Arquivo da categoria: Sin categoría

[Vídeo] Inés Arrimadas e C’s nom som únicas. Todas sorriem e depois enganam.

Anda rulando este vídeo polas redes onde Arrimadas e um seu assessor conversam de como atuar para conseguir cair bem e atrair votantes á sua causa.

Quem colam e compartilham soem fáze-lo para assim denunciar que em C’s se rim das suas eleitoras e mesmo que as consideram idiotas e nom se enteram de nada. Tamém pedem que rule para que assim se saiba que C’s nom é de boa laia.

Continuar lendo

Anúncios

Matemáticas para ativistas. Diferência entre “muita” e “pouca”

Atendendo ao cabeçalho poidera ser que alguém, ao lê-lo, fique pensando que errei ao escreve-lo; dado que, se bem os conceitos de “muito” e “pouco” indicam quantidades, suas categorizaçons pertecem ao âmbito da “Gramática” mas que ao da “Matemática”. E certo é que sua quatificaçom nom é um termo exato dado que ninguém pode assegurar de antemão se uma quantidade qualquer é representativa de muita ou de pouca quantidade sem ter como referência a quantidade total possível, o “tudo” com respeito ao que se determina essa adjetivaçom.

Para aclarar milhor os conceitos, Matemáticos gostam de tirar de exemplos práticos para sua milhor compreensom e assim: Ponhamos que ao observar as vestimentas da gente que há numa praça duma vila qualquer, vemos a simples vista que há 15 pessoas que vestem saia, e nesse momento poderemos dizer se essas 15 som muitas ou poucas em relaçom com o número total de pessoas que vemos nessa praza e, em base a esse cálculo e a tua própria escala de medir (cada qual tem a sua), poderemos depois contar a qualquer pessoa que nom estavira lá se havia muitas ou poucas pessoas com saia nesse lugar e nesse momento. É dizer 15 como número nom é representativo de muitas ou poucas, nom sendo que saibamos com respeito a que; de tal jeito que 15 serám muitas (mesmo muitíssimas) se o total de pessoas que vês na praça é de 18; mas serám poucas (ou pouquíssimas) se vês a 130.

Continuar lendo

REDES DE CORDIALIDADE – “APROXIMAÇOM A: QUE É SER ANARQUISTA E FEMINISTA?”

Fágo-me eco desta Bitácora Anarco_Feminista do grupo REDES nascido lá polo mês de novembro do ano passado como grupo de debate e reflexom anarco feminista e recolho (e traduzo) de Portal Libertário Oaca, esta sua apresentaçom na que dim:

“Cremos que desde este posiçonamento temos muito que aportar, como aconteceu no passado, ao feminismo atual. Somos mulheres do Estado espanhol e doutros países de fala castelana, por tanto, é um grupo virtual sem descartar algum encontro presencial. O nome do nosso grupo procede da proposta de Lucía Sánchez Saornil de formar “redes de cordialidade” em torno á revista “Mujeres Libres” aparecida em 1936. Entendemos nosso nome como uma rede composta de muitos fios, tecidos e amarrados para apoiar-nos mutuamente. Essa rede se desprega e nos acolhe com mais ou menos intensidade, vai e vem segundo nossas circunstâncias personais, pero está. E se está é porque estamos construíndo-la”.

Além dam conta de que “o primeiro debate realizá-mo-lo (dezembro 2018 – janeiro 2019) arredor do filme: “Millennium: o que nom te mata fai-te mais forte”. Deste debate elabourarom seu primeiro texto, necessariamente parcial e incompleto, que titularam “APROXIMAÇOM A: QUE É SER ANARQUISTA E FEMINISTA?”. Tamém aprofundaram a debater entre “VIOLÊNCIA, NOM VIOLÊNCIA, AUTODEFESA” mas reconhecem que houvo discrepâncias no Grupo, mas recolhem o Debate gerido ao respeito. Cópio e colo:

Continuar lendo

Carta aberta á assembleia de coidados (ou coidado com estas assembleias!)

Fágo-me eco desta Carta Aberta publicada em A Irmandade da Costa co galho de contribuir a sua difussom e dar pé a possiveis debates ao respeito do que cada quem entendemos por coidados e quem nom é merecedora de tais, mas tamém, além de para amplificar sua petiçom de solidariedade, porque Josinho é meu amigo, meu compa desde fai já uma porrada de anos e porque considero que foi maltratado por quem vam pola vida julgando sem parar-se a olhar a situaçom que vive cadaquem, tal qual fai a justiça do Poder. Cópio e colo:

A greve geral do 2013 resultou ser umha jornada mui combativa pela sua radicalidade (bancos destroçados, coches policiais picados, barricadas de lume,…) e na memória coletiva dos movementos sociais fica coma mais umha fita destes.

Mas a repressom cebou-se com seis das nossas companheiras anarquistas e em especial comigo, já que eu só sumava em dévedas ao Estado mais do duplo que as outras cinco compas, perto de 7500 euros de condena económica.

Desde o momento em que se conheceu a quantia das multas, pujerom-se em andamento os mecanismos de solidariedade, estabelecidos já em outras ocasons. Além, neste caso por parte das pessoas afetadas, decidi-mos organiçar umhas jornadas de Tatto-Cafeta no CSO Escárnio e Maldizer.

Quando começaramos a organizar ditas Jornadas várias pessoas implicadas atopávam-se fóra de Compostela, polo que depois da primeira assembleia, cada membro comprometeu-se a assumir diferentes tarefas e por encontrarmo-nos em lugares distintos decidimos seguir gerindo a organizaçom a través dum «grupo de wassap».

As minhas circunstâncias pessoais eram e som bem conhecidas por todas as pessoas que estavam na assembleia, mas quero lembra-las hoje aquí porque sentim que em nenhum momento se tiverom em conta:

Continuar lendo

De democracias e democratas. Sobre Venezuela e outras ervas

Venham as catervas de democratas de toda a orbe a seguir demonizando umas opçons e legitimando outras, a continuar determinando quais ideologias tenhem direito a exercer o governo tras ganhar um processo eleitoral e quais som destinadas a ser apresentadas nos seus mass merdas como irregulares ou nom merecedoras de ser respeitadas como ganhadoras.

Nisto semelha consistir a democracia representativa, aquilo que suas apologistas -ou milhor chamar-lhes “apologhetas” (assim com gheada)- consideram o milhor Sistema de Governo de todos os possíveis.

Por suposto estas “apologhetas” nom dam possibilidade alguma a prantejar-se viver sem Governos e em perfeita Anarquia e negam pola tremenda essa opçom em base a que, segundo elas, a Anarquia é só uma Utopia e como tal resulta irreal e irrealizável.

Continuar lendo

Assim atuam PODEMITAS ANTICAPITALISTAS!! Kichi de Cádiz assina denúncia de Okupaçom

Nom é a primeira vez que adico uma entrada deste meu blogue a tal elemento (ver ao final). Kichi de Cádiz, home da jefa podemita andaluza Teresa Rodríguez, tem essa peculiaridade de contradiçom total entre o que di que pensa e o que realemente fai; e se até agora seus “pecadinhos” tinham mais que ver coa sua teima em aledar a toda a parróquia -otorgando medalhas a sua virgem do Rosário, do que sua nai é moi devota, ou de fazer apologia das armas e dos assassinatos de Estado coa sua postura a prol da construçom barcos de guerra nos asteleiros dessa cidade sob a escusa de favorecer o mantemento de postos de trabalho, e sem ter na conta de que, para mais “inri”, esses barcos de matar vam com destino á armada de Arábia Saudi, um dos paises ditatorias com mais denúncias por vulneraçons dos direitos humanos- agora vêm de ser posto em evidência por um grupo de 25 pessoas refugiadas e sem fogar, que alertam de que foi Kichi -pese a nega-lo por ativa e passiva nos falsimédios- quem assinou a denúncia contra da oKupaçom da chamada “Casa de Cádiz” ubicada em Barcelona e que levava 14 anos em situaçom de abandono, como demonstra esta imagem da denúncia:

Continuar lendo

Venezuela e as anarquistas

Eu, do tema de Venezuela, de se entre Maduro e os Xanquis (se para a RAG os ionquies som xonquis…) ficarei sempre com o Povo; e mais com esses povos originários que lutam contra do extrativismo brutal do petroleo e do gas que está a acabar com suas costumes e maneiras de viver em comuniom com o resto da natureza.

Para as fanáticas esquerdistas chavistas só lembrarei que em 2013, ainda vivo Chaves, morrera assassinado polas suas moi leais tropas revolucionárias, o chefe yukpa Sabino Romero, conhecido pola defessa dos direitos do seu povo e em particular pola luita contra da expansom da megamineraçom desde que Hugo Chavez anunciara a triplicaçom da exploraçom de carvom em 36 milhons de toneladas métricas anuais nos territórios habitados polas diferentes etnias aborígenes.

Recordar-lhes que a luita de Sabino Romero desenvolvia-se, no fundo, contra o modelo de desenvolvimento baseado na extracçom e na comercializaçom dos recursos petrolíferos, de gas e minerais para o mercado mundial, papel atribuído à Venezuela pola globalizaçom económica. Por isso a resistência de Sabino era uma resistência ao modelo económico. Por isso havia que tirá-lo dali, de qualquer maneira. Por isso 13 yukpas foram mortos e todos ficaram impunes até hoje. Sabino juntára-se a uma lista de luitadores assassinados durante o governo bolivariano por defenderem seus direitos, tais como tamém se passara com, entroutros, Mijaíl Martínez, Luis Hernández, Richard Gallardo e Carlos Requena.

Continuar lendo