USO OBRIGATÓRIO de MÁSCARILHAS CAUSOU MAIS MORTES.

Estudos cientistas publicados em revistas médicas confirmam o que algumas já advertimos desde tempo há.

Um dos estudos, revisado por pares – “Correlation Between Mask Compliance and COVID-19 Outcomes in Europe” (“Correlaçom entre a conformidade da máscara e os resultados do COVID-19 na Europa”) é autoria de Beny Spira, professor associado da Universidade de São Paulo, cuja pesquisa se concentra na genética molecular de microrganismos, foi publicado na revista Cureus Journal of Medical Science em 19 de abril de 2022 e descreve seu objetivo como “analisar a correlaçom entre o uso de máscaras contra as taxas de morbidade e mortalidade no inverno de 2020-2021 na Europa”.

O outro – “The Foegen Effect: A Mechanism by Which Facemasks Contribute to the COVID-19 Case Fatality Rate” (“O efeito Foegen: um mecanismo polo qual as máscaras faciais contribuem para a taxa de mortalidade de casos COVID-19”) saiu publicado na revista Medicine em fevereiro de 2022, de autoria do médico alemám Zacharias Fögen que analisou “se o uso obrigatório de máscara influenciou a taxa de mortalidade de casos no Kansas” durante o período de 1º de agosto de 2020 a 15 de outubro. Kansas foi usado para a comparativa porque neste Estado se permitiu que cada um de seus 105 condados decidisse se deveria ou nom implementar a obrigatoriedade da máscara, com 81 condados decidindo contra a medida.

Ambos estudos tiram coma conclussom final que há uma ‘correlaçom positiva’ entre maior uso de máscara e mortes por COVID-19.

Imos um a um:

  1. “Correlaçom entre a conformidade da máscara e os resultados do COVID-19 na Europa” x Beny Spira

“Dados de 35 países europeus sobre morbidade, mortalidade e uso de máscaras durante um período de seis meses foram analisados ​​e cruzados”, continuou o estudo, que abrangeu um total de 602 milhões de pessoas.

“As descobertas apresentadas nesta breve comunicaçom sugerem que os países com altos níveis de conformidade com as máscaras nom tiveram um desempenho melhor do que aqueles com baixo uso de máscaras no período de seis meses que abrangeu a segunda onda europeia de COVID-19”, resumiu Spira.

“A falta de correlaçons negativas entre o uso de máscaras e casos e mortes de COVID-19 sugere que o uso generalizado de máscaras no momento em que uma intervençom eficaz era mais necessária, ou seja, durante o forte pico de outono-inverno de 2020-2021, nom foi quem de reduzir a transmissom da COVID-19.”

Além de nom encontrar nenhum benefício para mascarar o cumprimento do mandato na reduçom da disseminaçom do COVID-19, o artigo encontrou uma “correlaçom positiva moderada” entre o uso de máscaras e as mortes por COVID-19.

“Além disso, a correlaçom positiva moderada entre o uso de máscaras e as mortes na Europa Ocidental também sugere que o uso universal de máscaras pode ter consequências prejudiciais nom intencionais”, afirmou com base nos seguintes números:

“A correlaçom positiva entre uso de máscara e casos nom foi estatisticamente significativa (rho = 0,136, p = 0,436), enquanto a correlaçom entre uso de máscara e óbitos foi positiva e significativa (rho = 0,351, p = 0,039). A correlaçom de Spearman entre máscaras e mortes foi consideravelmente maior no Ocidente do que nos países do Leste Europeu: 0,627 (p = 0,007) e 0,164 (p = 0,514), respectivamente.

Spira tamém explica como os fatores de confusom que poderiam ter influenciado o estudo – taxas de vacinaçom ou níveis anteriores de COVID-19 – eram irrelevantes:

Em relaçom às taxas de vacinaçom díspares entre os países, ele explicou que “isso é improvável, dado que no final do período analisado neste estudo (31 de março de 2021), a implementaçom da vacinaçom ainda estava no início, com apenas três países apresentando taxas de vacinaçom superiores a 20%: Reino Unido (48%), Sérvia (35%) e Hungria (30%), com todas as doses contadas individualmente.”

“Pode-se tamém alegar que o aumento dos níveis de infeçom levou ao uso de máscaras, resultando em níveis mais altos de mascaramento em países com taxas de transmissom já mais altas. Embora essa afirmaçom seja certamente verdadeira para alguns países, vários outros com altas taxas de infeçom, como França, Alemanha, Itália, Portugal e Espanha, tiveram mandatos estritos de máscaras em vigor desde o primeiro semestre de 2020. Além disso, durante o semestre do período coberto por este estudo, todos os países sofreram um pico de infeçons por COVID-19, portanto, todos sofreram pressons semelhantes que podem ter influenciado potencialmente o nível de uso de máscaras ”, acrescentou.

2. “O efeito Foegen: um mecanismo polo qual as máscaras faciais contribuem para a taxa de mortalidade de casos COVID-19” x Zacharias Fögen

“A descoberta mais importante deste estudo é que, ao contrário do pensamento aceito de que menos pessoas estám morrendo porque as taxas de infeçom som reduzidas por máscaras, esse nom foi o caso”, resumiu o artigo.

“Os resultados deste estudo sugerem fortemente que os mandatos de máscara realmente causaram cerca de 1,5 vezes o número de mortes ou ∼50% mais mortes em comparaçom com os mandatos sem máscara”.

O estudo também postulou uma razom potencial para a disparidade na razom de risco (RR) para morrer de COVID-19:

“Uma justificativa para o aumento do RR pola obrigatoriedade de máscaras é provavelmente que os virus que entram ou aqueles expelidos em gotículas som retidos no tecido da máscara facial e, após a rápida evaporaçom das gotículas, gotículas hipercondensadas ou virus puros (que nom estám dentro duma gotícula) som re-inalados duma distância muito curta durante a inspiraçom.”

Apelidado de “efeito Foegen”, a teoria sugere que os vírus COVID-19 “se espalham (por causa de seu tamanho menor) mais profundamente no trato respiratório”.

“Eles contornam os brônquios e som inalados profundamente nos alvéolos, onde podem causar pneumonia em vez de bronquite, o que seria típico de uma infeçom por vírus”.

“Essas descobertas sugerem que o uso de máscara pode representar uma ameaça ainda desconhecida para o usuário, em vez de protegê-lo, tornando a máscara uma intervençom epidemiológica discutível”, conclui o artigo.


Uma ideia sobre “USO OBRIGATÓRIO de MÁSCARILHAS CAUSOU MAIS MORTES.

  1. Pingback: Escasa participaçom cidadá na manifa contra a invassom dos eólicos na Galiza. Grandes claros no Obradoiro e poucos berros. | COMOCHOCONTO

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s