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Comochoconto – Homenagem a José Couso

A 3 anos do assassinato de José Couso, vizinho meu na cidade de Ferrol nos nossos anos moços, emitim este programa de Comochoconto da rádio Kalimera na sua homenagem, agora quando já fai 19 anos, o assasinato segue impune com o visto bo dos militares e os sucessivos governos americano e espanhol.

José Couso era um gajeiro e a sua gávea era um balcom no andar 14 do hotel Palestina desde onde estava a filmar o que algumas pessoas em algures nom queriam que soubesemos; junto a ele tamém foram assassinados o jornalista ucraniano Taras Protsyuk ubicado no andar supérior do mesmo hotel e Tarek Ayubi, cámara jordano da tv Al Jazira que estava filmando desde a sua gávea na sede que sua canle compartilhava com Abu Dhabi tv.

Hoje, dezanove anos apôs, este crime de guerra segue impune e na sua enessíma homenagem volto a colga-lo a disposiçom de quem queira ouvi-lo:


Clica acá para descárregar Comochoconto-José Couso audio (mp3)

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Mentir e Manipular a Informação e se descobrem teus enganos… Censura que te criou!!
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Comochoconto – 27set1975 – Lembrança de Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz e Baena Alonso

Lá polo ano 2011 nas datas do aniversário deste assessinato de estado emitira polas ondas livres da rádio Kalimera (de Compostela e da orbe enteira) este programa de Comochoconto na sua homenagem. Agora, 10 anos apôs desta gravaçom e co galho de lembrar tam trágicos acontecementos, vos colo acá nesta minha bitácora, o áudio do mesmo e a entrada que escrevera para dar-lhe pulo na rede:

A alba do 27 de setembro de 1975 eram fusilados Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz e Baena Alonso, os dois primeiros militantes da ETA e os outros tres da FRAP. Foram assassinados polo franquismo depois de diversos juízos sumarísimos sem garantes nenhuma de respeito dos direitos humanos. Foram os últimos fusilados estando ainda Franco vivo. As numerosas petiçons internacionais de clemência e as mobilizaçons cidadás nom serviram de nada ante um Dictador que se figera em 1936 assassinando ao seu povo, e que seguira matando para arrogar-se o “direito” de poder seguir matando.

27-septRealizado em base aos textos de:

Recordando a Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz y Baena Alonso Paco Azanza Telletxiki 2010

27 de septiembre de 1975: luchadores por la libertad y la justicia social Sara Antifaxista

36º aniversario de los fusilamientos del 27 de septiembre Manuel Blanco Chivite

Los fusilaron al alba Mercedes Arancibia

27 de Septiembre, homenaje a los cinco últimos antifranquistas fusilados

Pequeño diario de clandestinidad Tomás Pellicer

Poemas de los 5 penados a muerte

Qué duro es esto – Los últimos 324 días de la vida de Francisco Franco Juan de Juan

Soarom neste programa:

José Mercé –Al Alba

Promiscuals – Baena

Dangiliske – Eusko Gudariak

Pedro Faura (Bernardo Fuster suburbano) – De madrugada clandestinidade

Contracanto – Yo te nombro

Lluís Llach – Campanades a morts

Programa Comochoconto Islamofobia.- O Burkini e o Véu

Esta entrada têm já 5 anos, foi publicada acá no 1º ano da andaina desta minha bitácora no 1º dia do mês de setembro de 2016 a raiz da polémica que jurdira na França quando proibiram o uso do burka. Recolhe, tal qual explico ao final, um meu programa sobre a Islamofobia emitido há 10 anos, em abril de 2011, pola Rádio Kalimera tras a polémica jurdida numa escola de Arteixo, onde uma meninha muçulmana fora repremida por acodir à escola com um seu véu. Hoje dou-lhe, de novo, vissibilidade a esta eterna problemática na capa principal desta bitácora co galho de continuar dando voz às mulheres muçulmanas, tal qual figera ao preparar este meu programa:

Burkini Vs Neopreno

Vaia por diante que aplaudo aquelas mulheres que contravindo costumes, normas, leis e tradiçons culturais com marcado caráter de imposiçons patriarcais, som quem de viver como quiger e em consequência vestir, calçar e coidar seu corpo e maquea-lo como mais gostam e desejam.

Dito isto e ao respeito da polémica surgida na França tras o intento de proibiçom do uso do Burkini, dizer que vivemos numhas sociedades onde a maiora da suas gentes assumem com suma facilidade qualquer normativa ou lei que sinifique proibir algo que até entom nom estava regulado e se essa proibiçom nom lhes afeta de jeito direito e vai encaminhada a por-lhe mais dificil a existência a gentes que nom assumem a cultura uniformada do capitalismo do primeiro mundo, melhor que melhor. Se nom gostam de pôr-se neoprenos, banhadores, bikinis e/ou toplees, que se volvam aos seus paises!!

Além, no caso que me ocupa e preocupa hoje, sumárom-se a felicitar tal proibiçom muitas mulheres que se autodefinem feministas sob a argumentaçom de que essa roupagem, que algumhas mulheres adotaram como ideal para poder tomar banhos nas praias, rios, lagoas e piscinas, é umha outra prenda de opressom patriarcal islámica e mesmo há quem di que, as mulheres que vivendo no chamado ocidente, usam este burkini, ou mesmo qualquer véu na sua quotidianidade, além de estar oprimidas polo patriarcado, som estúpidas, numha dualidade novidosa do feminismo malentendido que criminaliza por igual a opressor e oprimida.

Estase a focalizar interesadamente a problemática no ámbeto religioso islámista para imprimirlhe carater de terrorista a toda mulher que use ditas prendas no nosso ocidente, e evíta-se falar de que o uso e imposiçom de véus forma parte dumha prática patriarcal moi extendida desde muito antes de que viveram cristos e mahomets sobre a faz da Terra, e que assevera que toda mulher deve estar tapada como medida de proteçom para agocha-la das miradas de outros homes que nom sejam seu marido, pai, irmãos ou filhos.

Dito tudo isto, eu pergúnto-me se é que tam despejada de atitudes e normativas patriarcais estám as sociedades ocidentais; se é paranoia minha ou há umha intencionalidade nos agentes do capitalismo internacional tanto á hora de incidir nas suas propagandas mediáticas no jeito de vestir como no de calçar, assim como usar a maquilhagem e os perfumes e mesmo no referente ao coidado ou eliminaçom das células mortas tanto capilares como queratinosas (pelos e unhas). Ou nom é certo que a onda que marcam as grandes empresas da cosmética e da moda (dirigidas e participadas maciçamente por homes) nom vam na medida da uniformidade na estética e da perda da identidade cultural dos povos.

Há quem di que o uso dos véus e mesmo dos burkas e do burkini está a medrar em ocidente e que esse medre é devido a que as mulheres que professam o islám estám a levar essas prendas como auto-identificaçom da sua cultura e tradiçom e como contraposiçom a essa uniformidade manifesta. Eu nom podo menos que entender suas razons pois, de evitar a perda das nossas costumes longe da nossa terra, sabemos muito as galegas e galegos espalhadas polo mundo. E nosos trajes tradiçonais tamém tiram de panos na cabeça!!

Anos há, lá por abril de 2011, adicara um programa na rádio kalimera a falar sobre a islamofobia a raiz do caso dumha rapariga de Arteixo que fora expulsada da sua escola por negar-se a quitar o seu hiyab. Umha decisom tomada caseque por unanimidade polo Conselho escolar (do que formam parte membros do concelho, pais, mestres e alunado) e que contara com o firme apoio da Junta. No programa dou leitura a vários textos recolhidos da rede com opinions de mulheres árabes e panárabes ao respeito das polémicas na Europa na altura sobre o uso do véu e do burka, e de como os governos utilizam a excusa da sua preocupaçom pola situaçom da mulher muçulmana em ocidente para impôr nesta hipócrita sociedade a islamofobia. E tudo isso antes da apariçom na cena do terrorismo internacional do ISIS e dos atentados nas cidades europeias.

Aquí tendes o programa para escuta-lo, mas se preferides descarrega-lo clicade acá:

Entrevista Kalimera aos compas Joseba Merino e Carlos Hinojosa sobre os sucessos da “Bahia de Pasaia”

Em 22 de março de 1984 (ontem cumprirom-se 37 anos do fatal sucesso) acaecia um dos episódios mais obscuros da história recém de Euskal Herria. As 22 horas, perto do porto da Bahía de Pasaia, a pequena embarcaçom coa que pretendem atracar 5 membros dos Comandos Autónomos Anticapitalistas é recebeda a tiros por umha premeditada emboscada da Polícia espanhola (sob governo de Felipe González, o Sr. X dos GAL) que, sem aviso prévio e com noturnidade e aleivosia metranhavam a sangue fria aos moços que iam na lancha pneumática sem dar-lhes pê a se render, com o resultado da morte de 4 deles: José Mari Izura, Rafael Delas, Pedro Mari Isart e Dionisio Aizpuru. Açom que ficou marcada a lume para sempre na memória coletiva e da que nom foi encausado ninguém ao disfarçar-se dita massacre de ato de confrontaçom legítima e assim nenhum dos polícias que participaram na massacre, nem por suposto nenhum dos seus superiores policiais ou políticos que a orquestraram nem sequer foram investigados.

Em 27 de marzo de 2009 tivemos a sorte de contar no  estudio da rádio Kalimera (na altura ubicado no CS O Pichel) com a presença de Joseba Merino, único supervivinte da emboscada policial de “Bahia de Pasaia” e de Carlos Hinojosa, autor-editor do livro “Emboscada en Pasaia, un crimen de Estado”. Durante algo mais de umha hora estivemos falando desse sucesso acontecido que ainda segue impune, mas também se falou do que eram os Comandos Autónomos Anticapitalistas, dos GAL, do plano ZEN, do livro,…
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Programa Comochoconto -A ablaçom ou mutilaçom genital feminina (MGF)

Hoje 6 de fevereiro é um desses dias nos que, organismos internacionais, decidem adicar-lho a algum tema polémico mundial do que falar só nesse concreto dia nos falsimédios para depois volver garda-lo no baul dos maus recordos até o seguinte ano na mesma data. Eu nom acostumo fazer seguimento de tais comemoraçons por entender que, estes lavados de cara, som um gesto mais da hipocrisia geralizada no mundo do Capital e do Consumismo dos paises que se autodenominam “civilizados” ou “desenvolvidos”. Assim hoje nos informativos matinais da TVE davam conta desta “efemeride”, cuja denúncia, por estes lares, tem certo pouso “xenófobo” ao assinalar esta bárbarie contra o corpo das meninhas como próprio de certas religions e culturas alheias a estes lares e coa mesma negam que no estado espanhol se poidam estar realizando estas brutais práticas sob o rotundo argumento de que é delito!! Como se isso bastara!… Tamém é delito roubar e nom há político com alto cárrego que nom enchira seus petos durante seu mandato co dinheiro de todas. Além indicam que nestes lares a preocupaçom é impedir que as meninhas sejam levadas aos paises de origem de seus progenitores para que se lhes practique lá tal “barbárie” e denunciam que é dificil de evitar porque há familias que deixam lá suas filhas uma vez que lhes praticam a mutilaçom… É dizer culpabilizam as famílias e seus paises de origem e assim seguem criminalizando as emigrantes e permíte-lhes, uma vez cumprido o trámite de falar um dia sobre elo e depois seguir olhando de esguelha esta problemática até o vindouro ano.

ablacion

Quando publiquei uma entrada nesta bitácora na que expressava a minha confussom e surpresa diante dalgumas das aportaçons que estava a receber a campanha #PrimAcoso, recebim um comentário no que se me respostava com estas palavras: “Tamén nalgunhas culturas cortan o clítoris por tradición e estética. O problema é cando a persoa chora de dolor e non quere”. Nom sei que lhe motivou a esta pessoa a enviar-me esse comentário; mas retrotraeu-me a quando no ano 2007 emitira um programa na Kalimera sobre este tema da MGF (depois remitido em outras ocasions) e mantivera um debate com um home que pretendia que a MGF era comparável e basicamente igual que a circuncisom masculina, á que este home tildava de mutilaçom.

Colo acá agora este programa para quem queira ouvir a minha opiniom ao respeito:


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[Tarajal, Ceuta] 5º cabodano do assassinato impune de 15 migrantes a mãos da Garda Civil (vídeos)

Republico este artigo que vira a luz há um ano no 4º aniversário deste assassinato e que, por suposto, segue impune.

Dizer que tudo isto acontecera baixo o governo de Rajoy e o PP mas nada mudou coa chegada de Schez e a suposta esquerda ao governo espanhol com respeito á chegada de gentes vindas doutros lugares em busca duma vida milhor que a que suportavam nos seus lugares de saida e fuga. Miles de homes, mulheres e crianças provintes de paises empobrecidos durante séculos polas máfias de escravas, polas guerras de interés das colónias imperialistas europeias e norteamericanas e polo expólio orquestrado mesmo desde organismos internacionais para repartir-se de jeito descarado as riquezas naturais desses lugares. Só lembrar que quando Schez chegara ao governo soltara um seu oportuno discurso ao respeito do direito irrenunciável a salvar vidas no Mediterráneo por riba de tudo e recebera, em contra da opiniom do resto de governantes europeus, ao navio ‘Aquarius’ com honores e concedera aos migrantes que viajavam nele os papeis necessários. Mas só fora um gesto cara a galeria… Pura hipocrasia!! Pouco tempo depois, o mesminho governo de Schz, proibia atracar ao ‘Nuestra Señora del Loreto’, um barco espanhol que levava mais duma semana á deriva em pleno inverno e com temporal com doze migrantes recolhidos do Mediterráneo porque nenhum governo europeu se dignava a dar-lhe permiso de atraque. Em janeiro deste ano já se esquecera Schz daquilo do direito irrenunciável a salvar vidas e a ONG Proactiva denunciava que as autoridades espanholas impediam ao barco ‘Open Arms’ zarpar cara ao Mediterráneo central tras proibir-lhe sair do porto de Barcelona, onde está atracado e retido em consonância coa política migratória do resto de Europa.

“Nom entendo como uma história tam importante como esta, uma história que nos afeta tanto, pode ser tam desprezada” Hervé, sobrevivente do Tarajal

Tal dia coma ontem há 5 anos acontecera um dos momentos mais sinificativos da política migratória espanhola (e europeia) quando eram assassinados a tiros de balas de borracha, cartuchos de fogueo, botes de fume e paus, 15 das pessoas que tentaram cruzar a nado desde Marrocos até a colónia espanhola de Ceuta pola praia do Tarajal. Um tema que ja tratei no seu dia nos blogues de Abordaxe fazendo referência a quem na altura dos assassinatos era o diretor e responsável político da Guardia Civil, e como tal negara com rotundidade os feitos, o “camisa azul ferrolá” Cuco Fdez de Mesa aquele que se figera pintar um quadro onde luze uniforme militar cheio de medalhas para figurar no Panteom de assassinos com lustres da Benemérita e mais ao ministro hipócrita do ramo, o “opusino” Jorge Fdez Díaz, a quem vistas as evidências nom lhe ficou outra que admitir dias depois o uso de armas contra as migrantes pero só co galho de “disuadir-lhes” (1, 2, 3, e 4).

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“Como enfrontar o caso de “La Manada” desde um transfeminismo antipunitivista” x C.A.M.P.A.

Recolho, traduzo e cópio do seu blogue:

Desde o Colectivo de Apoio a Mulheres Presas em Aragón (C.A.M.P.A.) queremos fazer uma reflexom a propósito da sentença do juízo a “La Manada”:

Desde nossa perspectiva antipunitivista esperavamos com certo medo o resultado da sentença, que fosse uma condena de mais de 20 anos e, esta, fóra aplaudida desde o movemento feminista e desde a sociedade em geral. Temiamos tamém que, como sucedeu há apenas umas semanas, se reabrira o debate sobre a prisom permanente −ainda que esta só poida imponher-se em assassinatos onde haja alguma circunstância específica agravante− num momento de especial enfado e frustraçom.

Nós definímo-nos como transfeministas e abolicionistas do cárcere, do sistema penal e penitenciário. Isto léva-nos ás vezes a gerir debates e repensar as contradiçons que agromam.

Quando conheces de perto o cárcere, es consciente de que serve única e exclusivamente para castigar, tanto á pessoa condenada como as suas familiares e amizades. O armaçom penal só gera mais violência. Nada nos fai crêr que tras um, nove ou cinquenta anos de prisom estes homes nom vaiam volver violar uma outra mulher com igual ou mais violência coa que já o figeram.

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[Grécia] Áudios revelam estreito vínculo entre Amencer Dourado e as Cúpulas Policiais

Na Grécia da SYRIZA como na Espanha de Rajoy

Por momentos estivem por colar tal sugestivo encabeçamento nesta entrada para fazer ver a similitude entre o que se passa por estes lares e o que se vêm de destapar no lento juízo (*1) contra 69 membros de Amencer Dourado na Grécia da SYRYZA, essa Coaligaçom que viste do eufemista título de “Esquerda Radical” e na que PODEMOS pugera em miras para copiar tal trunfadora ideia eleitoralista.

Recolho esta informaçom (e traduzo) de KaosenlaRed, o artigo assinado por Revolución Real Ya e mais do artigo “Amanecer Dorado: la noche que lo cambió todo” autoria de Leonidas Oikonomakis no jornal El Salto

Uma série de chamadas telefónicas e intercâmbios de mensagens de texto, apresentados no juízo, revelarom uma vez mais os laços e a cordinaçom entre partidárias de Amencer Dourado e membros da polícia, incluidas as unidades antiterroristas e antidistúrbios.

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[Vídeo] Caso Altsasu: A prova definitória da montagem da Garda Civil

Por se alguém ainda nom tinha claro como se orquestrou a montagem contra os moços e a moça judicializados como terroristas por uma simples lea de bar; vos colo acá este vídeo correspondente á 6ª jornada deste juízo onde um agente da Garda Civil afirma que quando foram a deter a Adur, um dos acusados nada menos que de terrorismo, nom poideram faze-lo porque “no se dejó detener” pese a estar na casa!!.

É dizer, como aponta um tertuliano: NOM É CRÍVEL!! eu estou com ele mas que cada quem tome suas próprias conclusons:

Eu sego a têr moi clara a intervençom de quem, na altura, era o máximo responsável político da Garda Civil e pioneiro no de falsificar seu curriculum: Continuar lendo

Solidariedade coa Greve de Fame dxs Presxs – Amanhã 3 de maio envio de faxes e Rádio-Relato de “Títeres desde Abajo”

Este gajeiro já anunciara no seu dia que em tal data histórica coma a de ontem do 1º de maio, ia começar uma GREVE de FAME COLETIVA nas PRISONS para fazer vissível sua LUITA pola sua DIGNIDADE á que “os meios de desinformaçom nom darám cobertura” e sobre a qual solicitavam ajuda para que sua voz ressoe “afora” dos muros. Agora já começada solicitam o envio de faxes amanhã 3 de maio no seu apoio.
Nessa onda, Alfonso, membro de “Títeres desde Abajo”(*) publicou esta “Historia de un títere” um seu rádio-relato, escrito e locutado por ele mesmo que agardam que goste: Continuar lendo