Arquivo da categoria: Mar em luita

A hipocrisia ante a morte de Carme Chacón: Nem era feminista nem pacifista e foi impulsora dos desafiuzamentos expresso

Iam bem, ao meu entender, no BNG no seu caminho de recuperar votantes, pugeram a umha mulher combativa como líder da plataforma eleitoraleira e assim sonhavam com ganhar representaçom a costa de podemitas e mareantes que já deram conta da sua real impotência a raiz das suas leas internas; mas num instante abre a boca e desmonta tam fornida estrutura pontonada:
Nom sei que igualdade buscam no BNG, poida que ajude a entender por onde vam os tiros a sua teima em levar serviços de ordem nas manifas conjuntas ou sua participaçom em plataformas que criminalizam os atos de desobediência ao régime capitalista como se passou na manifa das mulheres em 5 de março quando desde o cenário final criminalizaram a atuaçom dum grupo de mulheres valentes que atuaram no transcurso da manifa contra as cristaleiras de entidades bancárias e das grandes cadeas de exploraçom laboral.
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“A irmandade da costa” – Nova ferramenta subversiva, contrainformativa e anarquista

Nasceu este grupo contrainformativo anarquista nestes dias de abril quando dim que rebentam as mais bélidas flores e que, segundo contam el@s mesm@s na definiçom da sua web airmandadedacosta.info, as autodenominad@s @s irm@s da costa, tem vocaçom de servir de “ferramenta subversiva para os movementos sociais corunheses e para toda a insurgência galega. Um maço para golpear consciências, para fazer tremer o estabelecido, para romper submissons e desbancar autoridades. Umha pinga de cáustico veleno no cóquetel dos que mandam, um delicioso aroma de cicuta na sopa informativa do poder. Umha sanguinária almorreira terrorista no cu de quem nos governam, já se digam fachas ou progres, “do câmbio” ou do “nom levo solto”. Um chisco de poesia gamberra e impertinente no monótono zumbido do telejornal, um ex abrupto ateu sobre a folha paroquial da “livre informaçom””.

Além apontam que Continuar lendo

Desmontando a suja e rasteira campanha para criminalizar os estivadores

Tinha em mente escrever algo sobre os operários e as operárias (sim como as meigas tamém haver hainas) da estiba, sobre a sua valente luita e sobre as mil e umha mentiras da imprensa do capital ao respeito. Mesmo tamém queria falar das 3 deputadas da “nova política de esquerdas”, Ángela Rodríguez (Unidos Podemos), Teresa Jordà (ERC) e Marta Sorlí (Compromìs), que se forom a NY em viagem de lujo a gastos pagos por todas e que pretenderom fazer-se as heroinas do povo por voltar para “apoiar” aos etibadores e que com iso quigerom tirar partido para si dumha luita que lhes supera por abaixo e pola esquerda. Mas cheguei a este estupendo artigo em EL BLOG DE JULIÁN (MUTXAMEL-VALENCIA CONNECTION) e adiquei-me a traduzi-lo para ajudar a dar-lhe pulo tal como Julián solicita na pdt do final. Vos convido a espalha-lo:

O passado joves 16 conseguiu-se um ponto de inflexom. A imagem é muito mais que umha imagem.

Essa imagem é a derrota do Governo ante o intento de volver impôr, umha vez mais, a um sector laboral, um decretaço com o único galho de precarizar as condiçons de trabalho, baixar soldos, desregular, despedir trabalhadores e fazer as delícias de empresas financeiras e fundos voitres multimilhonários para que encham de benefícios os seus petos á conta dos trabalhadores. Já o figeram cos mineiros, cos professores, cos médicos, com tantos e tantos trabalhadores afetados pola reforma laboral. Pero desta vez, NOM. Desta perderom. Já ia sendo hora!
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Kichi: de vozeiro antimilitarista a alcaide podemita de Cádiz pro-indústria armamentística

“Para que a pesar del castigo que sufrimos aquí con el desempleo, nadie aquí sucumba al engaño de que el escudo antimisiles generará empleo en la zona…” Kichi tras a Marcha antimilitarista para Rota em 2013

Francisco José Cuevas Noa, excompanheiro de luitas de Kichi na sua antérior etapa a ser alcaide de Cádiz, escreve na web “La Voz del Sur” este seu texto (que traduzo e dou pulo) ao respeito do posiçonamento favorável de Kichi para que se construam barcos de guerra nos asteleiros da sua cidade com destino á armada dum dos paises ditatorias com mais denúncias por vulneraçons dos direitos humanos, e no que fai umha moi boa reflexom de como as “podemitas” mudam de maneira drástica de opiniom e de formas em quanto se fam com um espaço de poder, por moi pequeno que este seja como no caso que nos ocupa :

Kichi e as corvetas militares para Arabia Saudita
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A Fuga de “COTTON BUD” x Mar de Fábula

Já tratei nesta minha bitácora da problemática gerida no mar polos chamados “bastoncinhos de algodom” ou “cotonetes”, quando recolhim do site “Mar de Fábula” o artigo assinado por Xosé Manuel Barros, cofundador de dita Associaçom que se preocupa da limpeza do mar e das suas costas (fam convocatórias abertas ás que podedes acodir quem quiger) sob o título de Umha verdade incómoda: “A tua casa nom fica tam longe do mar”. Agora recolho da sua página numha rede social estoutro texto (que traduzim e do que desconheço a sua autoria concreta) dumha amena leitura para ajudar a difundir esta problemática e mirar de mudar nossas costumes erradas:

cotton-bud A FUGA DE “COTTON BUD”

“Cotton Bud”, mais conhecido no nosso país como “bastoncinhos de algodom” ou “cotonetes”, esse artigo de higiene persoal de aspeto simples e inofensivo, inócuo a primeira olhada, está catalogado com tudo como um dos 10 principais contaminantes do meio marinho.
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Reconhecementos meritórios na Costa da Morte: Umhas limpam sem aguardar prémios entanto outro leva prémio por lixar o Mar

Na fim de semana passada tivem conhecemento de duas notícias relacionadas co Mar nesta singular paragem que abrangue nossa costa mais ocidental e acidentada; e se bem ambas nom me causaram estranheza algumha, as suas razons para saltar á imprensa som diametralmente divergentes e opostas, pois se bem umha fala da nova limpeza das nossas praias e costas por gente voluntária de Mar de Fábula (e vam…); a outra causou-me certo arrepio ao constatar, umha vez mais, que no estado espanhol seguem a premiar as pessoas que acederam a um posto de (i-)responsabilidade e cometeram desde lá as piores atrocidades possíveis, bem foram feitas a mão-tenta ou por pura inhorância tras receber um mal conselho ou mesmo por servilismo tras dar cumprimento a umha ordem contraproducente.
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Juan García Durán “O Fugas” – O anarquista de Vilaxoán no 30 cabodano do seu pasamento

Recolho do Sermos este artigo autoria de Xesús Manuel Piñeiro e que deito tal qual foi escrito:
                       Vilaxoán de Arousa, a principios do século XX. Imaxe: Touporroutou

Era carpinteiro de ribeira arousán e García Durán, como era coñecido, non era o seu verdadeiro nome. Cúmprense neste 2016 os 30 anos do seu pasamento en Alicante. Afiliado á CNT desde ben novo, foi condenado a morte 2 veces. Logrou fugarse das prisións franquistas e fuxir ao estranxeiro grazas aos seus amigos abertzales, portando o seu exilio por varios países. 

“Tres cousas ten Vilaxoán que non as ten calquera: a Coral, o San Martín e o campión Pantera”. Orgullosa de si propia como só saben estalo as vilas de tradición mariñeira, Vilaxoán ten ben claras as súas bandeiras: o bo cantar, o seu equipo de fútbol e Pantera Rodríguez, o boxeador local que entre outras fazañas, non sempre no ring, proclamouse en 1978 campión europeo dos pesos pesados. Podería ondear Vilaxoán máis bandeiras, como a de ser a vila onde tivo lugar a primeira reunión de dirixentes da guerrilla galega. Foi en 1942, na casa de Armando Cotarelo Valledor e 11 mandos acudiron á cita desde diferentes partes de Galiza, segundo deixou escrito Gonzalo Bouza Brey.

Entre esas bandeiras que agardan ser izadas en Vilaxoán está a de Juan García Durán. En realidade, nen sequer se chamaba así senón Luis Costa García. Cambiou de nome a raíz dun enfrontamento con esquirois no porto de Vilagarcía. Carpinteiro de ribeira, anarquista, mestre en fugas, exiliado, historiador e bibliotecario. Non hai moitos no Estado español que poidan presumir de ser nomeados asesor histórico da Biblioteca do Congreso dos Estados Unidos de América. El si.
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