[Miranda de Ebro] Garda Civil Oculta Ideologia FASCISTA do Detido com um ARSENAL de ARMAS MUITO PERIGOSO.

Izquierda Mirandesa (IM) em 4 de dezembro publicava numa RRSS a sua denúncia pública diante da permissividade da que goçam elementos FASCISTAS e/ou NEONAZISTAS para possuir ARSENAIS de ARMAMENTO ILEGAL e maquinária para FABRICAÇOM de EXPLOSIVOS e MUNIÇOM e para MANIPULAÇOM de ARMAS e sem que isso suponha ser qualificados como TERRORISTAS. Uma circunstância moi similar a quando as detidas som ANTIFAS quando som acusadas de pose de explosivos por ter Fairy ou Aguarrás (lêr em modo retranca).

Segundo publica Naiz, o detido Rubén López Rebollo, exibia sua ideologia falangista nas RRSS sem necessidade de agochar-se. Este meio assinala que foi a vizinhança desta localidade burgalesa limítrofa com Euskal Herria, quem lhes indicaram que este elemento possue esta sua conta de Facebook https://www.facebook.com/lapislazulireiki (ainda ativa) na que fai apologia do falangismo e do franquismo, com imagens de bandeiras españolas com o aguilucho, o jugo e as frechas ou loas a José Antonio Primo de Rivera.

Nom tanto, segundo a declaraçom em rolda de imprensa do tenente coronel Alfonso Martín, jefe da Comandância da Garda Civil de Burgos no se ha detectado en la investigación, que ha sido intensa, ningún vínculo con ninguna otra persona ni con organizaciones de ningún tipo, ni terrorista, ni extremista, ni delincuencia organizada, algo que contrasta e muito com os dados obtidos quando queres saber e que os falsimédios nom se preocuparam em buscar (deixadez habitual nos falsimédios quando a informaçom provêm direita dos corpos e forças armadas de (in)seguridade do estado). De feito algum falsimédio burgalés fala do detido como dum “Lobo Solitário” sem causa que acumulava “el mayor arsenal no relacionado con el terrorismo incautado en España en muchos añosno garagem para assim salvagardar a seguridade de seus pais com quem vivia (mira tu que bo filho).

Como dizia, IM emitiu um seu Comunicado-Denúncia sobre estas informaçons remitidas pola Garda Civil ás agências de (des)informaçom e as publicadas nos falsimédios geralistas:
Continuar lendo

Comochoconto – A Imaculada Constituiçom da Transiçom

Deito acá este aúdio do meu programa “Comochoconto” da Rádio Kalimera, emitido por última vez em 2012 (e agora atualizado), no que relato como foi a sinatura da Imaculada Constituiçom nesse periodo que dam em chamar a Transiçom, que nom foi mais que a aprovaçom da continuidade do franquismo baixo um régime monárquico onde, as famílias que se figeram com o control e o poder económico baixo o franquismo (incluida a do monarca), som as mesmas que seguem controlando o pastel (ainda que dezume corrupçom a esgalha) com a colabouraçom necessária do resto de agentes autores desta trama onde se tratou de conseguir que ficara “tudo atado e bem atado” como deixara dito Franco.

O programa quere ser umha Homenagem adicada a todas as pessoas que foram assassinadas por ser antifascistas nesse tramo da nossa história que os falsimédias dam em chamar a “Transiçom” e por isso fai-se um relatório (nom completo) dos casos que sucederam no periodo entre os derradeiros alentos vitais do ditador até inícios dos anos 80.

Dizer que, Continuar lendo

A HIPOCRITA MARTIROLOGIA DA FAMA .- Uma pinga de crítica diante um Oceâno de elógios sobre “Fernando Martín”

A 30 anos do aparatoso acidente com que se matou Fernando Martín, diversos falsimedios enchem suas páginas e seus minutos de programaçom para lançar loubanças de admiraçom da presuposta qualidade humana e esportiva deste presuposto herói español (mérito adquirido só por ter sido o 1º baloncestista nado em España em chegar a participar na idolatrada NBA ianquie).

Dentre os muitíssimos memorandums mediáticos desta jornada e os tantíssimos panegíricos excelsos, moi poucos médios adicam um pequeno espaço a fazer memôria de como foi que se matou o nosso herói:
IA A TODA HÓSTIA co seu carro último módelo pola M30 até topar contra um outro carro manejado por Ricardo Delgado, um ninguém mediático, um vendedor ambulante que por entom se passava seus dias nas estradas e que manejava seu carro coa prudência habitual de quem vivem nas estradas muitas horas da sua vida. Ricardo nom puidera evitar o impato e a consequência sofreu graves feridas e um edema cerebral polo que estivera tempo entre a vida e a morte, ao final sobreviveu pero ficando com sequelas de por vida.

Quem na altura era uma figura radiofónica de calibre reconhecido, Encarna Sánchez, entrevistara 48 horas depois da tragédia á sua dona, Milagros Romero, quando Ricardo ainda permanecia inconsciente, mas por fortuna já fora de perigo. Milagros manifestara já por entom seu desagrado e sua dor: “Hay muchas cosas que duelen, pero algo que me duele es que la Policía tardara tanto en informarme. Quizá eso es lo que más destaco, y que este señor fuera conduciendo tan deprisa. Además, me he enterado de que ya ha tenido otros accidentes. A una persona así tenían que retirarle el carnet, de verdad”. Continuar lendo

COP 25: CONSUMIR, CONSUMIR,… ATÉ O FIM !!

De todas as mentiras que levo escutando ou lendo nos falsimédios ao respeito desta reunióm de mangantes e magnates; quero destacar uma de hoje que, baixo meu parescer, poderia sintetizar tudo quanto pretendem acordar neste tipo de encontros internacionais do Medo e da Culpa Compartilhada. Colo acá a captura do cabeçalho e imagem da notícia de hoje num destes falsimédios (dá igual qual é, porque todos dim o mesmo):
Tudo está no corpo da notícia

Mas denantes de entrar na matéria que quero resaltar, indicar a curiosidade do recurso (utilizado quando convém por todos estes mentideiros) de rematar a notícia com dois párrafos que nom tenhem ilaçom alguma com o texto do cabeçalho e que som linhas de pura propaganda a Endesa, patrocinador diamante desta cimeira (e em continuidade coa linha marcada ontem, no 1º dia da COP25, de copar coa sua portada todos os falsimédios em papel imprensa), negando pola tremenda que esta empresa é, por muito (sumando ela sózinha mais que as 3 seguintes máximas depredadoras do aire que respiramos e da água que nos dá a vidae da terra que nos protege e alimenta), a maior contaminante de todas no estado español, tal como figura no informe “Emergencia Climática en España” apresentado recém polo Observatorio de Sostenibilidad co galho da COP 25 e que se reflite neste singular gráfico:
Dito tal, volto ao que me levou a escrever esta entrada na minha bitácora:

Segundo o texto da notícia, um biólogo e profissor, um tal Fernando López Mirones, num auditório cheio de alunado da ESO (que foram levadas até alá nom por vontade e querência próprias para encher o espaço) na apresentaçom dos prémios Ecoinnovación da Fundación Endesa na COP25 (mais propaganda) soltou-lhes ás bravas (sic): “¿Queréis reconocer a un joven preocupado por el medioambiente? Mirad su móvil, cuanto más antiguo, mejor” e o profissor López Mirones, tudo enchido de razom (e isto é colheita minha que nom pom nada disso nos falsimédios), com estas suas palavras convidou-lhes a pensar e analisar seus comportamentos diários para ver se “nos quedamos en las buenas palabras o hacemos algo útil por el clima”.

Eu, que nom estava entre as convidadas a pensar e analisar suas palavras, figem-no igual por “motu próprio” ao contastar que ai radica a máxima que se nos quere impôr desde os verdadeiros e grandes culpáveis da situaçom climática (governos e grandes empórios energéticos e outras multinacionais)

Afazer que a culpa seja de todas .- Tanto tem que tu apenas gastes porque nom tês ou porque nom gostas de faze-lo. Mesmo dá que teu consumo nom seja nem responsável porque teus recursos nom te chegam nem para obter isso ou que sejas alguém que tira e consume como se se lhe fosse a vida nisso. De ai a advertência final que soa a reprimenda.

e 2º Manter o consumo inecesário por riba de todo .- O mestre, ao dar por bo medioambientalista á estudante que possue o telemóvel mais velhote, está ignorando que existe a possibilidade real de nom possuer nenhum aparato destes e que esta seria a única atitude responsável a destacar. Quem possua o telemóvel mais velhote nom é por ecologismo senom que, o mais seguro, é que seja porque seus parentes nom possuem a capacidade económica de satisfacer todos os caprichos de suas filiadas.

Nisso radica a COP25, seguir enganando ao culpar a toda a humanidade do desastre ecológico (mesmo a quem nom tem luz, nem água, nem casa, nem nada que levar a boca) e, por descontado, manter a tope o consumo irresponsável nos paises “desenvolvidos” e seguir permitindo um gasto energético com uns niveis que vam mudando segundo interese ao Gram Capital.

 

[Verim] Ao respeito do feche do “Paritório” de seu Hospital Comarcal Público

Nestes dias, e com respeito a notícia deste cabeçalho, lembrei-me do nosso “presi pequeno”, FEIJÓO, prometendo, lá por junho deste mesmo ano, uma LEI para tomar medidas cara incentivar o IMPULSO DEMOGRÁFICO na Galiza, para assim tratar de evitar, ou quanto menos frear, a incessante perda de povoaçom na nossa terra. Mesmo sumara-se a essa moda hipócrita de dizer que sinte preocupaçom polo progressivo ABANDONO do RURAL. Aqui temo-lo largando mentiras pola sua bocacha:

Pois, em só 5 meses, tudo um recorde entre promesa e ejecuçom, já temos sua 1ª medida ao respeito: FECHAR o PARITÓRIO de VERIM !!

“O PRINCÍPIO DO FIM”

Cesáreo Álvarez Rodríguez, jefe de Urgências deste Hospital de Verim, denúncia que: “O problema nom só está no paritório, está na pediatria de urgência. Se nom há pediatra, toda a pediatria de urgência do hospital correria a cárrego de pessoal médico nom especialista, incluido para o tratamento de pacientes -de 0 a 3 anos- em estado grave ou moi grave que necessitara ser transladadas”.
Continuar lendo

[Ciudad Real] Comunicado de Individualidades tras a penosa atuaçom das abolas na manifa do 25 N: «Uma resposta putofóbica, acusatória, e estigmatizante» contra trabalhadoras sexuais

Recolho (traduzo e colo) de “MiCiudadReal”, este Comunicado assinado por Individualidades:

Comunicado de Individualidades.– O passado 25 de Novembro, durante a manifestaçom convocada em Ciudad Real contra das violências de género, um grupo de mulheres (nom misto) a nível individual (nom como coletivo) juntamo-nos para vissibilizar uma violência que sofrem as mulheres e pessoas trans e que entendemos pouco visível nesta cidade, através dum cartaz que alegava “Basta de perseguir às trabalhadoras sexuais”.

Depois de fazer visível o cartaz uma das pessoas com acesso à megafonía, dirigiu-se ao público assistente alegando que haviamos pessoas defensoras da trata na manifestaçom e alentou ao público a expulsa-las do espaço ao berro de “fora de aqui”, ao que este respondeu com um grito unânime, em contra da trata, entendemos (*Nota do Gajeiro: ver em 5’25” deste vídeo).

Consideramos o que ocorreu como um ato violento, de confronto e tergiversaçom, polo que queremos expor com este comunicado nossa postura:
Continuar lendo