Arquivo da categoria: política partidista

PAS laboral da USC vence ao reitor e sindicatos pactistas!! e “La Coz de Malicia” manipula, minte e nom sabe de que fala!!

Suponho que esta entrada pouco vai interesar a quem vissite este blogue; pero para mim é o resultado dumha experiência de solidariedade laboral que nom pensei que se poidera dar no contexto actual e da que me sinto moi orgulhoso de ter aportado o meu pequeno grao de area.
Tudo começou quando o governo da USC amossou seu interés em fazer do PAS um corpo único e para elo reuniu-se com sindicalistas pactistas para tratar de chegar a um acordo de funcionarizaçom do PAS Laboral. O que nom esperavam uns e outros foi que o PAS Laboral reaccionara como o fijo diante da merda de acordo assinado pola Gerência da USC com o voto a favor de CCOO e TGU (grupo de funcionários escindidos de UGT), a abstençom de UGT e CSIF e só o voto em contra da CIG. Dito iso passo a respostar á jornalista (ou mais bem deveria escrever jornatonta ou jornainhorante) de “La Coz” Susana Luaña, que nom da umha nem a direitas nem a esquerdas:

Nom foi o “persoal administrativo” senom tudo o contrário, fumos o “pessoal LABORAL”. O pessoal administrativo é o que já é funcionário desde sempre (essa gente que vedes nos seus despachos entre arquivadores e computadoras e/ou nas bilbiotecas); o PAS laboral somos as bedeis, tecnicas informáticas, persoal auxiliar de laboratorios, pintores, arquitecto, jardineiras,… e outras trabalhadoras de ofícios e professons várias, com diferentes escalas e responsabilidades e em consequência diferentes salários (1 pessoa do grupo mais alto cobra 2 vezes e média mais que 1 do grupo mais baixo).
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(Atualizaçom) 4 pessoas mortas na vaga de lumes e nosso inoperante Governinho galego á busca de culpáveis alheios

Antontem tivem vissita dumha boa amiga; entre das nossas distendidas conversas saiu o tema da perigosa vaga de lumes que tinhamos enriba nossa quando ela contou-me que, motivada por outra razom que nom vêm ao caso, estivera olhando na web da RTVG os informativos da semana e constastara que apenas falaram dos incêndios que já estavam arrasando Galiza e que adicavam muitos mais minutos, já nom só a falar do monotema Catalunya, senom para dar conta de paparolas, festas e festinhas e do “bo clima” do que desfrutamos nesse estranho vrão outonal que estivemos a viver. Isso foi o sábado, quando ainda nom morrera ninguém.

Ontem domingo, chamado pola curiosidade, acendim o televisor para assistir ao noticiário do mediodia da RTVG. As lapas dos diferentes lumes já eram de tal calibre e quantidade que, á contra do que me contara minha amiga, o telejornal começou com a notícia dum Domingo complicado na loita contra o lume. Isso sim, na sua tónica normal de desinformar e buscar culpáveis alheios aos nossos governantes e sua nefasta política forestal e anti-lumes; seguem na teima de considerar esses lumes como claramente intencionados, mesmo culpam a brigadistas, num momento no que há altas temperaturas e os fortes ventos dificultam o traballhos dos médios de extinçom. Isso sim nada dim, nem na Junta nem na RTVG, de que Médio Rural desactivara a finais de setembro o dispositivo de reforço dos serviços contra incêndios e isso pese a que já era evidente de que a falha de chuva e as altas temperaturas que se estavam dando no começo do outono nom só é que poideram causar grandes lumes, senom que muitos nom deixaram de estar ativos.
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Atençom ao dado: “El 38,47% no es el pueblo de Catalunya” Miquel Iceta

Gosto de fazer números e quando escuitei as declaraçons do primeiro secrétario do PSC quitando valor ao que a gente de Catalunya foi votar num referendum (e algumhas receberom a câmbio carinhos dos servidores da ordem constitucional espanhola), o primeiro que me veu a minha cabecinha tola foi que esse dado vinha a pôr em questom a quantidade de gente que se precisa para dar validez a um resultado eleitoral. É tem razom, um 38,47% do eleitorado nom deveria dar validez a nada.

Pero como além de tola, minha cabecinha tamém é retorcida, recabei estes surpreendetes outros dados (bom para ser sinceiro eu já os esperava) que espero fagam reflexionar:

França: Presidente Emmanuel Macron foi eleito tras acadar só o 18,19% do censo na 1ª volta, como nom foi suficinte foram a 2ª volta (só os 2 candidatos máis votados) e tivo um honroso 42,61% na 2ª volta
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Sim!! Eu teria votado si a Independência!!

“Todo lo que me gusta es ilegal, es inmoral o engorda…” Pata Negra

Índa que me considere anarquista e esteja em consonância com o sentimento de ser cidadá do mundo e posicionar-me em contra das fronteiras; nom posso deixar de sentir apego polo meu povo, pola minha língua e minha cultura, pola maneira que temos as galegas de tomar-nos a vida com retranca e porque cada vez que saio mais lá do Padornelo sinto que deixei atrás a minha terra, na que nom nascim pero na que moro desde que contava com 2 meses de idade.
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Sobre o referendo catalán x C.R. da “Irmandade da Costa”

Recolho na íntegra da minha web amiga “Irmandade da Costa” este artigo assinado polo meu compa (e pese a isso amigo *) C.R. (respeitando sua grafia):

Non serei eu quen me poña a defender contra vento e marea o referendo catalán: unha especie de revolución burguesa, no mellor dos casos, que aspira a substituír unhas fronteiras por outras deixando intactos os alicerces da explotación, do autoritarismo e da inxustiza social. Non debemos esquecer, á fin e ao cabo, que os gurús e cociñeiros deste sainete son os mesmos políticos cleptócratas que comparten bancadas democristiás no parlamento europeo cos seus homólogos españois. Que foron colegas dos peperos na aprobación de toda canta lei dereitista, antiobreira e liberticida púxoselles a tiro e que, cambiando a disposición das cores da bandeira, comparten cos nacionalistas españois idéntico fervor identitario, xenófobo, misógino, católico e autorreferencial. A súa votación tráema ao pairo, a verdade, e a única vantaxe que lle vexo á independencia catalá é a de ver rabear aos fachas (que non é pouca cousa, por certo, os seus histéricos exabruptos e os seus patrióticos desasosegos cólmanme a min de orgásmicos praceres).
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De capitáns e de peixes mortos, marés nacionalistas na Catalunya.- Sobre a atitude anarquista em frente ao “Procés”

Vote quem vote, ganhe quem ganhe, a verdadeira triunfadora neste conflito som as instituiçons e a Democracia em geral.

De todas quantas coisas cairam nestes dias nas minhas mãos ao respeito do teminha “top ten” ou “trending topic” dos informativos e dos desinformativos, crio que esta é a que mais me tem feito pensar e mesmo pôr em questom até a minha própria vissom do suposto conflito catalám (que me construira sem ter nunca pisado tal território). É umha opiniom um tanto longa, mas moi doada de lêr e que recolhe aspetos que nom soem ser tratados nem nos médios favoráveis ao direito á autodeterminaçom dos povos nem nos favoráveis a que todas segamos vivendo baixo o jugo da España Una, Católica, Apostólica e Romana. Colhim-no do Indymédia Barcelona (traduzi-no) e nom tem assinatura, se bem remata com um “Saúde anárquica e nihilismo revolucionário”. Aconselho encarecido sua leitura pausada:

De capitáns e de peixes mortos, marés nacionalistas na Catalunya

Sobre a atitude anarquista em frente ao “Procés”

Quiçá muitas vimos este processo como um grande circo que fracassaria à volta do canto, quiçá subestimamos o efeito que produziria na sociedade e nom lhe demos relevância, já que faz uns meses para muitas anarquistas estava claro que a democracia, tenha a bandeira que tenha, é só um muro mais para desmantelar no caminho da autogestom das nossas vidas, no sujo e contraditório caminho que nos levaria à liberdade, e portanto, ao confronto com os falsos críticos e as forças que defendem a ordem.
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Peleja no Congresso entre PP e Podemos por ver quem quere mais á Garda Civil

Ontem deu-me por olhar um telejornal dumha cadena espanhola privativa (nom lembro qual porque para mim som todas iguais por moi diversas que queiram pinta-las) e isso pese á fartança que a dia de hoje sinto polo teminha do referendum catalám.

Fago um inciso no que aproveito para apontar que nom compartilho esses cartazes nas redes sociais que avissam de que entretanto todos os focos informativos miram para Catalunya e só se fala disso se estám passando coisas das que nom se fala como a continuidade dos casos de corrupçom e o curioso resgate da banca; quando a realidade do dia a dia demonstra que a informaçom sobre esses temas nas televisons geralistas e nos jornais diários sempre é sesgada e manipulada e nunca houvo falsimédio algum que tratara com um mínimo de rigor ético e de clara denúncia esses casos. E fecho o inciso.

No telejornal em questom assistim a um cruce de palavros encarnizado entre o ministro de interior espanhol, Juan Ignacio Zoido e mais o picolo deputado de Podemos, Juan Antonio Delgado (sindicalista em excedência da AUGC, Asociación Unificada de Guardias Civiles).
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