Arquivo da categoria: Universidade

Nom a repressom na USC !! Multadas 8 estudantes por protestas contra os recortes em educaçom

Colo para dar-lhe pulo esta informaçom que recolhim duma das mal chamadas “redes sociais” e que figerom público ontem as implicadas:

Como algumas já saberedes fai duas semanas decorreu o juízo no que 12 estudantes fomos julgadas por um protesto estudantil no ano 2013.

Finalmente 8 das 12 pessoas imputadas forom acusadas e multadas com 280 euros de multa e obrigadas a pagar uma fiança solidária de 1.500€.
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Luns, 2ª feira, 27 nov as 9hs. nos Julgados de Fontinhas- Concentraçom Solidária diante juízo a 12 estudantes da USC

Em tal data dará começo o juízo criminal contra 12 estudantes denunciadas por irrumpir em 14 de março de 2013 no Conselho de Governo da USC quando protestavam, junto a muitas outras, contra os recortes na educaçom do Governo do PP. Tras 4 anos e médio agardando, e sem saber índa bem a que supostos delitos se enfrontam, em 27 e 29 de novembro e 1 de dezembro, terám que comparecer nos julgados de Fontinhas para assistir ás sessons deste juízo no que se quere criminalizar, uma vez mais, á joventude rebelde que protesta.

Tal como já contei noutra entrada recém desta minha bitácora o governo da USC, e seu representante supremo, nosso egrégio reitor, nom dúvida em criminalizar uma luita justa á vez que ámpara a profissorado com atitudes misógenas, homófobas e/ou violentas.

Para amosar a solidariedade com as represaliadas convocam desde a plataforma “Nom à Repressom na USC” á Concentraçom que decorrerá em 27 de Novembro, 2ª feira, desde as 9 hs. diante dos Julgados de Fontinhas de Compostela.

APOIA, ACODE, DIFUNDE!!!!!

Repressom na USC!! Já há data de juízo contra 12 estudantes denunciadas polo reitorado da USC por protestar contra os recortes

O governo da USC segue na sua teima de criminalizar a quem leve a termo qualquer protesto, até límites do impensável numha mente magnífica que se lhe supom a quem ostenta o mando desta instituiçom académica com ínfulas de decidir e sentar cátedra.
Nessa onda de denunciar quem lhe venha em gana, o nosso egrégio reitor nom dúvida em criminalizar uma luita justa á vez que ámpara a profissorado com atitudes misógenas, homófobas e/ou violentas.

Venho de saber que já estám fijadas as datas do juízo criminal contra 12 estudantes denunciadas por irrumpir em 14 de março de 2013 no Conselho de Governo da USC. Assim, tras 4 anos e médio agardando, e sem saber índa bem a que supostos delitos se enfrontam, em 27 e 29 de novembro e 1 de dezembro, terám que comparecer nos julgados de Fontinhas para assistir ás sessons dum novo juízo no que querem criminalizar á joventude rebelde.
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PAS laboral da USC vence ao reitor e sindicatos pactistas!! e “La Coz de Malicia” manipula, minte e nom sabe de que fala!!

Suponho que esta entrada pouco vai interesar a quem vissite este blogue; pero para mim é o resultado dumha experiência de solidariedade laboral que nom pensei que se poidera dar no contexto actual e da que me sinto moi orgulhoso de ter aportado o meu pequeno grao de area.
Tudo começou quando o governo da USC amossou seu interés em fazer do PAS um corpo único e para elo reuniu-se com sindicalistas pactistas para tratar de chegar a um acordo de funcionarizaçom do PAS Laboral. O que nom esperavam uns e outros foi que o PAS Laboral reaccionara como o fijo diante da merda de acordo assinado pola Gerência da USC com o voto a favor de CCOO e TGU (grupo de funcionários escindidos de UGT), a abstençom de UGT e CSIF e só o voto em contra da CIG. Dito iso passo a respostar á jornalista (ou mais bem deveria escrever jornatonta ou jornainhorante) de “La Coz” Susana Luaña, que nom da umha nem a direitas nem a esquerdas:

Nom foi o “persoal administrativo” senom tudo o contrário, fumos o “pessoal LABORAL”. O pessoal administrativo é o que já é funcionário desde sempre (essa gente que vedes nos seus despachos entre arquivadores e computadoras e/ou nas bilbiotecas); o PAS laboral somos as bedeis, tecnicas informáticas, persoal auxiliar de laboratorios, pintores, arquitecto, jardineiras,… e outras trabalhadoras de ofícios e professons várias, com diferentes escalas e responsabilidades e em consequência diferentes salários (1 pessoa do grupo mais alto cobra 2 vezes e média mais que 1 do grupo mais baixo).
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Conversa verídica numha livraria de velho apenas 11 horas denantes do Dia das Letras Galegas

Andava eu polos andeis na busca dalgum livro ou banda desenhada que mercar nesse templo do saber que constituem as livrarias, quando entrarom pola porta um par de estudantes (um moço e mais umha moça) co galho de mercar um livro para umha amiga dele e falando entre si em castelám com acento da Terra.

Nesses espaços é habitual que a gente adoite um silêncio tranquilizador como nas bibliotecas; no entanto esse silêncio cautivador soe ver-se interrumpido quando entram juntas várias pessoas, mesmo com só duas já se provoca tal rotura.

Já no umbral da livraria escoitou-se a ela perguntar ao agasalhadeiro: – “Y a ella, ¿qué le gusta?”. E el resposta: – “Le encanta el gallego, hasta te lo habla siempre. Por eso quería comprarle un libro en gallego”

Já nom quigem escuitar mais, além de que ia com certa presa, paguei minha escolha e lisquei pensando no que acabava de viver a escasos metros do campus universitário, nos que notroura o raro era escuitar alguém falando castelám.
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Sábado 22 ás 20:30′ no CSOA Escárnio: Apresentaçom documentário “Desaparecidos” sobre os sucessos de Ayotzinapa (México)


Carla Novi, sua diretora, estará conosco para contar-nos em primeira pessoa sua experiência persoal e o porquê deste documentário que aborda a história sucedida despois de que 43 pessoas, estudantes da Escola Normal Rural de Ayotzinapa, México, desapareceram em 26 de setiembre de 2014.
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19 abril as 20hs Assembleia Aberta de Mulheres em História: Organizando a resposta contra Luciano Méndez e o machismo na USC!!

O deste enérgumeno nom tem nome; segundo contam as moças envolvidas nos protestos contra a chularia e o machismo despregados por este professor da Faculdade de Económicas, no passado 9 de março, dia da greve estudiantil, agrediu a umha companheira (segundo o falsimédio local defensor a “ultra-ança” do Luciano: “agarrou-na dum braço e empurrou-na ao chão”) e reiterou-se nos seus comentários machistas.

Diante disto diversas moças de coletivos feministas e estudantis declaram que: “Ante todo isto nom podemos ficar caladas” e em 4 de abril passado juntáram-se numha concentraçom diante de Económicas para denunciar a volta ás aulas de Luciano Méndez e deixárom-lhe suas mensagens na porta do seu despacho ao finalizar a concentraçom (ver vídeo) Continuar lendo