Pablo Iglesias reverência Obama na base ianquie de Torrejón

Obama visita Se há algo que distinguia esquerdas e direitas na pantomima democrática espanhola era o grado de submissom com respeito aos mandatos dos presidentes de EEUU. A suposta esquerda parlamentária sinificada polo espectro partidista ubicado desde a socialdemocracia do PSOE até o eurocomunismo de IU sempre evitara todo sinal de seguidismo cego ás teses ianques, mesmo até chegar a situaçons de patetismo como quando o atlantista ZP se negara a pôr-se em pê ao passo dum batalhom ianqui que participara no desfile das forças armadas espanholas co galho da celebraçom do genocídio das américas celebrado tras a guerra de Iraque, sendo ainda presidente Aznar. Mas se o do PSOE e as suas relaçons internacionais é de psiquiatra, a postura de IU e aliadas sempre fora, até o de agora, de acertado distanciamento que lhe valia bem de votos na sua caça do votante descontente coa economia capitalista internacional comandada por EEUU, seus bancos e empresas.

E agora aparece o mediático Iglesias e seu “Podemos ser atlantistas” e quando tem ocasiom de ir saudar ao presidente ianquie (que está a piques de deixar de se-lo) na vissita que este realizou as suas tropas despregadas nas bases militares ubicadas na sua colónia espanhola, nom duvidou o mais mínimo em ir render reverências a Obama ainda que tivera que faze-lo dentro da zona ianquie da base de Torrejón, ainda que tivera que esperar case umha hora para ser recebido (Obama chegou tarde) e que o “jefe” só concedera 5 minutos de entrevista a repartir entre Iglesias, Sánchez e Rivera.

14680605284797 No meu tempo isso era considerado como um ato de humilhaçom, agora ve-se que um ato do que se sentir orgulho por ser recebido ainda que nom houvera tempo de falar de nada. Tam pouco tempo houvo que nem sequer há fotos do encontro na imprensa do sistema. Segundo algum falsimédio só tivo tempo de agasalhar a Obama com um ejemplar do livro “La Brigada Lincoln. Una historia en fotos” onde deitou umha longa adicatória que, ao parecer, tem várias gralhas idiomáticas.

E ainda fica algum, nom já anarquista (que o duvido), senom autodefinido como “libertário” que vai seguir votando a estes energúmenos de Podemos??

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