[A Corunha] Venres 23 ás 20:00′ Charla-Debate contra a Lei Mordaça no Ateneo Libertário “Xosé Tarrío”

Dou pulo:

Nesta palestra explicara-se de maneira breve como funciona a Lei Mordaça, quais som as infraçons que mais nos poidam afetar como ativistas, desmontar alguns mitos que há sobre esta Lei e debater qual é a milhor estratégia para enfrontar-se a ela.

O Ateneo Libertario Xosé Tarrío está na r/La Paz nº 16 da Corunha

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A peculiar maneira das sindicalistas de CCOO e UGT de “Adolfo Domínguez” de sumar-se a Greve das Mulheres em 8 de março

Já vai uma porrada de anos que nada que saia destes sindicatos me surpreende; mesmo durante um bo tempo nom entendia como gente que luitara de verdade durante o franquismo sendo filiada destes sindicatos, inda seguia ligada a eles quando já se lhes vira muito seu plumeiro pactista -atitude traidora que mesmo valera legítimos parabéns dos máximos representantes dos empresários durante a falsa transiçom- mas isto de publicar comunicados agradecendo ao patrom que lhes deixe sair a protestar 15 minutos durante o tempo do descanso para o café e parabenizándo-lhe porque nom lhes vai descontar é já de mejar fora de penico. Por descontado o feito de que enviem a comunicaçom em perfeito castelám já nom depara surpresa alguma nestes sindicatos espanholeiros que bailam ao ritmo que lhe marquem em Madrid, mesmo seja seu hino pátrio com letra de Marta Sánchez. E mais nada, só agradecer a Benito Soto Troleada Galega por dar-lhe pulo ao comunicado e por fazer-me rir tantas vezes co que publica nessas mal chamadas “redes sociais”. Continuar lendo

“Onte fixo catro meses” x Elena Buch – Palavras sobre a vaga de lumes do outono passado

Recolho, com o permiso da autora, do seu muro duma rede social, este magnífico texto assim coma as imagens que o acompanham. Um texto que fala de sentimentos de tristura e de amor á nossa terra; de nojo para o fascismo e o capitalismo que estám a transforma-la e destrui-la; e no que se fai um convite a luitar para recuperar este país das fauces do mostro depredador. Colo (mantendo sua grafia original) e convido a sua leitura pausada:

Onte fixo catro meses.
Catro meses dende o 15 de Outubro, dende a masacre que calcinou unha Galicia xa sentenciada.
Eu xa non estou deprimida; custou, non ía custar…
Saimos camiñar, coma tantos días… a ser conscientes, a documentar, a brutalidade dos tempos que nos tocaron vivir.
Miramos cadáveres, esqueletes de árbores ó noso redor. Unha carballeira centenaria calcinada; encolle o corazón pensar en quen a plantou, doe de verdade; estarase a revolver na súa tumba, de seguro, doe.
Sempre penso, imaxino estes camiños, carreiros, quiringostas, devesas… e o movemento que nelas houbo; persoas co seu leghón ó lombo, traballando. Traballando e desfrutando, moendo e cantando; asubiando, berrando… falando. Podese chegar a escoitar os pasos, e os bramidos dos animais. Escoitar a auga, a Vida. Agora non se escoita nin o píar do ferreiriño, nin se miran as pegadas da corza… Continuar lendo

Solidariedade com Efrîn – “Só as montanhas som nossas amigas” x Algumas Poetas

Entanto falsimédios inhoram esta guerra invasiva do governo turco (possuidor do 2º exército mais numeroso do mundo, membro da OTAN e, como tal, colega do governo espanhol) em território de Síria, em concreto na zona de Rojava, no cantom de Efrîn e agora só falam dela para dar conta -desde a hipocrasia que os caracteriza- da morte em combate de 3 guerrilheiros europeios (1) insertos nas filas curdas da YPG (esquecendo ao mesmo tempo a perseguiçom mediática, política e judicial, á que foram submetidas no estado espanhol outras solidárias com o povo curdo, só alguns meses atrás) e silenciando todas as outras mortes tanto de civis (mesmo crianças) como de guerrilheiras (coisas do seu eurocentrismo branco) (2), eu vos cópio e colo esta interesante denúuncia da ofensiva do governo do estado terrorista, fascista e racista que é a Turquia. Reflexom assinada por “algumas poetas” hoje mesmo e feita pública no Indymédia Portugal:

“Só as montanhas som nossas amigas” (dito curdo)

No norte da Síria, numa regiom autónoma chamada Rojava, existem três cantons (Kobane, Jazira e Efrîn) onde, desde 2012, a sociedade está organizada segundo princípios revolucionários, estabelecidos com base num projeto de sociedade sem estado, numa confederaçom democrática inspirada no municipalismo libertário, na democracia directa, na ecologia e na libertaçom das mulheres. Perante a iminente ameaçada do exército do Estado Islâmico (EI), a populaçom organizou-se em unidades de autodefesa, entre elas as famosas e mediatizadas polo ocidente Unidades de Proteçom das Mulheres (YPJ). Esta luita motivou muitas pessoas do mundo inteiro a irem para Rojava luitar contra o EI e agora contra a Turquia, a sua milícia fascista – Os Lobos Cinzentos – e os seus aliados jihadistas (a frente Al Nusra, o “Exército Livre Sirio” e o EI). O envolvimento internacional na regiom levou Rojava a tecer laços com outros países, instituiçons, associaçons e coletivos, no sentido de dar a conhecer a revoluçom em construçom. Alianças mais comprometedoras foram estabelecidas, mas o povo da regiom já sabe que só as montanhas som suas amigas.
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APONTAMENTOS PEDANTES SOBRE O AFFAIRE DO PREGAO x Quico Cadaval

Recolho e colo (tal qual) da sua página duma rede dessas que chamam sociais:

(Este texto está escrito em galego internacional, chamado português, para facilitar o trabalho dos vossos tradutores de internet. De nada)

OFENSA.- Parece que hai pessoas que se sentem ofendidas ao ouvirem ou lerem algo, senten uma estimulaçao cerebral acompanhada de taquicárdia e outras manifestaçoes psicosomáticas. Aconteceu-lhe a alguns ao ler o que lhe disseram ao redator, que parece que ouvira um matrimónio na praça do Toural, na efusao do pregao das festas do entroido de Santiago. Eu entendo perfeitamente esses sentimentos e manifestaçoes físicas associadas, porque eu ofendo-me com frequência. E tomo medidas para dar saida á minha indignaçao. Por exemplo: Eu levo sem ler os jornais desde o dia 1 de outubro/17. Constantemente lia en jornais antigamente discordantes, ofensas unánimes á minha inteligência, á minha sensibilidade e aos principios democráticos nos que se sustenta a nossa convivência. Que foi que eu fiz? Mandar ameaças aos midia em questao, ou objectos incendiários contra as suas instalaçoes, ou sombrias insinuaçoes do gênero “sei aonde vao á escola os teus miudos” referindo-me aos filhos dos criadores de opiniao.Nada disso, nem solicitei que lhe fossem retirados os subsídios públicos que sustentam a sua liberdade de expressao. Simplesmente, deixei de ler esses dignos cabeçalhos. Mas nao, agora instalou-se uma cultura de inspiraçao futbolística que nos permite o linchamento e posterior julgamento duma pessoa, neste caso, Carlos Santiago, um tipo viciado na liberdade de expresao, para maior ofensa.
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“HOTEL FURNIER – Remixes & Mashups” – Novo LP com 10 cançons do universo Furnier reinterpretadas

Recebo por correio do meu amigo Adri e colaboro na sua difussom e animo a toda gente a prestar-lhe ouvidos a este novo trabalho coletivo da fatoria Furnier, com acesso livre para sua escuita e descárrega em diferentes plataformas digitais (para aceder a elas desde acá só tendes que clicar em “continuar lendo”) :

Inauguramos o Hotel Furnier, um LP que compila 10 cançons de anteriores discos escolhidas e reinterpretadas por DJ Tips, Lagranuve, Skillful, Sr Arnejo, DJ Paint e Lino Vulcano A.K.A. Bigote Mix.

Este trabalho nom pretende representar um simple exercício de nostálgia, senom profundar no universo criado a través das distintas obras de Furnier para intentar visibiliza-lo num marco mais amplo e eclético que no momento no que as cançons foram criadas. Tráta-se, entroutras cousas, de experimentar cum dos temas mais potentes da arte e da vida, que é o implacável passo do tempo.

Disponível para descárrega livre nas seguintes plataformas:
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Estrasburgo confirma o maltrato a Portu e Sarasola e condena ao Reino de Espanha.- Reflexom sobre o tratamento mediático da notícia

Segundo dita a sentência do Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) assinada em 13 de fevereiro passado, Espanha vulnerou o artigo 3 da Convençom Europeia de Direitos Humanos, que indica que “ninguém poderá ser sometido a tortura nem a penas ou tratos inumanos ou degradantes” -tanto no seu aspecto material (o maltrato per se) coma no processal (por nom ter investigado as denúnicas de Portu e Sarasola ao respeito)- ainda que a sentência -acordada por maioria de 4 dos 7 juízes que compunham este TEDH- estabelece que forom maus tratos e nom tortura, porque as lesons nom tiveram consequências a longo prazo e pola ausência de provas concluintes sobre o objetivo do trato infrigido; se bem determina que está “suficientemente estabelecido” que as lesons descritas por Portu e Sarasola aconteceram quando estavam em mans da Garda Civil e engade que as autoridades espanholas nom apresentarom argumentos “convincentes ou críveis” para justificar os danos sofridos polos detidos.
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