Diante o despejo do CSO Escárnio: “Compostela Aberta, sem escusas para a violência”

Ante os feitos ocorridos na jornada deste martes relacionados co despejo do Centro Social de Escárnio e Maldizer na Algália, O Gajeiro na Gávea manifesta o seu profundo rejeitamento ante todo tipo de justificaçom da violência policial assim como os inadmissíveis comunicados do grupo municipal do alcaide urbano e falsimedios locais. É intolerável que umha manifestaçom em apoio da defensa de espaços sociais e culturais seja aproveitada pola polícia nazional para empregar umha força descomunal carregando de tal jeito contra manifestantes -nas que, além de encarapuçadas, havia tamém criançinhas e pessoas maiores- que mesmo semelhara que iam postos de algumha droga psicótica até as celhas, (até chegar ao ponto de abrir-lhe a cabeça a um moço ao espanca-lo violentamente e depois introduzi-lo á força e inconsciente numha furgona policial para léva-lo e encirra-lo numha cela). Cómpre umha reflexom de todas as pessoas que fomos violentadas porque este tipo de comunicados(*) só valem para alimentar o discurso dos governos e governinhos e das suas forças repressivas.
Só com botar um olho o mais objetivo possível as imagens dos vídeos (de ContraInfo e Sermos) que recolhem os momentos em que a polícia empreende com brutalidade as primeiras carrégas, qualquer póde-se percatar de quem motivou as cenas posteirores que tanto gostam de criticar as “ímbeciles e escuras” da nossa cidade. Como dim as compas de Illa Bufarda: “Onte foi un día triste na península, a ignorancia tapiou as portas do CSOA Escarnio e maldizer. Un espazo liberado en Compostela no que bulían as aprendizaxes, a colectividade, as risas, as raibas e un longo etcétera que dende onte está pechado e preparado únicamente para a especulación” ou como bem explica minha amiga Flor Teclas diante da foto da fachada tapiada do Escárnio: “Isto é o que fam os de arriba. Inçar muros e que nom entrem vozes. Que nom saia a livre ideologia. Que ninguém viva”

E quanto menos que lhes fique claro que -se vam seguir indo contra nós, se vam seguir fazendo montagens politico-judiciais contra toda quanta pessoa se mova contra do Sistema Capitalista (ontem mesmo soubemos do arquivo provisional na Audiência Nazional da Operaçom Pandora I), se vam seguir enviando suas forças de choque cocainómanas para evitar a resposta social nas ruas ás suas políticas capitalistas- nom se vam atopar enfronte a minhajoias podemitas, nem a mareantes de Compostela Aberta que, ilusas ou falsárias, dim pretender conseguir o que quiger com protestos pacíficos, como se assim fosse possível combater a violência sistémica ou como se algumha vez na história da humanidade se conseguira algumha milhora social desta guisa:

A luta é o único caminho!!
Despejos som Distúrbios!!
10, 100, 1000 Centros Sociais!!

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(*) Párrafo introdutório parodiando ao Comunicado de Compostela Aberta intitulado “Escárnio e Maldizer, sen excusas para a violencia” no que se nos culpabiliza á gente solidária co CSO Escárnio de iniciar (sim acusam-nos de ser as causantes) umha batalha campal na cidade.

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