Comochoconto – 27set1975 – Lembrança de Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz e Baena Alonso

Lá polo ano 2011 nas datas do aniversário deste assessinato de estado emitira polas ondas livres da rádio Kalimera (de Compostela e da orbe enteira) este programa de Comochoconto na sua homenagem. Agora co galho de lembrar tam trágicos acontecementos, vos colo acá nesta minha bitácora, o áudio do mesmo e a entrada que escrevera para dar-lhe pulo na rede:


27-septA alba do 27 de setembro de 1975 eram fusilados Txiki, Otaegi, Sánchez Bravo, García Sanz e Baena Alonso, os dois primeiros militantes da ETA e os outros tres da FRAP. Foram assassinados polo franquismo depois de diversos juízos sumarísimos sem garantes nenhuma de respeito dos direitos humanos. Foram os últimos fusilados estando ainda Franco vivo. As numerosas petiçons internacionais de clemência e as mobilizaçons cidadás nom serviram de nada ante um Dictador que se figera em 1936 assassinando ao seu povo, e que seguira matando para arrogar-se o “direito” de poder seguir matando.

Realizado em base aos textos de:
Continuar lendo

Carta Aberta a Manuela Carmena, mulher “alcaideiçada”. Resposta das prostitutas organizadas ao libelo tirado polo concelho madrilenho

“A nenhuma das pessoas que elaborarom esta guia impórtam-lhes as mulheres em situaçom de trata, senhora Carmena, impórta-lhes sair-se coa sua e abolir a prostituiçom”.

A ex-juíza podemita madrilenha, mulher “alcadeiçada”, vem de tirar do prelo umha guia de recursos para jornalistas intitulada “El abordaje de la prostitución y la trata de seres humanos con fines de explotación laboral” que, ao dia seguinte de fáze-la pública, foi respostada pelo colectivo Hetaira e APROSEX (Asociaçom de Profissionais do Sexo) com o seguinte texto que recolho da web de APROSEX e colo acá depois de traduzi-la:

CARTA ABERTA A MANUELA CARMENA, A MULHER ALCADEIÇADA

trata09301972763154_117781993_n Sempre se disse que o nosso, é o trabalho mais antigo do mundo.

Com tudo, é possível que o fosse a política, ou concretamente umha forma de fazer política, chafalheira, a destempo e moralista, o primeiro ofício desacreditado.

Preguntámo-nos e ultimamente fazêmo-lo moi a miúdo, de onde saca a sua moralina a política de esquerdas. De onde tanto ódio cara ao que nom deseja compreender e como é possível que, desde as instituiçons públicas, recebamos as putas, tanta violência.
Continuar lendo

Abstençom 817.702 – PPdeG 676.676 (som só resultados provisórios; porque os definitivos afundarám na fenda))

abstecom A falha de computar os votos do Censo Eleitoral de Residentes Ausentes (CERA), a abstençom optem 141.026 apoios mais que o PPdeG, a força partidista á que todos os falsimédias e participantes da carreira eleitoral reconhecem e dam como gram vencedora na contenda de ontem.

Se bem os dados oficiais oferecidos até agora, além de provisórios tenhem algum erro, pois a suma de abstençons e votos emitidos dá umha suma que supom 177 eleitoras de mais que, na minha valoraçom destes resultados e como gesto de generosidade, opto por restar-lhos a abstençom; com o que, ainda assim, o resultado provisional daria a abstençom 140.849 apoios mais que ao PPdeG.
Continuar lendo

Algumhas razons polas que me abstenho de concurrir ás urnas a depositar um voto

“Umha pessoa nom é menos escrava porque se lhe permita cambiar de amo cada certa quantidade de anos”. Lysander Spooner.

so-umha-de-cada-quatro-votam-pp-tasio A derradeira vez que fum votar fora lá polo ano 2005, quando participara ativamente da campanha “Hai Que Botalos” (HQB) co galho de desalojar do governo do parlamentinho ao PP de Fraga, quando o exministro franquista já levava no cargo desde fevereiro de 1990 e as galegas levavamos anos aturándo-lhe. Mesmo na minha decisom de votar, quando já havia anos que abraçara o abstencionismo por conviçom, pesara certo sensabor de ter como presidente um elemento que se distinguira pola sua lealdade ao Ditador e polos assassinatos de operários em Vitória-Gasteiz quando fora minsitro de governaçom com Franco.
Continuar lendo

Aumenta o medo á abstençom entre os partidos do Sistema.- Ampliam 1 semana o praço para votar por correio

pre-e-post-eleitoral Na minha entrada de antontem que intitulei “Sobre a manipulaçom da participaçom eleitoral e os falsos apoios maioritários aos partidos do sistema”, dava conta de que “a Junta Eleitoral Central (JEC) espanhola acordara, em 26 de agosto (o dia antes de que rematara oficialmente), ampliar até o 5 de setembro o prazo para que as galegas residentes no exterior poideram pedir o voto, umha medida “excepçonal” que se adotou a petiçom do PPdeG e do PSOE e tras detetar que se receberam menos da mitade dos votos ‘rogados’ que há quatro anos”.

Hoje soubem que esta JEC vem tamém de ampliar umha semana o prazo, até hoje 22, para o voto por correio de residentes ausentes (ou seja das pessoas censadas na Galiza que, sabendo que iam estar fora da casa na data da eleiçom, queiram votar por correio). Desta volta a decissom tomada pola JEC foi a petiçom de EAJ-PNV e mais EH-Bildu, que se bem foi solicitada para efeitos de Euskal Herria, a JEC elevou tamém a Galiza e curiosamente foi aprovada numha juntança express feita no dia anterior a que rematara o prazo oficial, celebrada o dia 14 quando rematava o 15, se bem foi assinada polo presidente da JEC ontem mesmo dia 21. Ver acá a resoluçom da JEC
Continuar lendo

Alto mando da Garda Civil viguesa foi apartado do seu destino tras fachendear do seu cargo e obter favores sexuais debalde baixo ameaças

poster_for_dad_by_rumiko_skiler O coronel jefe da Garda Civil da província de Ponte-Vedra, Miguel Estévez, precisou que “fuimos los primeros en depurar responsabilidades” e manifestou que esse corpo policial já tomara as “medidas disciplinarias necesarias” contra o alto mando da polícia judicial de Vigo e membro da benemérita, sospeitoso de cometer abusos sexuais a umha massagista imingrante de origem brasileira. Ditas medidas forom aparta-lo do seu cargo tras conhecer-se que, “hace alrededor de dos meses”, a mulher apresentara umha denúncia por esses abusos, engadiu Estévez, quem rematou a sua declaraçom com estas contundentes palavras: “Somos los primeros que cuando alguien, presuntamente, comete una irresponsabilidad, actuamos y no lo tapamos”. O que nom deu explicado foi porquê algo tam grave como aproveitar-se da sua condiçom de jefe dum corpo policial para obter favores sexuais baixo ameaças só leva implícita umha retirada do cargo e se só com isso da-lhe ao coronel jefe para fardar de “actuamos” e tampouco aclarou como se come isso de que “no lo tapamos”, quando os feitos ocorreram em março (e a denúncia há 2 meses) e nom se deram a conhecer até agora.

Segundo informaçons recolhidas de diversos falsimedios, o alto cargo, do que, como é habitual, nom se facilita filiaçom algumha, nem sequer siglas, vira um anúncio da mulher na Internet para masagens eróticos, concertou umha cita no apartamento dela em O Porrinho, amosou-lhe a sua placa policial e, baixo coaçons de denuncia-la por imigraçom ilegal, obrigou-na a ter relaçons sexuais gratis.
Continuar lendo