Nom sejas profissional da política!! Ao respeito da campanha da Junta de Andaluzia contra os piropos

Desde há bem de anos levo deconstruíndo-me e tratando de despejar da minha linguagem cotidiá todo vestígio discriminatório; o meu passo pola Rádio Livre A Kalimera contribui de jeito inegável na minha procura de fazer uma emissom limpa de linguagem discriminatória e de expresons carregadas de valores autoritários, sexistas, androcentristas, especistas… e trato de criar novas formas, novos verbos, jeitos revolucionários de nomear as coisas, investigar e recuperar uma linguagem que nos posibilite nom discriminar, avanzar, ampliar as miras, para nom seguir transmitindo com ela o mesmo contra o que tentamos luitar.

Quando soubem desta Campanha, o primeirinho que me veu á minha cabecinha tola de carnaca, foi pensar em que culpa terám os animais das nossas eivas e costumes patriarcais e machistas, como para que as encarregadas de fazer tal campanha, tiveram que recorrer a 6 espécies animais para mirar de aplacar os piropos dos moi machos como forma de acoso sexual ás mulheres. É algo que nom posso evitar, como quando olho esses documentais da vida animal onde a voz em off fala de assassinos perigosos e de vítimas inocentes, como se fossem as animais as que tiveram esse comportamento errático que só carateriza á espécie humana. Um animal nom atua como esse lixo humano.

E como gosto de ser crítico com todo quando vêm das nossas poltroneras governantes e co galho de limpar o bo nome dos animais usados em dita campanha, figem uma busca dos usos e costumes destes, com um resultado mais surpreendente do que aguardava atopar e que dista muito dos qualificativos que recebem na maldita Campanha. Poderiam ter usado imagens de políticos na busca do voto, de quando baboseam com infantes e bicam sem mirar a quem; a mim quanto menos se me asemelham mais aos babosos que piropeam.
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[Lleu-Lleu, Chile] Militantes mapuche e libertários da CAM recuperam terras e resistem ataque de carabineros

Recolho esta informaçom do portal “Ruptura Colectiva”.

Coordinadora Arauco-Malleco

Informamos que este sábado 13 de janeiro, como parte da férrea determinaçom por recuperar nosso território, forças de resistência lavkenche (*) da Cordinadora de Comunidades Mapuche (CAM) realizarom açons de control territorial no fundo Choque zona de Lleu-Lleu (*).

Informamos tamém que durante a tarde uma equipa fortemente armada do Grupo de Operaçons Policiais Especiais (GOPE) intentou despejar o fundo utilizando armamento de guerra e veículos blindados, produto desta açom violenta da polícia houvo um enfrontamento e uma firme resistência dos Weychafe que obrigou aos carabineros a repregar-se, nom registrándo-se feridas nem detidas.
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Xavier Domènech, líder de “Catalunya en Comú Podem”, retrata á perfeiçom a velha hipocrisia da nova política

Já tenhem amossado em infinidade de ocasions, podemitas e suas confluências na equidistância, suas particulares maneiras de fazer política partidista tentando ir de guais e de ser consequentes com o que largam polas suas bocanchas quando prometem o milhor dos mundos possíveis se elas governaram; já tenhem demonstrado com creces que tudo é uma falácia, pois nada mudaram em quanto á repressom de ativistas e de gentes sem recursos naqueles pontos nos que governam e mesmo segue havendo desafiuzamentos nos concelhos nos que tenhem a alcaldia; pero o que se passou esta quarta feira passada, dia 17 de janeiro de 2018, com as declaraçons do Domènech em rolda de imprensa é como para botar-lhes de comer à parte: HIPOCRISIA MACHISTA 100%. Uma atitude que a mim me lembra a esses homes que, quando nom estám em presença de mulheres, largam babosadas de grande calibre e depois vãm de feministas pola vida dando liçons e tenhem o morraço de assinar um manifesto público contra essas mesmas atitudes.

Xavier Domènech assegura que a fotografia da composiçom da Mesa do Parlament “doe” porque “só há uma mulher” ao que um jornalista espavilado fai-lhe ver que “Catalunya en Comú Podem” reclamava um sítio em dita Mesa e propunha Joan Josep Nuet, e nom uma mulher. Mas convido a vê-lo vídeo e que cada quem tire suas conclusons:

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A Marea Atlántica de A Corunha continua sua campanha de recaudaçom fiscal: 15 novas multas a “manteiros” e 2 a “ativistas” do CS Gomes Gaioso “

Já dera conta nesta minha bitácora no ano passado da multa de 1500 € que o governo local da Marea Atlántica impugera a um “manteiro” por vender para-águas e sombreiros sem licência municipal. Agora, ao igual que naquela entrada, fágo-me eco do publicado polas minhas compas de “A Irmandade da Costa” ao respeito das novas 15 multas a esta gente que se está a busca-lo pam e a vida nas ruas da capital herculina (Lêr acá a notícia da “Irmandade”). Como dim as compas: Isto é indignante! 

Pero a repressom destas herois e heroínas salva-pátrias da pseudodemocracia nom têm miramentos só para coa gente mais débil da cadeia económica capitalista europeia e branquinha de pel,  tamém nom perde detalhe na continuaçom da perseguiçom de toda aquela que nom se mova á direita da sua beira (um espaço por descontado cada dia mais pequeno).
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S. Kanuto 2018 amanhã 19 janeiro desde as 16hs no CSA do Sar

Recolho a informaçom do meu site amigo da Xuntanza Antiprohibicionista XA, e dou-lhe pulo:

Amanhã venres 19 de janeiro celebraremos o S. Kanuto 2018 em Compostela.

A que já se converteu numa das importantes citas antiprohibicionistas do país volve cargada de atividades, festa e sobre tudo reivindicaçons no CSA de Sar.

O programa deste ano:
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Operativos de feche de fronteiras no inverno. Assassinos da Vida.

A Comissom Europeia, os seus Estados membros, a Agência de Control Migratório, FRONTEX, a indústria dos Direitos Humanos e mais os corpos policiais, venhem usando de maneira sistemática e calculada a Natureza como arma para dar morte á povoaçom migrante desde há mais de 30 anos. Daniela Ortiz

Ontem os falsimédios tudos justificavam o feche da fronteira de Ceuta na tristemente famosa praia do Tarajal por um suposto intento de salto de 300 migrantes, o dia anterior davam conta da morte de 2 pessoas “porteadoras” numa avalancha nesse mesmo passo fronteiriço. Além desde a chegada do inverno é já costume destes mentideiros botar a culpa das mortes das pessoas migrantes nos seus intentos de chegar as costas europeias da climatologia adversa no Mediterráneo; mesmo alguns tiram imagens da neve e do intenso frio nos campos de refugiadas que seguem á espera de que os governos europeios cumpram seus acordos de acolhida que nunca cumprem (*) nem tenhem visos de que vaiam mudar de atitude.

Diante disto publico acá o seguinte escrito , autoria de Daniela Ortiz, a quem já tenho dado voz noutras entrada desta minha bitácora (a colagem das imagens que acompanham este texto tamém foram recopiladas por ela):
A relaçom de Ocidente, da Europa, da Brancura, coa Natureza é de exploraçom, é uma relaçom colonial de uso e desfeita, desde há 500 anos a Natureza é vista unicamente como um recurso de onde extrair.
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