Arona Diakhate denúncia aos agentes da polícia que malharam brutalmente nele em Lavapiés

Arona Diakhate, o home que fora apancado com sanha pola polícia antidistúrbios entanto estava tranquilamente apostado a uma farola da praça Nelsom Madela no bairro madrilenho de Lavapiés, vêm de apresentar uma denúncia “contra o agente que lhe agrediu, contra dos que lhe denegaram o auxílio devido e abandonaram o lugar tras presenciar os golpes e mais contra dos polícias que o transladaram até um portal e depois até comissaria e nom lhe remitiram a um serviço médico”.


O seu advogado Daniel Amelang considera que ditas atuaçons som susceptíveis de ser qualificadas como delitos: no caso do polícia que lhe golpeu com brutalidade manifesta, por um delito de lesons ou mesmo delito de torturas cometido por funcionário público polos danos morais sofridos por Arona, consistentes em minar sua integridade moral com intencionalidade basaeada na discriminaçom ; e no resto delito por omissom do dever de socorro.

Arona, no seu relato da denúncia, declara que estava apesadumbrado e sumamente triste pola morte do seu amigo Mame e que lá, apoiado sobre uma farola e uma papeleira, começara a chorar e rezar e que estava liando um cigarro e mirando ao cham sem molestar a ninguém quando notou que se achegavam a ele uma série de agentes da Polícia Nacional da UIP (antidistúrbios) e foi entom que levantou a sua mirada e viu como o agente mais adiantado dum grupo de quatro, sem mediar provocaçom alguma e carescendo por completo de motivo, propinou-me um forte golpe coa sua defessa no lateral esquerdo do meu pescoço. Girei a cabeça e, nesse momento, volveu golpear-lhe, tamém coa sua porra, impactando sobre minha caluga e em consequência caim ao cham e perdim o conhecemento: Arona engade que é possível que me dera algum golpe mais quando estava tirado no cham. Além tamém da conta no seu relato da denúncia de como foi trasladado primeiro até um portal e depois até comissaria como se fosse um pelele e depois dum tempo chamaram ao SAMUR para que o levaram até um hospital para ser atendido.

Todo elo acompanhado de vídeos e instantaneas fotográficas que evidenciam a verdade deste relato. Pese a isso e tendo em conta minha nula confiança na justiça deste sistema, dúvido que os polícias implicados sejam condenados a algo.

Ver acá o contido á íntegra da denúncia apresentada

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