigna de “Somos o 99%!!”.
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Pablete “o equidistante” na busca de a quem cargar o suposto resurgir do Fascismo

Pablete nom se entera; segue na sua burbulha que nem sube nem baixa mentras Podemos e “suas confundências” seguem perdendo votantes a passos agigantados cada vez que seu líder e/ou outra membro do seu grupo de intelectuais universitários abrem a boca e sacam a reluzir suas maneiras de elite equidistante.

Pero como bem di o dito: “Mais vale uma imagem que mil palavras” (*), colgo acá este magnífico desenho de “@SenyoraRamoneta” em resposta a suas estúpidas bravatas: Continuar lendo

Ana Botella estragou dinheiros públicos para nada. Se nos roubam que seja para algo!!

Ontem dou-se nos mass média a nova de que a trama da Púnica tamém afeta a Ana Botella, a ex-alcaidesa de Madrid que ninguém escolheu (foi eleita dentre as conselheiras da capital das españas depois de ser nomeado seu titular, Gallardón, Ministro de Justiça).
Seica Ana e seu home, Jose María, a sazom e na altura expresidente das Españas todas, preocupadíssimas pola má imagem de Ana que se estava a refletir, dia sim dia tamém, nas redes sociais com muitas risas e chanças a quantas iniciativas tomava como alcaidesa, reuniram-se em agosto de 2013 em Marbella com o empresário Alejandro de Pedro Llorca (*), um dos principais imputados do caso Púnica, para tratar de ver como milhorar sua penosa imagem na Internet mediante a difusom de notícias favoráveis á alcaidesa a través da sua rede de médios digitais (ou seja manipulando, tergiversando e mentindo). E isso segundo conta a Garda Civil, que nom me estou eu a inventar nada, pois foi a Unidade Central Operativa (UCO) deste corpo armado quem entregou em 2 de novembre ao juiz da A.N. Manuel García-Castellón um seu informe sobre os trabalhos realizados entre 2013 e 2014 polas empresas de Alejandro de Pedro para milhorar a deteriorada imagem política de Ana Botella.
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De nazis, franquistas, ministros e alcaidesa…

Iñigo Pérez de Herrasti, um dos nazis da Blanquerna que nom entrará em prisom é cunhado do Ministro de Educaçom e portavoz do governo espanhol Íñigo Méndez de Vigo e curmão do exministro de Defesa Pedro Morenés Eulate.

Esta filiaçom entre Iñigo Pérez de Herrasti, velho conhecido ultra fascista e dirigente de Alianza Nacional, e ministros e exministros do PP nom é algo casual nem estranho; mesmo eu seria quem de atrever-me a dizer que, em todas as famílias de dirigentes do PP há alguém com laços moi afetivos com membros da ultradireita (como prova disso bastaria sinalar o muito que se querem a si mesmas essas dirigentes). Pese a isso é interesante lêr a crónica do jornal ElNacional.cat que pom este singular (ou mais bem plural) detalhe no olho do furacám do porqué a Sala 2ª do Tribunal Constitucional determinou que nom terám que entrar em prisom os 5 fascistas (eram mais pero só foram condenados Herrasti e 4 mais) tras ser sentenciados a 4 anos de prisom polo Tribunal Supremo polo assalto violento do Centro Cultural Blanquerna em 11 de setembro de 2013.
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Cospedal, Soraya e os fakes (atualizaçom das mentiras da ministra da guerra espanhola)

Destacavam ontem alguns falsimédios a Soraya Sáenz de Santamaría como a gram protagonista da “Jornada Anual de la Unión de Televisiones Comerciales en Abierto (UTECA)” na que entre aplausos da confluência ditou sentência ao respeito dos fakes (notícias falsas e inventadas que se dam como boas nos falsimédios e mesmo nalguns dos chamados “médias alternativos”, quanto menos naqueles que nom tenhem coidado com o que publicam e/ou defundem). Estas foram suas palavras dirigidas ao que ela chamou “médios tradicionais” (estas retrógadas muito gostam de pôr epítetos a suas afins decimonónicas) dos quais dijo (sic):“son los que tienen la obligación, opoturnidad y responsabilidad de filtrar, contrastar y verificar todas las informaciones”.
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Nom contedes comigo!!

Estám a pedir um monte de anos de cárcere a opinadoras nas redes, a cantantes e poetas, os últimos som de agora mesmo, índa que ningum grande médio fale deles, rapeiros malhorquinos ou galegos por fazer letras de cançons antimonárquicas ou antifascistas; o mesmo querem fazer com moços antifascistas de Madrid ou de Altsasua por pelejas nos bares ou nas ruas; levam anos perseguindo, criminalizando e encirrando anarquistas e independentistas bascas e galegas baixo leis que, mesmo depois se consideram anticonstitucionais. E ninguém se moveu, além das mesmas de sempre.

Agora encirram a vários defensores deste sistema económico capitalista que participaram da aprovaçom da Constitución espanhola do 78 e dos seus Códigos penais de continuidade legislativa franquista e mesmo das leis mais restritivas como a lei Corcuera e que mesmo apoiarom os governos do PSOE e PP mais belicosos co resto do mundo, e há que sair ás ruas a reclamar sua liberdade?
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Estimadas brancas x Fàtima Aatar

Fàtima Aatar, antropóloga, feminista islámica e militante do BDS (Boicote, Desinvestimento e Sançons a Israel), residente em Barcelona escreveu este moi interesante artigo no jornal digital catalá Directa como proposta de debate que já é hora de encarar. Jurde num momento em que outras vozes racializadas e migrantes de residentes em Catalunya como Daniela Ortiz (de quem já publiquei recém um par de seus artigos), pese reconhecer o direito de autodeterminaçom dos povos, estám a pôr em questom o racismo instituiçonal e que, mesmo a esquerda independentista branca tira do discurso paternalista “espéra-te, isso depois” quando fála-se de reconhecer direitos das pessoas migrantes, racializadas ou solicitantes de asilo.

Estimadas brancas

“Já que ela é a colega indispensável das indígenas, a esquerda é seu primeiro adversário” Sadri Hiari

Sim, estimadas brancas. Dirijo-me a vostedes concretamente porque já é hora de encarar este debate, um debate constantemente postergado porque sempre se nos tem dito que nom é o momento. Um debate que conquanto se tentou encarar, nom se fixo com nossas regras de jogo, isto é, com nossa linguagem, liderança e autonomia. Quando se falou de racismo, se é que alguma vez se falou,  figera-se desde a simplicidade dos preconceitos e os estereotipos, transladando a responsabilidade às classes populares, e evitando, assim, assinalar a causa estrutural deste fenómeno. Isto nom quer dizer que as classes populares brancas nom tenham nenhum tipo de responsabilidade, a têm na reproduçom e a manutençom do racismo, bem como a invisibilidade nas luitas políticas e sociais, porque, afinal de contas, “no fundo é uma questom de classe”, como dizem. Mas nom só, a classe nom se explica por si sozinha, como senom explicaremos a escravitude, a colonizaçom, o apartheid e a limpeza étnica? Pois mostrando a inferioridade e desumanizaçom das Outras que se realiza através da raça.
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O PP segue coa sua teima de inculpar a quem menos culpa têm: Miguel e Maria Luisa novos bodes expiatórios

Quando o desastre do Prestige, a 13 de novembro de 2002, as culpas e a implacável justiça recairom em seu capitán, Apostolos Mangouras e contra dele dirigirom todas suas miras nossos governantes do PP e sobre ele canalizarom a impartiçom da justiça. Quando a terrível morte (assassinato?) de 81 pessoas e as feridas de outras 144 que iam do trem Alvia caminho de Compostela em 24 de julho de 2013, as miradas dirigirom-se só a Francisco José Garzón, único maquinista do trem e único imputado por delitos de homicídio imprudente, segue á espera de juízo, pese que nemhuma das associaçons de vítimas do Alvia o considera responsável e ele mesmo, pese ter pedido perdom inúmeras vezes, está convencido de que seu lapsus nunca pudo conlevar tal fatal acidente. Agora com esta vaga de lumes que se originaram por negligência e total falha de prevençom das incopententes que governam Galiza e as espanhas todas, e que causaram a morte de 4 pessoas, os seus olhares acusatórios e sues dedos implacáveis querem fazer recair as culpas em Miguel (vizinho de Os Blancos e Vigo) e mais Maria Luisa (vizinha da paroquia de Petelos em Mos); autoras de lumes de 2 e 3 hectares respeitivamente, só 5 hs das 35.500 totais que se queimaram nessa finde.

Á margem de toda investigaçom judicial ficaram os grandes culpáveis que obrigaram maniobrar o Prestige empurrándo-lo ao desastre e mais quem nom instalou medidas protetoras nas vias nem realizara analise de riscos denantes de lançar trens a tam altas velocidades e tudo aponta a que ninguém assumirá que os lumes poderiam ter-se previsto e tomar medidas preventivas em troques de despedir brigadistas e abrir a tempada de caça. Além, tal como ocorreu por entom, agora estám a botar balons fora e lançar mentiras polos seus falsimédios. E nom só!! muitos deles e muitas delas foram premiadas e ascendidas nos seus postos da escala de mando pepeira, de feito todas as pessoas que, na altura do Prestige, eram membros do Governo espanhol, salvo Jaume Matas (e por causas totalmente alheias ao Prestige) sairam moi bem paradas:
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