Rir da morte dum pessoeiro: Um direito inalienável do povo que lhe tivo que sofrer

Já quando o exministro franquista e presi da Galiza, Manuel Fraga a espichara e dera pê a fazer brindes por quantas galegas e mesmo seres de outras galáxias desejavamos sua morte; tivéramos que aturar uma panda de fascistas alienados que desde seus falsimédios pretendiam negar nosso direito a desfrutar desse pracentero clímax tanto tempo esperado. Depois se passou o mesminho quando foram caindo outras destacadas figuras do franquismo e o tardofranquismo, mesmo com figuras desdenhadas polos seus camaradas da camisa azul, cara ao sol e braço em alto, como no caso da despeitada Rita Barberá.

Agora se está a passar o mesminho com a morte do fiscal geral do estado espanhol, José Manuel Maza, morte da que muitíssima gente pode ter variadas e diversas razons para aledar-se.
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1º trabalho de “Nortempo”.- Música para quinquis sibaritas desde Galiza

Meu bo amigo Adri, “Naipe”, falou-me nesta finde passada deste novo projeto colectivo do que forma parte e coa mesma mandou-me esta boa nova para ajudar a dar-lhe difusom. Acedo gostoso, desde esta minha humilde bitácora, e vos convido a escuitar e deleitar vossos sentidos como a quem lhe dam um novo doce para provar. Colo acá sua mensagem respeitando sua grafia:

“A Eternidade está namorada das obras do tempo” William Blake

Poderiamos falar sobre a velocidade á que se executa unha peza musical, sobre o clima do norte ibérico e a súa atmosfera “rururbana”, sobre a supervivencia e a mala vida nos baixos fondos, ou mesmo sobre a música quinqui na sociedade postindustrial…

O vindeiro venres 24 de novembro sae á luz o primeiro traballo de Nortempo, dispoñible á venda en varias plataformas dixitais. De momento, xa podes visualizar este Teaser/Making Off como adianto:
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Mais sobre o Juíço á moça Violada.

Estivem mergulando na rede e atopei um texto que colgou Pablo Alvarez Fernandez na sua página duma rede social e mais umas quantas opinions, assim como imagens e vídeos, que considerei interesantes de recopilar, juntar e colar numa só entrada desta minha bitácora:

Nom eram humanos, nom eram animais, os animais jamais fariam algo semelhante, eles eram monstros, depredadores sexuais capazes de todo para satisfazer sua luxria. Ela saía de festa, a divertir-se, eles saíam de caça, a destroçar vidas alheias, e seus caminhos se encontraram para nom se separar jamais, porque a impressom de uma violaçom permanece, é uma lâmina que rasga o alma dia a dia, mês a mês, ano a ano, nunca se apaga. E nom o fai porque numa sociedade tam machista como a nossa protége-se mais ao violador que à violada.
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A Tartaruga e o Castelo – Conto adicado ao “Coletas”

Gosto de escrever breves relatos que abandono em libretas; ás vezes, co passo do tempo, volto olhar algumha de-las e descubro que o que escrevera na altura sem pensar em ninguém em concreto, semelhara estar escrito pensando nalguém de agora, mesmo de alguém de quem denantes nom sabia nem que existira. Isso passou-me a finais de janeiro de 2016 -poucos dias antes de decidir abrir esta bitácora e quando inda formava parte da equipa redatora de “Abordaxe”– quando, tras reler este conto, se me foi a personagem do neno Asier ao paralelismo cara ao mentideiro Pablo Iglesias (quando já nada podia surpreender-me deste indivíduo com muitas ínfulas de poder) e publicara o conto no blogue de Abordaxe. Agora, co galho de recopilar meus escritos neste blogue- volto cola-lo acá desta volta adíco-lho ao “Coletas” desde o meu mais sinceiro nojo e co galho da sua injerência em Podem e da sua manifesta falha de equidistância que já é marca da “Casa Morada”:

A tartaruga e o castelo

– Jogamos coa areia?
– Fagamos umha tartaruga
– Nom, melhor uns castelos, a ver quem o fai mais fermoso
– Nom, fagamos umha tartaruga entre os dois, nom gosto de competir
– Vale, entre os dois, pero fagamos um castelo
– Nom, fagamos umha tartaruga, os castelos som símbolos de guerra e eu nom gosto da guerra
– Bah, pero hoje nom há guerras e os castelos som monumentos artísticos
– Sim há guerras e meu pai morreu há pouco numha
– Carafio!! Está bem, fagamos umha tartaruga. Eu gosto muito das tartarugas

Um intre depois aparece um adulto em cena, vai espido polo areia com apariência hippie ano 68 caminhando cara os meninhos e dirigindo-se ao neno pacifista di-lhe:
– Asier, filho, qué bonita tartaruga figéstedes, anda érgue-te que já marchamos

Asier érgue-se
– Deica logo. Imos Papá!!

Asier sempre fai quanto quere. Continuar lendo

Os TONTOS do CARALHO x Faktoria Lila

Colo (traduzido) da sua web este estupendo artigo adicado a todos os homes que se pensam que as mulheres som inferiores a eles e sujeito das suas bravatas machistas:

Som os que desfrutam sabendo que te dam medo. Som os que nom entendem porque te dam medo. Som os que se burlam de teu medo. Som os que te têm medo.

Som os que acham que, por falar mais alto, te vam fazer mudar de opiniom.

Som os que te berram polas ruas o que opinam sobre teu corpo, e o que fariam com ele, se se atrevessem.
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Começa o Juízo á moça violada no S. Fermín (modificado)

Já tenho falado deste assunto em várias entradas (ver acá) desta minha bitácora, da circunstância de que entre os 5 energúmenos há um picoleto, um militar e até um siareiro do Sevilla FC . O motivo deste nova entrada é colabourar na difussom dos seus caretos no momento em que deu começo o juízo coa declaraçom da moça violada, quem tivo que respostar durante mais de 3 horas ás perguntas da fiscalia e dos 3 advogados dos violadores, numa situaçom judicial que nom soe ser o habitual dado que a norma é que a vítima goce do benefício de ser perguntada depois, uma vez interrogados os acusados, para assim favorecer que sua advogada poida modificar sua estratégia em base ás declaraçons destes; mas o Sr Juiz prefire faze-lo do revés porque considera que assim é mais garantista para os acusados, que nom terám que declarar até o dia 22.  É por isto que venho de modificar o cabeçalho da minha entrada, dado que semelha que quem está a ser julgada é a vítima da violaçom e nom os violadores que, tras consumir seu gravíssimo atentado, roubarom-lhe seu telemóvel para que nom poidera solicitar ajuda imediata (senom pa’ que?) e que termam em dizer que ela consistiu; teoria que defendem alguns falsimédios e muitos energúmenos nas redes sociais.

Assim te é nossa justiça!!
Que tanto terá que nos mintam dizendo que som poderes separados; se som sósias o um do outro!! Continuar lendo