Arquivo da categoria: Terra em luita

Vídeo da Revoluçom das Mulheres contra o fascismo em Efrîn

Colo da web Rojava Azadi Madrid este vídeo (com legendas em castelám) autoria de Zozan Sima, membra da Académia de Jineoloji de Rojava, quem explica a visom sociológica de Jineoloji sobre Efrîn. Esta guerra está atacando a cultura e a revoluçom das mulheres, que é ao mesmo tempo a revoluçom social.

É momento de atuar. A campanha “Women Rise Up For Afrin – Mulheres erguémo-nos por Efrîn” entra na sua segunda etapa.
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[A Corunha] Sábado 14 desde ás 09:30′ Concentraçom na Defessa do CSO A Insumisa diante do C.C. da Cidade Velha

Recolho a informaçom da página deste CSO numa rede social:

Este sábado 14, ás 9:30 da manhã no Centro Cívico da Cidade Velha (Rua Veeduría, 2), o governo do concelho da Corunha convoca a primeira sessom de trabalho do projeto das Naves do Metrosidero. A “cópia” institucionalizada e fagocitada polo poder do nosso centro social, repartíndo-se o construido desde abaixo quando inda está vivo, anulando nossa horizontalidade, nossa autonomia e a autogestom que identificam um CSO como A Insumisa. Noutras palavras, para gerir mais centros cívicos infrautilizados baixo novos nomeamentos.

Como resposta a este processo de pilhagem, o Grupo de Apoio á Insumisa convoca este sábado ás 09:30 uma Concentraçom ás portas do Centro Cívico co objetivo de amossar nosso total rejeite á fagotizaçom dum espaço que já é de todas, construido de jeito horizontal e autónomo, e tamém para informar sobre dito espaço, lembrando uma vez mais que as portas da Insumisa estám abertas para qualquer coletivo ou pessoa que queira participar sem ánimo de lucro.
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“Los borbones son unos ladrones”. Resposta do rap estatal á repressom

Recolho (e traduzo) do Mondo Sonoro

Treze nomes da cena autoinculpam-se em “Los borbones son unos ladrones” rapeando alguns dos versos polos que condenarom a cárcere a Valtonyc, Pablo Hasel e La Insurgencia.

Trata-se, mais que nada, de passar á ofensiva. De expôr o ridículo e alarmante duma onda repressiva que pode levar a qualquer -de esquerdas- ao cárcere por uns tuits ou uns versos duma cançom. E fíxo-se em forma de tema e videoclip, protagonizado por nomes tanto veteranos da cena –Frank T, Elphomega ou Rapsusklei– como formaçons emergentes como IRA e Machete en Boca, passando por ZOO, Def Con Dos, Tribade, La Raíz, Homes Llúdriga, Los Chikos del Maíz, Noult e a argentina Sara Hebe. Todas elas rapeam versos próprios e prestados sobre um beat de Juan Pablo Balcazar, Clara Peya, Antonio Torres Vega e Roger Martínez Solé criado para a ocasiom.

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Acontecementos em Efrîn do 30 de março ao 5 de abril de 2018

Recolho (e traduzo) de Rojava Azadi Madrid, que á sua vez recolheram e traduziram de IC Afrin Resist:

Introduçom

Coa derrota do ISIS na Síria e especialmente depois da liberaçom de Raqqa em outubro de 2017, o Estado turco intensificou as suas ameaças e ataques contra a Federaçom Democrática do Norte de Síria. Neste contexto, a guerra de ocupaçom turca contra Efrîn começou em 20 de janeiro de 2018 violando o direito internacional e a soberania do seu pais vizinho. O exército turco lançou esta guerra em cooperaçom com grupos jihadistas das filas do FSA. Muitos deles som antigos membros da Al-Qaeda ou ISIS.

Desde princípios de março, todos os distritos e o centro da cidade de Efrîn foram objeto de intensos bombardeios e vigilância por médio de drons do exército turco; estes ataques foram especialmente dirigidos contra civís. Em 18 de março, mais de 200.000 pessoas abandonaram o centro da cidade, sendo evacuadas para evitar um genocídio real. Desde entom, a maioria das refugiadas permanece na regiom de Shehba sem nenhuma garantia de seguridade nem apoio internacional.
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2ª etapa da Campanha Internacional “Mulheres Ergám-se por Efrîn, Medra a Resistência!

Colo (e traduzo) de Rojava Azadi Madrid:
A nossa cidade de Efrîn foi conhecida polo mundo sobre a base das salvagens ataques perpetradas polo exército turco e os grupos jihadistas apoiados por Turquia. E fizera-se famosa pola resistência do seu povo contra a ocupaçom fascista. Efrîn converteu-se no símbolo da revoluçom da mulher e dos povos, o símbolo da democracia multicultural. Desde o começo da história da humanidade, Efrîn e a sua natureza jogaram um papel central no desenvolvemento das virtudes humanas lideradas por mulheres: como a agricultura, a vida social e a solidariedade. A primeira revoluçom das mulheres tivo lugar nesta terra.

A imposiçom da opresom masculina conduzem á Primeira Ruptura no corpo, a cultura e a existência das mulheres e a sociedade. O chão e os valores da deusas-nai Taratha e Ishtar foram saqueados e ocupados. Hoje em dia estámo-lo presenciando, nos homes opressores e os exércitos de ocupaçom dirigidos á subordinaçom das mulheres, a sociedade e a natureza mediante a imposiçom da sua cultura da violaçom, assimilaçom e escravitude. Pero a resistência das mulheres e a sociedade, jamais poderá ser aniquilada.
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Tudo um Ejemplo de Dignidade: O “Sindicato de Manteros y Lateros” rejeita 5000 € que Ahora Madrid aportou ao seu “Goteo”

Nesta bitácora, na coluna direita, figura desde há vários dias o acesso a sua campanha de crowdfunding em Goteo com o cabeçalho destacado “Auto-organizaçom e Apoio Mútuo contra as fronteiras” Gotejo Solidário co Sindicato de Manteros e Lateros de Madrid , uma iniciativa solidária que parteu das migrantes residentes em Madrid. sob o objectivo geral de que todas as pessoas, independentemente da sua origem, tenham acesso a uma vida digna e plena.
Agora venho de saber por uma sua publicaçom numa rede social que venhem de fazer público seu rejeite a 5000 € dados por Ahora Madrid ao seu projeto de crowdfunding em Goteo ao tempo que convidam “ás personas que realmente queiram apoiar-nos na nossa luita, colabourem económicamente neste crowdfunding”; goteio que, por certo, pecha amanhã quarta feira, mércores.

Além soubem por OK Diario da repatriaçom do corpo de Mame Mbaye em 28 de março passado até Touba, seu lugar de nascemento, onde foi enterrado. Seu translado foi costeado pola comunidade senegalesa, a través de pequenas aportaçons, “dinheiro dos petos dos senegaleses” e de gente do bairro de Lavapiés que preparou comidas para vender” com o que tamém “criou-se um fundo para a família”.  Além soubem da negativa deste coletivo a admitir a ajuda da embaixada de Senegal porque  “nom lhes importa o acontecido, nom figerom nada”. “Nunca vinherom apoiar”.

Colo acá (traduzido) a sua explicaçom a tal Ato de Dignidade que eu aplaudo:
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Alegaçons do C.S.O. A Insumisa diante da ordem de despejo notificada polo concelho da Marea Atlantica

O processo de despejo da okupa corunhesa “A Insumisa” já está em marcha desde que o concelho da nova política (que é igual que a velha pero muito mais hipócrita em quanto as suas relaçons contra da cidadania organizada) déra-lhes 10 dias para apressentar alegaçons. É por isto que desde a assembleia da Insumisa acordaram respóstar-lhes tirando de retranca. Cópio e colo duma rede social seus acordos (mantendo sua grafia junteira):
Aquí deixamos as alegacións a modo de resposta ao requerimento de desaloxo do CSO (vai con algo de retraso, mais mellor tarde que nunca):

AO CONCELLO DA CORUÑA
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Medio Rural: “Pôr caçadores a vigiar os lumes no monte é como chamar a raposa para tomar conta do galinheiro”

Já dim conta em várias entradas desta minha bitácora das minhas suspeitas de que os disparos dos caçadores tiveram algo a ver com a vaga de lumes desatada na data aciaga do domingo 15 de outubre passado que sinificara a queima de 50.000 hectares da massa arvórea da Galiza e na que morreram quatro pessoas.
Fora justo nesse domingo quando começara o periodo hábil de caça aprovado pola Direçom Geral de Património Natural da Junta de Galiza; a tal efeito várias colegas certificaram-me que nessa jornada, desde bem cedo na manhã, já andavam os caçadores a tiros polos montes. Ou seja que, pese ás previsons meteorológicas que auguravam moi fortes ventos furacanados; o começo da tempada de caça 2017-2018 nom foi suspensa.
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Brigadas Deseucaliptadoras do Povo uma boa iniciativa para combater a Trama-Máfia do Eucalipto na Galiza

Nestes dias estám saindo á luz diversas informaçons sobre o eucalipto -espécia invasora e pirófita em mãos de desalmados- que afetam de maneira direta á situaçom desta árvore na nossa terra:

A primeira a ter moi em conta é a publicaçom dum ditame, adoptado por unanimidade, do Comité Científico de Flora e Fauna Silvestres do Ministerio de Agricultura, Pesca e Medio Ambiente espanhol que recomenda a inclusom do Eucalipto no Catálogo Estatal de Espécies Exóticas e Invasoras. O ditame inclue nas suas recomendaçons a todas as variedades de eucalipto, desde a globulus á nitens, e sugire “extremar a precauçom com novas introduçons e plantaçons” e realizar “medidas de erradicaçom denantes de que se produza a invasom”. Além resalta que estas árvores alteram a biodiversidade e implicam um elevado risco de incêndios.
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Anulam a multa a participante na manifa em protesto polo despejo do CSO Escárnio

Recolho a informaçom do artigo de David Lombao no Praza.gal

800 € era a quantidade reclamada pola Subdelegaçom do Governo espanhol na Corunha como proposta de sançom contra esta pessoa baseándo-se só na informaçom dos corpos policiais que repremeram com dureça sobre as manifestantes que em 10 de junho de 2017, sentadas na rua diante do edifício do antigo colégio elitista compostelá “Peleteiro”, protestavam contra do despejo do Centro Social Ocupado “Escárnio e Maldizer”, entanto outras manifestantes levavam a cabo uma ocupaçom simbólica e frustrada desse prédio valeiro ubicado na zona nova de Compostela. A multa tivera sua origem nessa “sentada” e fundamentáva-se numa suposta negativa a identificar-se, assim como a despejar a rua, “graves delitos” que encaixariam no artigo 36.6 da Lei Mordaça ; se bem tal multa vêm de ser anulada polo julgado do contencioso administrativo nº 2 da Corunha ao considerar que foi uma “resoluçom contrária a direito” e a Subdelegaçom do Governo condenada a assumir as costas do processo por um importe de até 400 €, o equivalente ao aportado pola manifestante no seu dia como sançom por pronto pagamento. Resoluçom judicial contra a que só cabe recurso de casaçom.

O juíz considerou que tras examinar “os feitos relatados” e mais a documentaçom relativa, “a ordem nom foi individualizada em modo nenhum”, senom genérica, e ainda assim “foi cumprida no que atinge ao abandono da via pública”, nom havendo pois desobediência nem negativa a identificar-se.
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