Arquivo da categoria: Mar em luita

Mergulhador divulga vídeo que exibe “mar de plástico” nas águas de Bali (Indonésia)

Quem sega este blogue saberá que nom é a primeira vez que fago uma denúncia sobre a utilizaçom do plástico e o desleixo de boa parte da humanidade ao desfazer-se dele quando já nom o precisa e quando é só um refugalho; de feito uma das minhas ligaçons em destaque neste blogue é a da associaçom “Mar de Fábula” pola limpeza da mar; mas tamém saberá da minha olhada culpável sobre quem permite e legisla sua produçom, distribuiçom e venda, os grandes culpáveis desta problemática. Agora reproduz a notícia publicada na A.N.A. ao respeito desta tristeça gravada no seguinte vídeo autoria de Rich Horner:

Poluiçom plástica representa um problema crescente nos oceanos do mundo e uma ameaça para os seres que neles habitam

No dia 3 março, ao mergulhar próximo à ilha de Nusa Penida, o britânico Rich Horner se surpreendeu com a quantidade de plástico de vários tipos que flutuavam na regiom.
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A Linguagem Colonial Europeia: Vendem o Control e a Repressom ás Pessoas Migrantes como se fosse Proteçom – Daniela Ortiz

Recolho (e traduzo) esta reflexom de Daniela Ortiz no seu muro duma rede social:

A Comissom Europeia, os seus Estados Membros e a FRONTEX (Agência Europeia de Gestom da Cooperaçom Operacional nas Fronteiras Externas) têm uma perversa estratégia através da linguagem para fazer parecer o Sistema de Controle Migratório como uma série de serviços gratuitos dedicados à populaçom migrante:

Usando o nome de “Fundo de Asilo, Migraçom e Integraçom” encontra-se um pacote de medidas e orçamentos destinados principalmente à Perseguiçom, Detençom e Deportaçom de Pessoas Migrantes.
Este Fundo está destinado a fortalecer o Sistema de Controle Migratório e o Racismo Institucional. O orçamento do Estado Espanhol em relaçom a este programa, como se amossa no quadro de arriba, é dedicado a “Voos de retorno forçoso”, “Serviço de escoltas nos voos de retorno forçoso para melhora da segurança”, ou “Manutençom de estrangeiros ingressados nos CIES”.
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[A Corunha] Amanhã sábado 10 ás 20:00′ no Obelisco.- ManiFestAçom “Nom ao despejo do CSO A Insumisa!!”

Recolho a informaçom da minha página amiga “A Irmandade da Costa”
ManiFestAçom na Defessa dos Espaços Liberados,

                                                  Pola Okupaçom e Pola Autogestom

Sábado 10 de fevereiro ás 20:00h no Obelisco (A Corunha)

             A Insumisa Nom se merca!

                                         Acode e Difunde!

[Tarajal, Ceuta] 4º cabodano do assassinato impune de 15 migrantes a mãos da Garda Civil (vídeos)

“Nom entendo como uma história tam importante como esta, uma história que nos afeta tanto, pode ser tam desprezada” Hervé, sobrevivente do Tarajal

Tal dia coma ontem há 4 anos acontecera um dos momentos mais sinificativos da política migratória espanhola (e europeia) quando eram assassinados a tiros de balas de borracha, cartuchos de fogueo, botes de fume e paus, 15 das pessoas que tentaram cruzar a nado desde Marrocos até a colónia espanhola de Ceuta pola praia do Tarajal. Um tema que ja tratei no seu dia nos blogues de Abordaxe fazendo referência a quem na altura dos assassinatos era o diretor e responsável político da Guardia Civil, e como tal negara com rotundidade os feitos, o “camisa azul ferrolá” Cuco Fdez de Mesa aquele que se figera pintar um quadro onde luze uniforme militar cheio de medalhas para figurar no Panteom de assassinos com lustres da Benemérita e mais ao ministro hipócrita do ramo, o “opusino” Jorge Fdez Díaz, a quem vistas as evidências nom lhe ficou outra que admitir dias depois o uso de armas contra as migrantes pero só co galho de “disuadir-lhes” (1, 2, 3, e 4) .

Assimesmo tamém figem seguimento das possíveis consequências, e pese a que houvera um picolo que denunciara nos média as ordens que recebem dos seus mandos políticos para que fagam uso da força indiscriminado e realicem quantas práticas ilegais sejam precisas nos valados de Ceuta e Melilla para evitar que entrem as migrantes (5); as únicas açons foram o arquivo e sobresemento da causa aberta contra 16 gardas porque ao entender da juiza que levou o caso, Carmen Serván, a culpa foi das migrantes dado que, as circunstancias que se produciron ese día no Tarajal “lexitimaron o uso de material antidisturbios” e os agentes viram-se “obrigados a emprega-lo”. Mesmo em maio no ano passado publiquei, já nesta minha bitácora, sobre a espeluznante notícia da condecoraçom de 8 gardas civís que malhara num migrante no valo de Melilla e rematava o artigo dizendo que “com esta justiça e estes ministros, nom é de estranhar que, em breve, tamém sejam condecorados os 16 picolos do Tarajal”.
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Operativos de feche de fronteiras no inverno. Assassinos da Vida.

A Comissom Europeia, os seus Estados membros, a Agência de Control Migratório, FRONTEX, a indústria dos Direitos Humanos e mais os corpos policiais, venhem usando de maneira sistemática e calculada a Natureza como arma para dar morte á povoaçom migrante desde há mais de 30 anos. Daniela Ortiz

Ontem os falsimédios tudos justificavam o feche da fronteira de Ceuta na tristemente famosa praia do Tarajal por um suposto intento de salto de 300 migrantes, o dia anterior davam conta da morte de 2 pessoas “porteadoras” numa avalancha nesse mesmo passo fronteiriço. Além desde a chegada do inverno é já costume destes mentideiros botar a culpa das mortes das pessoas migrantes nos seus intentos de chegar as costas europeias da climatologia adversa no Mediterráneo; mesmo alguns tiram imagens da neve e do intenso frio nos campos de refugiadas que seguem á espera de que os governos europeios cumpram seus acordos de acolhida que nunca cumprem (*) nem tenhem visos de que vaiam mudar de atitude.

Diante disto publico acá o seguinte escrito , autoria de Daniela Ortiz, a quem já tenho dado voz noutras entrada desta minha bitácora (a colagem das imagens que acompanham este texto tamém foram recopiladas por ela):
A relaçom de Ocidente, da Europa, da Brancura, coa Natureza é de exploraçom, é uma relaçom colonial de uso e desfeita, desde há 500 anos a Natureza é vista unicamente como um recurso de onde extrair.
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Sábado 20 ás 12hs Caminhada em contra da reapertura da Mina de cobre de Touro-O Pino

Dúas balsas estratosféricas recolhe o projeto Touro. Balsas que estariam a 200 metros das primeiras vivendas. Vivendas nas que moram vizinhas. Vizinhas que nom estám dispostas a assumir tais riscos. Riscos que nos fam berrar, alto e claro: Mina Touro-O Pino NOM

Além correm grave perigo a vida no rio Ulha e na ria de Arouça, tal como denunciam na web mexillondegalicia.org: Continuar lendo

Anselmo A. Vilar, o faroleiro galego antagonista do franquista Salvador Moreno admirado por Rajoy

Recolho esta informaçom (e traduzo) do jornal El Progreso de Lugo, quem fai lembrança deste herói, luguês de orige, num dos episódios mais cruentos da mal chamada “Guerra Civil espanhola”, e da que já falei na minha entrada na que falava de Rajoy e os militares deslocalizados no Golfo da Guiné; ao respeito do ensalzamento de Mariano do almirante Salvador Moreno, quem dava nome á rua da sua infância, e de quem Rajoy apontou que “ahora no sé por qué le han quitado el nombre a la calle, yo le sigo llamando así” . Nessa entrada falava deste militar franquista como máximo responsável do bombardeio da estrada que unia Málaga com Almería quando, em fevereiro de 1937, estava ao mando do couraçado “Canarias” e seus canhonaços desde o mar, provocaram entre 3.000 e 5.000 civis mortas, num dos episódios mais sanguinheiros da Guerra que lhe valeria a Salvador Moreno para ascender a almirante e ser ampliamente condecorado e nomeado 1º ministro da Marinha do franquismo.

Esse sanguinheiro episódio dos falangistas atacando á povoaçom civil indefessa passou á história com o nome de “La Desbandá” e coa mesma colo a informaçom ao respeito da fazanha de Anselmo A. Vilar, quem seria assassinado polos falangistas pouco depois: Sim por esses assassinos que atuavam como Victor Lainez, o falangista morto em Zaragoza:

                                                                         Anselmo Antonio Vilar

Anselmo Antonio Vilar, o faroleiro lucense que apagou a luz para salvar miles de vidas durante A Desbandá
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