Para esses “feministos” que nom sabem escuitar

Uma vez passado um tempo prudencial da jornada de greve de mulheres convocada a nivel internacional na data deste 8 de março passado; quiger dar meu parescer ao respeito desses homes que vam de superfeministas e ainda nom entenderam que seu papel nessa data é o de permanecer ao margem para facilitar a vissibilidade da luita exclusiva das mulheres. Nom compreêndem que quando se lhes pede que fiquem ao margem dos protestos e que, como muito, se limitem a fazer o possível para que todas as donas poideram estar presentes ne-les, nom estám pedíndo-lhes mais nada e nom pintam res nas manifestaçons, nem sequer como acompanhantes nas últimas filas pese a que, desde as convocantes oficiais, se lhes convidada a “acompanhar, sem protagonismos, as açons que se desenvolveram nesse dia ou á cola nas manifestaçons”.
Em definitiva: estám entendendo moi mal a mensagem aqueles homes que foram á greve, aqueles que foram as manifas de protas, os prebostes da nova política subidos ao palco ou os lideres sindicalistas falando como vozeiros da luita ante os micros dos falsimédios e mesmo aqueles que, atendendo as petiçons de coidados, figerom tal só nesse dia (como se nom fora coisa deles no resto dos dias do ano); e incluso, ao meu entender, tamém todos aqueles hipócritas que em aparências som moi feministas pero que, quando estám rodeados só de machos, rim as brincadeiras mais machistas e mesmo tenhem atitudes misóginas.  Som o mesmo que M. Rajoy, quem tamém é moi feminista e mesmo luziu nessa data um laço violeta na sua lapela.

Dito tal dou pê acá á traduçom das palavras de Awka no seu muro duma rede social, na que esta mulher argentina apresénta-se assim: “Se es neutral em situaçons de injustiça, é que tês escolhido o lado opressor”:

“Uma das maneiras mais odiosas em que se fam evidentes os privilégios masculinos é quando os “bos tipos” esperam e até exigem gratitude das mulheres por nom ser como “os violentos” que controlam, maltratam, violam e matam. Issos “bos tipos” tenhem algo em comum com os “violentos”: a crença de que as mulheres lhes devem afeto/sexo. A crença de que sua decência deve ser recompensada”.

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