Viva la Guardia Civil !!

Joves, quinta feira, 1 de dezembro, estádio de futbol de “El Sardinero” em Santander, enfrontam-se em partido da Copa de Espanha a equipa local do Racing e o seu eterno limítrofe rival, Ath de Bilbao.

Justo antes de começar o encontro copeiro, ao igual que no resto dos estádios de todo o mundo, pide-se pola megafonia do estádio cumprimentar com 1 minuto de silêncio em memória das vítimas do acidente aéreo produzido em Colómbia no que morrerom 71 pessoas, e entre elas 19 jogadores e o corpo técnico da equipa brasileira Chapecoense. Mas a diferência do acaecido no resto do mundo, em “El Sardinero” há quem racha e interrumpe esse minuto solidário ao berro clamoroso de «¡Viva la Guardia Civil!» e dum grupo que o corea e resposta: «¡Viva!».
Um feito que, de ter acaecido num outro lugar, poidera ser entendido como algo alheio ás vontades da imensa maioria assinstente nas gradas e o feito se passaria como algo realizado por um grupo de provocadores que nom tenhem predicamento algum entre o resto da paróquia futboleira; mas a particularidade de que acaecera em Santander numha partida contra seus acérrimos inimigos bascos, da-lhe um tinte particular que pretendo deitar nas minhas seguintes verbas:
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A hipocrisia instituiçonal da equipa de governo da USC e a violência de genero

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Tal como contei numha entrada que assinei em 2 de setembro, em qualidade de trabalhador da “casa”, tirei de telefone para perguntar na OIX (Oficina de Igualdade de Género) ao respeito do Protocolo de prevençom e atuaçom fronte ao acoso por razom de sexo, orientaçom sexual e identidade de género aprovado em 29 de julho polo Conselho de Governo da USC (justo o dia depois em que a USC fazia público nos falsimedios a resoluçom do expediente contra Luciano Méndez). Na altura respostáram-me que de momento “nasti de plasti” sobre sua disposiçom pública para seu conhecemento; ao parecer segundo a pessoa da OIX que me atendeu (moi respetuosamente) ainda nom se publicara e que nom sabiam dizer-me quando estaria porque se estava pendente de atualizar com as propostas de modificaçom aprovadas e que sua publicaçom estava em mãos da Secretaria Geral da USC.

Há só uns días, passada a data sinificativa do Día Internacional pola Eliminaçom da Violência Contra as Mulheres, na que o governo da USC promoveu e participou de atos e “merchadisin” com tal ocasiom e mesmo tirou um seu comunicado, voltei querer saber que se passou com tal documento quando justo iam-se cumprir 4 meses da sua aprovaçom no Conselho de Governo; deste volta figem-no a través dum correio electrónico dirigido a OIX, mais que nada para ter constância por escrito da sua resposta, que chegou-me hoje e vos colo á íntegra:
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Quando o racismo encóbre-se tras pretextos e disparates

el_miedo_kalvellido Recolho este texto e traduzo do Verba-Volant sobre umha notícia que, se bem acaeceu na Grécia, pode passar em qualquer lugar do mundo privilegiado, a onde chegam gentes fugindo das guerras e do fame que, os próprios governos desses paises desenvolvidos, levam séculos provocando.

Umha “Associaçom de Pais de Alunos” mais vem sumar-se á listagem das associaçons de pais racistas (1 e 2). Tráta-se da “Associaçom” da vila de Sesclo, na província grega de Magnésia.
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A farsa da derogaçom da Lei Mordaça e outras ervas

hetariaHoje todos os falsimédios escritos destacam nas suas capas a notícia de que ontem aprovouse no Parlamento espanhol umha moçom apresentada a instâncias do PSOE para derogar a Lei Mordaça e que só tivo os votos em contra do PP e Foro de Asturias e a abstençom de C’s; hoje podias almorçar com a leitura de cabeçalhos do tipo: “La oposición aprueba la moción para derogar la Ley Mordaza” ou “Izquierda y nacionalistas votan derogar la Ley de Seguridad Ciudadana del PP”. Mas a pouco que profundices em querer saber que aconteceu, descobres que nom é tudo tam fantástico como se desprende da leitura dos cabeçalhos; em princípio porque os 167 sies fronte aos 133 noes e as 32 absteçons NOM IMPLICA NENHUM CÂMBIO LEGAL, e só vale para reclamar ao governo espanhol que dea marcha atrás a dita lei, mas o PP ja deitou as suas condiçons: estám abertos a negociar algumhas modificaçons mas insistem na IMPOSSIBILIDADE de DEROGAR dita lei porque consideram que é necessária para fazer fronte á ameaça do terrorismo extremista e lembram que seguimos em nivel 4 (sobre 5) de alerta antiterrorista.

Dito o qual, pergunto: DE QUE VALE O CONGRESSO?? Qual é o motivo de apresentar moçons para modificar leis, se é o governo quem toma essas decisons (inda que seja minoritário na Cámara)?? Para “fardar de cobrar um pastom por nom fazer nada”, para “fazer publicidade” do teu grupo, para jogar ao “candicrass”, para “botar a soneca”, para “colher sona e botar-te a durmir”, para…???
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7, 8 e 9 de dezembro em Teo: 1º Festival Titiriberia. Olhadas sobre “Os Cristovos”. – Umha proposta contra a lei mordaça??

2017_titiriberia_cartaz_baixa_rgb A pergunta do cabeçalho é minha, e tem razom de ser desde o día em que Alfonso e Raul, titeriteiros de ideologia anarquista e componhentes da companhia “Títeres desde abajo”, foram detidos sob a lei Mordaça durante as festas de Madrid por ordem dum juiz e coa intervençom favorável da sua lega companheira (retirada) e alcaldesa podemita da capital espanhola (que os contratara); feito do que dim conta quando abrim este blogue e essa notícia fora a minha primeira entrada no mesmo. E fago esta referência porque na posterior concentraçom de repulsa pola sua detençom que se “celebrou” em Compostela (lêr acá minha crónica) houvera abondosa presência de gente adicada a este espectacular mundo dos monicreques e mesmo leram um seu comunicado (lêr acá) na sua defessa e contando a verdadeira história dos títeres de “cachiporra” da Asociaçom Cultural “Morreu o Demo” para recuperaçom do títere tradicional, que é quem organiza agora este pioneiro festival adicado aos títeres tradicionais único da sua natureza na Galiza e no Estado e que vai contar com toda umha maratona de representaçons e atividades que mesturam entretemento e reflexom cos títeres tradicionais da Península como eixe: O Pericu catalá, os Robertos portugueses o Dom Cristóbal andaluz e, por suposto o Barriga Verde galego, com até 7 obras diferentes, 10 funçons e diferentes atividades sobre estes espectáculos populares; entre os que estarám a companhia “Titeres desde Abajo” para representar, deste sim, umha obra infantil com pezas breves de “Cristobitas”.
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A Revoluçom Cubana: Um Olhar Libertário x Capi Vidal

Decidim dar pulo a este artigo de Capi Vidal publicado este domingo passado, tras a leitura do seu moi interesante artigo “O movemento anarquista en Cuba” que descreve a situaçom deste movemento desde seus inícios no século XIX (maioritário em Cuba) até agora, e que minhas compas de Abordaxe tiverom a bem de traduzir e colar no seu blogue. Quando rematei sua leitura quigem profundizar nalguns aspetos tam sinificativos como os dados de que “o Partido Comunista Cubano pactara com Batista, apoiándo-lhe eleitoralmente” quando sua suba ao poder (sim ao igual que Hitler, o ditador cubano acedera ao poder numhas eleiçons democráticas em 10 de outubro de 1940 com umha candidatura “populista” e “progressista”); e mesmo o feito de que anos depois, em março de 1952, quando Batista dirigiu o golpe de estado, o PCC tamém pactara com el; ou mesmo o feito de que as anarquistas cubanas foram ativas combatentes contra a ditadura de Batista junto a diversos grupos guerrilheiros e mesmo participaram no Movemento 26 de Julho que fundara Fidel Castro; e outros dados moi interesantes que vos comino a lêr. E assim foi como dim com estoutro artigo no blogue de Capi Vidal, Reflexiones desde Anarres (sobre os anarquismos e sobre toda forma de emancipaçom individual e coletiva)” e que traduzo e colo (mantendo negrinhas, aspas e ligaçons), junto a um seu próprio comentário sobre a Repressom ás Anarquistas nos primeiros anos da revoluçom castrista:

A Revoluçom Cubana: Um Olhar Libertário

A revoluçom cubana, do mesmo jeito que acaeceu coa chamada “bolivariana” mais recém, produziu paixons e rejeitamentos por todas partes; tantas vezes, sem possibilidade de matizar entre os dous extremos. A realidade é que o comunismo originado em Marx viu fracasado umha e outra vez, tanto a sua teoria supostamente científica, como suas experiências políticas; falamos de fracaso em termos autenticamente revolucionários e socialistas, por suposto.
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“O galego-português nom é umha língua”

na-galiza-em-galego Com esta sentência começa um comentário que me remitirom a umha das minhas entradas recéns desta minha bitácora; é a continuaçom dum outro no que se me recrimina que “si sodes un blogue de ámbito galego, e máis de carácter reivindicativo, deberiades escribir nalgún idioma que se fale en Galiza (galego ou castelán), xa que a gran maioría das vosas lectoras son galegas”. Como a temática de dita entrada nom tem nada a ver com a questom lingüística, considerei que merescia umha breve resposta numha entrada escrita a propósito. Se bem para e-lo cumpre colar acá a minha resposta ao seu 1º comentário e a totalidade do seu 2º que começa com o cabeçalho desta entrada:

Eu- “Este é um blogue persoal onde manifesto minhas inquedanças. Escrevo no galego que conheço e reconheço como origem da língua espalhada por toda a lusofonia: o galego-português”.

Ela- “O galego-portugués non é unha lingua xa que non se fala de forma natural, é unha lingua “espalhada” por linguistas que nun momento determinado renegaron do galego como lingua natural da nosa Galiza. Dende que era nova coñecín moitas persoas galegas de antepasados galegos e non coñecín ningunha que falase galego-portugués. E a gramática e nomenclatura con caracteres portugueses non ten sentido xa que os fonemas galegos en calquera das súas variantes faladas en Galiza non teñen un son parecido ó dos fonemas portugueses”.

Poida que haja quem pense que é umha perda de tempo querer respostar a tal sentência; mas quiger faze-lo sem tirar de ironia nem retranca por mais que mo pida o corpo. E assim optei por recolher as opinions de certas personagens que poida fagam reflexionar a minha categórica comentarista e que recolhim da página da AGAL, onde há muitas mais. Poida que estes sejam os linguistas que nun momento determinado renegaron do galego como lingua natural da nosa Galiza que nomea minha comentarista:
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