Um conto de Comochoconto.- Marí, a nena mimada de Mamá Império Inmaculada e Papá Demócrito.

Império Inmaculada e Demócrito é uma parelha moi unida e chapada à antiga. Há quem di que, a olhos vistos, semelham-se tanto que mesmo pareceram ser uma mesma pessoa. Império e Demócrito som além as preocupadas progenitoras duma extensa família formada por 17 filhas naturais e mais 2 pequechas adotadas de origem africano; ainda que uma dessas 17 naturais, a mais ilhada de todas, fora froito dumas escaramuças de âmbas, tempo há por terras remotas.

Tres dessas filhas som caseque maiores de idade: Cata, Eustaqui e mais Alicia.

Tanto Cata coma Eustaqui som de espiritu rebelde e desde há bem de tempo venhem reclamando a sua total independência, se bem, Império e Demócrito, em quanto lhes vam reclamar o que elas chamam “nossos direitos”, dam-lhes com a porta no bico com veêmencia e nom poucas vezes tiveram que fazer uso do castigo diante das arroutadas das suas moças maiores, e mais duma vez, para aplacar suas ânsias de independência, Império Inmaculada e Demócrito, tiveram que recorrer à violência; ainda que, de quando em quando, nom lhes queda uma outra que conceder-lhes certos privilégios a estas protestonas.

Alicia pola contra, sempre mais comedida e obediente, nunca dá um chio mais alto que outro e apenas protesta quando Cata e Eustaqui recebem essas prerrogativas, se bem por sorte, alguma que outra vez, tamém é objeto desses agasalhos especiais dos que, o resto das filhas, nunca soem desfrutar, agás Marí, a filha mimada.

Marí, já desde seu berço deu mostras de apego e afeto entusiasta por Império e Demócrito e se passou a ser a criança favorita que recebe regalos de mamá e papá mesmo quando a festa de aniversário é duma outra das filhas desta peculiar parelha. É a típica mimada consentida de papá e mamá e coma tal nom conta com muitas simpatias entre o resto das filhas, que soem mirar cara ela com olhos de nojo ou inveja e de certo râncor. Marí nom é apreciada e rara vez joga ao mesmo jogo que as demais e a cotio busca refúgio entre as saias de mamá Império ou os calçons de papá Demócrito para acadar com alouminhos e afagos quanto se planeje lograr. Marí sabe aproveitar-se desse mimo especial e qual veleta fai o que quere quando quere mesmo seja em contra da sua própria saude.

Recém todas elas estám doentes duma estranha enfermidade da que até agora nom se tivera conhecemento e da que nom se atopou ainda cura alguma. Papá Demócrito e mamá Império estabelecerom uma quarentena e umas estritas normas para todas co galho de atalhar quanto antes os síntomas desta nova doença. Todas as suas filhas, mesmo as sempre díscolas Cata e Eustaqui, cumprimentarom ditas normas. Todas elas? Nom!! A sempre mimada Marí desobedeceu às mesmas e mesmo foi imprudente e rachou sua quarentena indo de vissita inesperada e nunca desejada por onde todas as outras filhas gardavam cama e repouso, pondo assim em grave risco a todas e gerando assim uma situaçom muito mais alarmante e preocupante.

No entanto de tudo isto, Cata fora chamada a capítulo para que dera conta duns sucessos acaecidos tempo atrás, quando colgara uma saba na sua balconada com seus reclamos de independência e desatendera por um tempinho a ordem estrita de quita-la de imediato e tardara um algo em obedece-la. Cata foi duramente castigada por Império e Demócrito sem que âmbas escutaram seus argumentos de defessa e figeram ouvidos surdos às suas velhas demandas.

Marí seguiu fazendo quanto lhe petara e Império e Demócrito virom-se na obriga de ter que chama-la para que dera contas do que figera e mirar de que voltara ao rego da disciplina. Marí acodeu toda ufana á primeira juntança e saira fazendo “mutis polo foro”; voltou uma segunda vez e de novo liscou caseque deixando a suas progenitoras coa palavra na boca e foi entom quando Império e Demócrito viram-se na obriga de chamar-lhe de novo à ordem e ameaçar-lhe com encirra-la durante um longo tempo e nom deixa-la sair em nenhum momento se nom voltava a reunir-se com elas e assumir suas responsabilidades.

Há um par de dias, pouco depois de saber-se que Cata fora de novo castigada, que tivo lugar um novo encontro. Nom sabemos que se passou lá dentro, mas Marí, dalgum jeito fora a triunfante do reto. Nom é que saira indemne da reuniom, mas tampouco saiu inerme e deveu batalhar bastante dado que, depois dela, papá Demócrito e mamá Império Inmaculada tomaram uma decisom assombrosa que algumas hipócritas chataram de salomónica, pero que de justa nom tem nada a olhos de qualquer observador imparcial.

Desde entom e até que nom se atope um remédio diante esta nova enfermidade, todas as filhas, mesmo as mais estritas cumpridoras das ordens recebedas, som castigadas a permanecer encirradas até que papá Demócrito e mamá Império acordem o que queiram ao respeito.

E assim segue hoje este conto num lugar que poida que nom exista, onde uma cria moi mimada fai quanto lhe peta e onde sua chularia e seu descaro motiva injustos castigos ao resto.

E remato este conto com a mesma sentência que usava no meu programa da rádio Kalimera:

“Tudo parecido cao coincidência é pura realidade”

Comochoconto – 27set1975 – Lembrança de Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz e Baena Alonso

Lá polo ano 2011 nas datas do aniversário deste assessinato de estado emitira polas ondas livres da rádio Kalimera (de Compostela e da orbe enteira) este programa de Comochoconto na sua homenagem. Agora co galho de lembrar tam trágicos acontecementos, vos colo acá nesta minha bitácora, o áudio do mesmo e a entrada que escrevera para dar-lhe pulo na rede:

A alba do 27 de setembro de 1975 eram fusilados Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz e Baena Alonso, os dois primeiros militantes da ETA e os outros tres da FRAP. Foram assassinados polo franquismo depois de diversos juízos sumarísimos sem garantes nenhuma de respeito dos direitos humanos. Foram os últimos fusilados estando ainda Franco vivo. As numerosas petiçons internacionais de clemência e as mobilizaçons cidadás nom serviram de nada ante um Dictador que se figera em 1936 assassinando ao seu povo, e que seguira matando para arrogar-se o “direito” de poder seguir matando.

27-septRealizado em base aos textos de:

Recordando a Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz y Baena Alonso Paco Azanza Telletxiki 2010

27 de septiembre de 1975: luchadores por la libertad y la justicia social Sara Antifaxista

36º aniversario de los fusilamientos del 27 de septiembre Manuel Blanco Chivite

Los fusilaron al alba Mercedes Arancibia

27 de Septiembre, homenaje a los cinco últimos antifranquistas fusilados

Pequeño diario de clandestinidad Tomás Pellicer

Poemas de los 5 penados a muerte

Qué duro es esto – Los últimos 324 días de la vida de Francisco Franco Juan de Juan

Soarom neste programa:

José Mercé –Al Alba

Promiscuals – Baena

Dangiliske – Eusko Gudariak

Pedro Faura (Bernardo Fuster suburbano) – De madrugada clandestinidade

Contracanto – Yo te nombro

Lluís Llach – Campanades a morts

Negacionistas na História da Medicina.- (1) Rachel Carson

Rachel Louise Carson foi uma bióloga marinha, escritora, cientista e ecologista estado-unidense.

No final dos anos 1950, Rachel começou a analisar a conservaçom ambiental, especialmente problemas que ela acreditava serem causados por pesticidas sintéticos. O resultado dessa pesquisa se tornou o livro Silent Spring (1962), que, com grande éxito de aceitaçom popular, levara à povoaçom do seu país uma preocupaçom ambiental sem precedentes.

O DDT (dicloro- difenil- tricloroetano) fora sintetizado por vez primeira vez em 1874 por Othmar Zeildler, mas nom foi até 1939 que Paul Hermann Müller, da empresa química Geigy de Suíça, descobrira suas extraordinárias propriedades inseticidas. Esta descoberta valera-lhe o Prêmio Nobel em 1948. De modo que é fácil imaginar as esperanças que se puseram neste inseticida que tem sido considerado o mais efectivo de todos quantos têm sido descobertos. Foi a partir do ano 1942 quando se comercializou e se fabricou a grande escala. As potências ocidentais usaram-no durante a 2ª Guerra Mundial em suas operaçons. Ao princípio foi considerado segredo militar com o nome em chave de G4.

O primeiro grande sucesso “sanitário” que se lhe atribui foi a drástica reduçom dos piolhos em Nápoles em 1944 quando se polvilhou DDT sobre um milhom de pessoas conseguindo pôr fim a um grave brote de tifo.

Após a 2ª GM começou seu uso em massa graças à reduçom de seus custos de produçom. Nos anos cinquenta atingiu-se seu máximo de produçom com mais de 100.000 toneladas anuais. No território español começa-se a produzir em 1945.

Mas seu uso intensivo o que acarretou que aparecessem resistências bem cedo. Assim em 1947 registou-se em Itália a resistência de moscas e para 1950 já se tinham registados uns quantos casos mais de resistência entre insetos. À medida que seu uso estendia-se, começaram a saltar os alarmes. Seu uso indiscriminado nom só matava os insetos contra os quais se lutava, senom que afetava tamém a seus depredadores e a outros animais.

Foi por entom que Rachel Carson publicara seu livro advertindo das consequências catastróficas para o meio ambiente se se seguia usando o DDT. As poderosas companhias químicas de imediato se engajaram numa sua campanha orquestrada contra de Rachel e suas opinions refletidas em Silent Spring, tratando de difamar à autora do livro e negando tudo quanto lá se denúncia. Mas tamém e graças ao éxito do seu livro e das ideias e argumentaçons nele espostas, formou-se uma opiniom contrária ao uso do DDT. Em meados dos anos sessenta encontraram-se as primeiras provas de que altas concentraçons de veleno se acumulavam nas aves e isso afetava a sua reproduçom e seus cantos (e de ai o título do livro); além constatou-se que DDT contaminava os alimentos e passava à corrente trófica.

Por estas razons e por outras, em 1972 a EPA, a agência de protecçom meio ambiental dos EUA, proibia o uso do DDT no meio duma forte polémica entre detratoras e defesoras. 5 anos após tamém era proibido no território hispano pese a que se seguiu usando no agro de maneira clandestina e de feito até 2008, a empresa Montecinca (de Monzón, Huesca) seguiu usando o DDT como intermediário para a fabricaçom do fungicida dicofol.

A imagem nos ensina à mulher que pulveriza o inseticida sobre o menino sorrindo satisfeita com a certeza de que o que está a fazer é um grande bem. E é verdadeiro que o estava a fazer para a mentalidade da época. Hoje em dia já ninguém dúvida de que o DDT é um composto perigoso para a vida, um veleno mortal.

Tudo graças à NEGACIONISTA Rachel Carson e outras coma ela.

MENTIR é sinónimo de DIVULGAR nestes tempos de PANDÉMIA. Analisando um caso prático e real

A imagem de arriba é duma notícia no falsimédio mentado com sinatura dum tal Francisco Alonso e data de ontem 23 de setembro. Nom pretendo culpabilizar só a La Coz de Malícia de algo que fam todos os falsimédios de ai que pugera no cabeçalho o de “um caso” porque se me pugera a recopilar todos quantos saem nom me bastariam 5 quarentenas sequestrado para redatar tal artigo denúncia. Isso sim reto a qualquer que leia isto e discrepe a que atope um só meio privativo -em mãos dum empório económico- que nom faga tal dia tras dia ao respeito do teminha que nos ocupa e preocupa desde há meses.

Que é o que mais chama a atençom no cabeçalho??

Suponho que a vista, em busca da resposta acertada vos levaria ao conceito “endurece las restrinciones”, dado que indica que a Grão Bretanha que já possuia umas restrinççons bem fodidas, ia medrar as mesmas, que já deveriam ser duras de “per se”, por medo a segunda ondanada da pandémia.

Qual é a razom para publicitar esta notícia do exterior quando o problema é tamém interno??

Sem dúvida amedentrar a povoaçom de acá, porque a de alá tenho por certeza que ninguém vai lêr este jornal tam merdorento para se informar na Grão Bretanha do que se publica por acá sobre do que se passa por alá.

Como vam amedentrar acá com o que se passa por lá?

Quando lês um cabeçalho assim dum pais considerado de primeiro ordem mundial em todos os apectos e sempre muito milhor qualificado que o nosso em termos de saúde; dá medo a qualquer pensar o que se poida passar por acá quando alá já estám endurecendo as restrinçons. Medinho dá…

Convém magnificar o que se passa noutros paises nos cabeçalhos das notícias pois caseque ninguém lê o corpo dessas notícias (nom sendo que tenhas familiares ou amizades no pais anglosajom).

Mas qual é a realidade da situaçom que se agocha

Se as moradoras de por acá souveramos ou sospeitaramos de que, no resto dos paises europeus, agás Rumania, nom é obrigatório o uso de mascarilhas polas ruas, igual mais de uma sentiriamos que algo raro, raro, se está a passar por acá com isto da pandémia e de que sofremos muitas mais restrinçons do que em nenhures e mesmo haveria risco de que descubreramos que nos mintem nos falsimedios dia si e dia tamém.

Lendo o corpo da notícia fica claro que na Grão Bretanha e pese a este endurecemento das medidas restritivas, estám numa situaçom real de medidas muito menos restritivas que as que padecemos por acá.

O uso das mascarilhas, que acá é obrigatório sempre e em todo lugar agás dentro dos domicílios particulares (de momento), na GB se passa a ser só obrigatória em taxis, restaurantes, bares e tendas.

Oxalá estiveramos nós assim por acá.

 

ARMAS PERIGOSAS na ERA COVID .- ZARABATANA de CANETA

Com isto da intricada “VOLTA ao COLE” da era COVID, nossas SÁBIAS em NADA e nossos ESPERTOS em MENOS, poida que ainda nom cairam na perigosidade de certas práticas tradicionais nas aulas que poideram constituir uma SÉRIA AMEAÇA nas suas tentativas de CONTENÇOM da PANDEMIA.

Na toma de DECISOM de seus arbitrários planos de ATUAÇOM de CONTROL do ALUNADO ante a NATUREZA INQUEDA própria das CRIANÇAS a DOMAR, esqueceram aventurar -dentre as múltiples coisas que se poidam passar quando lhes PROIBAM sair ao pátio nos seus RECREIOS– certos JOGOS MUITO ARRISCADOS que, do comum, por estes lares oceánicos e nestes tempos chuventos do início das aulas, ponhem-se em prática, além de nos pátios (como na imagem adjunta), dentro das aulas.

ZARABATANA de CANETA.- ARMAMENTO ESCOLAR

Um arma muito doada de possuir e acessível para qualquer aluna, independentemente do nivel de ingresos da sua família posto que nom supom gasto adicional nenhum às quantiosas sumas de coste do material escolar.

Só basta com uma caneta de boli (nom vou mentar marcas por aquilo de nom fazer publicidade, mas acho que -à maioria das que leades isto e tenhades certa idade- se vos vai passar um nome comercial e mesmo a sua cantiguinha publicitária irremediavelmente polos vossos magins) da que desprender todos seus elementos internos e a ponta e o tapom dos extremos para ficar só coa parte exterior da caneta totalmente espida e transparente para dispôr duma arma perfeita e preparada para carregar a bala, apontar à vítima e disparar.

Projétis som tamém muito singelos de fabricar de balde para qualquer. Tanto os farrapinhos de papel “arredondados” na boca com saliva, como os grãos de arroz disponíveis na alazena de qualquer fogar familiar ou as balas de cascas de laran­ja furadas ou os anacos das borrachas som fantásticos projétis.

O metodo para usar arma e disparar projétis com éxito é bem singelo: introduzir o projétil na cavidade bucal, levar arma aos beiços, inrtroduzir coa língua a bala no interior da caneta, tapoar com um dedo a pequena abertura exterior da que dispom a caneta aproximadamente na sua mitade, e soprar com força dirigindo a zarabatana cara ao inimigo escolhido.

Esta arma é de uso muito comum nas escolas mátrias quanto menos desde que existem as canetas de bolis e seu uso comum nas aulas, ano tras ano, soe ter diferentes funçons em virtude das vítimas destinatárias e da força do disparo pois tanto vale para fazer enfadar à docente, disparando moi forte contra da piçarra entanto escreve dando as suas costas ao alunado; ou muito suave para mocear na adolescência, apontando primordialmente aos cabelos da vítima amada ou sonhada; ou a jeito quando pelejas em guerras fraticidas fictícias, dado que pode ser mesmo muito perigoso acertar na vista da vítima propiciatória.

UM OUTRO FACTÍVEL USO POPULAR na ERA COVID??

Dados estes tempos VIOLENTOS nos que, mesmo os grandes falismédios, vêm-se abocados a falar de ABUSOS POLICIAIS por doquier.

Nestes tempos em que o direito à PROTESTA nas ruas está a ser vetada e muito controlada por essas mesmas FORÇAS VIOLENTAS de património estatal.

Nesta ERA COVID em que está instalado o MEDO a um ser MICROSCÓPICO em tudo a sociedade mundial e mesmo entre esses agentes que possuem o MONÓPOLIO da VIOLÊNCIA LEGAL armados com cascos, porras, gases lacrimogêneos, tanques de água a presom, pistolas taser,…

Uma cabeceira de mani com pessoas que deram positivo nos PCRs, canetas nas bocas cada qual,…

Acaso a continuaçom vô-la tenho que escrever??

OMS e a COVID, ou “onde digem digo digo diego”

Contam que Moises, quando lograra junto seu povo judeu fugir das pragas de Egipto e zafar da escravitude á que o submetera o Faraom, subiu ao monte Sinai para suplicar a Deus que lhe enviara uma série de leis que cumprimentara seu povo para assim nom ter que ver-se nunca mais numas circunstâncias similares.

Contam as lendas recolhidas no livro mais lido na história, que Deus entregou-lhe umas táboas onde figuravam até dez normas que, de se cumprimentar por todas, assegurariam uma vida relaxada e alheia a mais temores.

A OMS, organizaçom mundial que dita normas para, supostamente, assegurar a saude de toda a povoaçom mundial, tem um algo desse Deus mitológico que tudo sabe e que para todas tem conselhos e cumprimenta obrigas.

O 1º dos seus mandamentos vêm ser chave nesta similitude: Amarás os ditados da OMS sobre toda a lógica.

Nesta sua auto-declarada pandêmia da COVID , a OMS reclama obediência cega aos diferentes (ainda que em verdade nom som tam distintos) governos, governinhos regionais e alcaldias á hora de ditar os seus mandamentos de obrigado cumprimento; nisso assemelha-se muito à personagem central do livro mentado.

Assim dentre suas caprichosas ordes destacara pola sua curiosidade, ao início da sua declaraçom universal da pandémia, a recomendaçom de que se deixaram de intercambiar abraços, beixos e mesmo apretons de mãos para saudar-nos e que nos acostumaramos a fazer um gesto que até agora ninguém praticara nem se lhe passara pola cabeça a ninguém acometer tal incômodo achegamento: entrechocar cóvado com côvado porque assim mantinhamos o respeito do saúdo e tinhamos total seguridade de nom nos contagiar umas a outras do maldito bichinho microscópico.

Para um povo que nom tem reparo em dançar em grupo cançons horrendas como “culito con culito, cachete con cachete, pechito con pechito” nunca tal se vira com o de “codito con codito” mas se o di a OMS, é que vai a misa.

E quando já todas aprenderamos a realizar tam incômodo aceno gestual vai de pronto e sem avissar e a OMS, como se de um Deus caprichoso se tratara, ditamina que desde agora é pecado mortal saudar-se chocando os côvados e que nos podemos contagiar tamém assim porque com este saudo nom gardamos a distância social necessária. Essa distância social tam foi mudando com o tempo e a dia de hoje se escrevo uma quantidade de centímetros corro o perigo de estar errando porque notanto de escrever isto poida que já mudaram de novo essas distâncias.

Assim que, desde há um par de dias e até novo câmbio de parecer da nossa OMS, agora para saudar é milhor levar-se uma mão ao coraçom: Bom cadaquem a sua própria mão (nom especificam se esquerda ou direita) até seu próprio coraçom, claro e outras praticas sem risco como a da “reverência”. De momento nom dim nada de recomendar cilícios, flagelos ou cinturons de castidade, mas… “tempo ao tempo”

É dizer, que agora ao retificar, a mesma OMS reconhece que quando estivo a recomendar topar côvado com côvado estava a ser uma imprudente e a colabourar com o vírus na sua expansom e esparegimento.

VAIA COERÊNCIA!! Como para seguir fiando-nos de seus conselhos !!

Eu procurarei seguir sendo coerente com meu ateismo praticante.

E assim se passa a vida e assim chegará a morte.

Tudo é mentira quando se justificam os abusos. A manipulaçom ao serviço da repressom

Qualquer pessoa com uma mica de consciência social nos seus miolos ao observar os sucessos recolhidos neste vídeo nunca se lhe passará pola sua cabeça considerar esta atuaçom policial contra um minor de idade como necessária. Muito menos nestes tempos quando mesmo, nos falsimédios españois mais mentideiros, criticara-se esta mesma manobra assassina quando, praticada por um polícia ianquie, rematou coa vida de George Floyd.

(Num inciso necessário aclaro que esta atitude dos falsimédios de tudo o mundo difundindo o assassinato brutal de George Floyd a mãos dum polícia, nom é algo habitual. Falsimédios nunca falam dos numerosíssimos casos de violência policial que sucedem a diário em toda a orbe e dentro dos límites de qualquer fronteira. Este caso ocupou cabeçalhos a consequência de que a notícia foi muito divulgada nas RRSS e porquê derivara em protestos múltiples)

Falsimédios de toda España participaram da crítica a esses métodos policiais de praticar o afogamento á detida porque o caso sucedeu muito longe de nós. E condiçom sine qua nom que suceda quanto mais longe milhor. Mesmo aponto que, graças a esta campanha orquestrada nos mentideiros españois, a manobra policial que lhe causou a morte a George, está agora considerada e assimilada polo povo -mesmo polas mentes hipnotizadas e/ou idiotizadas polas teles- coma um ato abusivo e repulsivo de razismo policial e institucional.

FEITO ILHADO??

O pelele Risto Mejide nada mais mirar o vídeo e vê-lo que -para qualquer espetadora imparcial e objetiva- resulta evidente, declama exaltado ipso facto e como mau ator que é, a muleta obrigatória nos falsimédios nestes casos de atos nojentos e excesivamente violentos quando som cometidos polas polícias de distintas pelagens que povoam aldeias, vilas e cidades do reino borbónico español: “Obviamente estamos ante un hecho aislado”.

Segundo a RAE, o termo castelám “aislado”, sinifica “solo, suelto, individual” pero nas imagens vê-se bem que o polícia que fai tam terrível manobra nom está sozinho, tem junto ele a companheiros que lhe ajudam a maltratar ao minor. Ou seja que digo eu que quando Meijide fala de “hecho aislado” nom se referirá a que “na faena” estava só o polícia. A RAE tamém admite esta palavra como particípio do verbo “aislar”, mas por muito que leia as diferentes opinions nom atopo nada de “ilhado” nesta açom criminal.

A muleta obrigatória “estamos ante un hecho aislado” fai-se muito necessária quando há que dar por certo algo que ninguém, no seu sã juízo, considera como tal. Quantas de vós, nas vossa vidas quotidianas, nom tendes assistido a casos de violência policial ?? Eu, quanto menos, tenho visto umas quantas e padecido alguma e presumo que, quem nom observou alguma, é bem porque nunca sae da casa, é muito nova ainda ou, como di a cançom de Brassens: “salvo as cegas,… é natural”.

Além, se de verdade fosse um caso ilhado, nom haveria essa imediata necessidade de aclarar esta circunstância nada mais começar a falar do que todas vimos. Nom teriam que largar argumentos vagos durante minutos para aclarar a concurrência que a maioria das polícias nom som assim. Se de verdade nom fossem assim muitas delas, muitíssimas, nom haveria necessidade de dize-lo de imediato porque o público televisivo já teria essa mesma ideia. E tampouco haveria necessidade de começar pola palavra tajante “obviamente” coa que se pretende nom permitir nenhuma discrepância ao respeito.

NOM, SR. CRISTO, NOM É ÓBVIO QUE SEJA UM CASO ILHADO

Ponhamos por caso um outro sucesso recém que foi considerado coma uma rareza em todos os falsimédios e tamém ocupou muitos minutos em todos eles: A orca que arrincou um timom a um veleiro da armada española em augas galegas. Ningúm falsimédio nomeou o feito coma um caso ilhado, ningum comunicador ousou dizer que o comportamento desse animal era único e que nenhuma outra orca do mundo faria isso que fiz esta; e isso que todos, sem excepçom, consideraram tal atitude como estranha e atípica e “rara avis in maris” . O morbo de que as orcas, às que muitos falsimédios gostam em denominar como “baleas assassinas”, poidam atacar às humanas numa ria galega vende muito mais que contar que esse comportamento é estranho e um feito ilhado.

JUSTIFICANDO OS ABUSOS, CRIMINALIZANDO À VÍTIMA

“Además no sabemos que pasa antes de que el policía reduzca al menor, lo cual no sé si exime de algo o no a esos agentes. Las imágenes son inquietantes, si es solo porque llevaba mal la mascarilla a mí me parece desproporcionado, engade o energúmeno de imediato.

Depois voltará erre que erre a tratar de justificar este ato vil de uso desproporcionado da violência contra um minor de idade sob o argumento falaz de que nom vimos o que se passou antes, e coa mesma Cristo começa a se inventar possíveis motivos que justificaram esta barbaridade tal como que o moço poderia ter esgrimido um arma branca de grande calibre que motivara a sua detençom com estas maneiras.

Por sorte uma das suas tertulianas convidadas,  Alicia Gutiérrez, deita bem clara a sua postura quando lhe dam voz: El Estado nunca puede comportarse como los ladrones. Haya pasado lo que haya pasado antes, los representantes del Estado no pueden comportarse de cualquier manera con un ciudadano.

Mas Cristo tem claro que ele tem que justificar a brutalidade policial, à vez que insiste em tratar de fazer passar isto coma um caso ilhado, e terma na íntriga de saber que fixo o rapaz antes do gravado ¿Qué pasó antes para que la policía actuara así? Cristo amosa assim sua necessidade em apoiar o abuso policial sem remorso algum porque como declara “si es solo porque llevaba mal la mascarilla a mí me parece desproporcionado”; com o que dá a entender que se o moço tivera feito algo criminal ao Cristo Meijide sim lhe pareceria oportuno e proporcionado asfixiar a um menor contra o cham, aplicando-lhe uma técnica mortal sobre seu pescoço. 

E como Cristo precisa de justificar este ato criminal, pese a que insiste em que é algo ilhado, manda uma reporteira a falar com o responsável municipal deste polícia e, desde um ponto do exterior do plató, esta comunica radiante que o concelheiro responsável deste corpo policial dá fe ao atestado policial cuberto polos mesminhos polícias que aclara que, o moço resistiu-se á polícia e que intentou agredir ao agente com a cadeia do cam e que a nai do moço golpeou a outro e que âmbos, nai e filho foram levados detidos e os polícias foram até o hospital a fazer-se um parte de lesions por los golpes recebidos pola nai e o minor.

Cristo muda seu rostro, sorrie pois já tem justificaçom para a violência policial e cambia de tema dando-lo por fechado.

Dizer que, segundo outros noticieiros, a família das detidas negam por completo que o moço golpeara com o cinto do cam a um dos agentes e que a nai só fiz o que qualquer nai faria ao ver que estám asfixiando impunemente ao um seu filho.

Guerra obrigatória de todas contra inimigo invissível.- Negacionistas, insubmissas e/ou objetoras: Todas traidoras!!

“As convicçons som inimigas mais poderosas que as mentiras”. Friedrich Nietzsche

“Es menos grave que la gripe. Lo causa un bichito del que conocemos el nombre y el primer apellido. Nos falta el segundo. Es tan pequeño que, si se cae de la mesa, se mata”. Jesús Sancho Rof, ministro de Sanidade, falando do azeite da colza adulterada.

“Del Prestige salen unos pequeños hilitos, cuatro en concreto, regueros solidificados con aspecto de plastilina en estiramiento vertical”. Mariano Rajoy, porta-voz do Governo.

menos entendo o que pasa

É costume humana ancestral e universal -que se remonta a saber quando- que, denantes de que o jefe dum clam ou duma tribu ou dum governo, declarara uma guerra, tinha que convencer a sua plebe da existência potencial de graves perigos diante da presência -nos seus próprios territórios ou nos colindantes- de presumíveis inimigos. Para elo, dim os contos e as memôrias, jefes serviam-se dos seus homes mais fortes para convencer ás díscolas de que tinham que pôr toda a carne no assador para fazer fronte ao temível inimigo, ou o que é o mesmo, obrigar-lhes a predispôr de todo quanto possuiam a prol da guerra para conquerir a vitória, mesmo das suas vidas e as da sua prole. Mas a força dessa soldadesca embrutecida só era preciso acomete-la contra o próprio povo quando, tras uma campanha de MEDO ao INIMIGO, muito bem orquestrada, ainda havia quem nom entendiam porquê o rei, o cacique ou o mandatário tinham que lhe levar á força seus filhos varons a morrer na fronte de guerra quando mais necessários eram nas casas e quanto mais precisos nos campos ou nos mares.

Essas campanhas de medo ao inimigo semelha que, durante séculos foram, polo comum, singelas de argalhar.

Nos primeiros tempos -quando a povoaçom humana era nómada e seus assentamentos duravam bem pouco- e segundo atestiguam lendas e antropólogas, o mais provável é que mais que guerras de poder polo território o que houvera fossem escaramuças e desputas por um bo sítio de caça ou por um refúgio temporal quentinho.

Mas foi logo co sedentarismo -e a raiz de que surdira essa má costume de pôr marcos às terras, limitar territórios e outorgar a propriedade das mesmas só a um escaso grupo de privilegiadas- quando as poderosas tiveram necessidade de arrodear-se dos seus brutos mais submissos para fazer-se obedecer por escravas, plebeias, servas ou currelas e aceitar leis e normas que lhes fam misserentas à vez que enriquecem as cobiçosas arcas das que foram assinaladas polos seus deuses como dignas merecedoras de desfrutar da posse das terras e de tudo quanto houvera dentro das suas inventadas e inventariadas fronteiras.

Deuses ao gosto de farsantes.

Mas nom só a força bruta figera-se necessária para manter as gentes submissas; fazia-se necessário dotar às elegidas duma vestimenta adorável que lhes impregnara de divinidade, assemelhándo-lhes assim com quem supostamente tenhem resposta para tudo aquilo que, as humanas singelas desconhecemos. Sendo assim representantes dos deuses na terra afazem-se co direito a domenhar terras e tudo quanto há nelas.

Jurdiram novos parasitos sociais vestindo roupas talares, mentirosos que diziam ter contato direto cos deuses para assustar com terríveis vinganças naturais e prometer recompensas a quem é submissa e obdiente e castigar com selvagens torturas a quem proteste ou dissente. Mentiras criadas por mentes avariciosas e inteligentes, para assim impôr umas leis injustas e obediências cegas. Graças à força bruta e uma boa campanha de medo era bem pouco provável que alguém se atrevera a disentir delas.

Assim foram nascendo reinos e outras merdas.

O privilégio de sonhar co trono só estava ao alcance de herdeiros legítimos cegados das ânsias de que lhes chegue já o seu momento ou bem de jefes guerreiros estranhos vindos de outras terras com afám de vitória, saqueio, ursupaçom e governo que, dotados da proteçom de seus deuses, arrumbavam marcos procurando ganhar terrenos, matando, sequestrando, violando, escravizando,… por direito divino.

Raias imaginárias limitam terrenos que mudam co tempo entanto a mentira cria patriotas dispostas a defender mesmo coas suas vidas esses anacos de terra. Iluminatis, leguleios, homes de Deus e demais mentideiros incendiam coas suas mentiras ódio às estranhas, às que venhem de outras terras, às que falam diferente e às que tenhem outras crênças; e dim que, em muitos lugares, quem sabia de coidados, de prantas e animais, quem tinha apego à natureza e conhecia quando ia tronar, chover ou vinha uma seca, se passou de ser gente sábia para ser gente meiga. É a hora do “diuíde et impéra”, de inventar diferências e gerar entusiastas que enarbolem um mesmo trapo de vivas cores que identifique e distingue vizinhas e alheias. Milhons de pessoas foram assassinadas ou despojadas das suas próprias terras por codícia ou por têr umas outras crenças, diferentes da de quem governa.

Tamém a memôria di e a história oficial conta que, co passo dos tempos, houvera ilustraçons e revoltas e mesmo que vários reises foram despojados dos seus lujosos tronos e assim se va passando o tempo e por todas as partes, velhos lindes deram passo a novas terras.

mais medo

A mim dá-me que, poucas coisas mudaram co tempo. Seguimos recebendo ordes absurdas ou injustas, de obrigado cumprimento; e quem governa segue gardado por brutos e arrodeado de mentideiros. Agora e desde há tempo conta com inovados meios para ocultar verdades e disfarçar mentiras e gente que di que as ervas nom som boas e que os fármacos quantos mais caros mais curam.

Tempo há importava e muito, tamanho e volume do inimigo incerto; agora se o inimigo é pequeno, haverá que engrandece-lo, faze-lo internacional é tudo um invento. Do que se trata é de meter muito, muito medo. E quando mais pequecho… maior a dose de medo. E se é um vírus invissível ao que nom se te atopa remédio, nem te conto, só te minto e te digo o que eu quero. Por estes lares sabemos bem como mintem desde que tentarom enganar ao povo dizendo que a maré negra do Prestige era nada e que as praias estavam esplendorosas, e nos estavam mentindo quando a imesidade do perigo era evidente e as manchas de fuel muito vissíveis e inagocháveis.

Estám contando comigo nesta guerra que nom entendo. Mentras escrevo isto centos de crianças estám morrendo por fome, por friagem, ou doenças que tenhem cura mas ninguém pom remédio a isso. Assim que, se eu caio quiças será porque o mereço.

Mas que nom me venham chorar governantes nem mentideiros, que nom gardem luto por mim quem nunca bem me figerom.

CORONAVÍRUS.- RECAPITULEMOS

O seguinte texto (em castelám no original) está polas nubes e nas RRSS; procurei atopar a quem foi sua autora, mas nom dim com a fonte base, assim que o recolhim do blogue “La Verdad Ofende” e traduzim-no para dar-lhe pulo acá na nossa língua galega:

Recapitulemos:

O vírus é coisa do pangolim.

Bom, saiu num mercado, pode que fosse um gato.

Não sabemos.

Tanto tem.

Deves tossir-te no cotovelo.

Deves saudar com o cotovelo.

Nom há mascarilhas.

As mascarilhas nom som necessárias para as pessoa sãs.

As mascarilhas som muito recomendáveis para todas.

As mascarilhas som obrigatórias.

Nom afeta ás crianças.

Sim afeta ás crianças.

Nom afeta ás animais.

Sim afeta ás animais.

Nom afeta às grávidas.

Sim afeta e as bebes tamém.

O vírus morrerá no vrão.

Este vrão nom.

Ao funeral de teu pai nom pode ir ninguém.

A nom ser que teu pai seja Julio Anguita. Entom pode ir todo o povo.

Às oito aplaude.

Aplaude, nom sejas facha.

Vírus morre a 70 graus.

Aos 110 graus.

Vírus nom morre.

Nom é necessário fazer teste.

Fagamos os mais testes possíveis.

Vamos digitalizar a volta à escola.

Será presencial ou nom será.

Amanhã já veremos, quando se me tire o moreno.

Vírus morre se te lavas as tuas mãos 20 segundos.

Lava tua roupa a 200 graus durante duas horas ou o vírus nom morre.

As piscinas nom podem abrir.

Abrem, que o cloro mata o vírus.

Garde um metro de distância.

Nom, melhor dois.

Ou três, que pelo ar o vírus voa.

Nom pode ir com sua família num táxi se som quatro pessoas.

Pode viajar num aviom com 200 desconhecidas.

Ponha-se a mascarilha para ir ao banho do bar.

Pode-lha tirar no terraço, aí estamos a salvo.

As duchas da praia têm os botons apagados porque contagiam.

As máquinas da zona azul estám operativas porque esses botons nom contagiam.

PCR tem um 30% de acerto.

Um 70%.

Um 90%.

PCR nom valem para dar verdadeiros positivos.

Tu aplaude e nom questiones, nom perguntes, nom sejas facha.

Vamos ter dois ou três casos.

20.000 mortes.

É culpa dos puteros.

30.000 mortes.

É culpa das discotecas.

40.000 mortes.

Isso é porque ides muito em carro e sodes moi fachas.

Mas se estamos encerrados.

Cala facha.

50.000 mortes.

Os mortos nom importam. Isto é ciência. Mas tu nom o sabes porque tu és facha. És insolidário, és mau.

Aplaude, nom sejas imatura. Rema com teu Governo.

Rema e cala.

Aplaude e cala. Facha.

Eu nunca tenho sido facha.

Cala facha.

Obedece. Somos o progresso. Nós somos os bons.

Ou és dos nossos ou és facha.

Vêem, aqui estarás bem. Com os bons. Com a gente boa. Aqui daremos-te calor.

Nom precisas cabeça, nós te regalamos uma.

Sentirás-te bem. Solidário. Bom. Limpo. Acompanhado. Aceitado.

E nom fumes na rua, que nom se demonstrou nada ao respeito, mas tu nom fumes.

Fumar é coisa de insolidários. E de fachas.

Bem.


Conclusom a tudo isto?

Singelo, se amanhã o Governo diz-nos que temos que ir com uma cenoura na cabeça porque o vírus morre ao ver a cor laranja, milhons de españoles com uma cenoura na cabeça.

É o que há.

“Nom, nom, isso é impossível, nom somos tam manipuláveis”.

2 semanas, 45 milhons de cenouras sobre nossas cabeças. Sem nenhuma dúvida.

[Vídeo] O FIM da POLÍCIA x Antimidia

Compas anarquistas envolvidas no projeto brasileiro Antimidia colaram na sua web, a finais de julho passado,  este vídeo de elaboraçom própria intitulado “O Fim da Polícia” que colo acá agora acá (na nossa língua e na sua própria, versom brasileira) para ajudar a divulga-lo desde este meu humilde blogue e para quem tiver interés em escutar e visar. Tem uma duraçom breve (algo mais de 10 minutos) e na sua web tendes a opçom de descarrega-lo (e disponível em diferentes qualidades) e além há disponíveis as opçons com narradoras em castelám, inglês e mais francês para quem é dura de ouvidos ou desconhece nosso idioma ou nom pilha bem o sotaque brasileiro da relatora da versom original:

Os protestos pola morte de George Floyd nos Estados Unidos, em 2020, trouxeram à tona o debate pola aboliçom da polícia. No vídeo pom-se em questom estes conceitos:

Mas é possível viver sem polícia?

Afinal para que foi criada a polícia e qual papel ela cumpre no mundo de hoje?


Referências: