Arquivo da categoria: Universidade

Mais claro água: “Las cosas se cambian desde las instituciones” Pablo Iglesias dixit

DibujoE nom só deitou isso numha conferência dos cursos de vrão da Universidad Complutense de Madrid (UCM), tendo de fundo os logos do Banco de Santander da sua benquerida família Botín (*), senom que remachou a frase com esta sua sentência:

“esa idiotez que decíamos cuando éramos de extrema izquierda de que las cosas se cambian en la calle y no en las instituciones es mentira”.

Que cada quem tira suas conclusons, que eu já deito acá as minhas:
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Hoje ás 12 Concentraçom diante do reitorado “Eu tamém som Teteiro Ceive” – O des-governo da USC contra-ataca a prol do machista Luciano Méndez

13072911_1532584703716692_5697379773797939179_oOntem na Feira de S.Pedro passarom-me para assinar umha folha da Campanha “Eu tamém som Teteiro Ceive” na que as moças e o moço, alunas do master de Igualdade, Género e Educaçom, denunciam a perseguiçom do reitorado contra elas por ter assistido a umha aula do machista Luciano Méndez interrumpindo-lhe “com retranca e escotes” como necessária resposta á situaçom criada ante o silêncio corporativista do governo da USC, tal como contara nesta entrada do meu blogue.

Tal como contam, umha vez que dita açom tivo repercussom na imprensa, a USC anunciou a apertura dum expediente disciplinário ao profesor Luciano Méndez.
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A voltas com o machista Luciano Méndez, professor da USC e seus “laureados compinches”

30 Temia-me muito que a minha volta de feiras a situaçom criada por este energúmeno machista ia seguir inamovível no mundo corporativista da USC, mas errei, e nom porque houvera movemento de fichas para desalojar a este elemento da USC, que “nasti de plasti”, senom que agora venhem a sair á palestra dos falsimédios espanhois feitos na Galiza, uns homes que se dim escritores (mesmo um sempre assina dando fe dos seus prémios literários) e que venhem a criticar a valente açom levada a cabo polas estudantes do grado de Género, Igualdade e Educaçom, do que dim conta nesta minha bitácora.

Um de-les, o mais avesso, começa a sua crónica dándose-lhas de inimigo do machismo: “A mis dos hijas día tras día las empujo a luchar por su dignidad, muy por encima de cualquier otra virtud” e mesmo critica a atitude do professor para depois pôr a feder ás estudantes que se atreverom a cantar-lhe as quarenta ao macho com umha jaculatória que da cambadelas ás suas proprias filhas depois de empurra-las, e cópio (sic): Continuar lendo

Umha resposta contundente contra o machismo na docência universitária entanto segue a cumplicidade corporativista

Fotogrupal Ontem soubem da estupenda açom dumhas moças (e um moço) estudantes do Master de Género, Igualdade e Educaçom da USC que assistiram á umha aula de Luciano Méndez, o professor machista do que já vos falei há coisa dum mês, interrumpindo-lhe “com retranca e escotes” como necessária resposta á situaçom criada ante o silêncio corporativista do governo da USC e a case nula toma de medidas (o docente segue a impartir aulas e a discente foi mudada de aula). Vaia por diante o meu aplauso.

Dias antes e com a conivência dum falsimédio, o elemento em questom seguia a botar dejetos pola sua boca e recém saia publicado umha sua nova opiniom na que se considera a vítima da situaçom e mesmo bota-lhe as culpas dos seus impropérios a umha aluna á sua “complicada tetosterona”(!!!).
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Os privilégios da casta na USC: Outra “volta de porca”

opinion-665-birrete Já levo tratado o tema em diferentes entradas deste blogue e o que me anima a seguir dando a lata é o feito de que se confirmam as minhas teses sobre o peculiar corporativismo endogámico das ilustres cabeças cobertas de capelos catedráticos na USC e assim é de sinalar a posiçom “mais que favorável” do atual jefe máximo desta instituiçom pública, o seu reitor Juan Viaño, que vem de declarar ante os falsimédios a sua total disposiçom a mudar as regras do jogo para que o acesso á cátedra seja “umha verdadeira promoçom interna” e evitar que poidam apresentar-se á mesma professorado titular doutras universidades do estado. Ou seja facilitar ao máximo o acesso exclusivo ás mesmas.

Em troques é de agradecer que algum membro capelar desta instituiçom, como o catedrático de História Antiga José Carlos Bermejo publicara nesta fim de semana no jornalucho local umha sua opiniom (em castelám) com o cabeçalho “Felices en Fonseca” da que (se bem nom compartilho muitos dos seus argumentos como o de que “a LRU do ministro J.M. Maravall, (…) foi necessária e positiva em conjunto para a universidade”), ressalto o final do seu artigo que traduzo e colo porque vai na linha do que venho denunciando eu nesta bitácora:
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Aspirantes á Cátedra na USC: Insolidários reclamam privilégios da casta!!

jpg Já me referim noutra entrada a esta espécie privilegiada das universidades e da sociedade, e hoje quero reafirmar-me no escrito depois de conhecer que nesta semana vários membros do professorado titular da USC irrumpirom um seu Conselho de Governo para reclamar para eles a dotaçom de prazas de catedráticos por via promoçom interna e contando com o apoio explícito dumha sua companheira catedrática em funçons de valedora do povo, que igual deviera mudar o nome por o de valedora dos priviliegiados.

Num momento no que o estudantado de várias faculdades e escolas está em greve para exiger a dotaçom de prazas de ajudantes docentes para cobrir as baixas e ter todas as matérias cobertas, saem estes privilegiados a exiger que se gastem milhons de euros na dotaçom de novas prazas de catedráticos!! E nom só isso, senom que buscam eliminar a competência externa (por lei podem opositar a essas prazas qualquer titular acreditado em qualqueira das múltiples universidades públicas do estado) exigindo a criaçom dumha promoçom interna á que só poidam aceder as titulares da USC, ou seja só umha pessoa por praça sem competência algumha.
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“A ESCOLA NA DEMOCRACIA”. Entrevista a Pedro García Olivo, para o jornal anarquista “El Amanecer”

O anarquista que trabalha para o Estado, dando classes por exemplo, encarna a máxima contradiçom concebível, o cinismo mais vergonzante: nom se engana em absoluto, nom é vítima dumha ilusom, dumha mentira interior (…), pois o sabe tudo, sabe para quem se vende, a câmbio de que se lhe paga, a ignomínia da sua ocupaçom e da sua vida, e segue com tudo adiante…

idea 1 Navigando, navigando, arrivei por azarosos ventos (e porque tinha que chegare) a esta intensa entrevista sobre a escola em democrácia a meu bo amigo Pedro, cabreiro incipiente (ou já nom tanto), mestre da vida e pedagogo transgresor; de-la recolho (e traduzo) a sua resposta a primeira pergunta que versa sobre Universidade e Anarquismo, se bem convido a sua leitura á íntegra (em castelám) nesta ligaçom ao seu blog “Los Discursos Peligrosos”

Sendo a Universidade um campo de concentraçom, onde circulam tanto amos como escravos (académicos e estudantes), estes últimos ainda insistem en recorrer a ela como umha saida ou bem como um ponto de encontro: talheres, foros, encontros, atividades, etc.
Vostede tamém foi partícipe de-la, seja desde o espaço académico de formaçom e mais tarde como um ouvinte (…).
Cabe perguntar-se o seguinte: ¿É válido fazer desde ali um dano ao aparelho educativo e como ve vostede esta enorme contradiçom de seguir recorrendo ou buscando ne-la umha espécie de mobilidade social ou se, prefíre-o, umha espécie de conciezaçom de massas?
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A Universidade de Compostela: Um ninho de cumplicidade corporativista ante os abusos “dos seus”

luciano_mendez Na semana passada foi tema principal nos falsimédios galegos as barbaridades machistas de Luciano Méndez Naya (na foto), docente de Matemáticas na Fac de Económicas da USC vomitadas numha aula sobre o jeito de vestir dumha sua aluna: «desconcéntra-me o ruído dos bolígrafos e o escote de María»; «já che digem o primeiro dia que me desconcentrava o teu escote» e «empénhaste em traer escote até o embigo» e a posterioridade como colofom em resposta ás lógicas protestas da agredida chamándo-lhe machista asqueros: «Se fosse machista pegábache umha hóstia». E o pior nom foi só isso senom que, quando tivo a oportunidade de retificar, adicou-se a ratificar e confirmar as suas barbaridades na imprensa e mesmo a responsabilizar á moça das mesmas por increpar-lhe chamándo-lhe “machista asqueroso”, e que foi precisamente esse matiz de “asqueroso” o que mais alterou ao pobrinho docente por considera-lo duplemente vejatório e só arrependiu-se (ao seu jeito) de ter-lhe “oferecido umha labaçada” e mesmo tirou da oportunidade mediática para tentar dar aulas de feminismo ao declarar que confia em que este tipo de feitos nom se usem para fazer espectáculo com temas tam sérios como o machismo e a violência machista e alega que isto “lhe faria perder credibilidade a umha luita feminista que considera respetável e profunda” (???).

O primeiro que me chamou a atençom é que, constituindo estas suas palavras um ejemplo de promoçom da violência de genero contra a que, supostamente, os medios estám colabourando em campanhas de denúncia, nom se digera nada, até passados uns dias, sobre a filiaçom do asqueroso (além de que impartia aulas em Económicas) e em troques o nome e foto da agredida saira de corrido.

O segundo que mereceu o meu olhar desde a minha gávea foi a nula informaçom nestes falsimedios sobre outro sucesso acaecido na USC com muita ilaçom com este e que recolho do Sermos Galiza:

Pedem cinco meses de prisom para tres estudantes por um escracho a um professor
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Como poder chegar a catedrático de universidade em poucas leçons

_screenshot4_4792b64b Hoje já nom é tam doado acadar umha cátedra mas o passo a seguir polas poucas afortunadas nestes tempos é bastante similar, salvo honrosas excepçons, ás que na época de bonança jurdiram lá polos finais dos anos 80 e primeiros 90 do século passado; nom há tanto pois.

Na altura, jurdiram dúzias de novas universidades polo estado espanhol como consequência da aplicaçom da LRU por obra e graça dum ministro sinistro que depois seria secretário geral (ou general) da OTAN, Javier Solana quem na atualidade, vindo ao caso, imparte a Cátedra de Liderança e Gobernaçom Democrática na ESADE (em catalá: Escola Superior d’Administració i Direcció d’Empreses), umha universidade privada de Barcelona.

Essas novas universidades se formaram sob a escusa de facilitar o acesso á universidade á gente que morava nas grandes cidades onde só havia algumhas faculdades ou escolas universitárias, algumhas mesmo com só 1 ciclo do que na época eram os estúdos de diplomatura, de minor valor “sócial” que a licenciatura. Assim na Galiza se passou dumha só Universidade com o campus central em Compostela e campus nas outras 6 grandes cidades a 3 Universidades diferenciadas que seguiam tendo campus centrais e secundários.
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Podemos: a Casta Universitária

Bp9dFbCCEAA3yn8 Se alguém tem ganhas de perde-lo tempo pode acodir a comprovar o que eu mesmo já figem: Todas as pessoas que ocupam um cargo de responsabilidade em Podemos, todas, tenhem estudos universitários, a maioria relacionados com Direito, Políticas e Empresariais e ejerciam como tais profissionais denantes de viver da política representativa.

Entre os e as “podemitas” com responsabilidade no partido nom há paradas de longa duraçom, nem de pequena, nem albaneis, nem marinheiros, nem agricultoras, nem secretárias, nem dependentes, nem camareiras, nem “amas de casa”; todas, formam parte dessas privilegiadas que puido aceder a estúdios universitários (umha terceira parte da povoaçom); mais ainda, nenhuma de-las conheceu o que é estar sem cobrar polo seu trabalho.
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