A Taberna do meu tio Tonho… se hoje existira.

Na taberna do meu tio Tonho cada qual bebia do que ele lhe punha. Policarpo, “Poli”, um seu cliente que andava em tratas com portugueses da outra beira da raia, trouxera-lhe um dia de agasalho um desses azulejos sobre o fundo branco com provérvios típicos do país vizinho que ele mesmo encargara a um mestre azulejista da Vila Nova de Gaia com a seguinte lenda:

E tal que assim era:

Quando o ribeiro branco escasseava, tocava beber do tinto e vice-versa. Quando isto se passava já podia pôr-se túçaro algum cliente, que se nom queria do tinto, havia água abondo no rio. Mais de um desses “bebedores de passo” provara as águas frias de inverno tras queixar-se do erro na cor do vinho que lhe pedira ao meu tio Tonho, quem nom lhe tinha muito miramento para quem nom assumia seu peculiar manejo do negócio.

Nom era doado enfadar ao meu tio Tonho, quem sempre presumia de ter um bom beber e de que por isso se figera taberneiro. Coma ele dizia: “Eu som meu milhor cliente e do que eu trasfego, bebe minha gente”. De feito a sua clientela habitual, essa sua peculiar coorte de cavaleiros desarmados, já estava de volta das teimas do Tonho e tal qual fazia ele, trasfegavam da cunca á gorja sem olhar a cor do vinho que lá caera em primeira instância do pipote à jerra, e de segundas núpcias, da jerra à cunca.

Havia anos que seus clientes assumiram com vaga disciplência os vaivéns aleatórios do meu tio dum pipote a outro coa jerra baleira para enche-la dum ou doutro líquido segundo onde pararam seus incesantes abaneios. Suas derivas pola sua taberna faziam-se mais longas e maiores quanto ele mais bebia e embriagava co passo das horas e a medida que o Sol avança inexorável cara poente. Alguns clientes seguiam-lhe cos seus olhares impacientes percorrendo os surcos que o Tonho ia deixando sobre esse cham sempre cuberto de serraduras. Ao final de cada jornada as pegadas do meu tio Tonho semelhavam mapas de novas rotas na busca dum tesouro nunca atopado.

Num mal ano, no que as suas cepas de cainho bravo foram atacadas polo míldio e isso provocara escasez do tinto, fora quando aparecera por vez primeira um pipote de Ribeiro clarete que até entom por nenhures nunca tal se vira.

Tal coma meu tio digera ao apresentar tal pócima a sua clientela: “tantotem que nom seja branco nem tinto, sua mistura dá clarete, que tanto vale para mitigar as penas coma para dar carrete”

À taberna do meu tio Tonho e as suas maneiras, de seguir existindo agora, valeria de bo exemplo para explicar porque agora autoridades de todas partes aconselham misturar Pfizer com AstraZenecas ou Jansen com Modernas.

De cara o pensamento único.- Da falha de debate cientista sobre a pandemia nos média

Quando se PRIVATIZA um SERVIÇO PÚBLICO nom só este deixa de ser PÚBLICO, senom que mesmo deixa de ser um SERVIÇO para se passar a ser só um NEGÓCIO

Desde os inícios da era covidiana todos os “Grandes Meios”, sem excepçom alguma, foram partícipes da Campanha Orquestrada para infundir MEDO a uma desconhecida e nova DOENÇA trasmitida por um presunto novidoso vírus de origem zoonótico -de origem animal nom humano- do que ainda nada sabemos quando já se passou mais de um ano após a sua espetacular apariçom estelar em todas as televisons do mundo mundial.

Supostamente originário da remota China, expandeu-se por todo o globo terráqueo e chegou até as fronterias dos países mais ricos. E foi assim coma chegou até nós, sem que nenhuma cientista atopara fórmula alguma para poder frear o seu imparável avanço por terra, mar e ar. Chegou para foder-nos e deteriorar ainda mais as nossas saúdes psicóticas de obesas ou anoréxicas privilegiadas do Planeta.

E nossos governantes declararam a GUERRA imediata contra o VÍRUS e seus entusiastas vozeiros dos meios públicos ou privativos se pugeram ipso facto a fazer o que milhor sabem: Replicar unánimes e todos a uma a VOZ de seus AMOS.

Suas explicaçons som vagas e singelas, vam direitas a exiger de todas o cumprimento obrigatório de medidas profiláticas, coidando-se muito de utilizar termos cientistas complexos para que assim todas tragemos as suas píldoras sen enterar-nos bem do que nos estám dizendo.

Trata-se de infundir MEDO ao VÍRUS de maneira eficiente e para isso há que estar TODAS A UMA coma em Fuenteovejuna. Há que evitar que nenhuma opiniom contrária ao PENSAMENTO ÚNICO poida chegar de maneira clara e direita às teleaditas passivas, às leitoras acríticas de jornais, às ouvintes autómatas das rádios, às consumidoras replicantes de fakes … E assim nascem por todas partes as CENSORAS OFICIAIS de toda ideia discrepante da Oficial que adquirem de imediato FRANQUIA de VERACIDADE (tal qual as declaraçons dos polícias nos julgados) para LUTAR a braço partido contra toda uma pleiade de MONSTROS TERRAPLANISTAS, CONSPIRANOICAS, NEGACIONISTAS, FILHAS DE BELCEBÚ empenhadas em debater e pôr em questonamento o PENSAMENTO ÚNICO ditado polas bocachas mais famosas destes Grandes Meios que se sumaram entusiastas desde os inícios ao MORBO de contar numericamente e uma a uma as vítimas que iam caindo supostamente a causa deste NOVO TERRÍVEL VÍRUS entanto seguiam dando conta dos males de amores e desamores de PIJOLANDIA.

Nem uma só voz de todas estas VIVIDORAS do MORBO soou discordante nos inícios da presunta Pandemia e aos poucos começam à par uma CAÇA de BRUXAS das vozes discrepantes que se fam ouvir por seus próprios e escasos meios, junto uma CAMPANHA ORQUESTRADA de DESPRESTÍGIO da toda OPINIOM DIVERGENTE.

Prova disto é que, a maioria das televidentes, desconhecem hoje em dia que há muitas PESSOAS de CIÊNCIA, BIÓLOGAS, EPIMEDIÓLOGAS, MÉDICAS,… que mantenhem posturas MUITO CONTRÁRIAS às medidas oficiais e MUITO CRÍTICAS com as VACINAS mesmo desde antes de começar estas a ser injetadas. E se nom sabem nada disto é porque estas opinions discrepantes NUNCA tiveram OCO em canles do telelixo coma Telainco ou La Infexta.

A Campanha MEDIÁTICA ORQUESTRADA coa DECLARAÇOM UNILATERAL de GUERRA ao vírus, coa IMPOSIÇOM do MEDO ao mesmo e coa INVISSIBILIDADE ou as CHANÇAS e BURLAS das VOZES DISCORDANTES têm sido um ÉXITO. É inegável

Maioria da gente na atualidade crê cegamente no que se di desde os Organismos Oficiais e os Desgovernos, e já chegaram ao ponto de nom se preocupar nem de saber qué é o que lhes estám METENDO por VEIA.

Diante isto que cada qual que apande com o seu, se bem eu quero que vos fique bem claro que eu NOM SOM um CONSPIRANOICO, nem um TERRAPLANISTA. De feito nunca neguei a existência deste vírus, se bem sim me prantejo a SUA CAPACIDADE LETAL e desde os inícios da declaraçom da pandémia ponho em QUESTONAMENTO todas e cada uma das múltiples ESTÚPIDAS MEDIDAS que nos estám obrigando a respeitar em aras dum suposto bem sanitário comum (suponho que quererám dizer “comum do mundo rico” porque à gente empobrecida dos países expoliados, tararí que te vim) e tampouco nom crio numas VACINAS desenvolvidas a toda velocidade em tempo recorde na história e que nom se estavam desenhando em origem para combater este vírus.

Umas perguntas vos fago: A quanta gente de ciência escutastedes discrepar das teses oficiais propandémicas nos grandes meios, com disponibilidade de tempo e coa liberdade suficinte para expor a sua postura num debate respetuoso e sem ser insultada, menospreciada ou tomada a sua opiniom a pitorreio geral ?? Acaso nom seria muito mais lógico dar-lhes essa oportunidade e enfrontar sua opiniom à das numerosas e entusiastas defesoras das teses oficiais ?? Dado que supostamente as oficialistas tenhem argumentos abondo e razons contundentes, nom seria um debate de ideas a milhor maneira de deixar-nos, as antipandémicas, em ridículo público?? E uma vez acadado o ridículo, nom teria motivado a desapariçom imediata destas opinions “conspiranoicas” de todo espaço e lugar?? Entom, porque NOM HÁ ESTE DEBATE em nenhum méio??

Pola contra, e se vedes a cotio a tele: Quantas vezes tendes ouvido ou visto rir-se das discrepantes, ser estas insultadas ou menospreciadas as suas opinions divergentes com a oficial, coma se estas pessoas nom estiveram tamém a sofrer por esta situaçom; coma se estas nom se informaram polo seu próprio bem para a sua saude e a da sua gente. Semelhara que o único que há detrás do que nos motiva a diverger, sejam causas sujas, obscuras e ocultas. Um demo que nos possue, controla e dirige.

Semelhara que as vozes oficialistas que defendem as teses oficiais estiveram cheias de razons polos seus estudos e conhecementos adquiridos nas universidades e outros centros do saber e que, pola contra as replicantes negacionistas só opinam em contra por foder, sem argumentaçons válidas nem investigaçons pertinentes.

E coma coisa de encantamento, ninguém menta as generosas donaçons, agasalhos, viagens e congresos de médicos que som abonados ao 100% polas grandes companhias farmacêuticas, essas mesmas que criaram estas novidosas vacinas. Milhons de euros saem todos os anos destas empresas em conceto de obséquios a pessoal médico para que receitem os seus preparados. Tal é assim que há coisa duns anos atrás tivera-se que aprovar uma lei que proibia a estas empresas com mutíssimo ánimo de lucro fazer agasalhos de grande quantia ao pessoal médico e desde entom estes negócios adicam-se a costear Congressos, Reunions, Conferências,… onde médicos de todo o mundo acodem com gastos pagos em hoteis e restaurantes de lujo. Poida que nom seja motivo abondo para que grande parte da profissom médica se pugera de imediato ao carom da Campanha orquestrada por estas empresas que fam negócio coa saude da gente; mas nom crio que ninguém se pense que as discrepantes opinam diferente porque nom som convidadas a tais festas.

E se as grandes companhias farmacêuticas milhonárias estám dispostas a pagar lujos a médicos e investigadores, nom poderiam fazer o mesmo com as supostas estrelas televisivas tipo Anarrosas ou Ferreras?? A fim de contas, os favores há que paga-los…

De feito todos os grandes meios colaboracionistas ao unísono conseguiram em só 3 meses mudar o parecer de milhons de pessoas do estado español e tal qual, de pronto, de caseque um 50% de residentes que declaravam nom querer vacinar-se (47% em novembre de 2020) se passou em fevereiro de 2021 a ser só um 8%. Nem sequer quando o referendum trampa da OTAN vivira-se uma mudança tam brutal; o poder da tele é muito e suas mentiras entram fácil e se além fam-se constantes burlas da gente crítica e se nos botam as culpas das mortes… Branco e em garrafa.

Desde os começos da declaraçom universal da pandemia até agora, tendes visto nalgum programa informativo explicaçons claras de em que consistem estas vacinas e como afetarám a nossa saude? Contaram-vos nalgum momento que a vacina Pfiezzer é produto duma investigaçom iniciada há já mais duma década (10 anos) como tratamento contra o câncer e nom para combater um vírus? Angela Merkel desvelara esta curiosa cirscunstância tras perguntar-lhe ao responsável investigador desta vacina em qué momentos pensaram por primeira vez usa-la frente ao coronavirus, ao que este respostara: “Lembro perfeitamente. Em 24 de janeiro no almorço decidimos começar. A partir duma publicaçom sobre o que estava ocorrendo em Wuhan pensamos que era provável que se desatara uma pandemia e optamos por passar das terapias contra o câncer a dedicar os nossos recursos ao desenvolviemto duma vacina”. Conhecedes dalguma outra vacina que se desenvolvera tam rápida?? Sabedes que por primeira vez o que vos estám metendo por veia vai direito a interferir no vosso ARN para que este gere anticorpos? Sabedes que é toda uma novidade na prática médica?

Málditos Nórdicos

Agora se atopam com que todas as vacinas e mesmo as absurdas medidas anti-COVID estám em questonamento nos países nórdicos. Esses estados dos que de sempre se figera moi boa imprensa: milhores níveis de estudos, maior grado de democracia, saude de ferro, … À negativa desde os inícios de Suécia a impôr encerros estúpidos e tapabocas, suma-se agora Dinamarca ao proibir a vacinaçom com Astra-Zeneca devido aos numerosos casos de trombose detetados em pessoas sás que foram vacinadas com este invento.

Responsávies de Pfizer sairam ao passo das declaraçons de Sigurd Hortemo, médico jefe da Agência Noreguesa de Medicamentos, quando declarou que as evaluaçons feitas tras das primeiras vacinaçons sugirem que «nom podemos descartar que as reaçons adversas à vacina que sucedem dentro dos primeiros dias após (como fevre e náuseas) poidam contribuir a um curso mais grave e a um fatal desenlace em pacientes com uma doença subjacente severa» feitas a raíz da morte de 35 pessoas na Noruega tras receber a 1ª dose desta vacina: «O número de incidentes até agora nom é alarmante e está na linha das expetativas»!!

Declaraçons nada raras em gente que fam negócio da enfermidade, como Marijn Dekkers, Conselheiro Delegado de Bayer na Índia em 2014 declarava isto quando o governo índio dera luz verde a criar um genérico mais barato nos tratamentos contra o Câncer, VIH e Diabete, conseguindo abaratar num 97% o seu preço com respeito á patente em poder de Bayer: “Nós nom desenvolvemos este medicamento para os índios senom para as pacientes ocidentais que poidam permitir-se-lo“. Por certo Bayer uniu-se nom há muito com Monsanto, essa empresa que se figera famosa polas suas modificaçons genéticas na agricultura, criando a alimentaçom transgênica. A uniom de âmbas empresas multimilhonárias dera pé ao maior fabricante de ervicidas e sementes transgênicas do mundo; um grande negócio muito “saudável” (salva seja a retranca).

Que estedes bem informadas ou nom é coisa vossa. Se credes cegamente no que vos contam polas teles, esse é vosso problema.

PROIBIR-NOS TUDO ATÉ ACADAR A IMORTALIDADE E MAIS ALÁ

Nesta etapa das nossas vidas vacineiras covidianas na que estamos todas imersas -mesmo as que nom comungamos coas suas rodas de muinho do MEDO à VIVER- semelhara que, co galho de paliar a má imagem das presuntas vacinas anti-COVID, com seus letais “trombos” e demais “mortais” efeitos secundários fazendo melha em pessoas recém vacinadas; supostas expertas na saúde das demais estám a sair nos mentideiros proponhedo quantas mais PROIBIÇONS milhor para procurar acadar uma imposível situaçom de TOTAL AUSÊNCIA de ENFERMIDADES a NÍVEL MUNDIAL.

Assim nom é raro lêr, ver ou escuitar a falabaratos propôr, nom só que sega a estar proibido por sempre FUMAR nos terraços dos bares e nas vias públicas, senom mesmo PROIBIR o TÁBACO porque causa miles de mortes todos os anos de câncros de bexiga e/ou pulmom, e de golpe soltam estatísticas da OMS polas suas bocachas: MAIS de 8 MILHONS de pessoas MORREM CADA ANO por esta causa (mais de 7 milhons polo seu consumo direito e arredor de 1,2 milhones de fumadoras passivas).

Curioso é, que nos inícios desta era covidiana, quando estivemos obrigadas ao encerro domicilário sem ter cometido nenhum delito, dentre os estabelecementos que se consideraram “IMPRESCINDÍVEIS” figuravam, à par das farmácias, os ESTANCOS. Nom por considerar moi necesária a venda de selos para que a gente nom perdera a costume de escrever cartas e postais para remiti-las a seus seres queridos (onde vai que tal se perdera…) senom para que a gente fumadora nom se vira privada de seu vício e para que as fumadoras pasivas do seu círculo íntimo nom sofreram os efeitos secundários das más maneiras e o mal humor de quem se vê privado duma adiçom de golpe, sem terápia nem afetos, o que trairia sem dúvida muitas mais mortes e até suicídios, do que o fume do tábaco.

Além do absurdo que é nom poder fumar num terraço dum bar quando muitíssimos destes estabelecementos estám ubicados numa beira duma via urbana ou rural pola que passam a cotio numerosos carros, camions, autobuses e motos, cuspindo a tudo gas óxidos nitrosos (NOx), monóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO2), compostos orgánicos volátis e outras macropartículas. Caberia entom perguntar-se: PROIBIRIAM ESTES FALABARATOS TAMÉM O TRÁFICO DE TODO VEÍCULO CONTAMINANTE?? É mais, desta categoria nom estám excluidos nem os carros elétricos, dado que na atualidade dependem duma eletricidade produzida, na sua maioria, por meios muito contaminantes e altamente perigosos para as humanas e resto de seres vivos do planeta (nucleares, carbom, alta tensom, aerogeneradores gigantes, encoros, …)

E já postas a eliminar das nossas vidas todo aquilo que é causante de muitíssimas mortes cada ano, QUE TAL SE PROIBEM O TRABALHO DEPENDENTE ??

Segundo dados oficias da OIT, MORREM a CADA ANO, 2 MILHONS, OITOCENTOS MIL PESSOAS por causa dos acidentes e doenças laborais, causadas por as MÁS CONDIÇONS LABORAIS. Além umas 270 MILHONS de PESSOAS sofrem CADA ANO acidentes laborais e umas 160 MILHONS de CURRELAS contraem a cada ano DOENÇAS PROFISSIONAIS.

E porque nom, metidas já em farinha, PROIBE-SE o FAME??

Segundo dados do Programa Mundial de Alimentos, a FAME causa a cada ANO:

45% das MORTES de crianças MINORES de 5 ANOS

20,5 MILHONS de CRIANÇAS que nascem com baixo peso (1 de cada 7 no mundo)

148,9 MILHONS de crianças minores de 5 anos afetadas com retraso no seu crecemento (1 de cada 5)

812 MILHONS de PESSOAS das zonas empobrecidas do planeta (Ásia, África, América Latina e Caribe) PASSAM FAME diária

E, uma outra ideia genial, POR QUE NOM PROIBIR TODO TIPO de ARMAMENTO??, AS GUERRAS??, OS MILITARES ??, OS POLÍCIAS ??

Amnistia Internacional (AI) contabiliza que a CADA DIA MORREM MAIS de 500 PESSOAS por causa da VIOLÊNCIA por ARMAS de FOGO

Ou que tal se PROIBIMOS a MORTE??

[Novo Vídeo] O que é Especismo e por que combatê-lo

O especismo é um sistema de opressom que submete animais não-humanos e nos faz acreditar que temos o direito de maltratá-los, assassiná-los ou escravizá-los.

Neste vídeo em português, de apenas 9 minutos e meio, analisa-se e decompom-se as formas de funcionamento do especismo: em que áreas, a quem afeta, como se perpetua, como se esconde e se torna invisível, etc.; de uma perspectiva radical e completamente oposta a qualquer outro tipo de opressom.

Está colgado na plataforma de vídeos anarquistas kolektiva.media, um trabalho conjunto entre Submedia e Antimídia para ofertar a coletivos e individualidades anarquistas onde subir vídeos de maneira livre e gratuita e fora das plataformas capitalistas com muito ánimo de lujo.

Olhar na seguinte ligaçom: https://kolektiva.media/videos/embed/b2bbb1b0-c2eb-4bf0-aa1e-6c072d4e1113

[Tenerife] Mais denúncias sobre os Acampamentos da Vergonha, esses Cárceres ilhados para pessoas migrantes.

No passado sábado 10 de abril, a Assembleia de Apoio a Pessoas Migrantes da ilha de Tenerife, convocava nas ruas uma rolda de imprensa para a leitura dum seu Comunicado no que dam conta da sua raiva diante da proibiçom pola Subdelegaçom do Governo mais Progre da História d’España dum ato público previsto para essa mesma manhã para denunciar os graves feitos que se sucedem desde que este Governo Mais Progre decidira converter às ilhas Canarias numa prisom permanente para pessoas migrantes, violando assim o artigo 13 da Declaraçom Universal dos Direitos Humanos que garante que: 1. Toda pessoa tem direito a circular livre e a escolher a sua residência no território dum Estado e 2. Toda pessoa tem direito a sair de qualquier país, incluso do próprio, assim coma a regressar ao mesmo.

No seu Comunicado denunciam que PSOE e Unidas PODEMOS construíram nas ilhas Canarias um cenário bélico, um cemitério de seres humanos onde a vida destas pessoas carece de valor e dignidade.

E além assinalam as declaraçons do Delegado do Governo em Canarias, Anselmo Pestana, coma totalmente inaceitáveis tras apontar a que “hay muchos intereses puestos en que el campamento de migrantes tinerfeño de Las Raíces, fracase” e insinúar que som as solidárias voluntárias as que “están malmetiendo con los inmigrantes e impiden que el campamento funcione con normalidad.”

Rematam reconhecendo-se muitas as pessoas que exigimos que se cumpram os direitos básicos de todas e que nom se viole nem um só artigo dos Direitos Humanos e denúnciam que “o governo mais progre” decidiu nom só ignorar esses direitos, senom tamém matar a esperança dumas pessoas que o único “delito” que cometeram é fugir do expólio, a escravitude e o saqueio que as gentes da própria Uniom Europeia ejecuta nos seus países de origem.

Na manhã de antontem, día 13, Anselmo Pestana fazia a sua entrada espetacular no seu coche oficial brilhante no Acampamento Las Raíces.

Ontem día 14, a Asamblea de Apoyo manifestava que dita vissita, longe de traduzir-se numa melhora da situaçom, invisibiliza e acentua o racismo institucional e fazia públicas as sensaçons percebedas tra-las declaraçons realizadas por esta personagem:

Em declaraçons realizadas a diversos meios de comunicaçom, Pestana tem tentado construir um relato absurdo e carente da mínima ética e honestidade que se espera dum cargo público:

– Afirma que existem psicólogas no espaço, e isto é verdade. Agora nós perguntamo-nos: Som suficientes? Possuem estas profissionais as ferramentas, e sobretudo, estám no entorno adequado para ajudar a que estas pessoas sanem? Cremos que não, e lamentavelmente som muitos os acontecimentos recens que nos dam a razom.

– Afirma que há um serviço de enfermaria. Mas oculta que é insuficiente, que há muitas pessoas que estám a desenvolver doenças devido às instalaçons, e outras tantas que têm problemas de saúde que foram desatendidos durante meses.

– Alude à existência de trabalhadores sociais. Mas não há nenhum tipo de plano de integraçom à vista, de feito não há conhecimento de nenhum tipo de plano. A presença destas trabalhadoras é, como pouco, um insulto à profissom já que de feito estám a atuar meramente como cuidadoras (no melhor dos casos), e como carcereiras a pouco que atendamos à realidade do lugar.

– Cumprimenta à ONG ACCEM por “o esforço de melhorar as coisas”. Que coisas exactamente? A ONG tem reconhecido a má qualidade, e pouca quantidade da comida, após que se chegaram a produzir intoxicaçons. A ONG sabe que não conta com pessoal suficiente, mas avisa que faram-se futuras contrataçons. A ONG sabe-se desbordada, mas nega-se a receber o apoio de vizinhas e ativistas concienciadas. Tudo isto é só a superfície dos problemas que toda Canárias sabe já, estám-se a dar nesse lugar e no resto de Acampamentos da Vergonha.

O certo é que a realidade fai dano à vista, uma realidade que Pestana não pode ocultar com sua presença no espaço, e que não podemos deixar de denunciar que é produto das políticas racistas do Governo canario e espanhol, que condenam às pessoas migrantes a um limbo que lhes está a prejudicar de forma muito grave a nível pessoal, físico e emocional.

Facebook reafirma-se na sua defessa do FASCISMO

Ontem, tras rematar de publicar acá a minha antérior entrada, fum olhar “meu muro” dessa RRSS (ainda que nom podia publicar nem comentar, sim podia olhar o que minhas amizades reais e/ou virtuais publicam) e atopei-me com que as suas censoras inquisidoras acordaram voltar a dar vissibilidade à minha publicaçom censurada. Eu me limitara a manifestar minha discórdia com que tildaram dita publicaçom de conter elógios ou apoios a terroristas ou à violência organizada e ao assasinato em massa.

Oh, vaia!! E agora vou ter que me tragar as minhas palavras, borrar a entrada e mesmo, atendendo ao refraneiro, sinificar coma sábias às censoras que vilipendiei, dado que demonstraram saber mudar de opiniom.

Mas, coma a censura sim tivera lugar e coma fora muito sinificativo o contido e o texto da imagem censurada decidim, nom só manter a minha publicaçom nesta minha bitácora tal qual e sem sequer mentar a sua muda de opiniom tras a minha protesta, senom mesmo dar-lhe pulo nessa RRSS para assim deitar constância das más artes e maneiras destas Neo-Inquisidoras que protegem ao nazismo e censuram as antifas.

E hoje venho de comprovar que se figem tal, figem bem, tal qual a velha coa sua cona da cantiga popular.

Nada mais entrar nesta RRSS, saltou-me uma ventá dessas que lhe chamam “emergente” na que se me notifica que, de novo, tenho a minha conta RESTRINGIDA durante 24 horas pola mesminha imagem que fora censurada ontem e após readmitida em apenas 8 minutos!!

Na imagem podedes observar nas marcas vermelhas, que nom só readmitiram minha publicaçom em apenas 8 minutos, senom que em questom de segundos acordaram de novo censura-la !!!

Ou seja que, primeiro me deram a razom coma aos tontos para só segundo após voltar a quitar-ma. Estas Neo-Inquisidoras lembram-me aqueloutras de antanho que para demostrar que uma mulher era bruxa tiravam do “Ordálio”, do “Juízo de Deus”, submetendo-a a torturas ou provas físicas que supostamente provariam a sua inocência no mais que impossível caso de que estas nom lhe causassem dano algum.

E assim é coma seguem NATURALIZANDO o FASCISMO e continuam com sua campanha de BRANQUEAMENTO do NEONAZISMO nas instituçons públicas.

Eu agora terei que aguardar quanto menos 24 horas para poder dar pulo no feisbuk a esta minha entrada e esperar novos acontecimentos censores, mas coma escreveu uma das minhas amizades, segurei lá dando guerra até que me botem.

Facebook defende o NAZISMO e CENSURA ANTIFASCISTAS

Há apenas 5 dias replicava e dava pulo no meu “muro” desta RRSS a esta imagem, tras olha-la num outro “muro”, que reflite um presunto dito teutom:

Aliás de que esse dito seja em verdade um refrám popular alemám ou só seja uma ingeniosidade de alguém, o certo é que está a ter seu peculiar éxito nas RRSS mais participadas do estado español, cicais em boa medida co galho das eleiçons à Comunidade de Madrid e o claro achegamento do PP aos posicionamentos fascistoides de VOX.

Posturas fascistoides que nom som novidade, nem muito menos, dado que o PP é um partido reformulado que se conformara ideologicamente polos “7 Magníficos”, que assim se conheciam aos 7 ministros de Franco mais franquistas que sua viuva “La Collares”, gente da talha de Fraga, ministro da Gobernación (i)responsável, entroutras muitas coisas, dos assassinatos de 5 pessoas e das feridas de mais de 150 operárias no 3 de março de 1976 em Vitória, quando estavam em greve e assembleadas numa igreja e a polícia (as ordes diretas de Fraga) lançara gases lacrimogéneos ao seu interior e depois disparara com fogo real e balas de goma sobre ás que saiam assustadas e aturulhadas do recinto, no que se deu em chamar “A Matança de Vitoria”, à que adiquei no seu dia um dos meus programas especiais de Comochoconto na Rádio Kalimera sobre a biografia de Fraga iribarne.

Mas, voltemos ao assunto que deu pé a que escrevera esta entrada no meu blogue. Hoje mesmo, apenas há uns minutos, quando fum abrir meu FB atopei-me com isto:

A verdade é que nom me estranhou nadinha. A laboura de Ana Pastor (e do seu home o Ferreras e doutras pseudojornalistas) á frente da CENSURA nas RRSS, segue em medre constante e em atitude de vigilância permanente desde a imposiçom da Verdade Absoluta Pandémica da OMS coma única informaçom fiável. Desde há meses confirma-se que esta RRSS censura a cotio as vozes discrepantes e participa ativa na campanha mediática do MEDO ao Vírus, tal qual segue a censurar imagens dos peitos das mulheres e a permitir as dos homes, mesmo que estes sejam bem voluminosos. Som, estas censoras, as novas inquisidoras do século XXI e sua laboura é desqualificar toda voz dissidente. Estava bem claro que algum dia tinha que tocar-me, e mais depois de ter constância de que, várias das minhas amizades, sofreram recém tal “castigo” da que se autoconsidera “coidadora do rebanho”.

É mais, se hoje ainda mantenho minha participaçom nesta RRSS é só para publicar lá minhas entradas deste bitácora, botar algumas risas com os ingênios das minhas “amizades virtuais” e replicar as publicaçons de gente afim á minha ideologia anarquista que mora em diferentes lugares do planeta para procurar assim que as minhas reflexons e as teimas da “minha gente” cheguem a quanta mais gente para tentar criar debates e gerar dúvidas e manter ativa a minha laboura informativa alternativa à dos grandes vendedores do MEDO MEDIÁTICO; laboura na que levo imerso perto de 30 anos, a mitade da minha vida.

O que me esperava era que o motivo fosse qualquer das minhas publicaçons críticas com a linha Oficial da COVID mas,… com o que me atopei foi com estoutro:

Flipando por cores, mas nom tanto, sabendo de quem vem o castigo, cliquei em “ver opciones” para curiosear nos motivos e hei acá os mesmos:

OHHH!!! Agora sim que FLIPO POR CORES!! Ou bem as coidadoras do FB estám muito erradas ao considerar que esta publicaçom contém elógios ou apoios a terroristas ou à violência organizada e ao assasinato em massa ou bem som pro-nazistas e de ai seu enfado e castigo. Á espera estou de que me digam o porquê desta sua decisom sobre esta sentência que, ao censura-la, joga a favor e defende a autênticos e reconhecidos terroristas assassinos de massas e membros das organizaçons do ódio que foram e seguem a ser FASCISTAS, NAZISTAS e FRANQUISTAS.

E nem é minha a expressom nem o desenho ainda que os compartilhei porque concordo ao 100% coa mesma. Esta expressom, seja um dito teutom ou uma invençom, mantem no seu simplismo uma lógica impecável para qualquer outente que nom seja fascistoide. De feito pouco ou nenhum debate pode gerar entre pessoas antifascistas ou gentes de bo coraçom e empatia coas suas semelhantes, venham estas de onde venham e tenham as suas peles qualquer cor ou tonalidade, e mesmo que seus petos estejam vazios e suas roupas corroídas.

O jornalista Anibal Malvar publicava uma sua coluna de Público em 22 de fevereiro do ano passado com este cabeçalho: La mesa de los once nazis onde criticava a laboura dalguns presuntos jornais, em concreto “La Razón”, “ABC” y “El Mundo”, e o entusiasmo com que se lanzaram à sua peculiar cruzada da normalizaçom da ultradireita de VOX ao otorgar-lhe o epíteto “constitucionalista” que semelha abarcar, di o Anibal, “desde o neofascismo até o socialismo seguidista quando ejerce de leal oposiçom e assina centocincoentaecincos” e sentenciava algo que eu compartilho ao 100%: o termo constitucionalista vai suplantando no argot ao velho e querido facha de toda-la vida.

Além no seu artigo qualifica de impresentável a atitude do “Coletas” em conivência cordial com o nazista Espinosa de los Monteros e parabeniza ao Aitor Estebán por negar-lhe o saúdo a esse mesmo nazista: “Causou grande estupor no seu momento a imagem de Pablo Iglesias rindo-lhe as graças a Iván Espinosa de los Monteros em sede parlamentária. Salvando ámplias distâncias estéticas e éticas, é como se Winston Churchill se tivera deixado retratar em atitude de compadragem junto a Adolf Hitler. Impresentável. Diante o branqueamento geralizado dos ultras, só colhem atitudes como a de Aitor Esteban (PNV), negándo-lhe o saúdo ao mesmo Espinosa num debate televisado”

E sentenciava com uma advertência e alerta coa que concordo e replico: A história ensinou-nos o perigoso que é deixar a esta gente contaminar com a sua presência as instituiçons. Vestir-lhe de constitucionalistas. Remito ao velho dito teutom: “Se numa mesa há um nazista e dez pessoas que o respeitam, nessa mesa há onze nazis”. Isso é tudo, amigos”.

Jet Set, Polícias e vividoras da Política, entroutras auto- excluidas das proibiçons diante a pandemia

“Estám âmbos sem a mascarilha posta dentro do coche patrulha! E que conste que eu tamém o fago, mas estes… que nom passam uma à gente… som uns sem-vergonhas!!

Estas palavras som certas, venho de escuta-las há uns minutos, é a descárrega dum vizinho diante as suas tertuliáns cotidiás dum bar tras ver coma um carro da polícia nacional parava no meio-meio da rua e se baixava um deles a botar uma quiniela, primitiva ou um outro boleto, num desses locais onde se selam e validam estes jogos do açar.

“E fam tal estando de serviço; vaia morro!! Depois dirám que se limitam a cumprir ordes, mas… eles bem que as incumprem quando lhes peta“.

Foi essa conversa a que me levou a escrever estas palavras, mas depois de refletir sobre as múltiples vezes que, durante esta presunta pandemia, tenho visto ou sabido de gente que incumpre a cotio e de jeito reiterado as supostas normas impostas desde arriba co galho de frear a suposta maldade gerada por um presunto novo vírus letal .

Gente que nom é dessas às que, coma mim, vulgarmente se nos denomina “do comum”; um seu termo utilizado polas privilegiadas para assim se diferenciar da plebe, da chusma. Essa gente que se crê que nom é coma as demais e que se considera muito por riba da escala social dessas que somos “do comum”.

Assim, fazendo um pequeno exercício de pronta memôria, entre as que gostam de incumprir reiteradamente as normativas impostas, atopamos a boa parte, senom toda, da FAMÍLIA REAL ESPAÑOLA. As irmás e o pai do REI porque se pugeram uma vacina nom aprovada por Europa e para picar-se foram fora das fronteiras, tal qual quando desviam fondos e evadem impostos na Suiça ou Panamá.

Uma outra imagem que se me vem a bote pronto é a de vividores da política partidista que ocupam cargos e carguinhos de certa responsabilidade em concelhos, autonomias, e parlamentos, saltándo-se as quendas de vacinaçom, indo de viagens pagados às ilhas Canárias coa sua famíla ou saltándo-se todos os perímetros de encirro que seus compas nos impugeram.

E há mais, muitas mais, que fam e desfám quanto quiger porque as quantidades das multas a pagar som uma bagatela para elas e nem lhes preocupa nem ocupa ser pilhadas na comissom duma falta “in fraganti”.

Som parte dessa “jet set” de privilegiadas às que semelha que este terrível vírus assassino respeita pois nem lhes mata nem lhes fai enfermar.

Poida que elas tenham informaçom veraz de que tudo isto é uma boa montagem onde só se busca insuflar MEDO em grandes quantidades e retroalimentar a absurda dependência das nossas SAÚDES postas em mãos das FARMACÊUTICAS, essas empresas MUITO CAPITALISTAS onde o benefício económico é o único que de verdade lhes importa. De ai que se lhes poida ver arrodeadas umas a outras em festas numerosas da JET sem mascarilhas nem guardar distâncias ou que num carro policial se passeem sem levar postos os tapabocas tal coma é preceptivo.

[Myanmar] Punks contra o Golpe militar ao berro de ACAB x Pete «Black Thunder»

Reportagem publicada na web “Agente Provocador” que traduço e colo:

Em Myanmar, a antiga Birmânia, onde a repressom nom cessa depois do Golpe de Estado, punks se organizaram para fazer frente aos militares e denunciar a repressom. Algumas delas resultaram feridas ou assassinadas.

A resistência em massa ao Golpe Militar de fevereiro continua em Myanmar, com mais de médio milhar de pessoas mortas, enquanto soldados e polícia abrem fogo contra manifestantes. Entre as participantes encontram-se membros da comunidade punk do país. As bandas de Myanmar The Rebel Riot, Kultureshock, The Outcast e The Slingshot, bem como outras internacionais, formaram um seu coletivo ao que chamaram de Cacerolazo, uma forma de protesto que se popularizou em 1971 quando as mulheres golpearam potas vazias nas ruas para manifestar-se contra da escassez de alimentos em Chile… a prática de golpear potas e tigelas associa-se com o exorcismo do mau em Myanmar e realizou-se todas as noites para mostrar o descontentamento com a Junta que tomou o poder. «A noite nom será silenciada», impulsionada polo coletivo Cacerolazo, rende homenagem às pessoas que foram assassinadas polas forças de seguridade desde o Golpe.

«Nom temos fé no Sistema Judicial. Polícia nojenta. Que lhe dem à polícia. A.C.A.B.»

«O ímpeto com o que a gente fai chocar suas colheres de madeira contra suas potas machucadas é um recordatório diário da solidariedade do povo contra este regime», disse um membro da banda que pediu o anonimato. «Queríamos compartilhar esta unidade reunindo a gente de toda a comunidade punk de Yangon».

O grupo de Yangon The Rebel Riot tem lançado um tema com o lema universal de A.C.A.B.: «Nós, Rebel Riot, estamos furiosos com a atual injustiça e brutalidade da polícia para com as manifestantes pacíficas. Protestamos de todas as formas possíveis na rua e através da música com nosso vídeo musical ACAB. Este vídeo nom é simplesmente uma cançom. Com este vídeo estamos retratando a violência da polícia. Esperamos que nosso vídeo musical ajude a esta revoluçom como parte delas». A letra inclui: «Nom temos fé no sistema judicial. Polícia nojenta. Que lhe dem à polícia. A.C.A.B.».

O projeto Food Not Bombs da comunidade punk segue ativo desde o Golpe, distribuindo alimentos ás mais necessitadas. Um de seus ativistas foi recém hospitalizado durante a repressom:

«O nosso amigo Japan Gyi tem 24 anos e é da nossa comunidade. É músico e voluntário ativo de Food Not Bombs. É o vocalista do grupo Outcast.

Desde o Golpe do 1 de fevereiro, toda nossa gente da comunidade sentiu-se indignada diante o Golpe. Temos protestado e, ao princípio, foi um protesto pacífico. Ao cabo de um tempo, reprimiram os protestos com violência, detendo a pessoas, golpeando-as e matando-as. As mortes de manifestantes aumentam dia a dia. Apesar da violência causada pola Junta, a gente nom deixou de protestar e segue a faze-lo de qualquer maneira.


Hlaing Thar Yar é um município cheio de fábricas no que reside muita gente de classe trabalhadora de todo o país. A Junta tem reprimido a Hlaing Thar Yar mais que a outros municípios para assim proteger as fábricas chinesas. O 14 de março, Japan Gyi participou no protesto em Hlaing Thar Yar. Pola tarde, muitos soldados e polícias chegaram para reprimir o protesto. Pola noite, começaram a usar gases lacrimógenos, balas de goma e balas reais. Mais de 50 pessoas morreram e muitas resultaram feridas. Japan Gyi resultou ferido duma bala (possivelmente de goma) no braço direito e fracturou-se um osso. Enviaram-lhe ao hospital mais próximo e escaiolarom-lhe. O estado de seu braço ainda nom é óptimo. Nossa comunidade está preocupada polo seu estado atual. É um jovem importante para nossa comunidade e tem participado na entrega de alimentos com Food not bombs. Todos pregamos para que sua mão volte à normalidade. Precisamos apoio para sua família. Esperamos que volte cedo conosco».

[Tenerife] O RACISMO DISPARA DE NOVO

Sons de guerra, controle bélico, violência institucional e racismo disparado no Campamento de refugiadas “Las Raíces” .

Recolho (traduço) e colo esta informaçom da Asamblea de apoyo a migrantes en Tenerife dando conta dum NOVO RAPTO de VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL das forças repressivas do GOVERNO MAIS PROGRE da HISTÓRIA D’españa contra das pessoas migrantes

Após o forte altercado de fai dois dias provocado polo encerro ilegal nos campamentos, a polícia decidiu irromper de novo ontem no meio da noite em Las Raíces. De novo usando as escopetas de balas de goma, tentando gerar pânico mediante a dor, os sons de guerra e as luzes no meio da noite.

Estratégias de submissom em guerra. O controle policial através do pânico. E de novo, vam duas ambulâncias a transladar ao hospital aos moços feridos pola polícia e outros 6 som detidos, ao longo da noite e do dia de hoje, pois se estám a encarregar de expulsar a quem geram protestos.

E como não protestar? Como não estar farta? Estám encerradas, dormindo em liteiras nas que não cabem de lado, onde não se podem girar nem mudar de postura e dormem 60 pessoas em menos de 30 metros quadrados.

Tamém estám famentas, já que as raçons de comida som escassas, de má qualidade e como já temos visto em outras ocasiões, às vezes em mau estado. Até ACCEM admitiu que a comida era “deficiente”. Doentes, doloridas, apaleadas e sem atençom sanitária. Dois médicos para quase 2.000 pessoas e cinco enfermeiros para todas as quendas, de segundas-feiras a domingo.

Fartas, cansas de esperar e ver sua vida passar sem que seus direitos mais básicos sejam respeitados nem suas necessidades mais básicas cobertas.

Esquecidas, tristes, desesperadas, gente jovem a quem estám a roubar-lhes seus sonhos, sua saúde e o tempo.

A gente de Las Raízes atopa-se num túnel de direçom única que parece desembocar na morte, bem por omissom de responsabilidades, bem por decisom dos responsáveis, a não ser que esta barbarie se freie a tempo. Porque voltar, a maioria não tem a onde voltar; e porque a incerteza, a discriminaçom e a desesperança, matam. E tam verdadeiro é isto, que as auto-lesons e as tentativas de suicídio som diários e constantes neste Campamento da Vergonha.

Sabias que todas as pessoas temos os mesmos direitos?

Sejamos migrantes ou não, temos os mesmos direitos.

E o Estado, a mãos da polícia e as ONGs, viola sistematicamente estes direitos.

A RAE define terrorismo como “criaçom dum clima de terror e insegurança susceptível de intimidar aos adversários ou à povoaçom em geral” ou a “sucessom de atos de violência executados para infundir terror”. Quando quem executa é o Estado, chama-se Terrorismo de Estado.

BASTA!

BASTA de submeter, humilhar, apalear, desnutrir, maltratar, deter, deportar, violentar e infundir terror a nossas colegas! .