Arquivo da categoria: Terra em luita

Descerebrados pintan esvásticas na fachada do C.S.O. A Insumisa (A Corunha)

Colo tal qual da sua web:

A mañá do pasado luns a fachada do Centro Social Okupado coruñés A Insumisa amenceu decorada cun puñado de esvásticas, pintadas con rotulador, superpostas ao letreiro da okupa. Evidentemente o asunto non reviste moita importancia: algún descerebrado pretendeu, con tan insignificante xesto, descargar a frustración que lle produce a boa marcha de tan activo e prolífico Centro Social. Nunha cidade de máis de 250.000 habitantes ten que haber de todo, pero aquí os nazis son absolutamente marxinais e anecdóticos, probablemente haxa máis xente nesta cidade que beba os seus ouriños, ou que se dediquen a domar iguanas que verdadeiros seguidores de Hitler. É por iso que semellantes mentecatos vense obrigados a descargar a súa frustración ante a boa marcha do movemento antagonista e asembleario con absurdas chiquilladas.
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Aviso para pelegrinas: O que vos contaram da neve na Galiza nom tem que ver nada co clima

Depois de comprovar “in situ” e “de visu” que as e os pelegrinas destes tempos substituirom “ex profeso” os báculos de pau “ad hoc” para peregrinagem -que todas suas predecesoras usavam “in illo tempo”– por bastons de esqui de neve rematados em perigosa ponta ; lanço desde esta minha gávea este aviso intencionado para que depois, ninguém que venha a Compostela com intençons de se lançar costa abaixo por umha pendente nevada, se chame a engano:

Se algumha vez estando por vossas terras do além, escutáchedes dizer alguém que na Galiza havia moi boa neve e mesmo se alguém algumha vez vos comentou que nosso presidente tinha grande gosto por ela; nom se estavam a referir a precipitaçom de cristais de gelo agrupados em flocos ou folerpas e formados pelo congelamento do vapor de água que se encontra suspenso na atmosfera nem aos próprios flocos desses cristais. Acho que há um pequeno erro de interpretaçom léxico pois a única estaçom de neve que há na Galiza é a de Cabeça de Manzaneda que está ubicada bem longe de Compostela e penso que nom há nenhuma ruta oficial entre ambas localidades que figure entre os múltiples caminhos de glória que chegam agora a Compostela.
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Nom som Bosques que som Cultivos. As plantaçons de Eucaliptos e Pinheiros som um perigoso combustível

Nestes dias, abrumado pola seca que padecemos por toda Galiza, seguim lendo tudo quanto caia nas minhas mãos ao respeito das causas que originam os grandes lumes que em cada época estival (e nom só pois até o mês de abril já arderam neste ano 2017 case 3.000 hectáreas na Galiza) arrasam nossa terra. Dos porquês esta Terra tam húmida é vítima ano tras ano destas desfeitas que som, na sua imensa maioria e sem dúvida algumha, autoria da mão humana quando nom da sua egoista mente planificadora.

O gram incêndio de Pedrogrão no nosso pais vizinho está a ser considerado como ínedito, nom quanto às dimensons senom em quanto ao comportamento de fogo e o tipo de propagaçom, denominada polos expertos como “convectiva dominante”.

Isso está a dar pê a que saiam á luz certos aspeitos deste lume que venhem ponhendo o olho do furacám na política forestal (Portugal ao igual que Galiza som vítimas de políticas forestais pensadas só em termos de rendimento económico para empresas madereiras e pasteiras).

Emanuel Oliveira, bombeiro português, autor do blogue ‘Fogos Florestais’ aclara que a classificaçom dos incêndios de acordo com o fator que domina a propagaçom do fogo, divide-se em três grandes tipos: os do tipo ‘vento’, quando é o vento que conduz e domina a propagaçom; do tipo ‘topográfico’, quando a propagaçom é dominada pelas características físicas do terreno; e por último os incêndios do tipo ‘convectivo’ ou também denominados de incêndios de combustível, quando o fator dominante da propagaçom som os combustíveis, pela sua carga e disponibilidade, pelo tipo/modelo de combustível (herbáceas, matos, povoamentos e resíduos florestais), pela sua distribuiçom espacial e pelo seu estado fenológico (o estado das fase de vida da planta).
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Na Grécia podemita como na Espanha pepera: Presas por ser anarquistas ou por amizade com elas

Tasos Theofilou declarado inocente tras 5 anos preso entanto Irianna B.L é condenada a 13 anos de cárcere sem provas

Haverá quem, ao lêr este cabeçalho, que se diga que som um demagogo dado que a Syriza (o Podemos grego) nom estava no governo há 5 anos quando Tasos Theofilou fora detido e acusado de roubo a mão armada, assassinato e pertenência ao suposto grupo terrorista Conspiraçom das Células de Fogo (C.C.F.) graças a um material genético detetado num sombreiro que supostamente caira da cabeça dum dos ladrões entanto fugiam tras cometer um roubo com resultado de morte na ilha de Paros em 08/10/2012; e tampouco quando, julgado em 1º instância a finais de 2014, fora condenado a 25 anos de prissom sob cargos de cumplicidade por homicídio e roubo (já era só cúmplice e nom autor) e absolto de pertencer a C.C.F. O que o proprio Tasos considerou umha “soluçom temporal Solomónica” até o juízo na corte de apelaçom.

Sim governava Syriza quando tiverom lugar, este mesmo ano, as vistas da apelaçom ás que se referia Tasos e das que, como consequência, saiu agora absolto de todos os cargos quando já levava 5 anos preso por decissom política e com o aplauso entusiasta dos falsimédios que transmitiram sua detençom durante umha semana apresentando a Tasos como um assassino despiadado e suas fotos se volveram virais na rede. Estas suas palavras amosam seu estado de cabreio coa justiça e o regime: “Crio que o feito do meu arresto, a manipulaçom por parte dos médios de comunicaçom, minha detençom e minha conviçom inicial pugerom em perspectiva certos temas que nom tenhem a ver comigo persoalmente, senom que tenhem umha maior importância social e política, dado que é umha manifestaçom de como um estado policial despiadado intenta solidificar as dotrinas mais extremistas da repressom judicial: da natureza medieval do meu castigo público e do intento de reduzir os estereotipos criminais pre-modernos a um perfil fabricado, á criminalizaçom da amizade, do companherismo ou das relaçons sociais, assim como o uso de evidências sobrenaturais ou pseudocientíficas como o notório ADN num sombreiro, que constitue a base desta história, polo demais trágica”.
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21-23 Julho – “Corme Folki 2017” – Um foco de Cultura do povo

Outro ano mais, coa mesma energiaa dos anos anteriores na Noite de Encantos da Furna. A boa música achegára-se a Corme da mão do CORME FOLKI para seguir demostrando que somos donas da nossa cultura e da nossa festa, que nas nossas mãos está criar umha alternativa real á cultura oficial das grandes orquestras e dos grandes grupos com cachê.

Continuamos a crer que a cultura nom é un negocio, que a nossa música nom precisa de miles de euros para expressar-se.

Um pouco de história

Difícil falar em poucas linhas do que entre todas criamos nestas case duas décadas de projetos autogeridos e sem ánimo de lucro na vila de Corme.

Isto começou no século passado, ano 1999, quando as primeiras notas amplificadas soaram na Furna do Osmo. E agora 18 anos depois nom soarám notas amplificadas na Furna, mais a festa, os Encantos e a música tradicional estarám presentes nela na noite do venres 21 de julho com um espetáculo de foliada, percussom e dança. Na Furna nasceu tudo e ainda que os concertos da noite do sábado 22 vaiam ser na Praça da Ribeira, na noite do 21 desfrutaremos de boa música regada dumha queimada.

E como nom o Sábado 22 de julho a Praça da Ribeira será o lugar de encontro da boa música, circo, títeres, foliada… Cum programa de atividades desde o meio-dia até bem entrada a noite.
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“Llega la Caballería para salvar al monte de los incendios” – “Cubrirá toda Galicia”

Com este cabeçalho escrito na sua língua habitual, ECG, o jornal das risas compostelã, titula o artigo redatado por Elena Piñón e publicado na versom em papel deste diário. Nele, a entusiasta jornalista, pom fim a todos nossos medos em quanto á mais que presumível vaga de lumes que nos vai asolar Galiza no vrão.

E para aplacar as incrédulas, começa assim sua entusiasta e tranquilizante crónica: Galicia tiene todos los medios humanos y materiales para salvar a sus montes de las llamas en un verano que se presenta amenazador por la sequía y la previsión de altas temperaturas. Brigadas, helicópteros, motobombas… solo faltaba la Caballería. Y ya está aquí” (sic).

Para quem coma mim, ainda nom as temos todas conmigo ou consigo, Elena parte seu apelido pola Unidad de Caballería del Cuerpo Nacional (CNP) vinda desde Castela para fazer fronte á Operaçom Lumes 2017 (aviso para despistadas: nom se trata de outra operaçom repressiva orquestrada contra anarquistas ou indepes) e além, para ocupar-se da seguridade no caminho de Santiago. Dita unidade vai ter sua base em Compostela e Ponte-Vedra e desde lá cobrirám as quatro provincias galegas.
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Homenagem a Iosu Expósito – Eskorbuto – no seu 25 cabodano. Amor fraterno

Um dos meus irmãos, Jesús, é o autor deste magnífica e magna homenagem a Iosu, guitarra e segundo cantante do grupo punk vasco Eskorbuto. “Ya No Quedan Mas Cojones Eskorbuto A las Elecciones”. “El rock no tiene patria, ni siquiera la vasca”

Assim apresenta na rede seu trabalho recolhido num surpreendente vídeo-criaçom, autoria de Violet Vox (que é quem sae no vídeo de quando em vez): “Em 31 de Maio cumpriu-se o 25 aniversário do passamento de Iosu Eskorbuto. Nunca saberemos o ke nos poderia ter deixado se nom se tivera ido tam pronto. Só sabemos o ke nos deixou: o punk mais lúcido, honesto e raivoso de todos os currunchos deste puto planeta. Agora e sempre Eskorbuto presente! Com todo o amor e respeito para sua família, em especial Unai e Jose”.
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