Rir da morte dum pessoeiro: Um direito inalienável do povo que lhe tivo que sofrer

Já quando o exministro franquista e presi da Galiza, Manuel Fraga a espichara e dera pê a fazer brindes por quantas galegas e mesmo seres de outras galáxias desejavamos sua morte; tivéramos que aturar uma panda de fascistas alienados que desde seus falsimédios pretendiam negar nosso direito a desfrutar desse pracentero clímax tanto tempo esperado. Depois se passou o mesminho quando foram caindo outras destacadas figuras do franquismo e o tardofranquismo, mesmo com figuras desdenhadas polos seus camaradas da camisa azul, cara ao sol e braço em alto, como no caso da despeitada Rita Barberá.

Agora se está a passar o mesminho com a morte do fiscal geral do estado espanhol, José Manuel Maza, morte da que muitíssima gente pode ter variadas e diversas razons para aledar-se.

Pero o governo do PP nom está disposto a elo e já falam de criminalizar e mesmo encarcerar a quem se ria da morte dalgum pessoeiro porque isso nom se pode consentir em base a nom sei que normativa nunca escrita.

Um caso clinico de síndrome de Estocolmo?

Na realidade pretendem que alguém que fijo muitíssimo dano a muitas pessoas se converta de golpe em alguém respeitável só porque morreu; além de negar ao povo seu direito a ter essa alegria pola morte de quem tanto dano lhes fijo em vida e por esse caminho criminalizar mesmo a quem exteriorice sua alegria quando morra um tirano, um ditador, um fascista… Isso sim, semelha que quando som os seus quem rim das mortes de pessoas coas que nom simpatizam… essas mesmas vozes que nos querem criminalizar, calam como petos.

A morte é até agora o único feito que nos iguala a todas; ninguém vai salvar-se dela. Todas temos direito a chorar nossas mortas pero tamém a celebrar a morte de quem nos oprima, nos escraviza, nos julga segundo suas caprichosas leis ou nos encarcera.

Eu vou seguir brindando por cada uma das mortes que me pete e me atinja, por umas brindarei polo bem que me figeram quando essas pessoas estiveram vivas e por outras brindarei moi a gosto por quanto mal figeram ao povo, ainda que a mim nom me toque de maneira direita.

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