Arquivo da categoria: Mar em luita

Novo Vídeo de Keltoi! “Burla Negra” – Tema sobre Benito Soto, último pirata galego e seu bergantim. Vídeo

Colo quanto contam Keltoi! ao respeito deste vídeo que colgarom ontem na rede:

No seu día e baseándonos nunha idea orixinal do compañeiro David Falperry, parimos un tema que lembra a figura do último pirata galego, Benito Soto Aboal (Moureira/Pontevedra 1805 – Xibraltar 1830) e ao seu bergantín “Burla Negra”. Hai pouco decidimos poñerlle imaxes, e o bo do Mikele currouse unha superproducción digna de Bollywood…A ver se vos gusta. Saúde!: Vos colo a continuaçom a Letra e mais os dados do grupo, do tema e do vídeo
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4ª Festa Pirata de Abordaxe! Sábado 23 setembro no CS O Fuscalho – A Guarda!!

Voltei das minhas feiras e nada melhor que retomar esta minha bitácora com esta singular convocatória das minhas amigas de “Abordaxe!” que me remitirom para ajudar a dar-lhes pulo neste mundo da virtualidade.

Entusiasmado por ver que este projeto anarquista galego, do que no seu dia formei parte, segue dando coletaços e promete seguir na brecha coa sua santa-bárbara cargadinha de pólvora; dou passo a colar sua convocatória, animándo-vos a acodir a tal evento onde, entroutras atividades, as piratas lá enroladas darám-nos conta da nova reformulaçom de “Abordaxe!”. Contra ventos e mareas, lá nos veremos:
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21-23 Julho – “Corme Folki 2017” – Um foco de Cultura do povo

Outro ano mais, coa mesma energiaa dos anos anteriores na Noite de Encantos da Furna. A boa música achegára-se a Corme da mão do CORME FOLKI para seguir demostrando que somos donas da nossa cultura e da nossa festa, que nas nossas mãos está criar umha alternativa real á cultura oficial das grandes orquestras e dos grandes grupos com cachê.

Continuamos a crer que a cultura nom é un negocio, que a nossa música nom precisa de miles de euros para expressar-se.

Um pouco de história

Difícil falar em poucas linhas do que entre todas criamos nestas case duas décadas de projetos autogeridos e sem ánimo de lucro na vila de Corme.

Isto começou no século passado, ano 1999, quando as primeiras notas amplificadas soaram na Furna do Osmo. E agora 18 anos depois nom soarám notas amplificadas na Furna, mais a festa, os Encantos e a música tradicional estarám presentes nela na noite do venres 21 de julho com um espetáculo de foliada, percussom e dança. Na Furna nasceu tudo e ainda que os concertos da noite do sábado 22 vaiam ser na Praça da Ribeira, na noite do 21 desfrutaremos de boa música regada dumha queimada.

E como nom o Sábado 22 de julho a Praça da Ribeira será o lugar de encontro da boa música, circo, títeres, foliada… Cum programa de atividades desde o meio-dia até bem entrada a noite.
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A hipocrisia ante a morte de Carme Chacón: Nem era feminista nem pacifista e foi impulsora dos desafiuzamentos expresso

Iam bem, ao meu entender, no BNG no seu caminho de recuperar votantes, pugeram a umha mulher combativa como líder da plataforma eleitoraleira e assim sonhavam com ganhar representaçom a costa de podemitas e mareantes que já deram conta da sua real impotência a raiz das suas leas internas; mas num instante abre a boca e desmonta tam fornida estrutura pontonada:
Nom sei que igualdade buscam no BNG, poida que ajude a entender por onde vam os tiros a sua teima em levar serviços de ordem nas manifas conjuntas ou sua participaçom em plataformas que criminalizam os atos de desobediência ao régime capitalista como se passou na manifa das mulheres em 5 de março quando desde o cenário final criminalizaram a atuaçom dum grupo de mulheres valentes que atuaram no transcurso da manifa contra as cristaleiras de entidades bancárias e das grandes cadeas de exploraçom laboral.
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“A irmandade da costa” – Nova ferramenta subversiva, contrainformativa e anarquista

Nasceu este grupo contrainformativo anarquista nestes dias de abril quando dim que rebentam as mais bélidas flores e que, segundo contam el@s mesm@s na definiçom da sua web airmandadedacosta.info, as autodenominad@s @s irm@s da costa, tem vocaçom de servir de “ferramenta subversiva para os movementos sociais corunheses e para toda a insurgência galega. Um maço para golpear consciências, para fazer tremer o estabelecido, para romper submissons e desbancar autoridades. Umha pinga de cáustico veleno no cóquetel dos que mandam, um delicioso aroma de cicuta na sopa informativa do poder. Umha sanguinária almorreira terrorista no cu de quem nos governam, já se digam fachas ou progres, “do câmbio” ou do “nom levo solto”. Um chisco de poesia gamberra e impertinente no monótono zumbido do telejornal, um ex abrupto ateu sobre a folha paroquial da “livre informaçom””.

Além apontam que Continuar lendo

Desmontando a suja e rasteira campanha para criminalizar os estivadores

Tinha em mente escrever algo sobre os operários e as operárias (sim como as meigas tamém haver hainas) da estiba, sobre a sua valente luita e sobre as mil e umha mentiras da imprensa do capital ao respeito. Mesmo tamém queria falar das 3 deputadas da “nova política de esquerdas”, Ángela Rodríguez (Unidos Podemos), Teresa Jordà (ERC) e Marta Sorlí (Compromìs), que se forom a NY em viagem de lujo a gastos pagos por todas e que pretenderom fazer-se as heroinas do povo por voltar para “apoiar” aos etibadores e que com iso quigerom tirar partido para si dumha luita que lhes supera por abaixo e pola esquerda. Mas cheguei a este estupendo artigo em EL BLOG DE JULIÁN (MUTXAMEL-VALENCIA CONNECTION) e adiquei-me a traduzi-lo para ajudar a dar-lhe pulo tal como Julián solicita na pdt do final. Vos convido a espalha-lo:

O passado joves 16 conseguiu-se um ponto de inflexom. A imagem é muito mais que umha imagem.

Essa imagem é a derrota do Governo ante o intento de volver impôr, umha vez mais, a um sector laboral, um decretaço com o único galho de precarizar as condiçons de trabalho, baixar soldos, desregular, despedir trabalhadores e fazer as delícias de empresas financeiras e fundos voitres multimilhonários para que encham de benefícios os seus petos á conta dos trabalhadores. Já o figeram cos mineiros, cos professores, cos médicos, com tantos e tantos trabalhadores afetados pola reforma laboral. Pero desta vez, NOM. Desta perderom. Já ia sendo hora!
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Kichi: de vozeiro antimilitarista a alcaide podemita de Cádiz pro-indústria armamentística

“Para que a pesar del castigo que sufrimos aquí con el desempleo, nadie aquí sucumba al engaño de que el escudo antimisiles generará empleo en la zona…” Kichi tras a Marcha antimilitarista para Rota em 2013

Francisco José Cuevas Noa, excompanheiro de luitas de Kichi na sua antérior etapa a ser alcaide de Cádiz, escreve na web “La Voz del Sur” este seu texto (que traduzo e dou pulo) ao respeito do posiçonamento favorável de Kichi para que se construam barcos de guerra nos asteleiros da sua cidade com destino á armada dum dos paises ditatorias com mais denúncias por vulneraçons dos direitos humanos, e no que fai umha moi boa reflexom de como as “podemitas” mudam de maneira drástica de opiniom e de formas em quanto se fam com um espaço de poder, por moi pequeno que este seja como no caso que nos ocupa :

Kichi e as corvetas militares para Arabia Saudita
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