Arquivo da categoria: política partidista

«MÁS CHULA QUE UN OCHO»

Reconheço que durante muitos anos da minha vida foi uma expressom que usava do comum nas liortas entre irmás sem saber da sua origem. Namorado desde cativo dos números e das suas combinaçons matemáticas nom atinava a ver-lhe nenhuma chularia ao nº 8, nom sendo que quando se amossa tombado fai-se infinito , o qual já de per se «nom é cousas de rir».

Anos depois  souvem por casualidade que o tal dito vinha duma história madrilenha de princípios do século passado quando, «chulapos» e «chulapas» engalanadas com seus trajes típicos, abarrotavam o tranvia nº 8  para ir até Carabanchel, á verbena que se celebrava na Pradera de S. Isidro na festividade do patrom. Nom podia existir nada mais chulo que o tranvia nº 8 atestado de «chulapos» e «chulapas»

O tal dito volveu-me recém á mente -quando já há tempo que nom o tinha no meu magim- por mor da atitude presencial da presidenta da Comunidade de Madrid diante das cámaras e tamém no seu parlamentinho. Ainda que sabe que foi pilhada em mil renúncias, e pese a isso ou por isso, segue erre que erre impertérrita como se o escândalo do seu Master nom fora com ela.

Por inspiraçom das musas marroquinas fum navigar e buscar de que bairro é «essa pessoa da qual lhes falo» e atopei numa web dessas de «bit cuché!» que di que é «carabanchelera»! Tate! de onde a verbena das «chulapas».
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Alegaçons do C.S.O. A Insumisa diante da ordem de despejo notificada polo concelho da Marea Atlantica

O processo de despejo da okupa corunhesa “A Insumisa” já está em marcha desde que o concelho da nova política (que é igual que a velha pero muito mais hipócrita em quanto as suas relaçons contra da cidadania organizada) déra-lhes 10 dias para apressentar alegaçons. É por isto que desde a assembleia da Insumisa acordaram respóstar-lhes tirando de retranca. Cópio e colo duma rede social seus acordos (mantendo sua grafia junteira):
Aquí deixamos as alegacións a modo de resposta ao requerimento de desaloxo do CSO (vai con algo de retraso, mais mellor tarde que nunca):

AO CONCELLO DA CORUÑA
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Medio Rural: “Pôr caçadores a vigiar os lumes no monte é como chamar a raposa para tomar conta do galinheiro”

Já dim conta em várias entradas desta minha bitácora das minhas suspeitas de que os disparos dos caçadores tiveram algo a ver com a vaga de lumes desatada na data aciaga do domingo 15 de outubre passado que sinificara a queima de 50.000 hectares da massa arvórea da Galiza e na que morreram quatro pessoas.
Fora justo nesse domingo quando começara o periodo hábil de caça aprovado pola Direçom Geral de Património Natural da Junta de Galiza; a tal efeito várias colegas certificaram-me que nessa jornada, desde bem cedo na manhã, já andavam os caçadores a tiros polos montes. Ou seja que, pese ás previsons meteorológicas que auguravam moi fortes ventos furacanados; o começo da tempada de caça 2017-2018 nom foi suspensa.
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“O MUNDO AO REVÉS” Feijoo reconheçe que o PP deve governar só para ricos

“Cada cam lambe o seu caralho” e Feijoo têm moi claro que a gente que de verdade lhe preocupa e para quem governa, som as gentes adinheradas e sem problemas económicos, a “sua gente”.

Assim se desprende das suas próprias palavras lançadas desde a tribuna na sua intervençom na sessom de control do Parlamento de Galiza, na passado quarta dia 21 de março quando, tirando de hipocrasia, dirigiu-se com estas palavras á oposiçom -En Marea, PSdeG e BNG- e em alusom a participaçom destes partidos nas mobilizaçons das pensionistas: O mundo ao revés, nós tirando polas rendas baixas e médias e vostedes polas rendas altas.
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Confirmado, o concelho progre e chachi guachi da Corunha já começou o processo de despeje do CSO A Insumisa

Colo da Irmandade da Costa este artigo que assina C.R. (mantenho sua grafia):

  Xulio Ferreiro planificando o desaloxo na xunta de goberno

Confirmado, o concello progre e chachi guachi da coruña comezou o proceso de desaloxo do Centro Social Okupado A Insumisa. Tras longos meses mareando a perdiz – que si, que non, que nunca che decides- finalmente decidiron cumprir co plan trazado polo Partido Popular para obrigalxs a desaloxar a okupa coruñesa. A reunión deste luns do equipo de goberno municipal aprobou, coa ausencia do alcalde pero coa participación dxs edís ex-okupas (Sande, Claudia, Xiao e Roci) a “incoación do procedemento para recuperar as naves de metrosidero”. Con este eufemismo aséptico e legalista pretenden agochar a crúa realidade: inician os trámites para un desaloxo puro e duro. Aproban a represión máis descarnada. Dan o primeiro paso para a destrucción “ manu militari” dun Centro Social autoxestionado plural, aberto e asembleario
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“Ni un solo rasguño” – Mi respuesta a los fanzines «Puñaladas al nacionalismo» (*)

(*) Qualquer que conheça minimamente este blogue, assombrara-se de ver esta entrada em castelám num blogue que presume de galego. E nom é para menos!! A explicaçom para tal excepçom fica ao final para quem lhe interese. Dizer que minha resposta originária e em galego (tal como já deitei aqui no seu momento) está acá na web de Abordaxe (projeto editorial anarquista em galego, do que este gajeiro volta formar parte).

«Ni un solo rasguño» .- Mi respuesta a los fanzines «Puñaladas al nacionalismo»

“El Estado no es la patria, es la abstración, la ficción metafísica, mística, política, jurídica de la patria. Las masas populares de todos los países aman profundamente su patria, pero es este un amar real, natural. No se trata de una idea: se trata de un hecho. Por eso me siento franca y constantemente el patriota de todas las patrias oprimidas” Mijail Bakunin (1)

Un site contrainformativo anarquista de la capital “de las españas todas” viene de hacer público el 2º fanzine recopilatorio de textos anarquistas contra el nacionalismo, con el subjetivo título de II Puñalada al nacionalismo. Tiempo atrás ya habían publicado el 1º que, según dicen, recibieron por correo (la autoría supongo que será del autodenominado “grupo tensión”, dado que es el contacto que facilitan para su distribución) y ya había llamado mi atención al ver que su objetivo, manifestado en su introducción, es presentar algo “muy chungo” contra de lo que hay que lanzar puñaladas a diestro y siniestro dado que posee poderes extraordinarios de camuflaje hasta el punto de hacerse tan “atractivo”  que “veamos anarquistas llamando a votar en un referéndum, o defendiendo la democracia”. Para ellas el independentismo es un invitado incómodo, una invención artificial que solo se puede explicar a partir de la irresistible capacidad hipnótica de la derecha catalana. Una percepción asentada en ciertos tópicos historiográficos que vinculan al catalanismo exclusivamente con la burguesía. De ahí su reacción, entre paternalista e irritada.
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[A Corunha] Amanhã sábado 10 ás 20:00′ no Obelisco.- ManiFestAçom “Nom ao despejo do CSO A Insumisa!!”

Recolho a informaçom da minha página amiga “A Irmandade da Costa”
ManiFestAçom na Defessa dos Espaços Liberados,

                                                  Pola Okupaçom e Pola Autogestom

Sábado 10 de fevereiro ás 20:00h no Obelisco (A Corunha)

             A Insumisa Nom se merca!

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