Arquivo da categoria: repressom

Que fique claro em que Bando está cada quem!! Compostela Aberta fecha fias contra a liberdade de expressom

Já há tempo denunciei neste meu blogue a nula vontade da equipa de governo de Compostela Aberta (CA) de mudar nada essencial na vida cotiá das residentes nesta cidade por parte desta equipa de governo municipal e falava de que nom via visos de que cumprimentaram e/ou repararam as agressons aos direitos civis cometidos pelos anteriores vereadores e suas equipas com as cámaras de vigilância nas ruas, onde há até 10 lugares controlados só no casco velho que se instalaram sob a escusa de “assegurar a proteçom dos edifícios e instalaçons públicas e dos seus acessos, constatar as infraçons da seguridade cidadá e previr a causaçom de danos em bens e pessoas” .

Agora, tal como denúnciam em Causa Galiza: Com um bando de 29 de junho, o Concelho que preside o anovita Martinho Noriega ‘recorda’ em plena campanha para o Dia da Pátria que em aplicaçom da normativa vigente som aplicáveis sançons desde 1.501 a 3.000 euros às pessoas que colem cartazes ou colantes “publicitários”. A advertência julga-se por si própria. Como nos tempos de Conde Roa: apagom mediático, inexistência de espaços públicos de comunicaçom, proibiçom, de facto, da atividade propagandística e repressom policial.

E ainda mais, seguro que siareiras e siareiros fanáticos do Alcaide confluente estarám a defender que nom te é o mesmo Noriega que Conde Roa sob argumentos do tipo: Antes o PP multava por fastidiar ao associacionismo militante e o ativismo antisistema; agora é o associacionismo militante e o ativismo antisistema quem fai pintadas e colga faixas só por amolar ao nosso benamado e caro Alcaide: Hai-te diferências evidentes.
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Sobre o autor do crime da meninha de Sabiñánigo: Vigiante privado, filho de Guarda Civil e fascista (atualizaçom)

Os média de toda “españa una y nocincuentauna” qualificam este assassinato de barbaridade extrema e semelha que, por moi raro que pareza, nas suas primeiras informaçons e quando já era sabido quem foi seu autor e assassino da meninha de só 8 anos, e umha vez que este se autoproclamou culpável, tirarom luz das suas simpatias e filias para com partidos da ultradireita e de que gostava pular e compartilhar na rede vídeos fascistas, xenófobos e racistas e discriminatórios para com as mulheres. Tampouco ocultarom que seu pai fora Guarda Civil (já morreu) e que ele, ao igual que seu irmão e padrasto da meninha assassinada, estám na vigiância privativa (ao meu entender é de supôr que nom deram a talha para seguir a tradiçom familiar dada a facilidade com que filhos do corpo accedem ao mesmo).

Ah! da sua filiaçom a imensa maioria de falsimédios só deram seu nome: Ivan e as curiosas iniciais dos seus apelidos P.P. É claro que nom é um perigoso antisistema. Só é um assassino de mulheres que merece sua intimidade.
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Na Grécia podemita como na Espanha pepera: Presas por ser anarquistas ou por amizade com elas

Tasos Theofilou declarado inocente tras 5 anos preso entanto Irianna B.L é condenada a 13 anos de cárcere sem provas

Haverá quem, ao lêr este cabeçalho, que se diga que som um demagogo dado que a Syriza (o Podemos grego) nom estava no governo há 5 anos quando Tasos Theofilou fora detido e acusado de roubo a mão armada, assassinato e pertenência ao suposto grupo terrorista Conspiraçom das Células de Fogo (C.C.F.) graças a um material genético detetado num sombreiro que supostamente caira da cabeça dum dos ladrões entanto fugiam tras cometer um roubo com resultado de morte na ilha de Paros em 08/10/2012; e tampouco quando, julgado em 1º instância a finais de 2014, fora condenado a 25 anos de prissom sob cargos de cumplicidade por homicídio e roubo (já era só cúmplice e nom autor) e absolto de pertencer a C.C.F. O que o proprio Tasos considerou umha “soluçom temporal Solomónica” até o juízo na corte de apelaçom.

Sim governava Syriza quando tiverom lugar, este mesmo ano, as vistas da apelaçom ás que se referia Tasos e das que, como consequência, saiu agora absolto de todos os cargos quando já levava 5 anos preso por decissom política e com o aplauso entusiasta dos falsimédios que transmitiram sua detençom durante umha semana apresentando a Tasos como um assassino despiadado e suas fotos se volveram virais na rede. Estas suas palavras amosam seu estado de cabreio coa justiça e o regime: “Crio que o feito do meu arresto, a manipulaçom por parte dos médios de comunicaçom, minha detençom e minha conviçom inicial pugerom em perspectiva certos temas que nom tenhem a ver comigo persoalmente, senom que tenhem umha maior importância social e política, dado que é umha manifestaçom de como um estado policial despiadado intenta solidificar as dotrinas mais extremistas da repressom judicial: da natureza medieval do meu castigo público e do intento de reduzir os estereotipos criminais pre-modernos a um perfil fabricado, á criminalizaçom da amizade, do companherismo ou das relaçons sociais, assim como o uso de evidências sobrenaturais ou pseudocientíficas como o notório ADN num sombreiro, que constitue a base desta história, polo demais trágica”.
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Altsasu a vila onde umha liorta de bar é terrorismo

A fiscalia política do reino borbónico espanhol, a Audiencia Nacional (AN) substituta legítima e fidelíssima da antérior fiscalia política da ditadura franquista, o Tribunal de Orden Público (TOP), pede penas escándalosas para as 8 pessoas que tiveram umha liorta num bar a altas horas da noite durante as festas de Altsasu contra outras 4, das que 2 eram gardas civis. Suponho que esta petiçom fiscal vem motivada polo feito de que a liorta tivo lugar numha vila na que a Guarda Civil nom é bem mirada (se bem, pergunto-me eu: haverá algumha vila em tudo o estado espanhol na que sim se lhe tenha apreço verdadeiro?) e numha localizaçom onde, tudo quanto se passe contra dalgum elemento das forças armadas espanholas leva apostado um halo da ETA, pese que esta segue inativa desde seu anúncio de «cese da sua atividad armada» em 2011.

Como aporte em defessa dos moços e moças, além do já publicado nesta minha bitácora tempo há, tamém quero sumar este atinado comentário que recolhim da rede, que traduzo e colo: (o texto que recolhe a seguinte imagem está recolhido da rede e decidim eliminar o alcume da assinante polo que lhe poidera passar neste estado de criminalizaçom de toda oposiçom a sua “democracia a la española”):
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Ciclistas, a DGT e as forças de ordem.

Recém acedim a umha notícia na que um home denúncia que dois polícias nacionais espanhois, Rodolfo Álvarez Gago ao volante e Carlos José García Cuesta de copiloto, atropelaram mortalmente a sua mulher, umha cicloturista alemã de 65 años, na ilha de Mallorca, quando ambos estavam fora de serviço e iam circulando num coche oficial camuflado a grande velocidade. Tras embestir e matar á cicloturista, “desentenderam-se e abandoaram imediatamente o lugar sabedores que a vítima sofrera graves feridas”. Minutos depois do assassinato o copiloto pugera-se ao volante.

O home da mulher assassinada queixa-se de que um “POLÍCIA” atropelara sua dona matándo-a no ato e nom sae no spot da DGT; em referência ao polémico anúncio na que umha mulher de nome Anna denúncia que “um camioneiro atropelou ao meu home matándo-lo no ato”. Ao seu entender, que eu compartilho: “neste caso existem duas similitudes com o caso do aberrante anúncio da DGT, no qual fai referência e pom sobre a palestra, e incita ao ódio a todo um seitor do transporte: Um ciclista morto por um camioneiro, e outra ciclista morta por um polícia. A diferência está em que o falecido polo camioneiro foi num acidente fortuito sem intençom, e o da ciclista falecida foi provocado por um polícia fora de serviço, ébrio, circulava a grande velocidade, sorteando temerariamente ciclistas e adiantando em zonas proibidas manejando um coche oficial camuflado.
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Descobertos os intereses obscuros do PP no despejo do CSOA Escárnio

Estas fotos estám rulando pola rede; de feito eu recolhi-nas do FB do Escárnio. Lá ficam subtituladas sob as vozes de ordem: “ESCÁRNIO REOKUPADO! O ESPAZO RESISTE!”
Mas eu som mais da opiniom de que é a demonstraçom de porque o PP estava tam interesado no despejo!! Querem-no para que suas novas geraçons fagam seu ninho.
Chamaram-lhe “El niño de la gaviota”?
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A Guardia Civil e a organizaçom criminosa e jerarquizada de alunos do insti de A Estrada

As forças de ordem espanholas andiveram estes dias pola Galiza de caça de terroristas ás que aplicar as suas mais “dura lex” . Mas depois de duas detençons frustradas de okupas e de indepes (umhas e outras só estiveram umhas horas retidas) semelha que ficaram fastidiados de nom atopar nada que poidera server para encirrar, sem ser julgadas, okupas e indepes num talego e aplicar-lhes de imediato a lei antiterrorista. Para elo mesmo servírom-se dos falsimédios e utilizarom técnicas göbbelianas (umha mentira repetida mil vezes convírte-se em verdade) e nom duvidarom em enlaçar as notícias destas detençons coas de supostos jihadistas para criar similitudes nessas mentes passivas que seguem olhando para o televisor como se seguira a ser umha fonte de informaçom viável e crível (meu avô materno mandava calar quando nos estertores do franquismo iam ponher o “parte” na tve e meu pai durante anos tirou do típico bordom assertivo para revocar opinions contrárias ás suas: “que saberás tu, se até o digerom na tele”). Pero por muito que o tentaram nenhuma das detidas nesses dias vissitou mais cela que as das comissarias e enquartelamentos e, índa que ficam pendentes de ser julgadas, todas ficarom em liberdade.

Semelha que a nenhuma das detidas nestas operaçons repressivas poderom aplicar-lhe as leis antiterroristas pese que insistem em vincula-las a supostos grupos criminais organizados. Poida que fosse por isso, ou por algumha outra razom que escapa aos meus entendimentos, que deviam estar ávidos de obter algumha vitória ás suas ânsias prisioneiras.

E por fim se atoparom com o que desejavam: Numha escola de A Estrada (“La Carretera” para aqueles falsimédios que seguem gostando de castelanizar nossos topónimos) levavam meses investigando umha trama que estava a pôr em perigo a toda a humanidade conhecida e por conhecer e nos aquertelamentos da Guarda Civil andavam á espera de que se lhes permitira umha rápida e eficaz intervençom que poidera solucionar os graves problemas aos que se veria abocado o mundo de nom faze-la com toda precauçom e seguridade.

E o momento esperado chegou ontem.
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