As diferências entre o kamikaze de Paris contra polícias e o de London contra muçulmanas; segundo os média

Eu, que moro na cidade que tem como guia espiritual a “Santiago Matamouros”, atopei estas diferências no trato mediático de ambos supostos “atentados”:

O de Paris foi cometido contra forças da ordem; é por tanto um ato de “Terrorismo”

O de London foi cometido contra pessoas desarmadas; é por tanto obra dum “Extremista” de direitas.

No de Paris nom resultou ferido nenhuma pessoa além do parisino que manejava o turismo que se empotrou contra umha furgona policial. O parisino morreu no incidente tras ser retirado aturdido do seu veículo pola mesma polícia.

No de London morreu 1 pessoa e outras 10 resultaram feridas (2 delas de extrema gravidade), todas elas muçulmanas que saiam de orar, atropeladas por um galés condutor dumha carrinha que ia berrando que queria assassinar a todos os muçulmanos. O galés foi retido polas próprias muçulmanas e entregado vivo e coleando ás forças de ordem.
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O Capitalismo é o Terrorismo: Confirmado.- O lume da “Torre Grenfell” de London foi por causa do aforro de costes em material

“Eligirom esse material para que luzira mais bonita para os ricos, e agora esse material matou aos pobres. Nom lhes importavam os centos de pessoas que viviam lá”

Administradores do edifício aforraram 6.000 € para nom utilizar um revestimiento anti-inflamável; essa foi a causa principal das 79 pessoas mortas ou desaparecidas confirmadas até agora (apenas saem a 75 € por morte). As obras nom buscavam subsanar as deficências detetadas e denunciadas pola vizinhança (incluido o risco de incêndio) senom que só pretendiam embelecer seu exterior para que nom desluzira em Kensington, o bairro mais rico da Grã-Bretanha e paraíso de oligarcas rusos, jeques do Golfo e milhonários de todas partes do mundo.

mesmo os grandes falsimédios que nom gostam de fazer-lhe ás beiras á direitona (pois prefirem fazer-lhas á pola direitosa da socialdemocracia) falam sem pudor e rubor de que foram causas económicas ás que levaram a esta tragédia que afeitou a esta torre de vivendas sociais ubicadas no médio do bairro. De pensar mal poidera ser um plano diabólico de gerintrificaçom que daria para o argumento dum filme de nom-fiçom.
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O Capitalismo é o Terrorismo!! 62 pessoas mortas num incêndio por causas económicas

Todos os falsimédios ao uníssono culpam a umha árvora enchida por um raio de causar essas mortes e fam-se eco, sem questonar nadinha, da teoria avançada pola Polícia Judiciária portuguesa segundo a qual tudo aponta a “trovoadas secas como as causas do incêndio, tendo encontrado umha árvore que foi atingida por um raio” e mesmo alguns adiantam que “caso se confirme que o incêndio foi provocado por trovoadas secas, o Ministério Público procederá ao arquivamento do processo” e “umha coisa é umha coisa, outra coisa é outra coisa”: 62 pessoas mortas (entre elas 4 crianças) nom merecem umha investigaçom a fundo que analise como é que “umha só árvore” (nom especificam que árvore é, mas tudo aponta que se trata dum pinheiro bravo (importado de França, quando o que existia era pinheiro-manso) ou dum eucalipto, que ao igual que na Galiza é já em Portugal sinónimo de fogos. Umha realidade que remonta à década de 70, quando a indústria da pasta do papel começa a expandir-se com a plantaçom em larga escala de eucaliptos (soa-vos de algo?) e quando o Estado incentiva os pequenos proprietários a plantarem eucalipto para venda à industria (haverá algum paralelismo com o que se passa por acá?).

Nom é por acaso que as primeiras lutas ecológicas em Portugal se fazem contra o eucalipto (e na Galiza, que índa continuam, entroutras a Plataforma “Stop eucalipto, avante carvalho!”) e de feito o atual Governo portugués anunciara umha reforma forestal com um pacote de 12 normas que incluem umha moratória na expansom do eucalipto até 2030.

Se bem a Associaçom de Promoçom ao Investimento Florestal, Acréscimo, organizaçom cívica, sem fins lucrativas que tem por objeto a promoçom de negócios associados às atividades florestais que se enquadrem nos princípios da Economia Verde, num contexto de Desenvolvimento Sustentável, vem de fazer público um seu post no seu blogue onde fala de que era de esperar umha tragédia como esta dado que parte significativa do território português está convertido numha armadilha e outra parte está a caminho do deserto e denúncia que Governo anunciou dispor de centenas de milhons de euros para apoio às florestas mas todavia, a disponibilização de apoios ou está por fazer, ou vai saindo a conta gotas e (quiçá, estrategicamente) longe das áreas de maior risco de incêndio! e remata perguntando: Até quantas mais vítimas humanas? Até quanto mais património e território destruídos? Vai-se continuar a medir as florestas apenas polo peso nas exportaçons, a que preço?
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A todas as Horteras que pese á vaga de calor do sábado estivestedes dándo-lo tudo no pátio do CSO do Sar: Obrigadas!!

Recolho e dou pulo a esta informaçom publicada hoje na web de “A Kalimera”:

Nom fumos muitas as assistentes mas sim as suficintes como para que, um ano mais, a nossa Festa Hortera fosse um grande hit da nossa história presente.

Começamos com um moi interesante roteiro para guiris pola cidade amuralhada dirigido com grande maestria polo ceremonioso Demetrio Pélaez (assim foi como se apresentou nosso cicerone); experiência que haverá que repetir mais vezes dada a repercussom causada do nosso vagar entre viandantes picheleiros. Cabe sinalar que ao início do mesmo coincidimos co passo da festiva manifa do Orgulho coa faixa da cabeceira assinada por “Transmaribolleras Compostela” e ás que queremos agradecer de maneira explícita o feito de ter retrasado o começo da sua particular Festa (no pub Curruncho) para nom colidir coa nossa e poder estar em ambas (além de ter o magnífico detalhe de dar pulo á nossa festa no seu muro de feisbuk); detalhes assim fam unir e estreitar amigáveis laços entre coletivos; esperamos e desejamos que se espalhe o ejemplo.
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O Capitalismo é o Terrorismo!!! – As causas do lume na torre Grenfell de London apontam deficiências estruturais denunciadas polas moradoras e que as autoridades se negaram investigar

Era um prédio de pobres, cheinho de migrantes; alguns médias apontam que no edifício moravam 125 famílias, cerca de 600 pessoas, num total de 24 andares, muitas delas crianças, muitas delas de origem arabe e doutros lugares do mundo que sofrem desde há seculos os efeitos da avarícia, da acumulaçom e da rapinha ejercida polos paises ocidentais desenvolvidos. Eram as 01 horas, 45 minutos (hora local) desta quarta-feira 14 quando, entanto a gente já durmia na sua maioria, o lume começava no quarto andar e de ai propagáva-se rápidamente pola torre Grenfell de London e ardia praticamente na totalidade. O balanço necrológico provisório fala de pelo menos 12 pessoas mortas e de 68 que continuam a ser assistidas nos hospitais da cidade, das que, pelo menos 18, encontram-se em estado crítico.

“Pronosticamos que umha catástrofe como esta seria inevitável em questom de tempo”.

Ainda nom se conhece o que esteve na origem deste incêndio mas tudo aponta as más condiçons de segurança do edíficio. Umha vizinha contou á BBC que as alarmas antincêndios nom soaram e que ela acordou do seu sonho graças aos golpes que um vizinho deu na sua porta: “As alarmas nom soavam, pero foi aterrador a rapidez com que o lume se extendeu do quarto andar até o 23”, relatou. Supostamente os bloques habitacionais estavam desenhados para conter qualquer lume sem que afetara aos outros andares, algo que claramente nom aconteceu.

Essas deficências já foram denunciadas durante anos polas moradoras da torre Grenfell á empresa proprietária, Kensington and Chelsea Tenants Management Organisation (KCTMO), sem terem no entanto qualquer resposta ou umha soluçom viável: “Fizeram caso omisso a todas nossas advertências”, denúncia o coletivo vizinhal “Grenfell Action Group” na página web que criaram e na que trasladavam regularmente suas preocupaçons ás autoridades quanto menos desde 2013 e onde documentavam os problemas do imóvel co galho de denunciar os graves danos estruturais que aventuravam graves perigos latentes no edifício.

“Advertimos dos perigos do edifício, incluido o risco de incêndio, pero as autoridades negáram-se a investigar”. David Collins, expresidente do “Grenfell Action Group”.
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Amnistia Fiscal de Montoro – Choio para amiguetes riquinhos??

Umha vez confirmada que a Amnistia Fiscal de 2012 de Montoro vem de ser anulada polo Tribunal Constituiçonal espanhol por inconstituiçonal e por legitimar o fraude. E umha vez que a sentência sinala que a amnistia “vem legitimar como opçom válida a conduta de quem, de forma insolidária, incumprirom seu dever de tributar de acordo coa sua capacidade económica, e vírom-se numha situaçom mais favorável que a de quem cumpriram no seu prazo suas obrigas contribuitivas”.

Tendo em conta isso e sobretudo o matiz de que, pese tudo, o T.C. avala e dá por boas as declaraçons feitas polos mais de 31.000 defraudadores beneficiados dessa amnistia de 2012 que permitiu-lhes regularizar o dinheiro evadido pagando só o 3% do total das quantidades eludidas e sem intereses de demora, nem recargos adicionais, nem investigaçons penais, a jogada de Montoro só pode ser considerada como um exitaço para os seus. Visto o visto, agora fontes jornalísticas de prestigio (ver foto adjunta) sinalam que Cristobal Montoro prepara umha outra Amnistia Fiscal para resarcir de danos aos seus amigos e a quantidade de famosos que se estám descobrindo nos últimos anos como defraudadores de muitos milhons. A publicaçom da lista de afortunados é aguardada com ilusom polos proprietários das grandes fortunas, com essa mesma fantasia de quando crianças esperavam a chegada dos regalos dos reises magos e papa noel.

Para desmemoriadas colo acá o vídeo gravado quando fora anunciada por Rajoy e Montoro a 1ª Amnistia Fiscal; se bem as nossas fontes já nos avissarom de que a 2ª promete ser muito milhor preparada e mais abondosa e generosa, de tal jeito que quando o T.C. nom tenha umha outra que declara-la tamém nula poderá avalar as novas declaraçons que, nesta volta, só vam ter que pagar menos do 1% do roubado: Continuar lendo

A Corunha Libertária – Roteiro “A livre-geografia”

Falo desta jornada ubicada dentro das exitosas Jornadas de Recuperaçom da Memória Anarquista da Corunha -e digo exitosas polos múltiples comentários que escuitei no dia do Roteiro- porque foi a única á que puidem acodir por celebrar-se na jornada do sábado. E foi um desses dias que, sem dúvida, ficará gravado num lugar especial da minha memória.

As fermosas e, ás vezes moi tristes, palavras do seu condutor Manuel Rivas, em lembrança dos feitos repressivos acaecidos nas diferentes paragens nas que fumos fazendo etapa; a música do meu gaiteiro favorito e seu escudeiro tamboril acompanhando os trajetos entre umha e outra paragem; as colagens de cartazes lembrando ditos sucessos; a cordialidade e bo clima de toda quanta gente de idades moi diversas nos juntamos; a palestra final de Pastora nas portas do velho cárcere e mesmo a paelha do Bugui, constituirom umha moi grata jornada de reivindicaçom e luita rodeada de moi boa companhia. Tamém destacar a boa fazeta do compa de Galiza ContraInfo á hora de cobrir tal evento e publicar este seu resultado:

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