Anarquistas que promovem Debate sobre o “bichinho”

A raiz dos acontecementos mundiais que sofre a humanidade desde há caseque dous anos, figem contatos numa RRSS com gente que opina mais ou menos coma mim, o qual permitiu-me tomar consciência de que minha posiçom desde um primeiro momento na contramão do que ditavam farmacéuticas, governos e falsimédios nom fora açarosa ou caprichosa, nem obedecia à repulsom que de sempre sinto com tudo quanto vem imposto desde arriba por ordem governamental.

Em verdade foram e seguem a ser estas minhas “novas amizades” às que me figeram sentir-me menos estranho e incompreendido no que até entom considerava a minha “zona de confort”: as Anarquistas Irredentas Galegas que, na sua maioria, ou bem calavam (e consentiam) ou quitavam ferro às obrigas sanitárias impostas e/ou mesmo, muito pior, posicionam-se a prol da vacinaçom obrigatória e rim-se das que, coma mim, consideramos as medidas pretendidamente profiláticas dos governos para combater a virulência do bichinho coma ditatoriais, injustas e inecessárias.

Dentre destas pessoas, minhas novas amizades “virtuais”, já tenho dado voz a algumas nesta minha bitácora coma um meu pequeno gesto de ajuda a difundir as suas palavras (coas que concordo) CENSURADAS mesmo em méios que vam de alternativos mas que se sumaram ao sentir geral imposto desde arriba sem debate nem cruzamento de ideias, já nom só entre profanas senom mesmo entre pessoal sanitário e cientistas especialistas das ramas da vida e da morte.

Uma destas pessoas é José R. Loayssa, médico de família do Serviço de Urgências de Osasunbidea (Serviço Navarro de Saude) e colunista CENSURADO no presunto jornal alternativa El Salto quando os (i)responsáveis deste jornal acordaram silenciar-lhe e sumar-se assim entusiastas à Campanha mediática orquestrada cara silenciar a quem discrepa, com bos razoamentos e conhecemento de causa, com criticas contundentes e argumentadas, das mudáveis teses oficiais impostas por farmacéuticas, OMS e governos co galho de monstrar assim só uma imagem estrafalária e cómica das pessoas anti-bicho apresentadas polos esses mesmos falsimédios coma líderes de opiniom: artistas egocêntricas caducas, terraplanistas, arredistas da cientologia e outras raras ervas, gente toda já muito guilhada, tolinhas que provocam repulsom ou risas às submissas e entusiastas espetadoras das televisons.

Nesta semana tivem conhecemento de que José R. Loayssa, coautor do livro “Covid 19. La estrategia del miedo y la respuesta autoritaria” publicado por “Ediciones El Salmón” e que pese a estar censurado nos falsimédios esgotara ipso facto a sua 1ª ediçom e já está na 2ª -onde se repassam as incongruências e erros que as autoridades políticas e sanitárias estiveram cometendo durante este tempo (ler acá a sua introduçom)- fora convidado por duas vezes por compas ANARQUISTAS do LEVANTE às suas JORNADAS para apresentar o livro e debater sobre o que lá se conta, e assim estivo primeiro na IV Mostra del Llibre Anarquista d’Alacant , com éxito de participação tal qual contam suas organizadoras; e ao dia seguinte no Punt del Carme em València num ato organizado conjunto pola gente do Ateneu Llibertari del Cabanyal e Antimilitaristes – MOC onde apresentou dito livro.

Âmbos eventos que tiveram lugar na finde passada (23 e 24 de outubro) figeram sentir ao José Ramón Loayssa, tal coma deitou na RRSS (sic): Nuevos encuentros, nuevos amig@s, nuevos compañer@s .La Pandemia ha sido una tormenta perfecta. El barco en el que viajaba se ha hundido. Mucha gente con la que pensaba compartía ideas y proyecto, han tomado otro camino. Pero en este naufragio he encontrado una bote para seguir navegando, con alguna gente de antes, con otros nuevos. En estos últimos meses un colectivo con el que he tenido cada vez más contacto es el anarquista.

E para quem isto escreve, ter lido estas suas palavras supujo um “subidom” e de seguido escrevim uma minha opiniom sobre a sua entusiasta publicaçom que replico por acá:

“Aleda-me enterar-me de que compas ANARQUISTAS de Alacant e mais do Ateneu Anarquista do Cabanyal (València) promovem o DEBATE sobre o bicho e que convidam aos seus atos a pessoas que se posicionaram claramente na contramão de governos, falsimédios e farmacéuticas.

Dalgum jeito esta notícia fai-me sentir que estivem sempre no lado que me correspondia pese a que por estes lares sentim-me em muitos momentos coma um especimem raro, raro, dado o silêncio cumplice de minhas presuntas camaradas e amigas.

Por suposto houvo e há pessoas amigas e cercanas, compas anarquistas galegas que sim estiveram e estám no meu mesmo lado da barricada desde o início desta situaçom. Elas sabem quem som e que tenhem tudo meu apreço e estima, mas som a excepçom discrepante pois semelha que a maioria das que se dim anarquistas por estes lares assumiram a campanha mediática do terror ao bicho e do medo à morte coma a única verdadeira e coa mesma assumiram injetar-se os produtos das farmacéuticas convencidas de que ahi radica a sua salvaçom e figeram mofa de quem denunciamos os numerosos casos de efeitos secundários mortais ou graves sumando-se assim a campanha orquestrada para quitar-lhe ferro; em definitiva coa sua atitude submissa figeram bo nosso refraneiro: “Quem tem cu, tem medo”

Dito isto, causa-me certo desazo observar coma muita gente que sempre estava à que saltava para respostar de imediato às ordens impostas desde arriba, assumiram entusiastas as teses oficias defendidas e mantidas por governos, por grandes empresas farmacéuticas com muito ánimo de lucro, por cientistas bem pagados por estas, por médios informativos propagandísticos dos produtos sanitários, por censores sem escrúpulos, em definitiva por organismos e instituçons que até entom, sempre estiveram doutro lado da barricada.

Agora que noutros países a gente (entre elas muitas anarquistas) está saindo às ruas para denunciar o apartheid que se está imponhendo para ailhar as que, coma mim, nom passamos polo aro de inocular-nos algo que ainda nadie sabe que é, e do que as próprias fabricantes nom se fám responsáveis das consequências nas nossas saudes, por estes lares, a maioria das anarquistas seguem caladas assumindo as teses ditatorias coma se nom fosse importante que haxa gente que, por negar-se a tragar as teses do poder, sejam privadas de direitos ou acedam a ser picadas por medo a perder seu trabalho ou a nom poder sair de festa na noite.

Eu pola minha conta tenho minha consciência muito tranquila e sinto-me bem de saber que, quanto menos noutros lugares, há anarquistas no meu carom nas barricadas.

SEMPRE NA LUTA CONTRA OS PODERES !!

NUNCA CALADAS DIANTE AS INJUSTIÇAS !!

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