O fracaso participativo das “Marchas polo fim da precariedade” na Galiza

200515 Algum falsimédio galego nas suas páginas em papel destaca em grande titular: “La calle da la espalda a las marchas por el fin de la precariedad” ainda que nas suas páginas virtuais suaviza o cabeçalho até case dar-lhe a volta a sua mensagem de papel (prática, a de ser “heavy” na ediçom em papel e “mélodico” na virtual, moi utilizada por todos os falsimédios sem excepçom) e intitula: “Centenares de personas reclaman en las ciudades gallegas salarios y empleo dignos”, se bem subtitula ao final da crónica: “ESCASO SEGUIMIENTO”. E tal como se pode ver nas fotos nom deverom acodir as suas convocatórias nem sequer suas numerosíssimas liberadas sindicais (é que era Domingo!! e elas só vam de manifa quando é horário laboral…)
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“Pam”, umha “podemita” galega em Chueca: Elógio ou Retranca dum bairro gentrificado. Opinem vostedes

inv-2016823-620x326Ángela Rodríguez, “Pam”, deputada de Podemos (eleita pola província de Ponte-Vedra baixo a marca da Marea) no paço de congressos espanhol, vem de fazer um relato pessoal nas suas páginas de redes sociais virtuais – que passo a copiar á íntegra respeitando o idioma que ela mesmo escolhe para falar distendida nessas redes (o castelám!!)- na que expom certas coisas que quere contar sobre o bairro onde mora quando está em Madrid: Chueca. Um bairro que está a sofrer um grave problema de gentrificaçom e de onde já foram despejadas um feixe de gente que nom puido enfronta-la e tivo que mudar de bairro ou cidade. Esta cita de Pam no seu perfil nas redes, no que ela mesma indica que: “non é público, falo da miña vida”; desatou um feixe de comentários críticos nos que, várias pessoas acusam-na de fazer um panegírico da gentrificaçom e mesmo do heteropatriarcado e do capitalismo rosa, além de certos tintes machistas; mas tamém há quem a defende e mesmo ela saiu na sua própria defensa argumentando que tirara de retranca; se bem suas detratoras duvidam de que saiba utilizar tal ferramenta tam galega. Assim pois, opinade vos mesmas; mas denantes de cola-lo texto lembrar que Pam já fora protagonista antanho de outra opiniom curiosa numha rede social, quando tras impartir umha ponência sobre “feminismo e igualdade”, qualificara de “PUTA COJA” a sua compa de partido e responsável podemita na Galiza; Carmen Santos (tal como se pode ver na imagem adjunta):

Me he venido a vivir a Chueca y hay cosas que os quiero contar.
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Telemóveis: Seguro de vida ou de morte??

Um mártir: Em outono do 98, em pleno centro de Buenos Aires, um transeúnte distraido foi esgamado por um autobus. A vítima vinha cruzando a rua, entretanto falava por um teléfone celular. Enquanto falava? Mentras que fazia como que falava: o teléfone era de joguete. Eduardo Galeano “Patas arriba/ la escuela del mundo al revés”

telefono-et-davila Minha nai nom gosta dos celulares, e eu saim a ela nessa rejeiçom tecnológica, de certo devo ser o seu maior baluarte da família na sua cansina luita contra este aparato que a desquícia mas ao que cedeu a te-lo por presom familiar depois de que, nom há muito, caera estando numha rua pouco transitada e fora graças a que levava consigo o telemóvel que umha transeunte ocasional, depois de ajuda-la, puidera aceder á agenda do aparato e chamar a um dos meus irmáns (que vive com ela) e dar a alarma. Um sucesso pontoal que valeu para que minha nai acedera a sair ás ruas sempre provista do seu celular; índa assim, ás vezes, esquece saca-lo com ela (eu crio que o deixa adrede)
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Cidade da Cultura.- Detratoras de outrora, Valedoras de agora.

A proporçom de antigas detratoras da Cidade da Cultura (outrora tamém conhecido como Mausoléu do Fraga) é inversamente proporcional ás suas siareiras atuais.
la-xunta-de-galicia-no-sabe-que-hacer-con-el-mausoleo-de-fraga Qué se passa, que morreu o velho e acabou a raiba?? Já nom é algo a denunciar?? Porque nom paro de ver, nas chamadas páginas virtuais de redes sociais, anúncios de atividades no Mausoléu que som colados e aplaudidos e mesmo compartilhados por gentes que ardiam de nojo tempo há.
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“Sobreviver Nom Pode Ser Delito”.- O concelho corunhês de “A Marea” multa com 1500€ a um vendedor ambulante. Estes som os da nova política??

11873458_10207701909084931_3895603508601987202_n-copia Recolho de SOS Racismo Galiza o seguinte seu Comunicado denúncia (que deito tal qual com a sua normativa oficialista) para ajudar a difundir. Nele destacam a hipocrasia deste governo mareante que pese a aprovar normativas para evitar os abusos policias contra imigrantes, e dar-lhe publicidade com grande aparatagem mediática e de declarar, há caseque 1 ano, A Corunha como Cidade de Acolhida, esta atuaçom policial, e outras similares e o incumprimento das suas promesas e a falha de propostas e alternativas, demonstram que som iguais que o resto e que só fam gestos de cara a galeria:

SOBREVIVIR NON PODE SER DELITO.
POLO ARQUIVO DE SANCIÓN POR FALTA DE LICENZA ADMINISTRATIVA A VENDEDOR AMBULANTE.

A pasada semana, o Concello da Coruña notificou a M.F. veciño da nosa cidade e vendedor ambulante na Rúa Real, unha proposta de sanción de 1.500 € por non dispoñer de licenza administrativa para o exercicio da venda ambulante.
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Mónica Caballero e Francisco Solar livres!! Um resquício legal permitiu mudar o tempo pendente de cárcere por umha expulsom do estado espanhol

descarga A informaçom procede de falsimédios (ou seja da polícia ou da judicatura) e sinala que já vai duas semanas -a través de duas resoluçons judiciais com datas dos passados 30 de janeiro e 1 de fevereiro- que os juizes da Real Audiência Nacional espanhola assinaram a comutaçom do que lhes quedava por cumprir de condena pola expulsom do estado espanhol. Segundo indicam ambos documentos, Mónica e Francisco “nom poderán regressar senom trascorridos 8 anos contados desde a data da sua expulsom e, em tudo caso, entanto nom prescreva a pena”. Além sinalam que “se mantém a situaçom de presom de ambos condenados entanto se tramita a sua expulsom do território nacional”
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“Eu tamém estivem na Sala Iago” – Campanha Solidária diante do juíço ás 12 encausadas previsto para o día 13 de março

sala-yago Tras umha primeira convocatória falhida em 5 de outubro do ano passado (ver acá a convocatória e acolá a minha crónica-crítica do “nom juíço”), o juiço ás 12 encausadas era suspendido até o vindouro 13 de março, quando se presume que vam ser julgadas estas 12 pessoas por okupar, em novembro de 2011, este espaço emblemático da cidade de Compostela para uso cultural e desfrute de toda a cidadania; umha okupa pola que se passaram centos (senom miles) de pessoas durante os poucos días em que estivo de portas abertas com um feixe de atividades para todos os públicos e umha gestom autogerida em assembleias numerosas e moi participativas, e isso depois de realizar umha limpeça e posta a ponto desse local que aínda segue fechado desde entom pese ás falsas promesas do alcaide de entom, o imputado pistoleiro Gerardo Conde Roa “Van a sentir mi aliento en su nuca”. Como dim na Campanha Solidária, que se está desenvolvéndo nas páginas de redes sociais, contra a criminalizaçom do ativismo social e cultural: “Somos nós mas poderiades ser vós”; na que dim que: “Gostariamos de que cada umha no seu muro pugera: #eutamenestivennasalaiago

Temos que conseguir sua absolviçom!!

Vos colo acá o seguimento cronológico da causa que seguimos no velho blogue de Abordaxe (do que eu formava parte) alternado com os Vídeos que filmaram GalizaContraInfo e mais Tinagalaranga e mais os aúdios da rádio livre de Compostela A Kalimera:
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