Arquivo da categoria: Universidade

Conversa verídica numha livraria de velho apenas 11 horas denantes do Dia das Letras Galegas

Andava eu polos andeis na busca dalgum livro ou banda desenhada que mercar nesse templo do saber que constituem as livrarias, quando entrarom pola porta um par de estudantes (um moço e mais umha moça) co galho de mercar um livro para umha amiga dele e falando entre si em castelám com acento da Terra.

Nesses espaços é habitual que a gente adoite um silêncio tranquilizador como nas bibliotecas; no entanto esse silêncio cautivador soe ver-se interrumpido quando entram juntas várias pessoas, mesmo com só duas já se provoca tal rotura.

Já no umbral da livraria escoitou-se a ela perguntar ao agasalhadeiro: – “Y a ella, ¿qué le gusta?”. E el resposta: – “Le encanta el gallego, hasta te lo habla siempre. Por eso quería comprarle un libro en gallego”

Já nom quigem escuitar mais, além de que ia com certa presa, paguei minha escolha e lisquei pensando no que acabava de viver a escasos metros do campus universitário, nos que notroura o raro era escuitar alguém falando castelám.
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Sábado 22 ás 20:30′ no CSOA Escárnio: Apresentaçom documentário “Desaparecidos” sobre os sucessos de Ayotzinapa (México)


Carla Novi, sua diretora, estará conosco para contar-nos em primeira pessoa sua experiência persoal e o porquê deste documentário que aborda a história sucedida despois de que 43 pessoas, estudantes da Escola Normal Rural de Ayotzinapa, México, desapareceram em 26 de setiembre de 2014.
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19 abril as 20hs Assembleia Aberta de Mulheres em História: Organizando a resposta contra Luciano Méndez e o machismo na USC!!

O deste enérgumeno nom tem nome; segundo contam as moças envolvidas nos protestos contra a chularia e o machismo despregados por este professor da Faculdade de Económicas, no passado 9 de março, dia da greve estudiantil, agrediu a umha companheira (segundo o falsimédio local defensor a “ultra-ança” do Luciano: “agarrou-na dum braço e empurrou-na ao chão”) e reiterou-se nos seus comentários machistas.

Diante disto diversas moças de coletivos feministas e estudantis declaram que: “Ante todo isto nom podemos ficar caladas” e em 4 de abril passado juntáram-se numha concentraçom diante de Económicas para denunciar a volta ás aulas de Luciano Méndez e deixárom-lhe suas mensagens na porta do seu despacho ao finalizar a concentraçom (ver vídeo) Continuar lendo

Compostela Nom Se Vende!! O Hospital Velho de Galeras ao Serviço de Todas!! Manifesto

Venho de saber que as gentes organizadas na Plataforma de luita vizinhal contra a especulaçom do velho hospital de Galeras vem de colar, na sua página dumha das chamadas redes sociais virtuais, um seu Manifesto-Comunicado no que fai um chamado a toda a cidadania compostelá a participar da mesma para, juntas, plantar-lhe cara aos intereses especulativos e privados no nosso património, para defendermos umha Compostela ao serviço de todas.

Mas denantes de dar-lhe pulo quiger fazer umha reflexom persoal ao respeito dumha das pessoas que, segundo contou-me umha boa amiga bem informada, está metida a tope em dita Plataforma e nom é outra que Encarna Otero Cépeda, diretora geral de Obras Públicas e da Calidade da Vivenda da Junta quando o bipartito (PSOE-BNG) e vicealcaide e concelheira do BNG nos tempos em que Bugallo (PSOE) foi alcaide de Compos. Pois bem, na altura em que dita persoeira estivera nos “co-mandos” do concelho tivera entre suas atribuçons ser a delegada da rehabilitaçom do casco histórico de Compostela, e baixo seu mandato tivera lugar o despeje e destruiçom posterior da Casa Encantada, umha das primeiras okupas da Galiza, ubicada na rua Castrom D’ouro, e pese a que esta vivenda estava catalogada como histórica, Encarna e sua equipa decidiram nom considera-la como tal e a derrubaram justo quando a Casa Encantada estava em pleno furor de luita a raiz do afundimento do Prestige. Encarna Otero se passou assim a ser a arqui-inimiga da luita vizinhal por manter este espaço. Muito coidadinho com ela!! Ficades avissadas!!

[MANIFESTO]
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Desmemória histórica ou ignorância sistémica

Lembro que há já bem anos, quando as lutas nas ruas contra a entrada do estado espanhol na OTAN, que as jovens estudantes faziamos burlas e risas da ignorância manifesta a nível geografia e história dos amos do mundo, os ianquies. Era como umha espécie de vingança ante tamanha monstra de incultura por parte da gente do comum de aqueles lares e tamém dos seus prebostes e líderes de opiniom. Como monstra de tal desconhecemento as gargalhadas que nos provocaram vários medios e televisons ianquies quando confundiram a ubicaçom da ilha caribenha de Granada e a publicitaram nos mapas da “Graná” andaluza; e se nom se seguem escutando hoje as risas é porque fora quando a ilha fora invadida, em outubro de 1983, por 1.900 marines norteamericanos baixo o mandato de Reagan sob a escusa de que seu povo representava umha “ameaça” á seguridade das estadounidenses residentes nesse pais caribenho, devido “á inestabilidade política” produzida tras um golpe de estado contra o seu presidente e lider esquerdista, o carismático procubano Maurice Bishop, assassinado só 6 días antes da invasom ianquie.

Hoje em día inda provoca risas a falsa notícia da conversa entre o capitám dum acorazado ianquie e um torreiro dum faro e miutas seguem a pensar que é certa.
Mas agora as novas geraçons (e nom tam novas) já acadaram a mesma especializaçom nos seus estudos e os seus conhecementos e já estám á altura dos amos do mundo em quanto a ignorância da própria história e umha boa monstra é este vídeo dum momento dum programa concurso que nom tem desperdício. Sinalar que um dos concursantes, o menos novo, di ser mago é o outro estudante de magistério infantil (pobres crianças que caiam na sua aula).
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A fugaz resposta do reitor da USC diante dos assassinatos de duas mulheres

1482146287dsc00529_Já é habitual que, em horário laboral de manhá e preferentemente ás 12 em ponto do meio-día, os governos das instituiçons públicas fagam um ato mediático conjunto diante dos edíficios emblemáticos de cada localidade e de cara á galeria (e a imprensa, televisons e rádios comerciais). Na busca de que nom só saiam nas fotos as equipas regidoras e outras mandatárias, é costume que, desde as suas direçons e/ou presidências, se convide a todas as trabalhadoras desses entes a participar do mesmo; pese a que sabem que a essa hora é quando há mais gente ocupada nos seus postos de trabalho e com menos facilidade de ausentar-se do mesmo.

Ontem houvo na Galiza vários atos institucionais, e na sua capital, Compostela, coincidirom duas concentraçons de repulsa polos assassinatos das duas mulheres galegas; umha convocada polo governinho galego diante do edifício administrativo da Junta em S. Caetano e outra convocada polo governinho do Concelho diante do edifício consistorial e á que sumou-se a equipa de governo da USC.

O curioso do caso e o motivo desta entrada na minha bitácora foi constatar que na minha caixa de correio de trabalhador da USC recebim o 1º convite ás 12:18′ quando a hora do protesto institucional estava convocado para as 12:00′ (ver seguinte imagem que reproduz o correio que eu recebim e a hora de envio) Continuar lendo

A hipocrisia instituiçonal da equipa de governo da USC e a violência de genero

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Tal como contei numha entrada que assinei em 2 de setembro, em qualidade de trabalhador da “casa”, tirei de telefone para perguntar na OIX (Oficina de Igualdade de Género) ao respeito do Protocolo de prevençom e atuaçom fronte ao acoso por razom de sexo, orientaçom sexual e identidade de género aprovado em 29 de julho polo Conselho de Governo da USC (justo o dia depois em que a USC fazia público nos falsimedios a resoluçom do expediente contra Luciano Méndez). Na altura respostáram-me que de momento “nasti de plasti” sobre sua disposiçom pública para seu conhecemento; ao parecer segundo a pessoa da OIX que me atendeu (moi respetuosamente) ainda nom se publicara e que nom sabiam dizer-me quando estaria porque se estava pendente de atualizar com as propostas de modificaçom aprovadas e que sua publicaçom estava em mãos da Secretaria Geral da USC.

Há só uns días, passada a data sinificativa do Día Internacional pola Eliminaçom da Violência Contra as Mulheres, na que o governo da USC promoveu e participou de atos e “merchadisin” com tal ocasiom e mesmo tirou um seu comunicado, voltei querer saber que se passou com tal documento quando justo iam-se cumprir 4 meses da sua aprovaçom no Conselho de Governo; deste volta figem-no a través dum correio electrónico dirigido a OIX, mais que nada para ter constância por escrito da sua resposta, que chegou-me hoje e vos colo á íntegra:
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